Apesar de saber que é perigoso
ingerir remédios com base na indicação do balconista da
farmácia, de amigos, ou achando que os sintomas são de uma
doença que conhece ou teve, muitas pessoas ainda recorrem a
automedicação. Porém, em geral, essa conduta é perigosa. Os
remédios podem agravar doenças, mascarar sintomas, ter efeitos
colaterais danosos, ou no mínimo, servir para nada.
O Dr. Abrão José Cury Jr., presidente da Regional São Paulo da
Sociedade Brasileira de Clínica Médica, dá exemplos de
medicamentos frequentemente consumidos sem indicação médica e
mostra os perigos.
Laxante - Quando consumido indiscriminadamente pode
levar a alterações intestinais. Se a pessoa estiver constipada
(intestino preso), complica o quadro e pode levar à perfuração
do intestino. Nos idosos, pode provocar desidratação e
alterações metabólicas, colocando a vida em risco. Pessoas com
tumor intestinal, em geral não diagnosticado, podem agravar a
doença.
Xarope - A tosse pode ter várias causas, como infecção
viral ou bacteriana, alergia, refluxo da hérnia de hiato e
câncer das vias respiratórias. O xarope pode mascarar o
sintoma, permitindo que a doença evolua sem controle, pode
piorar o problema ou não ter efeito algum.
Antibiótico – Droga usada para tratar várias infecções,
como as respiratórias, gripes e abscessos. Mesmo que a pessoa
acerte na escolha, ao comprar sem indicação médica, pode errar
no tipo e na dosagem, levando ao tratamento errado. Além
disso, o indivíduo pode desenvolver resistência à droga e
quando for realmente necessária, não terá efeito.
Antiácido - Muito usado para combater dor de estômago,
que pode ser sintoma de úlcera, tumor, pancreatite e até de
infarto do miocárdio. O uso inadequado pode retardar o
diagnóstico, comprometer o tratamento e expor ao risco de
morte.
Aspirina - Reconhecida como droga que previne o
infarto, só pode ser consumida com indicação médica, mesmo no
controle de outras doenças, porque tem efeitos colaterais
importantes, podendo provocar problemas de estômago e
hemorragias. Pode ser fatal se usada para combater a dengue.
Colírio - Sem indicação médica, a única coisa que se
pode passar nos olhos é água limpa. Os colírios têm princípios
ativos variados, como corticoides e antibióticos, podem
mascarar ou exacerbar doenças e se a pessoa tiver problemas
prévios, como glaucoma, pode agravá-los.
Cremes e pomadas - Muitas pessoas cometem o erro de
achar que existem cremes e pomadas que tratam tudo, o que está
errado porque cada um tem uma indicação adequada. O uso
indiscriminado pode mascarar doenças, como câncer de pele,
pode provocar dermatite de contato, ou não ter efeito.
Remédios naturais - Todos os medicamentos, sem exceção,
têm efeitos colaterais e podem provocar riscos à saúde.
Vitaminas - Só devem ser tomadas quando há uma real
necessidade até porque algumas, dependendo da dose, podem
provocar doenças. A vitamina C, por exemplo, provoca
distúrbios gastrointestinais e cálculo renal. A vitamina A,
quando consumida por crianças, pode provocar hipertensão
craniana.
Suplementos alimentares - Podem ter efeitos tóxicos, ou
não fazer nada.
Casamento de remédios -
Algumas pessoas, ao acharem que estão com gripe, por exemplo,
ingerem xarope para a tosse, que piora a secreção pulmonar,
descongestionante nasal, que nos casos de sinusite e pneumonia
piora o quadro, e injeções à base de eucalipto, absolutamente
inúteis. Além disso, tudo junto pode provocar reações
alérgicas e até choque anafilático.
As dez coisas que você não
precisava há dez anos, mas que agora são imprescindíveis
É praticamente impossível contar
quantas foram as inovações que surgiram só nesses últimos dez
anos. Mas o fato é que já foi tempo suficiente para uma completa
revolução em nosso dia a dia. Confira uma lista com itens básicos
sem os quais muita gente não consegue viver:
1. Netbook
Quem precisa ter uma ferramenta de
trabalho disponível o tempo todo – ou mesmo quem não se dá muito
bem com papéis e caneta – pode contar com uma das mais recentes
invenções da informática. Os netbooks não têm a mesma desenvoltura
que um computador convencional ou um notebook, mas contam com a
vantagem de serem menores e mais leves, o que os torna bem mais
práticos de carregar. É praticamente impossível sentar em um café
e não ver pelo menos umas duas ou três pessoas utilizando o seu!
2. Tecnologia 3G
Localizar e poder conversar a
qualquer momento com alguém da família, com os amigos ou a
negócios, estar conectado à internet 24 horas por dia, realizar
chamadas com transmissão de imagem em vídeo e fazer downloads.
Esses são alguns dos benefícios de um dos mais significativos
avanços tecnológicos da década, que pode ser acoplada a um celular
ou notebook, por exemplo. Desenvolvida desde 1999, a primeira rede
de transmissão 3G completa só surgiu em 2006, no Japão. Em muitos
países, como o Brasil, a cobertura das redes ainda está em franca
expansão.
3. Filtro solar
Quem não se emocionou com aquele
vídeo “Use filtro solar” (Wear sunscreen, no original em inglês),
que circulou por toda a internet? Acredite, isso aconteceu em
1999. Nesse momento, estavam em alta estudos que comprovavam a
eficácia dos protetores solares contra os efeitos nocivos da
exposição ao sol. Desde então, as discussões sobre aquecimento
global e buracos na camada de ozônio, por exemplo, só aumentaram e
esse item se tornou ainda mais necessário. Use filtro solar!
4. Pen drive
A necessidade de armazenar dados em
mídias portáteis já é uma necessidade antiga. Mas foi somente por
volta do ano 2000 que o pen drive como conhecemos finalmente
conseguiu substituir os antigos disquetes e CD´s. A invenção, que
hoje comporta até 64 MB, foi patenteada pelo israelense Dov Moran,
dono da antiga MSystems, comprada pela Sandisk. E quase todo mundo
tem pelo menos um!
5. Produto higienizador para as
mãos
A importância de manter as mãos
sempre limpas para evitar a contaminação por organismos que causam
doenças já é velha conhecida. Mas foi somente em 2009, quando o
vírus H1N1 causou preocupação no mundo inteiro, que produtos como
álcool gel e outros higienizadores se popularizaram. E já existem
alternativas, como o Soapex Espuma antisséptica, que além de
higienizar e combater o vírus da Influenza A, tem a vantagem de
não ressecar as mãos ou prejudicar o esmalte das unhas, por
exemplo. Não pode faltar na bolsa, principalmente durante o
inverno!
6. Câmera digital
Os primeiros estudos na direção das
imagens digitais ocorreram durante a corrida armamentista entre
Estados Unidos e União Soviética, na Guerra Fria. Já a tecnologia
próxima à que utilizamos hoje só surgiu no final da década 1980,
patenteada pela Kodak. Porém, foi somente nos anos 2000 que os
preços tornaram-se acessíveis e as câmeras digitais ganharam
popularidade. E basta registrar todos os momentos da vida!
7. GPS
Dificilmente quem usa um aparelho de
GPS, Sistema de Posicionamento Global, se perde no meio do
caminho. Outra invenção surgida na época da Guerra Fria, esse
aparelho permite que seu usuário se localize e trace rotas, por
exemplo, por meio de sinais enviados via satélite. O aparelho já
estava disponível aos civis desde 1995, mas o sinal que era
transmitido era propositalmente distorcido. Foi somente em 2000,
por decreto do ex-presidente norteamericano Bill Clinton, que a
transmissão passou a ser mais precisa. Agora, todo mundo consegue
se achar!
8. Camisinha feminina
Mesmo sendo uma invenção mais antiga
– já havia versões disponíveis na Europa em 1992 –, esse tipo de
preservativo só passou a ser mais fortemente difundido
recentemente. Em 2005, a camisinha feminina também passou a ser
distribuída de graça pelos governos ao redor do mundo, a pedido da
YMCA (Associação das jovens mulheres cristãs, na tradução da sigla
em inglês), sob a alegação de que este seria o único método de
prevenção contra DSTs que as mulheres podem controlar. Tem que se
proteger mesmo!
9. Barra de cereal
Uma mistura de aveia, mel, nozes e
frutas secas, a granola é, na verdade, uma invenção do século XIX.
Já as populares barrinhas de cereais, itens indispensáveis para
quem quer um lanchinho rápido ou controlar o peso, passaram por um
grande boom nos anos 2000, conforme cresceu a preocupação com
hábitos saudáveis. Fome pra quê?
10. Chapinha portátil
É difícil encontrar uma bolsa de
mulher que não possua uma nécessaire básica. Lá estão itens que
vão desde o mais simples batom aos mais sofisticados cremes
antiidade e maquiagem à prova d’água. Desde 2009, porém, existem
versões em miniatura das chapinhas, que permitem cuidados como o
alisamento dos cabelos durante o intervalo no trabalho, na
academia ou mesmo na balada. E dá-lhe lisos!
Escovar os dentes reduz risco de
doenças cardiovasculares
Homens, fumantes e diabéticos
devem redobrar cuidados
Escovar os dentes, além de prevenir
cáries, gengivite e outras doenças bucais, faz bem ao coração. É o
que indica a pesquisa escocesa publicada recentemente em artigo no
British Medical Journal, que afirma: não escovar os dentes pelo
menos duas vezes ao dia pode aumentar risco de doenças
cardiovasculares em até 70%.
A pesquisa mostrou que homens
fumantes e com outros problemas de saúde como: diabetes,
hipertensão arterial ou obesidade, costumavam não escovar os
dentes pelo menos duas vezes ao dia.
As doenças
cardíacas podem estar ligadas a problemas na gengiva, cuja
inflamação pode provocar obstrução das artérias, causando
problemas no coração. “Os resultados da pesquisa confirmam as
suspeitas de alguns especialistas de que doenças bucais estão
ligadas a problemas cardiovasculares” afirma Dr. Eduardo Rollo
Duarte, dentista e periodontista. A integração das áreas de
odontologia e médica favorece diagnóstico precoce de doenças
cardíacas e diminuiu o agravamento das já existentes.
Estão no
“grupo de risco” das doenças cardiovasculares homens, fumantes,
obesos e diabéticos, e uma das formas de preveni-las é o constante
cuidado com a higiene bucal. “Poe mais simples que pareça, escovar
os dentes e ter acompanhamento dentário regularmente diminuiu os
riscos”, afirma Dr. Eduardo “Ao se iniciar um tratamento dentário
deve ser informado ao dentista que se tem diabetes, pois alguns
dos procedimentos serão alterados em função disso”, completa o
especialista.
Está cada vez mais comprovado que a
saúde bucal é fundamental, não só para evitar problemas nos dentes
e gengivas, como para que todo o organismo e órgãos vitais
funcionem perfeitamente.
Dr. Eduardo Rollo Duarte - dentista
formado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da
Universidade de São Paulo, em Bauru (FOB); Especialista em
Periodontia também pela USP – Bauru; Mestre e Doutor em Prótese
Dental pela USP – SP com aplicação em distúrbios do sono
relacionados à Odontologia. Dr. Eduardo atende em clínicas em São
Paulo, Bauru e Curitiba.
www.eduardorollo.com.br /
www.dormirbem.zip.net - Clínica Bauru: (14) 3234-6030; Clínica
São Paulo: 3034-5511 / 3518-8808
Como viver em um país com juros
de primeiro mundo?
O Brasil está caminhando para ter
juros de primeiro mundo. Estamos falando da nossa taxa básica de
juros, a Selic, referência para aplicações financeiras de renda
fixa, que ano após ano vem caindo com pequenos repiques de alta,
mas vem caindo. E com esse novo cenário, os brasileiros vão ter
que fazer outros planos para a sua tão sonhada independência
financeira.
Ganhar
dinheiro com a renda fixa no Brasil “era uma grande moleza”, como
diria um comentarista esportivo. Em 2002 a taxa Selic chegou a
bater 25% ao ano. Especialistas em finanças pessoais em suas
palestras ensinavam a alquimia para garantir o seu futuro: bastava
apenas guardar uma quantia X mensal por um período de uns 25 a 30
anos que a “pedra filosofal” dos juros faria o encantamento. E os
gráficos mostravam como essa pedra mágica funcionou nos 20, 30
anos passados. Quem fez, com certeza está feliz. E quem não fez?
É hora de começar, mas tem dois problemas: A taxa Selic hoje está
a 10,25%, e como dizer para uma pessoa que tem seus 40, 50 anos
que ela tem que poupar uma quantia X (cada vez maior com o passar
dos anos e com a baixa dos juros) durante 25 a 30 anos? Apenas
para lembrar, um dos países de primeiro mundo que tem a maior taxa
de juros hoje é a Austrália, que está beirando os 4% ao ano.
Existem países que beiram os 1%.
O conforto
da renda fixa está acabando. As pessoas vão ter que começar a se
mexer mais, a se arriscar mais, para garantir a sua independência
financeira. É para essas pessoas que o método de desenvolvimento
financeiro e pessoal MoneyFit foi criado.
O poupar
hoje ainda é necessário, mas já não é mais o bastante. Em uma
escala evolutiva pessoal, podemos dizer que o primeiro degrau
seria o “devedor”. Esse, enquanto não for resolvido, não tem muito
o que ser feito, devido a “mordida” dos juros das instituições
financeiras que emprestam dinheiro. Depois vem o estado
“equilibrado”, onde as despesas se equilibram com os ganhos. Após
esse estado, temos o “poupador”, que monta o seu “bote salva
vidas” em uma aplicação segura para momentos de “tsunamis
financeiros” como uma perda de emprego, doença na família, reforma
emergencial, por ai vai. E depois? Depois vem o estado que poucas
pessoas se preocupavam ou se preocupam, que é o estado
“investidor”.
Quando
falamos em investir, não falamos apenas em abrir uma empresa, uma
franquia ou colocar nosso dinheiro no mercado de ações ou de
imóveis. Podemos investir na nossa carreira, em um novo emprego,
um novo relacionamento, ou até mesmo em ter mais situações de
“sorte” na vida. Mas como ter mais sorte, aquele momento “hora e
lugar certo”? Se expondo mais é apenas uma das respostas, existem
outras ações que podemos tomar para aumentar esse fator a nosso
favor. O problema das pessoas que se dispõem em arriscar mais é
saber quando parar, a chamada “parada de perda”. Nos
investimentos, nos relacionamentos, naquela eterna promessa de
promoção ou de aumento de salário, devemos saber quando parar
quando a situação for contrária a planejada. E será que aquele
“brilhante” investimento é tão bom assim? Ou será um golpe de quem
quer tomar o nosso dinheiro? E como lidamos com o dinheiro?
Gostamos realmente de dinheiro ou apenas do que ele nos
proporciona?
Após tudo isso de
informação, parece que ficou mais difícil alcançar a nossa
independência financeira. Até diria que felizes eram os nossos
pais, que ganharam dinheiro com as generosas taxas de juros de
tempos atrás e de quem guardou o dinheiro do cafezinho e poupou
durante 30 anos. Mas o bom do nosso mundo atual é que ele é
dinâmico. Ficou um pouco mais “turbulento”, mas diria que ficou
excelente para quem sabe surfar.
Antonio De Julio -
especialista em finanças e desenvolvimento pessoal do MoneyFit -
www.moneyfit.com.br
Entre as consequências do mau
hábito, estão dores nas costas, doenças cardíacas e diabetes. Por
isso, ortopedistas do IOT-SP dão dicas simples para manter a boa
postura, principalmente, no trabalho
Estudos recentes mostram que ficar
por muito tempo sentado pode ser tão prejudicial à saúde quanto
engordar e fumar. Uma pesquisa australiana, publicada no jornal
Circulation: Journal of the American Heart Association, revelou
que passar uma hora na frente da TV aumenta em 18% o risco de
morte por problemas cardiovasculares. E o perigo não exclui
pessoas que se exercitam regularmente e que estão com um peso
ideal.
Os dados de
outro estudo do Instituto Karolinska (Suécia), divulgados no
Bristish Journal of Sports Medice, também mostram que a relação
entre inatividade física e saúde mais frágil está na ação de uma
enzima que controla os níveis de gordura no sangue. Ela ficaria
alterada nos longos períodos de sedentarismo, podendo levar a
mudanças metabólicas como colesterol alto.
Os
ortopedistas do IOT-SP, Maurício de Moraes e Rubens Rodrigues,
ressaltam ainda os prejuízos do hábito para a saúde dos ossos.
Segundo eles, quando passam longos períodos inativos, os músculos
perdem elasticidade, flexibilidade, força e resistência, o que
pode ocasionar a má postura e o desequilíbrio muscular. “Essa
postura incorreta prejudica a estabilidade da coluna, mantendo a
musculatura posterior da coxa em posição encurtada, o que pode
ocasionar dores lombares, nos ombros e joelhos”, explicam os
médicos.
“A posição
sentada é uma das mais prejudiciais, afinal, a força resultante na
região lombar é quatro vezes maior da que incide na coluna quando
se está em pé”, destaca o ortopedista do IOT-SP, Rubens Rodrigues.
Ficar horas
nessa posição é mais comum do que se imagina. Afinal, muitas
pessoas passam boa parte do tempo sentadas no escritório, em
frente ao computador. Além disso, giram o corpo de forma abrupta
para abrir uma gaveta ou jogar algo no lixo. “Essas atitudes podem
favorecer a hérnia de disco, principalmente, entre aqueles que já
apresentam algum problema entre as vértebras da coluna”, completa
o Dr. Maurício de Moraes, que também integra a equipe do IOT-SP.
Tratamento
Apesar de, em alguns casos, a
cirurgia ser a única possibilidade de tratamento para problemas
adquiridos pela má postura e sedentarismo, já existem hoje
procedimentos minimamente invasivos, com excelentes resultados e
rápida recuperação.
Entre os mais utilizados, está a
Cirurgia Endoscópica na Coluna. “Ela é realizada com pequenas
incisões e imagens geradas por meio de uma câmera de vídeo. O
cirurgião alcança o local afetado sem a necessidade de afastar
todos os tecidos e músculos que cercam e protegem a coluna, com a
ajuda de um tubo de apenas um centímetro de espessura”, esclarece
o ortopedista Maurício de Moraes.
Poupe sua coluna!
Os médicos do IOT-SP apresentam
dicas simples para evitar a má postura no trabalho:
-
Ao acordar, procure espreguiçar-se
durante alguns minutos. O alongamento fortalece a musculatura e
ajuda a manter a coluna ereta;
- No trabalho, evite ficar muito
tempo na mesma posição. Quem trabalha sentado deve realizar
intervalos de 4 a 5 minutos em cada hora. Aproveite esses curtos
períodos para levantar-se, ingerir água, alongar-se e caminhar um
pouco pelo escritório. Quem trabalha em pé, procure sentar-se nos
intervalos e também caminhar;
- Pratique ginástica laboral.
Existem exercícios fáceis para serem realizados durante o
expediente e que devem ser estimulados, como por exemplo, os
alongamentos;
- Planeje atividades físicas para
reforço muscular, tanto para os que ficam sentados quanto para os
que ficam em pé. A natação é uma ótima opção, pois é um esporte
bastante completo;
- Procure trabalhar da maneira mais
confortável possível e use o mobiliário a seu favor, ou seja,
evite cadeiras e mesas muito mais altas ou mais baixas que o
necessário, entre outros exemplos;
- Ao sentar-se, apóie a coluna no
encosto da cadeira, procurando mantê-la ereta;
- o levantar qualquer peso, use a
musculatura das pernas, flexionando os joelhos. Levante-se com
calma, mantendo a coluna ereta. Desse modo, a carga será
transferida para os músculos das pernas, que são mais fortes do
que os das costas;
- Evite torcer o tronco bruscamente
para apanhar algo. O correto é levantar-se da cadeira ou girá-la,
virando o corpo por inteiro.
Fonte: Instituto de Ortopedia
de São Paulo
Padrões cerebrais podem sinalizar
risco de doenças mentais Cientistas acreditam
ter encontrado sinais em crianças e jovens sobre futuro
aparecimento de distúrbios
Cientistas britânicos acreditam ter
encontrado padrões específicos de atividade cerebral em crianças e
jovens que podem ser sinais ou "marcadores" do futuro aparecimento
de doenças mentais como a esquizofrenia.
Pesquisadores da Universidade de Nottingham, que apresentaram um
estudo no Fórum Europeu de Neurociência, em Amsterdã, disseram que
os padrões sugerem que, no futuro, seria possível identificar
pessoas com risco de ficar doentes antes que os sintomas se
desenvolvam.
"Se
conseguirmos detectar as pessoas que estão em risco
particularmente elevado de desenvolver esquizofrenia, talvez
usando marcadores neurocognitivos, poderíamos reduzir esse risco e
ajudá-las a funcionar melhor", disse a médica Maddie Groom, que
trabalhou no estudo.
"Se dermos
a essas pessoas um começo melhor, elas poderiam enfrentar a doença
de uma forma mais positiva e não piorar tanto", acrescentou.
Centenas de
milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de doenças mentais,
neurológicas e de atitudes, como esquizofrenia, transtorno de
déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), depressão, epilepsia
e demência.
Muitas das
pessoas que desenvolvem esse tipo de problemas têm antecedentes de
comportamento que remontam à infância, mas especialistas dizem que
nessa fase é muito difícil detectá-los, pois as diferenças são
muito sutis.
Em um estudo,
Maddie e sua equipe investigaram crianças saudáveis de pessoas com
esquizofrenia que tinham um risco levemente maior de desenvolver a
doença em comparação com população em geral.
Utilizando
imagens do cérebro para ler os níveis atividade, os cientistas
pediram que as crianças usassem um jogo computador no qual
deveriam responder rapidamente ou relutar a reagir.
"Ao medir a
atividade cerebral de filhos de pessoas com esquizofrenia, ela
diminuiu no momento em que as crianças deveriam prestar atenção ao
estímulo e quando deveriam inibir sua resposta", explicou Maddie.
Isso, segundo ela, sugeriu que as diferenças sutis poderiam
funcionar como um marcador de risco da doença.
Em um segundo
estudo, os pesquisadores compararam a atividade cerebral das
crianças com TDAH, um distúrbio mental que afeta de 8% a 12% das
crianças e 4% dos adultos em todo o mundo.
Os
pesquisadores mostraram-lhes o mesmo jogo de reações rápidas em
várias situações, inclusive quando as crianças estavam tomando
medicação (Ritalina), e, quando não, usaram um sistema adicional
de recompensas e punições.
Os
resultados mostraram que crianças que tomam a medicação e as que
receberam incentivos tiveram melhor desempenho do que aquelas que
não tomam remédio e não obtinham nenhuma recompensa.
De acordo
com Maddie, isso sugere que os médicos poderiam encontrar novas
alternativas para tratar crianças com TDAH, utilizando uma
combinação de estratégias comportamentais e medicamentos.
Fonte: Folha de S. Paulo
Pensamentos de Bondade
" Não existe exercício melhor
para o coração do que se inclinar e levantar pessoas."
(John Andrew Holmes )
"Lembre-se que se algum dia
você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu
braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas
mãos -- uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos
outros." (Audrey Hepburn)
" Aqueles que tomam, no final
perdem; mas aqueles que dão, ganham eternamente. Esta é uma regra
que o Universo nunca quebra." (Douglas M. Lawson)
" Consciente ou inconscientemente,
cada um de nós presta um ou outro serviço. Se nós cultivamos o
hábito de fazer este serviço deliberadamente, nosso desejo de
servir crescerá gradualmente e faremos não apenas nossa própria
felicidade, mas da sociedade em geral." (Mahatma Gandhi)
" Dar nos libera do território
familiar de nossas próprias necessidades, abrindo nossa mente para
os mundos inexplicáveis ocupados pelas necessidades dos outros." (Barbara
Bush)
" Faça todo o bem que você puder,
com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você
puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que
você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando
você puder." (John Wesley)
" Eu não sei qual será o seu
destino, mas uma coisa eu sei: os únicos entre vocês que serão
realmente felizes são aqueles que procuraram e encontraram como
servir." (Albert Schweitzer)
"Todas as religiões do mundo,
independentemente da sua visão filosófica, baseia-se no preceito
de que devemos reduzir o nosso egoísmo e servir aos outros." (Dalai
Lama)
"Pensamos demasiadamente, Sentimos
muito pouco, Necessitamos mais de humildade; Que de máquinas. Mais
de bondade e ternura; Que de inteligência. Sem isso, A vida se
tornará violenta e Tudo se perderá." (Charles Chaplin)
"Se eu pudesse deixar algum
presente a você, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos
seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado
pelo tempo afora...Lembraria os erros que foram cometidos para que
não mais se repetissem.A capacidade de escolher novos
rumos.Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é
indispensável: Além do pão, o trabalho.Além do trabalho, a ação.E,
quando tudo mais faltasse,um segredo: O de buscar no interior de
si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída." (Mahatma
Gandhi)
Estresse causado pelo trabalho
aumenta 40% o risco de desenvolver asma
Todo mundo já está cansado de saber
que o estresse traz diversos malefícios para a saúde. Porém, a
novidade é que por intermédio de uma pesquisa realizada pela
Universidade de Heidelberg, na Alemanha, foi descoberto que um
trabalho estressante é capaz de desenvolver a asma, aumentando em
até 40% a doença.
É a primeira vez que uma pesquisa mostra que a pressão no
ambiente do trabalho desenvolve asma que é considerada uma doença
que aparece na infância e, agora, tem surgido em adultos
saudáveis.
Para a realização da pesquisa, foram analisadas cinco mil
pessoas entre homens e mulheres com idades entre 40 e 65 anos, num
período de oito anos. Após esse tempo, foi concluído que 40% dos
casos com incidência de asma ocorreram devido a fortes pressões no
trabalho, incluindo longa jornada de trabalho, horário
desconfortável e baixa condição de trabalho.
“O estresse é um fator agravante no aparecimento de doenças.
Um ponto interessante e que merece destaque é a questão da
psicossomatização que é caracterizada pela manifestação de doenças
a partir das emoções”, explica à psicóloga e tutora do Portal
Educação, Denise Marcon.
A liberação de substâncias químicas é decorrente do estresse
e podem causar alergias. Os pesquisadores alertam que mesmo com os
números crescendo, o risco de o trabalhador desenvolver asma em
razão à sobrecarga no trabalho ainda é pequeno.
Fonte: www.PortalEducacao.com.br
Planta inteligente estimula a
memória
Utilizada há séculos na medicina
Ayurvédica (medicina tradicional indiana), a planta Bacopa,
popularmente conhecida como “Planta Inteligente”, melhora o
funcionamento cerebral, auxilia nos distúrbios de memória, previne
quanto ao envelhecimento cerebral e o aparecimento da doença de
Alzheimer.
Constituída por alcalóides, açúcares e minerais é um
excelente fitoterápico para o tratamento de doenças cerebrais
associadas ao declínio mental. Com ativos como os bacosídeos que
agem na transmissão dos impulsos nervosos e flavonóides que
possuem ação antioxidante ela reduz o envelhecimento dos
neurônios.
A Bacopa atua na eficácia da memória, da concentração, do
raciocínio e do aprendizado. Além disso, a planta é indicada para
pessoas ansiosas, com insônia e hiperativas. Age no aumento dos
níveis de serotonina e tem ação antiinflamatória e analgésica,
pois inibe as prostaglandinas, apresentando a mesma eficácia dos
antiinflamatórios não hormonais. A “planta inteligente” pode ser
encontrada no Brasil apenas em fórmulas manipuladas.
Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) – Nutróloga,
reumatóloga, fisiatra e especialista em prática ortomolecular,
também autora do livro “Dieta Ortomolecular – o segredo de
rejuvenescer em total harmonia", que traz mais de 100 receitas
para se manter saudável de forma natural.
O excesso de peso dificulta a
gravidez?
Obesidade, tabagismo e o excesso
de consumo de álcool podem afetar o processo reprodutivo dos
casais, daqueles que concebem naturalmente e dos que contam com o
apoio dos procedimentos de reprodução humana assistida
É muito difundida entre as mulheres,
hoje, a necessidade de controlar o peso antes e durante a
gravidez, para preservar a sua saúde e a do bebê. Uma revisão de
diversos estudos já feitos sobre o tema, publicada recentemente no
jornal americano Nursing for Women's Health, mostra que os bebês
de mulheres que engravidaram obesas correm mais risco de sofrer
malformações, assim como de se tornarem obesos na vida adulta
também. Além disso, estas gestantes teriam mais chances de
apresentar diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e
hemorragia no pós-parto.
“O excesso de
peso também potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez,
como dificuldades para respirar e andar. Isso porque há um maior
esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. O peso do
abdômen também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a
sensação de cansaço”, afirma o ginecologista e obstetra, Aléssio
Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.
A média do peso
dos bebês de mulheres obesas é maior do que o normal, o que pode
aumentar as complicações obstétricas durante o parto e, em
conseqüência, a possibilidade de ocorrer uma cesárea. A obesidade
também aumenta o risco de morte materna. No Reino Unido, por
exemplo, estatísticas recentes mostram que metade das mulheres que
faleceram por causa de doenças na gravidez ou no parto eram
obesas. Segundo o relatório, o risco é entre quatro e cinco vezes
maior, tanto para a mãe quanto para a criança.
Gestantes com
excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz a bebês com
peso acima da média. De acordo com uma pesquisa da universidade de
Harvard, essas crianças também correm mais risco de se tornar
obesas na primeira infância. Outro estudo dos Instituto Nacional
de Saúde dos EUA mostra que a obesidade da mãe eleva em média 15%
o risco de ter um bebê portador de problema no coração. Quanto
maior a obesidade da mãe, maior o risco.
“Se a mulher está
acima do peso e pretende engravidar, pode tomar uma medida
preventiva neste sentido. Controlar o ganho de peso na gravidez é
um ato de responsabilidade. E, algumas vezes, isso não significa
apenas manter uma dieta equilibrada. É preciso lembrar que a
obesidade é multifatorial, ou seja, não tem apenas uma causa”, diz
a endocrinologista Silvia Mizue, que também integra o corpo
clínico da Clínica Genesis.
Questões
como herança genética, idade da mãe, condições socioeconômicas
(que interferem na qualidade da alimentação), alterações clínicas
já existentes (diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas) e
questões comportamentais (beber, fumar), além de condições
climáticas, que alteram o funcionamento do metabolismo, também
devem ser consideradas no tratamento do sobrepeso e obesidade.
Dificuldades para engravidar
O peso acima do ideal interfere
também no ciclo hormonal da mulher e é um fator prejudicial à
fertilidade. “Se uma mulher tem gordura corporal em excesso, seu
corpo também produz uma maior quantidade de estrógeno e começa a
reagir como se estivesse controlando a reprodução, limitando as
chances de gravidez”, diz o ginecologista Aléssio Calil Mathias.
Muitas mulheres
enfrentam dificuldades para engravidar relacionadas aos problemas
desencadeados pela obesidade, como o diabetes e a Síndrome dos
Ovários Policísticos, que é outro exemplo de disfunção hormonal. A
mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade
maior de hormônios masculinos, os andrógenos. O principal problema
que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a
ovulação. “A testosterona produzida pela mulher interfere nesse
mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência
de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos
hormônios do ovário, impedindo a ovulação”, explica Aléssio Calil
Mathias.
A recomendação geral
para uma paciente obesa que deseja engravidar é a de que ela
precisa primeiro tentar emagrecer. “Às vezes, somente através da
perda de peso, as dificuldades para engravidar podem ser
revertidas, porque a obesidade gera uma resistência do organismo à
insulina e essa resistência produz o aumento da produção de
andrógenos, os hormônios masculinos”, explica a endocrinologista
Silvia Mizue.
O outro lado da moeda
Mulheres magras demais também podem
apresentar dificuldades para engravidar. À medida em que
emagrecem, diminui a quantidade de gordura em seu organismo. Um
índice de gordura corporal menor do que 17 inibe a produção de
estrógeno e de outros hormônios, o que impede a formação e a
liberação de óvulos. “O peso muito baixo geralmente também está
associado a outros problemas que podem afetar a fertilidade, como
o hipertireoidismo. Além disso, o endométrio, membrana que reveste
o útero, fica menos propenso à gravidez”, explica a
endocrinologista da Clínica Genesis.
Clínica Genesis - Integra o
Grupo S& E- Saúde e Educação
Cérebro Melhor traz os 7 Mitos
sobre o Cérebro Humano
1. Humanos têm o cérebro maior
que todos os outros animais. Embora nós sejamos os mamíferos
mais inteligentes, nós não temos os maiores cérebros do planeta.
Baleias e elefantes têm cérebros maiores que humanos, mas seus
cérebros são obviamente menos desenvolvidos. O que nos torna
únicos é a nossa relação entre peso cerebral e peso corporal, que
gira em torno de 1:50 para humanos. Para os outros mamíferos é em
torno de 1:180, enquanto para a maioria dos pássaros é 1:220.
2. As dobras do cérebro aumentam
à medida que se aprende. O cérebro de todo mundo tem dobras.
As dobras do nosso cérebro permitem ao cérebro ter uma área
superficial maior num espaço pequeno. Cientistas acreditam que a
grande área superficial proporcionada pelas dobras é uma das
razões que nos torna melhores pensadores do que outros mamíferos
no reino animal. Ao longo dos anos, nosso cérebro muda em várias
áreas, mas as dobras que nosso cérebro desenvolveu permanecem
iguais até o dia de nossa morte.
3. Você pode aprender por osmose.
Quem não gostaria de poder aprender coisas novas apenas por
absorção de mensagens, como ouvindo a mensagens subliminares, ao
invés de ter que estudar? Estudos recentes têm demonstrado que ver
ou ouvir mensagens subliminares por uma fração de segundo não
necessariamente ajuda no aprendizado. Outros estudos têm desafiado
a afirmativa de que você pode aprender um idioma enquanto dorme
simplesmente ouvindo a gravações. Infelizmente, praticamente todo
aprendizado requer esforço consciente.
4. Um cérebro danificado nunca
sara. Uma lesão cerebral leve, como uma concussão, geralmente
sara por completo. Aqueles que sofrem danos severos por AVC,
sangramentos e lesões físicas podem se recuperar, pelo menos
parcialmente, e mesmo pessoas em coma durante anos tem ocorrido de
acordarem. Nosso cérebro possui habilidades maravilhosas de se
reparar. Mas é importante também desenvolver suas
reservas funcionais e exercitar suas habilidades cognitivas.
5. Drogas e álcool criam buracos
no cérebro. O uso intenso de narcóticos pode certamente
danificar seu cérebro, porém não forma buracos no tecido cerebral.
Outra falácia é que células cerebrais morrem por causa do consumo
de álcool. O que realmente acontece é que o abuso de álcool e
drogas retarda a atividade em certas áreas do cérebro e, como
resultado, imagens do cérebro parecem mostrar buracos nessas
áreas. Portanto, essas imagens representam simplesmente que essas
áreas do cérebro têm níveis de atividade reduzidos... o que já não
é uma boa coisa. A clínica do Dr. Amen é famosa por este tipo de
imagem e várias delas podem ser encontradas aqui.
6. Usamos apenas 10% do nosso
cérebro. Embora você nunca utilize toda a sua capacidade
cerebral ao mesmo tempo, o valor de 10% é simplesmente um mito. No
artigo da Scientific American, intitulado
Do People Only Use 10 Percent of Their Brains? (As pessoas usam
apenas 10% do cérebro?), o neurologista Barry Gordon da Escola
de Medicina John Hopkins em Baltimore explica, “Na verdade nós
usamos virtualmente todas as partes do cérebro e o cérebro (quase
todo) está ativo o tempo todo.” E acrescenta, “Vamos colocar dessa
forma: o cérebro representa 3% do peso corporal e utiliza 20% da
energia corporal.”
7. Nosso cérebro é cinza.
Embora seja verdade que uma parte do nosso cérebro seja cinza
claro – todos já ouvimos o termo “substância cinza”, que se refere
aos corpos celulares dos neurônios – outras partes do nosso
cérebro são brancas, vermelhas, rosadas e mesmo pretas. A
“substância branca” consiste de feixes nervosos que conectam as
células nervosas, enquanto as áreas vermelhas e rosadas possuem
essa cor por causa do sangue e dos vasos sanguíneos. As áreas
pretas são encontradas no diencéfalo e têm essa cor por causa da
neuromelanina, que é similar ao pigmento no nosso cabelo e pele.
Sahara. O deserto do Sahara é o
maior do mundo com 9.065.000 Kms quadrados ?
Localiza-se ao Norte da África e
extende-se pelo Sudoeste da Ásia. Está presente nos seguintes
países: Mauritânia, Argélia, Nigéria, Líbia, Egito, Marrocos,
Tunísia, Senegal, Mali, Chade e Sudão.
As regiões de dunas de areia são
somente 15% e os planaltos e áreas de pedra 70% da região
aproximadamente. Possui um dos climas mais severos do mundo.
Muitas regiões com ventos freqüentemente fortes. Na região da
Líbia as temperaturas são altíssimas: registros já apontaram 58º
Celsius (a temperatura oficial mais alta do mundo à sombra -
setembro de 1922). A perda de calor é rápida e a noite a
temperatura cai muito, chegando a ficar extremamente frio,
principalmente entre dezembro e fevereiro. Até hoje, muitas áreas
do Sahara ainda são inexploradas apesar das diversas estradas que
o cruzam.
Aborto induzido ocorre em mais de
2% das gestações no Brasil
Pesquisa alerta para necessidade
de ações educativas que possam prevenir a intervenção
De acordo com pesquisa publicada na
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, o aborto pode
ocorrer em até 2,4% das gestações no Brasil, o que indica uma
necessidade de ações educativas e medidas que favoreçam os métodos
anticoncepcionais. O trabalho é da autoria de José Guilherme
Cecatti, pesquisador e Professor Titular de Obstetrícia do
Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas
da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e colegas, e foi
disponibilizado na edição de março de 2010 do periódico.
Os autores
explicam que para colheita de dados foi realizada uma análise
secundária da base de dados da Pesquisa Nacional sobre Demografia
e Saúde (PNDS) de 1996. O plano de amostragem da PNDS-96 utilizou,
segundo eles, o marco amostral da Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios (PNAD) de 1995, feita pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) em sete regiões: Rio de Janeiro,
São Paulo, Centro-Leste (Minas Gerais e Espírito Santo), Sul,
Nordeste, Norte (área urbana) e Centro-Oeste. Os indivíduos
incluídos no estudo foram agrupados em dois grupos: os de
residência em área rural e os habitantes de regiões urbanas.
Entre os
resultados da análise, os pesquisadores revelam que a freqüência
do aborto espontâneo “foi de 14%, e do induzido foi de 2,4% para
todo o Brasil. O estado com maior prevalência de aborto induzido
foi o Rio de Janeiro com 6,5%, seguido pela região Nordeste, com
3,1%. Os locais com menor prevalência foram o estado de São Paulo
e a região Sul”. Eles acrescentam que tanto para o aborto
espontâneo como para o induzido, a freqüência “aumenta com a idade
da mulher. Ser da região urbana (OR=1,5; IC95%=1,0-2,3), ter tido
mais de um filho vivo (OR=2,2; IC95%=1,5-3,2), e não ser de
cor/raça branca (OR=1,4; IC95%=1,0-1,8) foram os principais
fatores de risco para o aborto induzido”.
Os
especialistas ainda indicam que “A prevalência do aborto provocado
ou induzido não é conhecida com exatidão. O motivo que leva as
mulheres a omitir a informação sobre ter induzido o aborto não é
exatamente apenas preocupação com a questão da ilegalidade do ato
em si, mas também questões emocionais e psicológicas envolvida.
Nesse estudo, 2,4% das entrevistadas relataram pelo menos um
aborto provocado/induzido, o que corresponde à prevalência de 24
abortos por 1.000 mulheres, concordando com a prevalência relatada
por outros estudos, porém divergindo dos dados relatados para o
Brasil de 8,1 abortos/1.000 mulheres em 1991”, e que “não ter
escolaridade foi um fator importante associado à indução do
aborto, concordando com outro estudo que constatou maior risco
para aborto induzido entre mulheres com até quatro anos de
escolaridade. Certamente, condições socioeconômicas desfavoráveis
devem se relacionar com dificuldades para o acesso às informações
e aos métodos contraceptivos adequados”. Eles alertam: “os fatores
de risco não-modificáveis para o aborto induzido identificados
neste estudo apontam para a necessidade de ações educativas e
anticonceptivas priorizadas para esses grupos demográficos
específicos”.
Usar acessórios de cabelo
apertados pode provocar dor de cabeça
Pressão em nervos da cabeça
desencadeia até crises de enxaqueca
Muitas mulheres sentem uma incômoda
dor de cabeça ao usar tiaras, arcos, presilhas ou, ainda, rabo de
cavalo. Trata-se da dor de cabeça por compressão externa, comum
nas adeptas do uso de acessórios de cabelo, e que pode
desencadear, até mesmo, uma crise de enxaqueca em quem sofre da
doença.
“A dor por
compressão externa é provocada pela pressão de ramos cutâneos dos
nervos trigêmeo e occipital maior, por quaisquer artefatos que
apertem a cabeça, como arcos para o cabelo e óculos de natação”,
explica o neurologista Abouch Krymchantowski, lembrando que o
problema costuma afetar também nadadores e profissionais que usam
capacetes durante o trabalho.
O especialista
chama atenção para o fato de se tratar de uma dor muito comum, mas
ainda pouco reconhecida pelos médicos, que costumam confundi-la
com crises de enxaqueca tradicionais. Dr. Abouch cita como exemplo
um piloto de caça que, sempre que voava, tinha dor de cabeça,
chegando a ser tratado como sofredor de enxaqueca e afastado dos
voos, até trocar o capacete por um ajustável, parando de sentir as
dores. Deixar de lado o uso dos acessórios que provocam a dor,
aliás, é mesmo a principal maneira de evitar o problema:
“A melhor maneira
de evitar a dor é parar de usar ou procurar acessórios mais largos
e melhor adaptáveis. Se isso não for possível, é importante pelo
menos retirar a cada tempo de uso, dando, por exemplo, um
intervalo de 15 minutos a cada 45 minutos de uso. Já nas pessoas
em que o acessório inicia uma crise de enxaqueca, é preciso tratar
a crise especificamente, com medicamentos”, explica o Dr. Abouch.
Dr. Abouch
Krymchantowski – neurologista formado pela universidade do Estado
do Rio de Janeiro (UERJ), com residência médica em Neurologia no
Centro Médico Naval do Rio de Janeiro, mestrado e doutorado em
Neurologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), sempre se
dedicou ao estudo, pesquisa e tratamento da cefaleia, tendo
estagiado em três centros americanos dedicados à dor de cabeça (Connecticut,
Nevada e Nova Jersey). Autor de mais de 70 artigos e 9 livros
sobre cefaleia, é diretor médico do Centro de Avaliação e
Tratamento da Dor de Cabeça (Clinedoc), no Rio de Janeiro, e
membro da American Headache Society e da International Headache
Society, sendo o único médico no Brasil agraciado com o título de
Fellow da American Headache Society (FAHS).
www.dordecabeca.com.br
Como torturar pessoas usando o
PowerPoint
Criado
para facilitar a vida de milhões de pessoas necessitadas de um
suporte para as suas apresentações acadêmicas, comerciais e
corporativas, o PowerPoint acabou se tornando um verdadeiro
instrumento de tortura.
Fãs de Bill Gates, tenham calma! Eu explico.
O problema, como sempre, não é a ferramenta, mas o uso
que se faz dela. A maior parte das pessoas utiliza o PowerPoint
como uma bengala em suas apresentações. As razões podem ser
diversas: insegurança, medo, despreparo, vontade de surpreender a
plateia com os "efeitos especiais", deslumbre com o programa, e
por aí vai. A bronca é que, sem o bendito PowerPoint, adiós
apresentação.
O modo mais comum de tortura é rechear os slides com
texto. O apresentador, com medo de não lembrar o que veio falar,
entope os slides com um milhão de frases. Para completar, ignora o
público à sua frente e lê o que está escrito no telão. Pobre
plateia.
Utilizar o clipart do Windows é um dos clichês. Sempre em busca do
caminho mais fácil, o torturador não pensa duas vezes antes de
inserir aquelas imagens batidas em sua apresentação.
Outra estratégia torturante é o uso de bullet-time,
aquele efeito irritante que faz as frases deslizarem na tela. A
cada tópico lido pelo palestrante, uma nova frase faz sua entrada
triunfante da esquerda para a direita (ou de baixo para cima, ou
rodopiando, ou piscando...). Os mais empolgados ainda utilizam o
pacote de sons do aplicativo:
"as vendas do primeiro semestre de
2010 superaram em 6% as do mesmo período do ano passado". POW!
(barulho de disparo de revólver);
"Em contrapartida, fomos obrigados a
reduzir nossa margem de lucro em 3,29%" SCRINNNCHHHH! (carro
freando);
"Dessa
forma, para a nossa empresa decolar, minha proposta é de
expandirmos nossa atuação para o estado vizinho" PLAC! PLAC! PLAC!
(som de aplausos. Do programa, é claro.).
Fale a verdade: você já viu esse
filme antes, não viu?
Estamos buscando alguém versado na arte da tortura. Você sabe usar
PowerPoint?
Sons, imagens, vídeos e outros recursos multimídia, podem
enriquecer - e muito - uma apresentação. Mas o seu uso deve ser,
apenas, para apoiar a mensagem do apresentador - e nunca para o
apresentador se apoiar em seu uso.
Não quero bancar o sabichão. Eu mesmo já fui um exímio torturador
com o PowerPoint. Minhas apresentações seguiam o mesmo roteiro que
acabei de descrever. Fui melhorando com o tempo; à medida que me
sentia mais seguro para passar minha mensagem, comecei a abrir mão
do copy+past de texto nos slides, e passei a utilizar uma
abordagem muito mais clean, muito mais simples e harmoniosa.
Ao mesmo tempo em que pode servir como um terrível
instrumento de tortura, o PowerPoint pode ser a ferramenta ideal
para ajudá-lo a fazer uma apresentação fantástica e memorável.
Observe como Seth Godin, Chris Anderson, Steve Jobs e outros
mestres jedis na arte de encantar plateias utilizam slidewares
como o PowerPoint, Keynote ou similares. Cada um tem seu estilo e
personalidade na hora de contar histórias. O que suas
apresentações têm em comum é, justamente, a utilização de slides
simples, pouquíssimo texto, imagens marcantes e design de
impacto.
Em se tratando de
apresentações, menos é mais. Acredite.
E você, já torturou alguém ou foi torturado por PowerPoint?
Comente suas experiências mais abaixo! Até a próxima!
Dica de leitura: Apresentação Zen,
de Garr Reynolds. Sem dúvidas, o melhor livro sobre a arte de
fazer apresentações que já tive o prazer de ler.
Leandro Vieira
Leandro Vieira - Mestre em
Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e
Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School. Tem
MBA em Marketing, pelo Instituto Português de Administração e
Marketing (IPAM). Administrador de Empresas pela UFPB e bacharel
em Direito pelo UNIPÊ. Foi professor da Escola de Administração da
UFRGS. Criador e Editor do Portal
www.Administradores.com.br. /
http://www.twitter.com/leandrovieira_
Um a cada quatro brasileiros leva
mais de 90 minutos para chegar ao trabalho
Percorrer longas distâncias de casa
até o trabalho e vice-versa ainda é a norma, apesar dos avanços na
adoção de práticas de trabalho flexíveis. No mundo, 20% dos
trabalhadores dedicam mais de 90 minutos a esse percurso diário, e
o índice chega a 24% no Brasil, constata a empresa de soluções de
espaço de trabalho Regus. Embora a média do tempo no transporte no
Brasil seja de 27 minutos, uma desanimadora taxa de 11% dos
brasileiros perdem mais de 1 hora na ida para o trabalho e na
volta para casa. Em nível global, os automóveis são, de longe, o
meio de transporte mais utilizado (64%).
"O trânsito está se tornando cada vez mais
congestionado nas cidades, particularmente em países em
desenvolvimento,e é decepcionante ver tantos trabalhadores se
apinhando nas ruas e estradas na hora do rush, quando poderiam
gastar seu tempo de forma mais prazerosa ou mais produtiva ",
comenta Michael Turner, vice-presidente para a América Latina da
Regus. "Os paulistanos, particularmente, observam uma piora do
trânsito nos últimos três anos", acrescenta Turner.
"Para fazer frente aos efeitos negativos do tráfego na
saúde e no estado de espírito de seus funcionários, as empresas
estão introduzindo práticas de trabalho mais flexíveis e buscando
soluções de espaço de trabalho que lhes permitam trabalhar mais
perto de casa", diz Turner. "O trabalho remoto e o horário
flexível podem oferecer uma trégua muito necessária na rotina
semanal de enfrentar o trânsito, além de se traduzir em economias
na contratação e manutenção de espaços de trabalho."
O uso de automóveis no Brasil está muito acima da média
(74%). Outros meios de transporte populares no país são metrô e
ônibus, que 6% e 5% dos respondentes, respectivamente, usam para
ir trabalhar. Entre os meios menos utilizados pelos brasileiros,
estão o trem e a bicicleta. Só 1% dos entrevistados usa essas
modalidades.
Outro problema que os trabalhadores têm de enfrentar é o custo do
transporte. Embora, na média global, somente 7% dos trabalhadores
gastem pelo menos 10% de seu salário em transporte e no Brasil a
despesa média seja de 3% do salário anual, 5% dos respondentes
destinam pelo menos 10% de seu salário líquido a gastos com
transporte e 11% desembolsam de 5% a 10% desse total.
Estudos médicos indicam que o estresse causado pelo
trânsito pode ser responsável pelo aumento da pressão arterial,
dos transtornos músculo-esqueléticos, da hostilidade e por efeitos
adversos sobre o desempenho cognitivo, e a Regus regularmente
realiza pesquisas com mais de 1 milhão de empresas que fazem parte
de sua base de contatos para descobrir até que ponto os
funcionários se expõem ao tráfego.
Estudo comprova: inalante faz o
mesmo caminho da cocaína no cérebro
Um estudo americano realizado pelo
Brookhaven National Laboratory comprovou que o toluol, quando
inalado, faz o mesmo caminho da cocaína no cérebro. O impacto no
sistema nervoso central é devastador e a sua inalação contínua
pode causar danos progressivos e irreversíveis, dificultando as
funções cognitivas, além de sensações de excitação, alucinações
auditivas e visuais, acompanhadas de tontura, náuseas, espirros,
tosse, salivação e fotofobia. A substância é tão perigosa que há
mais de dez anos foi proibida pelo Ministério da Saúde do Chile.
De acordo com a lei aprovada em 1998, é proibida a produção,
importação, distribuição, comercialização e uso de adesivos e
selantes de uso doméstico e industrial que contenham toluol. No
Brasil algumas indústrias se adiantaram e já é possível encontrar
esmaltes de unha e colas de sapateiro isentos dessa substância.
7 Curiosidades Sobre Adolf Hitler
1.
Hitler era austríaco, acredita? Ele nasceu numa cidadezinha
chamada Braunau am Inn localizada no norte da Áustria, que na
época do nascimento de Hitler fazia parte do Império Áutro-Húngaro.
Ele só se tornou cidadão alemão em 1932.
2. Hitler foi um sobrenome
gerado pelo erro de um padre. O pai de Hitler era filho ilegítimo
e, por isto, não tinha o sobrenome de seu pai. Depois que o avô de
Hitler morreu, o pai dele conseguiu que um sacerdote lhe
concedesse o reconhecimento da paternidade. Na hora de escrever o
nome, trocou Hiedler por Hitler. Daí ficou assim mesmo.
3. Hitler reprovou um ano e
deixou a escola aos 16. Sabe por quê? Seu pai queria que ele fosse
um tipo de servidor público, Hitler queria ser… adivinha… pintor
(não é de parede e sim de quadros). Depois que seu pai morreu,
Hitler deixou a escola e foi se aventurar em Viena às custas da
pensão que recebia por causa do pai. A Academia de Belas Artes de
Viena rejeitou sua filiação duas vezes, argumentando que ele tinha
mais talento para Arquitetura. Mas não é que Hitler conseguiu
vender várias de suas pinturas?
4. Hitler foi um soldado que
combateu na Primeira Guerra. Em 1918, já no final da Guerra,
Hitler chegou a um hospital de campanha vítima de um ataque com
gás mostarda (Sabe quem produzia este gás para os alemães na II
Guerra? A Bayer). Alguns psicólogos dizem que, embora o gás
pudesse causar cegueira, Hitler ficou cego por três dias como
resultado de uma conversão histérica. Traduzindo: era algo criado
por sua mente.
5. Hitler escreveu um livro
chamado Mein Kampf (Minha Luta) que serviu de base ideológica para
todas as suas loucuras. Ele queria tanto que seu livro fosse lido
que dava cópias dele até como presente de casamento.
6. No dia 20 de abril de 1945,
enquanto o exército soviético ia entrando em Berlim, Hitler
comemorava seu 56º aniversário no seu abrigo. Um de seus generais
mandou distribuir chocolates às tropas em honra ao aniversário do
Führer.
7. Para garantir que o
cianureto que tomaria para se matar era eficiente, Hitler fez um
teste em sua cachorra. A coitadinha morreu, é claro.
28 Fatos Incríveis sobre o Beijo
01.
Os Hershey’s Kisses têm este nome porque a máquina que os fabrica
parece beijar a esteira transportadora ao depositar o chocolate.
02. Metade das pessoas tem o seu
primeiro beijo amoroso antes dos 14 anos de idade.
03.
Os corpos das pessoas, enquanto ocorre o beijo, produzem
substâncias 200 vezes mais poderosas do que a morfina em termos de
efeito narcótico. É por isso que um casal pode sentir euforia ou
êxtase durante um beijo.
04. Beijo de borboleta’ é o nome
dado a uma espécie infantil de beijo onde se esfrega suavemente os
cílios no nariz ou bochechas de outra pessoa, com o movimento da
pálpebra.
05. O beijo de língua é chamado de
“união de almas” na França. Comumente os franceses são atribuídos
pela invenção deste tipo de beijo.
06. O prazer do beijo pode estar
ligado ao fato do tato labial ser duzentas vezes mais sensível do
que o tato nos dedos.
07. Uma mulher beija uma média de 80
homens antes de casar, de acordo com estatísticas estado-unidenses.
08. Estudos indicam que 66% das
pessoas mantêm os olhos fechados enquanto beija. O restante sente
prazer em observar a miríade de emoções no rosto do parceiro (a).
09. Nos tempos medievais os beijos
eram levados a sério. Se um casal era pego “nos agarros” poderia
ser forçado a casar.
10. Beijar em público não é bem
visto no Japão, Taiwan, China e Coréias. Os beijos japoneses
típicos são ‘beijocas’ para nós e parecem ter sido criados para
censurar a ‘perda da moral’ do ocidente. Um casal japonês deve
manter certa distância antes de se curvarem de ousar se curvar
para encostarem os lábios por um segundo.
11. Em alguns locais ou certas
ocasiões beijar é crime. Nos EUA, no estado de Indiana, é ilegal
que um homem de bigode “beije habitualmente seres humanos”, na
cidade de Hartford, Connecticut, é ilegal que um marido beije a
esposa no domingo.
12. O beijo mais longo durou 31
horas e foi realizado para um programa de televisão chamado “Ricki
Lake” em 2002, na cidade de New Jersey.
13. A palavra ‘ósculo’ é sinônimo de
‘beijo’ em português. A palavra é originada do latim ‘osculum’,
que significa ‘boca pequena’, ou seja, o movimento feito com os
lábios no momento do beijo.
14. Em algumas tribos africanas se
presta homenagem ao chefe ao beijar o chão por onde ele passou.
15.
Nos EUA os beijos nas bochechas só são dados por pessoas íntimas e
não é o cumprimento padrão como no Brasil ou na Europa.
16. A etiqueta vitoriana exigia que
o homem se curvasse para beijar a mão das damas.
17. Na Rússia, o maior sinal de
reconhecimento era um beijo do Czar.
18. Os antigos romanos beijavam uns
aos outros nos olhos ou na boca como cumprimento.
19. Os esquimós, polinésios e
malásios esfregam os narizes ao invés de beijar.
20. Mas ao contrário da crença
popular os esquimós não apenas esfregam os narizes uns contra os
outros para mostrar afeto e amor. Assim que os narizes se
encontram eles abre um pouco suas bocas. Em seguida eles inspiram
profundamente e solta o ar pelo narizes, com os lábios cerrados.
Depois de saborear os aromas uns dos outros, os parceiros
pressionam o nariz contra as bochechas uns dos outros e ficam
parados nessa posição por um ou dois minutos.
21. Uma pessoa comum passa 20.160
minutos (14 dias) da sua vida beijando.
22. Estima-se que os homens que
beijam suas esposas ao se despedir, antes de sair de casa, vivem
cinco anos mais e ganham salários maiores do que aqueles que
apenas batem a porta. Os homens da última categoria também tendem
a sofrer mais acidentes de trânsito.
23.
Beijar apaixonadamente por 90 segundos eleva a pressão sanguínea e
causa aceleramento cardíaco. Aumenta o nível de hormônios no
sangue reduzindo a expectativa de vida em um minuto.
24. Beijar ajuda a prevenir contra
cáries, pois aumenta a produção de saliva que colabora na limpeza
da boca.
25. Quem beija troca saliva contendo
diversas substâncias como gordura, sais minerais, proteínas, etc.
A troca destas substâncias pode incentivar a produção de
anticorpos pela sua relação com antígenos associados a diferentes
doenças.
26. Um beijo romântico rápido queima
entre uma e três calorias. Um beijo de boca aberta com contato de
língua de curta duração pode queimar cinco calorias. Um beijo de
um minuto pode gastar até 26 calorias. Isso é o dobro do gasto de
uma corrida intensa, na subida.
27. Durante o ato do beijo você
coloca 29 músculos faciais em movimento. Em outras palavras o
beijo pode ser usado como exercício eficiente para prevenir o
aparecimento de rugas.
28. Beijar ajudar a relaxar e a
reduzir os efeitos do estresse.
É melhor você pensar duas vezes
antes de ficar acordado até tarde vendo filmes ou séries na TV. A
não ser que realmente valha a pena, perder algumas horas de sono
pode custar caro não só para a saúde (aumenta o risco de pressão
alta, doenças vasculares e diabetes) como também para a forma
física.
Um estudo
recentemente publicado pela Case Western Reserve University, de
Cleverland (EUA), analisou a relação horas de sono X ganho de peso
de 68 mil mulheres americanas e concluiu: quem dorme menos de
cinco horas por noite, ganha em média mais peso em longo prazo do
que quem dorme pelo menos sete horas. Segundo os cientistas, quem
dorme pouco tende a ter mais fome no dia seguinte e precisa comer
mais para sentir-se satisfeito.
Danielle Batista
Tabagismo prejudica o desempenho
sexual
O cigarro piora a prática do sexo
e afeta a fertilidade
Após o sexo, um cigarro para
complementar o prazer... Aquela tradicional cena tantas vezes
exibida no cinema, protagonizada por famosos, onde após a relação
sexual, fumar um cigarro demonstrava virilidade, status e glamour
está, cada vez mais, fora de moda. Isso porque, segundo a
medicina, o cigarro prejudica o desempenho sexual, diminuindo o
fluxo sanguíneo nos órgãos genitais, o que interfere negativamente
na ereção masculina e lubrificação vaginal da mulher. Aliás, o
tabagismo definitivamente está em decadência: recente pesquisa do
Ministério da Saúde revela que o número de fumantes vem caindo. De
2006 a 2009, o percentual de fumantes da população brasileira caiu
de 16,2% para 15,5%.
Além de interferir na qualidade do
ato sexual, o hábito de fumar também pode afetar a capacidade de
concepção. Mulheres que não fumam têm o dobro de chances de
conceber, quando comparadas às fumantes. “No caso dos homens os
dados ainda são inconclusivos, mas estudos sugerem que o tabagismo
diminui o desejo sexual e afeta o número, a mobilidade e a
morfologia dos espermatozóides”, afirma André Malbergier,
professor doutor e colaborador do Depto. de Psiquiatria do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de
São Paulo.
Estudos
importantes apresentam a relação entre o tabagismo e disfunção
erétil (DE), como por exemplo, o “Massachusetts Male Aging Study”,
realizado nos Estados Unidos, que encontrou o dobro de chance de
DE moderada ou completa em indivíduos que fumam há aproximadamente
10 anos. A tendência dos fumantes que ainda não estão motivados e
preparados para parar de fumar é minimizar ou ignorar os dados que
mostrem essa relação por meio de mecanismos de defesa
psicológicos. “Porém, esse fato pode ser um ‘gancho’ para o
tratamento e aumento da motivação dos fumantes. Já para os
motivados, esses dados podem servir como um incentivo maior para a
abstinência”, diz o professor.
De acordo
com a professora doutora Carmita Abdo, coordenadora do Programa de
Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de
São Paulo, nas últimas décadas, com as mudanças de políticas
públicas, incluindo a criação da lei antifumo, que proíbe que se
fume em ambientes fechados de uso coletivo, há maior estímulo para
mudanças de comportamento e procura por tratamento adequado.
“Muitos fumantes ainda desconhecem o tabagismo como fator de risco
para a DE. Por outro lado, a conscientização crescente da
importância do problema e o surgimento de tratamentos mais
eficazes são os grandes responsáveis pela mudança que já se
percebe neste cenário”, diz Carmita.
Atualmente,
o tratamento farmacológico do tabagismo inclui terapias com ou sem
a reposição da nicotina, entre elas, Champix (vareniclina),
desenvolvido especificamente para esse tratamento. O medicamento
tem mecanismo de ação dupla: ele se liga aos mesmos receptores no
cérebro nos quais a nicotina atua, eliminando o desejo pelo
cigarro, e estimula parcialmente tais receptores, o que reduz os
sintomas associados à falta do fumo, a chamada síndrome de
abstinência. O medicamento é vendido sob prescrição médica.
Doenças e
mortes prematuras causadas pelo tabagismo podem ser evitadas no
momento em que se abandona o cigarro e se inicia uma terapia
orientada pelo médico, acompanhada de mudança geral no estilo de
vida, adequação dos hábitos alimentares e exercícios físicos. Além
disso, o controle de outras doenças como diabetes e hipertensão
arterial também é necessário. “Uma discreta melhora no desempenho
sexual pode ser percebida imediatamente após deixar o hábito de
fumar, devido à melhor oxigenação. Porém, ganhos mais evidentes,
associados à melhora das funções cardiovasculares e respiratórias
dos fumantes, ocorrem ao longo do tempo e são tanto mais
pronunciados quanto menos intensas tiverem sido as lesões
produzidas pelo cigarro nesses órgãos”, finaliza Carmita.