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de Maio de 2008 |
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1º de Maio
Dia do trabalhador
No dia 1 de Maio de 1886
realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de
Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha
como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho
para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de
milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos
EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou
com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns
protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova
manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos
dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma
bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que
começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes.
A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze
pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser
conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos
mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional
Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo
de l |
Lutar pelas 8 horas de
trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como
homenagem às lutas sindicais de Chicago.
Em 1 de Maio de 1891 uma
manifestação no norte de França é dispersada pela polícia
resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama
serve para reforçar o dia como um dia de luta dos
trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de
Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de
reivindicação de condições laborais.
A 23 de Abril de
1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o
dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o
1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por
muitos outros países.
Nos Açores à
a tradição dos "Maios" que são bonecos que as pessoas fazem
com panos ou mesmo com bonecos que têm em casa e colocam nas
varandas ou nas janelas. No dia 1 de Maio as pessoas saem à
rua e vão ver os "Maios".
Fonte: Wikipédia |
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No Dia do Trabalho,
especialista dá dicas de como a ergonomia previne dores e
lesões por esforços repetitivos nos trabalhadores
Dores lombares e lesões no corpo
podem ser reflexos da má postura de quem passa horas em frente
ao computador de maneira incorreta. Além da posição do corpo,
o aumento dos processos dolorosos, principalmente nas costas,
pode ser causado também pelas cadeiras e mesas – inadequadas,
muitas vezes – em que os profissionais estão instalados. Com a
mudança nas formas de trabalho, os móveis não ficaram para
trás e designers já unem os moldes ergonômicos ao design
sofisticado, com a eficiência da usabilidade dos objetos.
Antes,
as máquinas de escrever exigiam dos usuários esforço maior com
os braços e as mãos para bater nas teclas, o que naturalmente
fazia os membros se moverem mais; hoje essas atividades exigem
menos esforço e são mais repetitivas, com os usuários
movimentando apenas os dedos e, assim, podendo causar lesões
com essa tensão diária – a chamada LER (lesão do esforço
repetitivo). Para evitar o dano, soluções ergonômicas são
adotadas nos escritórios, melhorando a produtividade dos
profissionais.
A
Flexiv, atua no segmento de móveis para escritório há mais de
20 anos. De acordo com seu presidente, o arquiteto e designer
Ronaldo Duschenes, a posição dos braços sobre a mesa e o
teclado, a altura da mesa e a distância do monitor do
computador também influenciam na saúde dos usuários desses
equipamentos. “A melhor maneira para evitar lesões é manter a
coluna ereta, os pés apoiados no chão, com o corpo formando um
ângulo de 90º”, explica Duschenes.
Além da
posição na mesa e cadeira, é aconselhável movimentos de
relaxamento muscular, com alongamentos no corpo todo. Essa
união de bem-estar, exercícios regulares, posicionamento
correto com os móveis ergonômicos, aliada ao design e à
usabilidade dos objetos, traz mais produtividade no trabalho,
evitando a fadiga causada pelas lesões. |

“A mudança é
a única coisa que está acontecendo o tempo todo”, afirma
Duschenes com relação à demanda de trabalho que os
escritórios têm e a Flexiv acompanha, criando sempre e
buscando novos caminhos. É possível conferir as soluções
desenvolvidas pela Flexiv na feira Office Solution, no
Pavilhão da Bienal, no parque do Ibirapuera, em São Paulo, de
12 à 16 de maio.
Existem algumas medidas que são
padronizadas para melhorar a postura do usuário perante o
mobiliário que utiliza. Confira algumas delas:
A altura do tampo da mesa de
ficar entre 72 e 75 centímetros do chão
Para evitar estrangulamento da
circulação dos braços quando apoiado na mesa, a borda do tempo
deve ser de 2,5 milímetros
A
distância média recomendada entre os olhos e a tela do
computador é de 55 centímetros
A parte
superior da tela deve coincidir com a altura dos olhos, para
evitar a projeção da cabeça para frente e a adoção de posturas
críticas de trabalho.
O plano
de digitação deve coincidir com a altura do cotovelo. O braço
deve fazer com o antebraço um ângulo igual ou maior do que 90
graus
O
mobiliário deve ser regulável de forma a permitir um mínimo de
alternância. Mesas e cadeiras para uso de computador devem
possuir regulagens simples e estar em locais de fácil acesso,
que permitam a mudança da postura ao longo da jornada de
trabalho. |
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O Dia do Trabalho no Brasil
No Brasil, como não poderia deixar de
ser, as comemorações do 1º de maio também estão relacionadas à luta
pela redução da jornada de trabalho. A primeira celebração da data
de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895, por iniciativa do
Centro Socialista, entidade fundada em 1889 por militantes políticos
como Silvério Fontes, Sóter Araújo e Carlos Escobar. A data foi
consolidada como o Dia dos Trabalhadores em 1925, quando o
presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de
maio como feriado nacional. Desde então, comícios, pequenas
passeatas, festas comemorativas, piqueniques, shows, desfiles e
apresentações teatrais ocorrem por todo o país.
Com Getúlio Vargas
– que governou o Brasil como chefe revolucionário e ditador por 15
anos e como presidente eleito por mais quatro – o 1º de maio ganhou
status de “dia oficial” do trabalho.
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Era nessa data que o governante
anunciava as principais leis e iniciativas que atendiam as
reivindicações dos trabalhadores, como a instituição e, depois, o
reajuste anual do salário mínimo ou a redução de jornada de trabalho
para oito horas. Vargas criou o Ministério do Trabalho, promoveu uma
política de atrelamento dos sindicatos ao Estado, regulamentou o
trabalho da mulher e do menor, promulgou a Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), garantindo o direito a férias e aposentadoria.
Na
Constituição de 1988, promulgada no contexto da distensão e
redemocratização do Brasil após a ditadura militar (que perseguiu e
colocou no mesmo balaio liberais, comunistas e cristãos
progressistas), apesar de termos 80% dos tópicos defendendo a
propriedade e meros 20% defendendo a vida humana e a felicidade,
conseguiu-se uma série de avanços – hoje colocados em questão – como
as Férias Remuneradas, o 13º salário, multa de 40% por rompimento de
contrato de trabalho, Licença Maternidade, previsão de um salário
mínimo capaz de suprir todas as necessidades existenciais, de saúde
e lazer das famílias de trabalhadores, etc.
A luta de
hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em
manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais
avanços na direção da felicidade do ser humano. |
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A revolução no trabalho
corporativo
Neste mês de maio, quando se
comemora internacionalmente o Dia do Trabalho, é interessante
verificarmos a verdadeira revolução que ocorreu não apenas na
organização do trabalho nas indústrias, mas também no setor
corporativo, no período marcado pela velocidade das
transformações: o século 20, especialmente em sua segunda metade,
e neste início de século 21. As mudanças podem ser observadas de
forma muito visível: se colocarmos, lado a lado, duas fotografias
– uma de 1908 e outra de 2008 - dos escritórios de uma empresa
multinacional centenária e de ponta em seu segmento, a diferença
verificada nos dois ambientes certamente será brutal. De um lado,
funcionários rigorosamente engravatados alinham-se em fileiras de
pesadas mesas e cadeiras, quadradas e de linhas invariavelmente
retas, em madeiras de tons escuros. A iluminação geral é precária;
os equipamentos básicos são as também robustas máquinas de
escrever e de calcular. O ambiente geral é escuro e opressivo. O
outro instantâneo, atual, revela espaços leves, com mobiliário de
cores claras, iluminação com o número de lux adequado a cada tipo
de atividade e mesas limpas; sobre elas, apenas um telefone
(eventualmente, nem isso, substituído pelo celular). O que a
câmera,agora digital, revela de diverso entre esses dois “mundos”
do trabalho corporativo deve-se à revolução introduzida pela
tecnologia da informação (TI), principalmente a partir do final da
década de 1990. A explosão da informática, da internet, da
comunicação por celular, entre outras inovações, alterou também a
arquitetura das edificações e de interiores, com o design e a
ergonomia investidos no mobiliário e a iluminação das áreas de
trabalho ganhando forte relevância, mudando completamente o
panorama das empresas.
Nesses
nossos novos tempos, tudo é realmente diferente. As barreiras –
físicas e organizacionais – caíram e as formas de encarar a
participação dos funcionários e colaboradores nas organizações
também. A informatização permitiu reduzir o número de
funcionários, com o corte de determinadas funções. O trabalho
passou a ser fortemente colaborativo e, nas companhias de
vanguarda tecnológica, a presença física do funcionário no
escritório já não é tão necessária, proporcionando nas empresas
mais avançadas a possibilidade de seus empregados e colaboradores
conciliarem vida profissional e pessoal.
Um dos
melhores exemplos dessa nova forma de trabalho pode ser encontrado
na sede da empresa espanhola de telecomunicações Telefonica, em Las Tablas,
Madri. |
Ali, a empresa criou uma nova sede, batizada de “Distrito C”, na
qual a meta é que, em 2008, cerca de 40% dos mais de 7 mil
funcionários da empresa trabalhem num esquema que soaria
completamente absurdo não digo no início, mas até mesmo em meados
do século 20: eles não têm mesa de trabalho. Utilizam computador
portátil, agenda eletrônica e celular e possuem crachás que
permitem a eles escolher os locais mais adequados para trabalhar,
na empresa ou, se preferirem, em casa.
Evidentemente, essas mudanças implicam alterações enormes em
relação ao mobiliário exigido para acomodar funções tão múltiplas
e mutantes. As estações de trabalho hoje pedem uma dinâmica maior,
mas ainda com certa privacidade, e as divisórias cumprem novos
papéis – não mais de isolar, mas de garantir privacidade mínima
exigida pela função. A iluminação, em vez de ser uniforme, passa a
ter a quantidade adequada para cada tipo de trabalho; fachadas
controlam a luminosidade e o calor. Os laptops assumiram o posto
antes ocupado pelo volumoso kit CPU, monitor, mouse, teclado e
caixa de som. A ergonomia é fator de produtividade e qualidade de
vida profissional e cada vez mais aplicada no desenho de um móvel.
Naturalmente, a concepção de um projeto de arquitetura de
interiores para um escritório moderno exige a colaboração de
profissionais de diversas áreas: o arquiteto responsável pelo
projeto de interiores; o lighting designer, autor do projeto de
iluminação; o arquiteto-paisagista, que desenvolve o projeto de
paisagismo do ambiente; e o designer de produto, que projetará o
mobiliário mais adequado para aquelas atividades e funções. Como
resultado, tanto do ponto de vista estético quanto funcional, e
até ambiental, os espaços de trabalho tornam-se mais agradáveis,
com mobiliário adequadamente especificado e com características
ergonômicas que preservam a saúde dos funcionários e
colaboradores. Isto também já está disponível no Brasil, a preços
relativamente acessíveis. Basta querer. A diferença pode ser vista
na foto, no rosto das pessoas!
Ronaldo Duschenes
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Mortes relacionadas ao trabalho
diminuem, mas os acidentes aumentam
O Anuário Estatístico da Previdência
Social de 2006, último publicado pelo INSS, mostra que número de
mortes relacionadas ao trabalho diminuiu 2,5%, em relação ao ano
anterior. Entretanto, os acidentes de trabalho aumentaram e
ultrapassaram os 500 mil casos, somando os típicos, os de trajeto
e as doenças ocupacionais. “Acidentes e as doenças ocupacionais
são responsáveis por milhares de mortes e geram gastos às
empresas, que perdem tempo, mão-de-obra, produção e qualidade de
vida no trabalho”, comenta Ricardo Germano Efing, coordenador do
curso Técnico em Segurança do Trabalho do Grupo CBES.
Para diminuir
essas estatísticas e preocupadas também com os gastos financeiros,
as empresas estão dando atenção especial à legislação do
Ministério do Trabalho e contratando profissionais capacitados
para garantir o máximo de segurança no ambiente. As equipes de
segurança do trabalho têm o objetivo de minimizar acidentes,
doenças ocupacionais, proteger a integridade e a capacidade de
atividade do trabalhador, e são formadas por vários profissionais:
engenheiro de Segurança do Trabalho, técnico em Segurança do
Trabalho, médico do Trabalho, enfermeiro do Trabalho e auxiliar de
Enfermagem do Trabalho. “O papel desses profissionais, que
consiste em zelar pela segurança dos colaboradores das empresas, é
cada dia mais importante, não apenas na fiscalização, mas também
educando os funcionários para agirem de forma preventiva”,
considera o professor Ricardo Efing.
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O número de casos
de doenças ocupacionais ultrapassou 26.500 em 2006, sendo que 45%
deles envolviam as mãos, braços, antebraços, ombros, dedos e
punhos. Esses são os membros mais afetados pelas lesões por
esforços repetitivos (LER) e distúrbios osteomusculares
relacionados ao trabalho (DORT), que levam ao afastamento do
trabalhador. “As siglas foram criadas para denominar várias
patologias que atingem músculos, tendões e membros superiores, e
que têm relação direta com as atividades ocupacionais. São, em
geral, inflamações causadas por movimentos repetitivos e sem
interrupção”, explica o fisioterapeuta do trabalho Alison Klein,
diretor-técnico do Sefit Prevenção Laboral.
Os profissionais
cujas tarefas exigem movimentos repetitivos, inclusive pessoas que
trabalham com computadores, devem tomar cuidado redobrado com suas
atividades. “A prevenção é a única forma eficaz de combater a LER/DORT.
É necessário um controle da carga horária, pausas durante o
expediente para um possível alongamento, adequação do posto de
trabalho a cada indivíduo e a atenção a qualquer sinal do
organismo, mesmo dores menos intensas”, alerta Dr. Alison. “O
ideal é que, em trabalhos de digitação, a cada 50 minutos
trabalhados, haja uma pausa de 10 minutos para relaxamento”. Além
disso, é importante que a pessoa evite trabalhar com pressa,
estresse ou sob pressão.
Na maioria dos
casos, os trabalhadores afetados por esses distúrbios só procuram
um médico quando as dores começam a atrapalhar sua rotina e isso é
sinal de que a lesão já está em estágio avançado. “Para o
tratamento, o primeiro passo é o afastamento e, então, poderão ser
usados medicamentos e técnicas de fisioterapia, relaxamento e, até
mesmo, acupuntura”, observa o fisioterapeuta. |
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Tipos de trabalho
Qual a diferença entre trabalho
remunerado e voluntário? E entre as palavras "ocupação" e
"emprego"?
Existem basicamente dois tipos de
trabalho: o remunerado e o voluntário. No primeiro, a pessoa
recebe dinheiro para desempenhar uma determinada função. Já no
trabalho voluntário o indivíduo não recebe pela atividade que
pratica, pois se oferece para fazer aquilo por sua própria
vontade, com o objetivo de ajudar alguém.
Em, 2001, foi "Ano Internacional do Voluntário". A data
foi escolhida durante uma assembléia geral, realizada em 1997,
pela Organização das Nações Unidas (ONU). A decisão obteve o apoio
de 123 países, entre eles, o Brasil. A idéia surgiu a partir da
necessidade de valorizar o papel do voluntário hoje para o
desenvolvimento social do globo.
Ocupação e emprego - Existe uma diferença entre ocupação e
emprego. "Ocupação" abrange as pessoas que trabalham com ou sem
vínculo empregatício, as que trabalham por conta própria, as que
são proprietárias de estabelecimentos e aquelas que trabalham sem
remuneração como, por exemplo, as pessoas que prestam serviços em
instituições filantrópicas. Em outras palavras, é aquilo o que as
pessoas fazem: a profissão, o ofício ou o cargo que exercem em seu
trabalho (lavador de carros, faxineiro, engenheiro civil, técnico
de contabilidade, pedreiro, alfaiate, chefe de equipe, diretor de
colégio etc.).
Já, "emprego", se refere a todas as pessoas
empregadas que, tendo uma ocupação, trabalham para um patrão
(pessoa física ou jurídica), com ou sem vínculo empregatício.
Fonte: IBGE / Ministério do Trabalho |
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Na ponta do lápis
Conheça algumas expressões:
Trabalho beneditino: o que exige muita paciência.
Trabalho braçal: serviço feito com o auxílio dos braços
(carregar, descarregar etc.).
Trabalho-de-noivo: serviço temporário observado em alguns
povos primitivos, que um homem presta ao futuro sogro, a fim de
adquirir o direito à noiva.
Trabalho de sapa: a) trabalho oculto, ardil, trama; b) ação
oculta ou conspiração contra alguém.
Trabalho de Sísifo: trabalho estafante e inútil, porque,
uma vez acabado, é preciso recomeçar.
Trabalho ingrato: trabalho muito difícil e rude, e que não
dá o proveito esperado.
Trabalho insalubre: o que por sua natureza ou pelo método
empregado pode ocasionar moléstias mais ou menos graves.
Trabalho livre: trabalho feito por homens de condição
livre, e não por escravos.
Trabalho servil: o que é executado por escravos.
Trabalhos de Hércules: as doze empresas que lhe são
atribuídas pela fábula.
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Veja quantos significados tem a
palavra trabalho:
1. Ato ou efeito de trabalhar.
2 Exercício material ou intelectual para fazer ou conseguir alguma
coisa; ocupação em alguma obra ou ministério.
3. Esforço, labutação, lida, luta.
4. Aplicação da atividade humana a qualquer exercício de caráter
físico ou intelectual.
5. Tipo de ação pelo qual o homem atua, de acordo com certas
normas sociais, sobre uma matéria, a fim de transformá-la.
6. Esmero ou cuidado que se emprega na feitura de uma obra.
7. A composição ou feitura de uma obra.
8. A própria obra que se compõe ou faz.
9.Obra literária ou artística.
10.Maneira como alguém trabalha.
11. Maneira como funciona um aparelho.
12. Movimento que se produz nos materiais industriais.
13. Ação dos agentes naturais.
14. Discussão ou deliberação para preparar resoluções.
15. Fís Produto da multiplicação de uma força pela distância
percorrida pelo ponto de aplicação, na direção da força.
16. Mec Ação de uma força que põe em movimento um corpo que lhe
opõe resistência.
17. Fís Esforço empregado em vencer uma resistência.
18. Med Conjunto dos fenômenos que constituem o parto.
19. Fisiol Fenômeno orgânico que se opera no âmago dos tecidos.
20. Incômodo, infortúnio, tormento ou sucesso infeliz.
21. Gíria: roubo, assalto, execução de um delito.
Fonte: Moderno Dicionário da Lingua Portuguesa Michaelis
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Dicas de presentes para o Dia das Mães
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Dia da Mães

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações
primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e
Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram
dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua
homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de
Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º
Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado
“Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas.
Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava
longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos
tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e
passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se
espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força
espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos
tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do
Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães
como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às
mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e
algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e
lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das
fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A
idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu,
chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente
dedicado a todas as mães. |
Três anos depois, a
10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja
de Grafton, reunindo
praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou
para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e
que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos
enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados
para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que
são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e
resistência das mães.
Segundo Anna
Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um
pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras,
presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos
proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os
dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus
apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros,
homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia
da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de
suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911
era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o
Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o
2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com
pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos
identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por
Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi
oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje
e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de
cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear
aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era
comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º
Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se
deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de
EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo
Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o
decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja
Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de
Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) – Portugal |
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Eternamente Mãe
MÃE...
que na presença constante me ensinou
na pureza do seu coração a vislumbrar
caminhos...
MÃE...
dos primeiros passos, das primeiras
palavras...
MÃE...
do amor sem dimensão, de cada momento,
dos atos de cada capítulo de minha vida
não ensaiados, mas vividos em cada
emoção...
MÃE...
da conversa no quintal, do acalanto do
meu sono aquecido de amor, aninhada
em seu coração...
MÃE ...
do abraço, do beijo que levo na
lembrança...
MÃE...
é você que me inspira a caminhar... |
MÃE...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...
MÃE...
Mulher a quem devemos a vida,
que merece o nosso respeito,
nossa gratidão e nosso afeto. |
Autor Desconhecido |
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Por que e para que
ser ou não ser Mãe
A culpabilização abusiva das famílias
(em particular das mães) através da mídia ou da ciência é um
exercício penoso na contemporaneidade.
A mãe quando
vai ao pediatra, psiquiatra, neurologista, etc, com um filho
problemático ou simplesmente com "probleminhas" deve ter mais a
sensação de estar em um tribunal que em um consultório médico. Nas
escolas isso também acontece.
"A gente faz
tudo direitinho", se defendem em uma primeira consulta de seu
filho-sintoma, com um profissional da saúde, que por alguma sutil
mas decodificavel postura aparece ante os olhos da família como um
censor ou inquisidor.
É verdade que
não é uma pratica generalizada, porem tem frases destrutivas que se
podem ainda ouvir; "mas a senhora e a mãe", como se sofrer, não
Aguentar é se deprimir pelo filho fosse um destino...
Ser mãe, hoje, não é tão simples;
recusar a sê-lo menos ainda. Vale a pena um bom lembrete
culpabilizar não é cuidar!!
A "mãe má"
existe. Não estamos nos referindo as Medeias ou mulheres gravemente
doentes que podem cometer filicídio.
Falamos de
mãe má comum que não consegue se auto-comparar com o padrão de mãe
infinitamente boa, santa e virgem. A imagem de mãe mistificada deixa
as mães reais em posição de culpa, de incompletude.
Essa sofrida,
comum "mãe má" deveria estar orgulhosa de ser mãe, de criar os
filhos e mais orgulhosas de permitir que a seus filhos que são uma
parte dela agora, os deixará tornar-se eles mesmos.
Socialmente
aceitamos (será que perdoamos?) a opção da mulher de não ser mãe.
Para elas devem ser extremamente duro manter a decisão aos olhos dos
outros.
Quando
decidimos que aceitamos ou perdoamos, essa mulher não mãe, só o
fazemos ante uma grande escritora ou uma maravilhosa atriz, uma
mulher que se torna ministra, etc. Porque elas nos satisfazem com
outra criação, de uma maneira quase mística.
Quando a
mulher que decide pela não maternidade é uma mulher comum, cuja
criação pessoal não ultrapassa os limites do circulo intimo e
imediato, isto nos amedronta, nos enfrenta e nos questiona. Talvez
por isso se a considera "anormal".
Uma jovem
mulher pode desejar muito estar grávida, mas não desejar a criança,
consequência do primeiro desejo. A associação dos dois desejos não é
automática, posto que são desejos diferentes.
O desejo de "estar grávida" pode
surgir para se sentir segura de seu corpo de mulher, de sua
identidade sexual, de que funciona (ao ser fecundada). Isso só pode
ser confirmada mediante: A PROVA: a gravidez!!. |

E não é uma
minoria que funciona assim. Esse desejo atinge praticamente a todas
as mulheres independentemente do grau de instrução, do nível social
e da idade. As jovens querem provar a si mesmas que "funcionam" e as
mulheres maduras querem mostrar que ainda "funcionam" (que são ainda
jovens!).
O desejo de
"ser mãe" (sem necessariamente querer um filho) pode ser a imitação
da própria mãe. Ou para dar prazer à própria mãe, ao primeiro
"objeto de amor" . A mulher que deseja satisfazer a mãe não encontra
melhor solução que fazer como ela fez: dar a luz. Em geral não se
enganam , já que suas mães ficam felizes e satisfeitas com a
gravidez das filhas. A filha sendo mãe parece validar a maternidade
de sua mãe. Dá o carimbo da conformidade.
Por isso
podemos observar mães, que tiveram dificuldades para desenvolver o
papel materno, se tornam excelentes avós.
Será que
podemos, ao contrario levantar a hipótese de que certas mulheres que
se recusam a maternidade, estariam punindo a própria mãe?
Também pode-se querer "ser mãe" sem
ter em conta a criança pelo desejo confuso e inconsciente de
perpetuar a espécie.
Na interseção
entre o desejo de estar grávida e o desejo de ser mãe, há uma outra
razão (inadequada) para querer fazer um filho: a vontade de reparar
ou refazer sua própria infância, "com meu filho eu não vou falhar" é
a sentença embutida nesse desejo.
Existem
outros motivos para desejar um filho. São os mais perigosos: ter um
filho como se fosse uma boneca, ou para se ligar a um homem ou para
aprisioná-lo e as que têm um filho para a dominação, porque talvez
seja a única coisa que conseguem controlar.
Para
finalizar podemos dizer que as mulheres em geral, querem ser mães
por elas mesmas, bem antes de sê-lo para os filhos.
É um desejo que apesar de
egoísta , é legitimo é compreensível, porém pode tornar-se perigoso,
se não for logo substituído pelo desejo de dar a vida. Uma outra
vida que prossiga. Totalmente dependente no início e logo totalmente
estranha.
Dr. Leonardo Posternak
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O poder da mente das mamães
A terapeuta energética Mabel
Moraes explica que a ligação entre mãe e filho é mais forte do que
podemos imaginar. “Ela pode mudar a vida do filho através da
energia”

Sempre ouvimos casos de mães que
sentem quando seus filhos estão em perigo, precisando de ajuda.
Desde a gravidez os laços que unem mãe e filhos são muito fortes,
e não é cortado com o cordão umbilical, este afeto só se estreita
durante a vida. Por isso, é importante que as mães se iluminem e
renovem suas energias para passar boas vibrações aos filhos.
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Muitas mães
não sabem mas podem ajudar seus filhos apenas com a energia. “Se
a mulher se tratar emocionalmente, não se deixando envolver por
situações conflitantes ela poderá ajudar muito o seu filho com
distúrbio de comportamento, depressão, e outros males, através do
auto-conhecimento, aprendendo a como atuar positivamente” diz a
terapeuta energética Mabel Moraes, que ajuda as pessoas nesta
captação de energias.
Mabel
Moraes diz que já ajudou muitas mães a tratarem dos seus filhos
através da restauração da energia da aura. “O trabalho terapêutico
é feito com exercícios de auto-massagens, terapias naturais,
cantoterapia, terapia do riso, dança energética e outras formas de
renovação de energias”, acrescenta a terapeuta que tem os seus
trabalhos explicados no livro “Rejuvenescimento Energético” e que
ministra workshops, palestras e conferências com relaxamento
programado, captação de energias e terapias.
A terapeuta
explica que o desespero da mãe em relação ao problema do filho é
tão grande que ela se conflita com a situação e acaba entrando no
problema também. “A mãe tem que acreditar na recuperação do filho,
na solução do problema. Ela pode mudar a vida do filho com o
desenvolvimento do seu potencial interior, pois os filhos são o
reflexo dos pais, finaliza Mabel Moraes.
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Dicas de segurança às mulheres
Pesquisa realizada pela Secretaria
de Segurança Pública de São Paulo, aponta que a cada 15 segundos
uma mulher é vítima de violência no Brasil. Dados da Unesco
revelam que a violência contra as mulheres custa ao país 80
bilhões de reais, correspondendo a 10,5% do PIB.
Ainda
segundo a Secretaria, o 3º trimestre de 2006 apresentou uma queda
de 21,42 % no número de estupros em relação ao mesmo período do
ano anterior, com 214 casos a menos. As maiores quedas foram de
22,26% na Capital, e 25,64% na Grande São Paulo.
Para contribuir
com a queda desses números, o GRUPO GR selecionou algumas dicas de
segurança especialmente para o dito “sexo frágil”.
Em casa:
Procure variar seus horários e fazer
rotas diferentes para deslocar-se para o trabalho ou escola, e
esteja alerta à presença de suspeitos nas imediações de sua casa
ou condomínio, nos momentos de sua chegada ou na hora de sua
saída;
Se alguma chave for perdida, troque
o segredo da fechadura correspondente;
Não guarde objetos e valores altos
em casa;
Providencie iluminação para as áreas
externas da casa, mas não deixe luzes acesas durante o dia;
Faça poda periódica em árvores e
arbustos para manter a visão de dentro para fora livre, e para que
não sirvam de esconderijo;
Se o interior de algum dos cômodos
da casa ou apartamento pode ser visto da rua, mantenha as cortinas
ou persianas fechadas;
Antes de permitir a entrada de
prestadores de serviços, como funcionários de empresas de água,
luz e telefonia, solicite a identificação do mesmo. Caso tenha
alguma dúvida, não permita a entrada e ligue para a empresa para
confirmar as informações do funcionário;
No dia-a-dia:
Ao contratar empregados, dê
preferência àqueles que apresentam referências idôneas e que
possam ser confirmadas mais facilmente;
Evite ir às compras sozinha e
prefira pagar com cheque ou cartão;
Ao retirar dinheiro do banco,
guarde-o com cuidado em local discreto e não o conte em público.
Saindo do banco, certifique-se de que não está sendo seguida;
Evite usar jóias, relógios, roupas e
outros objetos que possam demonstrar ser de valor;
Evite carregar grandes quantias em
dinheiro, se houver necessidade divida o dinheiro em várias partes
da roupa;
No transporte público, evite viajar
em ônibus ou vagões vazios;
Ao caminhar, mantenha sua bolsa ou
pasta à sua frente. Procure mantê-la sempre firme entre o braço e
o corpo, com a mão sobre o fecho e posicionada do lado da calçada;
Não use bolsos traseiros para
carregar carteira ou dinheiro;
Oriente a família e os empregados
para que não dêem informações pelo telefone e nem comentem com
estranhos sobre o que a família possui e os hábitos da casa;
Mantenha as chaves do carro e da
casa em chaveiros separados;
Não espere o ônibus em paradas
desertas e mal iluminadas;
Em ônibus com poucos passageiros,
sente-se próximo ao motorista;
Ande na calçada em direção contrária
ao fluxo dos carros. Assim, não será pega de surpresa;
Sempre suspeite dos telefonemas
solicitando determinadas informações, como nome dos moradores,
notícia sobre viagens, promessas de prêmios ou negócios em geral,
interesses sobre os hábitos da casa;
Evite
usar a maleta tradicional de notebbok, procure carregar o
equipamento em uma mochila comum.
No trânsito:
Dirija com os vidros fechados,
usando o sistema interno de ventilação;
Não deixe os seus documentos no
porta-luvas. Também não deixe a mostra (ou mesmo sob os bancos)
embrulhos, pastas, bolsas; o ideal é colocá-los no porta-malas do
carro;
No carro, evite adesivos, placas ou
crachás que identifique o local onde você mora ou costuma
freqüentar;
Nos semáforos, vá reduzindo a
velocidade devagar, tentando chegar ao cruzamento quando o sinal
estiver abrindo, se necessário parar fique sempre com a primeira
marcha engatada;
Se perceber estar sendo seguida por
outro veículo, procure agir com naturalidade e dirija-se para ruas
movimentadas;
Ocorrendo uma leve colisão na
traseira do seu veículo e você desconfiar de algo, dirija-se até
um local movimentado, procure uma viatura ou posto policial;
Cuidados ao viajar
Antes de ir viajar
O melhor seria não deixar a casa
sozinha, mas se isso não for possível, peça a um vizinho ou
parente visitar diariamente o imóvel, recolher as
correspondências e verificar movimentos estranhos de pessoas
rondando-a;
No caixa eletrônico:
Quando precisar de ajuda no caixa
eletrônico ou na agência bancária, dirija-se somente ao
funcionário do banco.
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Não
procure ajuda de estranhos;
Ao sacar, coloque o dinheiro em
vários bolsos;
Evite abrir carteiras ou bolsas na
frente de todo mundo;
Prefira os caixas eletrônicos
localizados em shopping centers, dentro de agências bancárias,
sempre localizados em ruas ou locais bem iluminados;
Evite fazer saques à noite;
Certifique-se que não há alguém
suspeito por perto, antes de entrar em um caixa eletrônico;
Não guarde o cartão de crédito e a
senha no mesmo lugar, e não os entreguem à estranhos;
Mantenha o corpo próximo à máquina e
cubra o teclado com as mãos, evitando que outras pessoas vejam as
informações na tela, sua senha e o valor retirado;
Verifique sempre se o equipamento
está operante antes de inserir o seu cartão no caixa eletrônico;
Não deixe as luzes acesas durante o
dia, pois isso significa ausência de moradores. Se possível,
instale um aparelho de fotocélula para acender e apagar as luzes
externas à noite e de dia, respectivamente;
Deixe algum telefone de contato com
um vizinho, parente ou amigo;
Em condomínios fechados ou edifícios
não deixe as chaves na portaria;
É aconselhável que poucas pessoas
saibam do sistema de segurança de sua casa;
Em rodoviárias ou aeroportos:
Procure trocar o dinheiro somente em
casas de câmbio ou bancos autorizados;
Utilize somente táxis credenciados;
Não exiba grandes quantidades de
dinheiro, relógio ou jóias, pois despertam a atenção e o
interesse dos ladrões;
Evite carregar passaporte e cheques
de viagem, e em caso de extravio comunique imediatamente a
polícia;
Normalmente as malas são muitas,
então, não as perca de vista nem por um minuto;
Use etiquetas grandes e/ou coloridas
que permitam a fácil identificação de suas malas nas esteiras ou
balcões de entrega;
Não se descuide das bagagens de mão
dentro do ônibus ou avião;
Não deixe a bolsa, carteira ou
pacotes em locais abertos ao público sem a devida vigilância;
Evite fazer compras estando sozinha,
os meliantes aproveitam-se de qualquer vacilo;
Não entre em lojas muito cheias,
procure fazer compras em horário de menor movimento, isso valendo
também para ida ao banco;
Se portar um laptop ou notebook, não
descuide dele
enquanto compra um lanche, visita uma loja
ou faz um telefonema. Os assaltantes acompanham a vítima e, ao
menor sinal de desatenção do usuário, eles trocam a mala com o
notebook por uma maleta falsa, que tem revistas ou um tijolo
dentro para simular o peso do equipamento. A maioria das pessoas
só se dá conta do furto muito tempo depois;
Se estiver com crianças: alerta
dobrado! Elas costumam ficar impacientes enquanto esperam e a
qualquer descuido do responsável elas podem se perder ou mesmo
serem seqüestradas;
Para aproveitar a viagem:
Evite andar por ruas, calçadões e
praças mal iluminadas ou em horário muito avançado, principalmente
em locais desconhecidos;
Caso precise pedir informações,
procure alguém autorizado ou dirija-se ao balcão de informações.
Não peça ajuda ou informações para pessoas estranhas;
Não reaja durante um assalto.
Mantenha-se calmo(a), por mais difícil que possa ser. Algumas
mortes de pessoas ocorreram porque a vítima fez gestos bruscos,
que foram traduzidos pelo criminoso como uma reação contra ele.
Lembre-se de que o assaltante está atrás do dinheiro ou pertence
de valor e costuma atirar somente quando fica assustado ou
acuado;
Cuidados com o celular
O GRUPO GR selecionou algumas
dicas para você falar em segurança no seu telefone móvel.
Evite usar o celular na cintura e/ou
em bolsos, pois permitem que os assaltantes o subtraiam com
facilidade;
Não o atenda na rua, pois o usuário
fica distraído e, ao mesmo tempo, vulnerável;
Para evitar chamar atenção, coloque
no modo vibratório ou silencioso;
Nunca o deixe a mostra;
Utilize-o em locais seguros, como
shoppings centers, hipermercados, bancos, etc;
Apesar de ser proibido por lei,
ainda é comum ver as pessoas falando ao volante e neste momento o
usuário, por estar distraído, é um alvo fácil para os meliantes;
Não deixe seu celular sobre mesas,
balcões, cadeiras, etc, em restaurantes ou lojas, pois os
meliantes aproveitam qualquer descuido para furtá-los;
No veículo, não deixe o celular
sobre o painel ou no assento do passageiro, muito criminosos
aproveitam a parada em semáforos para roubá-lo;
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Maio deixa de ser o
"mês das noivas"

Maio sempre foi considerado o “mês
das noivas”, mas, se for levado em consideração o número de
casamentos realizados, já perdeu esse status. De acordo com o
último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), maio está atrás de outros três meses.
O IBGE mostrou em sua
mais recente pesquisa que, em 2006, no território brasileiro,
ocorreram 115.046 casamentos em dezembro. O segundo mês de maior
preferência dos noivos foi setembro, com 85.824, seguido por
novembro, com 80.183. Maio teve 78.042 cerimônias.
Para Solange Caramel,
diretora da Caramel Assessoria de Eventos, a perda da tradição se
deve a alguns fatores.
“Em maio geralmente é frio, o que
tira um pouco o interesse dos noivos até para a lua-de-mel. Além
disso, por causa do Dia das Mães, há um aumento considerável no
valor das flores para a decoração e até mesmo uma redução na
variedade delas”, explica a consultora.
Solange diz que,
por causa do clima, as noivas que se casam em maio têm uma outra
preocupação. “É preciso pensar num vestido mais fechado ou em um
acessório para colocar sobre ele, caso esteja muito frio no dia.
Esses fatores parecem pequenos, mas acabam pesando na escolha da
data.”
A diretora da
Caramel Assessoria de Casamentos afirma que o “boom” de casamentos
no final de ano se deve ao lado financeiro e ao clima de festas.
“Dezembro, em especial, é bom porque
todos receberam o 13º salário, é tempo de férias e está calor.
Setembro também é bem interessante devido ao início da primavera.
As flores estão abundantes e variadas, portanto, com melhor
preço”, afirma.
Solange ressalta
que, seja qual for o mês escolhido pelos noivos, o planejamento é
fundamental.
“Casar nos meses mais concorridos
exige ainda mais atenção. Em dezembro, por exemplo, se concorre
com as festas de confraternização das empresas. Por isso, é
necessário começar a planejar tudo com muita antecedência." Planejamento é fundamental na hora
do casamento.
O consultor e terapeuta
financeiro Reinaldo Domingos dá dicas para se planejar o casamento
dos sonhos sem ficar endividado
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Apesar das conquistas das mulheres
brasileiras nos últimos anos, uma coisa não mudou: se fizermos
uma enquete, vamos nos deparar com uma realidade de que o sonho
da maioria delas é encontrar um bom marido e ter um casamento de
contos de fada. Mas, para se realizar esse sonho, além de
arranjar o marido adequado, não podemos esquecer que isso tem um
custo financeiro muito alto.
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Muitas pessoas, ao pensarem em se
casar, consideram somente a festa e acabam se esquecendo que
existe muito mais do que isso. Os apaixonados precisam fazer
todo um planejamento financeiro sempre levando em consideração o
antes, o durante e, principalmente, o depois - diz Reinaldo
Domingos.
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Um casamento não envolve apenas a
festa. As futuras noivas, por exemplo, têm uma necessidade de
aumentar os cuidados com corpo, pele e cabelos e passam a
freqüentar centros de estética, salões de beleza, fazem
tratamento para emagrecer, vão ao dentista, enfim, resolvem
fazer em seis meses tudo o que não fizeram em dois anos. Por
isso esses cuidados devem fazer parte da rotina da noiva, muito
antes do casamento, para não precisar correr contra o tempo na
véspera da festa e nem gastar além do que deveria.
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A organização da festa é outra
etapa de gastos: aluguel do espaço, buffet, bebidas,
ornamentação, roupa da noiva, do noivo, das damas de honra,
igreja, contratação de padre ou pastor, foto, vídeo, bolo,
doces, entre outros atributos de um casamento, mas sempre dentro
das condições financeiras dos noivos. Muitos casais se endividam
meses porque acabam gastando mais do que poderiam e não se
planejam para a realização deste sonho.
De
acordo com Reinaldo, existe sim uma maneira de se fazer uma festa
inesquecível sem ficar endividado.
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Um bom casamento pode ser
organizado com aproximadamente R$ 15 mil. Basta fazer um bom
planejamento e saber respeitar o seu limite financeiro. Se um
casal decide trocar alianças, deve fazer um planejamento
financeiro pelo menos com 18 meses de antecedência.
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A etapa que sucede a festa é a
mais importante de todas. A vida a dois deve ser muito bem
planejada. O casal deve levar em consideração gastos que antes
não precisavam se preocupar, como IPTU, conta de luz, água,
compras de supermercado, ou seja, despesas básicas da realidade
de qualquer casamento.
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O planejamento é a base principal
de uma vida financeira estável. Planeje com antecedência e
realize todos os seus sonhos!
Reinaldo Domingos
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Noivos modernos buscam inovação
na festa de casamento
A festa de casamento precisa ter a
cara dos noivos e, nos últimos tempos, essa teoria vem cada vez
mais sendo vista na prática. Hoje, o mercado desta área já
consegue distinguir o casal e o evento em dois tipos: tradicionais
e modernos.
O chamado “casamento tradicional” geralmente é composto por
todos aqueles itens e rituais que caracterizaram o evento ao longo
dos anos, como buffet à inglesa (servido por garçons), uso de
rosas na decoração, bem casados embalados em papel crepom, fotos
posadas e a valsa.
Já o “casamento moderno”, que vem ganhando cada vez mais a
preferência dos noivos, permite que o casal ouse, inove e
personalize mais o grande dia. A valsa e o repertório clássico,
por exemplo, são preteridos por músicas que simbolizem a história
dos recém-casados e até mesmo por rock e temas atuais de novelas.
Já o buffet geralmente é o franco-americano (os convidados se
servem e comem em pé) e os bem casados vêm até em sacolinhas.
“No casamento
moderno, os noivos não se prendem tanto aos rituais que já
conhecemos e acabam colocando seu toque pessoal em tudo. Mas é
importante ressaltar que o casal tradicional sempre terá algum
traço moderno e vice-versa. E este casamento tradicional não pode
de jeito nenhum ser considerado ultrapassado”, explica Solange Caramel, diretora
da Caramel Assessoria de Eventos. |
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