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Dicas de viagem - O que você não pode esquecer de levar. E muito mais.

E muito mais.

 

 Edição de Fevereiro de 2012

Ministério recomenda vacina contra sarampo e rubéola

Orientação vale principalmente para pessoas que pretendem visitar países da Europa e das Américas

 

Todos os viajantes que pretendem visitar outros países devem estar vacinados contra o sarampo e a rubéola. É o que recomenda o Ministério da Saúde, seguindo orientação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os vírus causadores dessas doenças ainda circulam intensamente em diversos países do mundo. Por isso, ao viajar para o exterior, as pessoas que não foram vacinadas ficam expostas ao risco de contrair sarampo e rubéola, podendo contribuir a reintrodução dessas doenças no Brasil.

Atualmente, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a Europa enfrenta uma epidemia de sarampo, com mais de 25 mil casos registrados em 33 países. Por isso, com a proximidade das férias, o turista brasileiro não vacinado que viajar ao exterior fica exposto ao risco de contrair a doença. A recomendação também se estende quem viaja aos Estados Unidos e outros países das Américas, devido à grande circulação de turistas europeus nesta região.

É importante que os viajantes não vacinados recebam a vacina pelo menos 15 dias antes da partida. A vacina dupla viral, disponível na rede pública, é eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba. Além disso, crianças que receberam a vacina tríplice viral entre os seis e 11 meses de vida devem ser revacinadas aos 12 meses de idade.

Apenas as pessoas que apresentam contraindicações médicas e crianças menores de seis meses de idade não devem ser vacinadas. Na dúvida, devem consultar um médico antes de se vacinar e podem obter o endereço e os horários de funcionamento das salas de vacinação junto a Secretaria de Saúde do seu município. Em todo país, são mais de 30 mil salas de vacinação.

Indivíduos com suspeita de sarampo ou rubéola devem procurar o serviço de saúde mais próximo e evitar o contato com outras pessoas por sete dias, contados a partir do começo do exantema – manchas vermelhas na pele, sinal comum nas duas doenças (leia mais abaixo sobre sinais e sintomas).

É extremamente importante que qualquer profissional de saúde, do setor público ou privado, notifique às autoridades locais de saúde (Secretarias Municipais e/ou Estaduais) a ocorrência de qualquer caso suspeito de sarampo ou rubéola. Isso possibilita uma resposta rápida para eliminar o risco de reintrodução desses vírus em nosso país.

Na última década, foram desenvolvidas diversas atividades estratégicas, destacando-se o fortalecimento da vigilância epidemiológica com a investigação de casos suspeitos, vacinação de mulheres em idade fértil e disponibilidade da vacina tríplice viral na rede pública. Como resultado, desde 2000, o país está livre da circulação autóctone do vírus do sarampo. Significa que o agente causador da doença não circula de maneira ampla no território nacional. No caso da rubéola, desde 2008 não há circulação autóctone do vírus (leia mais abaixo).

 

Sarampo – Doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.

De 2001 a 2005, o Brasil apresentou apenas 10 casos de sarampo, dos quais quatro foram importados (Japão, Europa e Ilhas Maldivas) e seis casos eram associados a essa importação.

Em 2006, foram registrados 57 casos na Bahia com fonte de infecção desconhecida, com identificação de genótipo que ainda não tinha circulado no país. Em 2010, foram confirmados 68 casos (no Pará, Rio Grande do Sul e Paraíba) – todos importados ou associados a esses casos importados.

Este ano foram registrados 42 casos de sarampo no país, em oito estados: São Paulo (26), Rio Grande do Sul (7), Rio de Janeiro (4), Distrito Federal (1), Bahia (1), Minas Gerais (1), Piauí (1), Mato Grosso do Sul (1). Todos importados ou associados a esses casos importados.

 

Rubéola – Transmitida por vírus, os sintomas mais comuns são febre e exantema, inflamação de gânglios e artralgia. O período de transmissão é de cinco a sete dias do aparecimento de machas avermelhadas. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar e respirar.

Outra forma de transmissão é por via sanguínea, o que ocorre somente quando mulheres grávidas adoecem e transmitem para o feto. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para os recém-nascidos, como malformações congênitas, principalmente cegueira e surdez. A vacina também é o meio mais eficaz de prevenção.

 

Rafaela Ribeiro

Agência Saúde – ASCOM/MS



Planejamento de viagem deve incluir visita ao médico do viajante

Especialista pode identificar e tratar problemas que se agravariam durante a viagem, além de indicar as vacinas obrigatórias para alguns países

 

Os preparativos para uma viagem incluem uma série de providências, como pesquisar preço de passagens, reservar hotel e etc. Mas muita gente esquece que durante uma viagem podem ocorrer complicações de saúde mais graves e que resultam até em óbito, em alguns casos. Para isso, o recomendável é consultar um profissional especializado no assunto, o médico do viajante, antes de partir. Assim a pessoa estará fisicamente preparada e poderá evitar surpresas desagradáveis.

De acordo com a infectologista do Hospital 9 de Julho, Dra. Sumire Sakabe, embora o verão seja uma época propícia para viagens, quando as pessoas aproveitam feriados e datas comemorativas ou tiram férias, deve-se estar atento para intercorrências de saúde que, em geral, são bem mais desagradáveis e díficeis de lidar quando estamos longe de casa, por vezes em países estrangeiros.

O ideal é procurar com antecedência um especialista em Medicina do Viajante e ter em mãos informações como o destino da viagem, itinerário, tempo de estadia, tipo de viagem (negócios, lazer, missão etc), histórico de saúde e de vacinação. 
“Com esses dados é possível traçar um programa preventivo, que leva em consideração as doenças prevalentes no destino, eventuais problemas que possam estar acontecendo naquele lugar, além de características do viajante, como fatores de risco para doenças e risco de exacerbação daquelas já existentes”, explica a Dra. Sumire.

Segundo a especialista, após esta análise, o viajante recebe orientações que incluem cuidados com animais e mosquitos, com temperaturas extremas, ingestão de água, de alimentos e a prescrição de vacinas ou medicações, se indicado. “Se o paciente estiver orientado, as suas condições de saúde estiverem boas e o histórico vacinal em ordem, ele está apto para viajar”, afirma a Dra. Sumire.

A médica explica ainda que procurar a medicina do viajante não deve ser exclusividade para quem viaja para o exterior ou para destinos considerados exóticos. “Dependendo da região do Brasil, doenças diferentes podem ser adquiridas. Assim, pode ser necessário ser vacinado para febre amarela, por exemplo. Vale sempre a pena consultar quem está constantemente atualizado no assunto”.

A médica explica que os especialistas nessa área da medicina atuam não só na parte de imunização, mas também na prevenção de doenças não infecciosas, como trombose venosa profunda. Além disso, lidam com medicina de altitude, que trata, por exemplo, de problemas relacionados ao mergulho.

“Infelizmente, embora muitos se lembrem de checar o automóvel antes de cair na estrada, ainda não é rotina procurar atendimento médico antes de viajar. No entanto, o aumento de pessoas que viajam e a disseminação de informação tem feito com que mais pessoas procurem este serviço”, observa.

Esses serviços devem ser procurados antes e depois das viagens. Pessoas que apresentem problemas de saúde devem informar ao médico viagens nos últimos meses, mesmo que curtas e para destinos próximos, pois isso pode ajudar no diagnóstico. “Mesmo quem voltou sem sintomas, dependendo do tempo de viagem e do destino, deve ter sua saúde novamente avaliada, com um olhar específico para problemas que possam ter sido adquiridos na viagem”. conclui a Dra. Sumire.
 

Durante a viagem: o que posso levar?

Para quem vai viajar fora do país, o mais indicado é levar os medicamentos habituais, de preferência na bagagem de mão, sempre na embalagem original e com receita médica. A recomendação é levar também analgésicos comuns, antieméticos e antialérgicos, desde que estejam acompanhados da prescrição médica no idioma apropriado ou em inglês, que pode ser feita pelo próprio médico, se ele souber o idioma ou pelo médico do serviço de viajante. Para portadores de doenças crônicas ou graves, é recomendado portar um breve relatório sobre sua saúde, escrito pelo seu médico. Além disso, é aconselhável ter consigo o contato do seu médico ou estabelecimento de saúde onde você é acompanhado. Muitas vezes, um telefonema ou um email, numa situação difícil longe de casa, podem ajudar muito.

 

Onde posso fazer a triagem de prevenção?

Tanto a rede pública quanto a privada dispõem de atendimento específico para quem vai viajar, tanto na ida quanto no retorno.

 

Quais as orientações para quem vai viajar?

Sempre que possível, planejar com antecedência, procurando informações sobre o destino. É também aconselhável consultar um serviço de medicina do viajante, de preferência com um mês de antecedência e se houver indicação, receber as vacinas e fazer as profilaxias indicadas em cada caso.

 

Quais vacinas devo tomar?

É muito importante que se procure um serviço de medicina do viajante para esclarecer as vacinas que devem ser aplicadas, pois elas dependem de quando e para onde se vai viajar. De acordo com a Dra. Sumire, são múltiplas as possibilidades de indicação de vacinas. “O calendário básico de vacinação deve estar sempre completo, viajando ou não. Além disso, as vacinas para febre amarela, hepatite A são frequentemente indicadas. As situações de surto são muito dinâmicas e mudam ao longo do tempo. Assim, as recomendações são determinadas para cada situação, naquele momento”.

 

Que outros medicamentos posso precisar tomar?

Para algumas doenças infecciosas, as vacinas não são disponíveis. Em alguns casos, o médico pode recomendar o uso de um ou mais medicamentos para preveinir que se contraia infecção. Esta proteção, chamada profilaxia, acontece somente enquanto a pessoa estiver em uso da medicação. Quem viaja para determinados países com alta incidência de formas graves de malária, por exemplo, deve, em certas situações, fazer uso de medicação anti-malária enquanto estiver naquela área.

Além disso, pessoas com fatores de risco para trombose, como pessoas obesas, tabagistas, ou com problemas circulatórios podem, por vezes, se beneficiar do uso de medicamentos que previnam a trombose venosa, especialmente nos casos de imobilidade por longos períodos, como ocorre em viagens aéreas de longa distância.
 

Fonte:  Hospital 9 de Julho


Viagem segura: evite revelar informações nas redes sociais

Confira as orientações do Sesvesp e evite que sua residência seja assaltada nas férias

 

Casos de roubos estão sendo motivados por postagens em redes sociais, como ocorreu com o adolescente que teve a casa assaltada, em São Paulo-SP, depois de postar fotos de produtos eletrônicos comprados no exterior, após uma viagem. Em outro caso, um rapaz facilitou a ação do bandido ao revelar que iria viajar. Ele ainda se surpreendeu ao se deparar com o recado audacioso deixado pelo bandido: “A próxima vez que você viajar, avisa”.

Situações como essas podem ser evitadas, se forem tomados os devidos cuidados. Por isso, ao viajar de férias, preserve suas informações e dificulte a ação de marginais. “É importante ressaltar que o bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as redes sociais estão funcionando como uma ferramenta facilitadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho mal intencionado. O cuidado precisa ser redobrado”, explica o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), João Palhuca.

 

Fique atento aos detalhes:

 

Evite fazer comentários, com detalhes da viagem, em redes sociais. Procure não compartilhar detalhes da viagem com muitas pessoas;

Não grave informações em sua secretária eletrônica, do tipo: “no momento não estou em casa”;

Deixe itinerário e telefone com um parente ou vizinho de confiança;

Evite deixar as chaves de todas as portas de acesso à sua residência com empregados ou na portaria do condomínio;

Suspenda a entrega de jornais e revistas;

Solicite que alguém recolha suas correspondências;

Nas casas térreas ou com janelas frontais, deixe as cortinas e/ou persianas fechadas;

Se possível, instale grades de segurança nas janelas e luzes que permitam boa iluminação;

Ou, então, instale trancas e fechaduras de segurança adicionais;

A utilização de cães treinados tem se mostrado um excelente recurso de segurança;

Quanto menos pessoas souberem dos recursos de segurança disponíveis em sua residência, mais segura sua casa estará;

Procure contratar empresas idôneas para realizar serviços de manutenção em sua residência.


Parque Nacional do Iguaçu alcança novo recorde de visitantes
Nova Maravilha da Natureza divulga balanço de 2011

O Parque Nacional do Iguaçu recebeu 1.394.187 visitantes em todo o ano de 2011. A marca estabeleceu um novo recorde anual de entrada de turistas na unidade de conservação. Os números indicam um crescimento de 10,15% no movimento comparado com 2010.  Os dados demonstram também a preferência nacional pelo atrativo.

No ano passado 751.353 brasileiros visitaram o parque. O número equivale a 54% do total de entradas. Demais países integrantes do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) somam 309.312 ingressos, representando 22% de ingressos. O público argentino é o segundo que mais visita a unidade. Outros estrangeiros completam a lista com 333.522 entradas ou 24% de turistas.
Para o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, o movimento em 2011 foi excepcional. “O desafio para este ano é iniciar os trabalhos de implantação da nova Trilha das Cataratas, visando oferecer maior mobilidade, acessibilidade e conforto aos visitantes. Nos próximos meses estaremos apresentando o projeto da nova trilha e a idéia é iniciar sua implantação já a partir de 2013”, revelou Pegoraro.
De acordo com o gerente-geral da Concessionária Cataratas do Iguaçu S.A, Celso Florêncio, o recorde de visitantes é também fruto do bom trabalho desempenhado dentro do parque. “A nossa empresa vem constantemente se profissionalizando para superar os desafios e tornar o passeio do visitante cada vez melhor”, destacou Florêncio.

Cataratas S/A - A concessionária foi criada para incentivar o turismo no Parque Nacional do Iguaçu e ajudar a preservar suas belezas naturais. É uma empresa 100% brasileira, com tecnologia única na administração de serviços turísticos em parques nacionais. Já são dez anos de experiência em gestão ambientalmente correta. A Cataratas S/A é um modelo para o país.


Na praia, fique longe deles e proteja-se!

Águas-vivas, caravelas e outros animais aparentemente inofensivos podem provocar ferimentos graves

 

Vai aproveitar os dias quentes de verão e relaxar na praia? Então, lembre-se de que os cuidados, nesta época do ano, não devem ser apenas com a pele. Fique atento e saiba o que fazer com queimaduras causadas por águas-vivas, caravelas e animais similares.

De cada mil atendimentos nos postos médicos das cidades litorâneas, um refere-se a acidentes causados por animais marinhos perigosos. O risco existe porque esses animais acabam ficando presos à areia pelos seus filamentos. A incidência de casos aumenta no verão por causa da grande quantidade de pessoas que vão às praias.

Depois do acidente, é fundamental fazer o tratamento de maneira adequada. Segundo a dermatologista Lilian Braga, é desaconselhável usar pomada ou outros produtos para aliviar o ardor. “É preciso lavar a região do ferimento com água do mar gelada ou fazer compressas com vinagre, tomar muito líquido e procurar um médico logo em seguida”, alerta.

Além disso, para saber o tratamento ideal, é importante que o banhista saiba distinguir entre o ferimento provocado por caravela (que apresenta um balão arroxeado e causa dor imediata: tocou, doeu) e água-viva (bem transparente, deixa linhas vermelhas na pele, extremamente dolorosas). Quando um acidente devido a uma água-viva ocorre, logo se seguem outros, pois essas surgem de alto mar em grupos. "É preciso sair da água imediatamente", adverte a dermatologista.

De acordo com o cirurgião plástico Eduardo Braga, a ação do veneno de alguns animais pode provocar dor intensa por até 24 horas e ferimentos graves na pele. “Em casos de queimaduras severas, é necessário passar por uma cirurgia”, conta.

Um dos principais conselhos para os banhistas é jamais tocar em um animal que a maré traga para a praia, especialmente águas-vivas, caravelas, ouriços-do-mar e pequenos peixes, que podem apresentar ferrões venenosos.


 

 

Itália - Vaticano

 

O nome "Vaticano" é anterior ao Cristianismo e vem do latim Mons Vaticanus, ou seja, o Monte Vaticano. A raiz da palavra "Vaticano" é derivada do latim "vates", que significa "vidente, adivinho", que por sua vez é uma palavra empréstada do etrusco. Na verdade, a Colina do Vaticano foi a casa dos vates muito antes da Roma pré-cristã. Vaticanus, também conhecido como Vagitanus, era um deus etrusco, que "abria a boca do recém nascido para que ele pudesse dar o primeiro grito, o primeiro choro", e seu templo foi construído no antigo local de Vaticanum. Era também o nome de uma das sete colinas de Roma onde se erguia o Circo de Nero. Lá São Pedro foi martirizado e sepultado para proclamar a sua devoção a Jesus Cristo.

A área do Vaticano é de 0,44 km², sendo o menor estado do mundo com reconhecimento internacional. Está situado no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira e é um enclave, sendo um Estado independente e soberano. Partilha 3,2 km de fronteira com a Itália, mais concretamente com Roma. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.

Os edifícios e locais mais emblemáticos da Cidade do Vaticano são a Basílica maior de São Pedro, os Jardins do Vaticano, a Praça de São Pedro, a Capela Sistina, o Museu do Vaticano, a Biblioteca Vaticana e o Palácio Apostólico. Fora da Cidade do Vaticano, o Estado possui vários edifícios em Roma e na Itália que gozam de direitos extraterritoriais, entre os quais se destacam Castel Gandolfo (a residência de Verão do Papa) e as Basílicas maiores de Santa Maria Maior, de São João de Latrão e de São Paulo Extramuros.

A Cidade do Vaticano conta com numerosos atrativos, além de principais cerimônias. O Vaticano oferece uma inigualável mostra de tesouros artísticos.

Antes de adentrar-se na Cidade do Vaticano convém visitar o Castelo de São Anjo, lugar caraterístico de Roma, obra do imperador Adriano data do ano 130, que em seus inícios estava destinado a ser seu mausoleu. Este castelo foi finalizado por seu sucessor Antonio Pío no 113, um ano depois da morte de Adriano. O túmulo Imperial, onde se guardam as urnas com as cinzas dos imperadores encontra-se no segundo andar. O castelo continuou como mausoleu até a norte de Caracalla no século III, quando passou à ser uma fortaleza conhecida como a Cidadela de Roma. A estátua de São Miguel coroa as torres e foi agregada em 1753. O papa Leão IV cercou com uma muralha o Vaticano e o Borgo, convertindo-o em uma fortaleza, onde se refugiavam os papas em épocas de perigo. A passagem que une o Vaticano com o Castelo, fez Alexandre VI no século XV. Durante o pontificado do Papa Paulo III, se decorou o interior, colocando-se um anjo de mármore na parte mais alta, obra de Raffaelo de Montelupo. Durante o Renascimento se utilizou como prisão e mais tarde como residência papal. Na atualidade acolhe o Museu Nacional do mesmo nome, de grande importância, que se abriu ao público no ano 1933. Pode-se visitar quatro andares e os apartamentos papais com valiosas coleções de móveis, tapetes, pintura, armas e armaduras, que datam do século VII a.C., de autores como Miguel Angelo e Perin do Vaga, entre outros. No terceiro andar encontra-se A Loggia de Pauolo III, que conduz à galeria aberta de Pio IV, desde a que se contempla uma bela panorâmica da cidade. Também desde o terraço à Loggia de Julho II se ve o Ponte Sant´Angelo e na parte mais alta da cidade se contempla uma bela vista de São Pedro e seus arredores. Aberto, segunda-feira das 14.00 h às 19.30 h, de terça-feira a sábado das 9.00 h às 14.00 h, domingo das 9.00 h às 13.00 h.

O tratado Lateran de 1929 transformou o Vaticano no menos e mais influente estado independente do mundo. O Vaticano parece uma cidade fortificada graças a Leon IV, que ordenou a construção dos muros medievais que a cerca, exceto ao leste, onde a entrada da piazza San Pedro delimita a fronteira com Roma.

Essa piazza, que fica em frente a enorme basílica de San Pedro, foi projetada por um dos mais brilhantes artistas barrocos italianos, Gian Lorenzo Bernini. Quatro fileiras de colunas, que parecem ser uma só quando vista de uma certa perspectiva, do pátio da colunata elíptica que cerca o obelisco localizado no centro da praça. No período imperial romano o obelisco decorava o circo de Calígula, lugar onde São Pedro parece ter sido martirizado e crucificado.

A piazza leva até a basílica de San Pedro, sede da igreja Católica e símbolo de seu poder. Os primeiros cristãos construíram uma pequena capela no lugar de martírio de São Pedro e, anos mais tarde, Constantino erigiu essa impressionante igreja que guarda tesouros de imenso valor, como a Pietá de Michelangelo e a imagem de São Pedro, atribuída a Arnolfo di Cambio, do século XIII.

Na sua construção, participaram arquitetos famosos e artistas como Michelangelo, o criador da famosa cúpula. Cinco portas dão acesso ao interior do templo, guardadas pelas estátuas eqüestres de Carloman e Constantino. A última a direita é a Porta Santa, aberta e fechada pelo Papa apenas durante o ano do jubileu. No centro da fachada, abre o grande salão destinado à benção “urbi et orbi” (cidade e mundo). No centro do templo fica o baldaquino de Bernini, uma enorme abóbada de bronze que sai da parte sagrada da basílica, e o túmulo de São Pedro, localizado embaixo da igreja, no centro do necrotério que guarda os túmulos de vários Papas. Emoldurada pelo baldaquino, aparece a Cattedra Petra, obra de Bernini. Essa cadeira de madeira, banhada em ouro, passa nas mãos de quarto patronos da igreja abaixo da figura da Santa Trindade. Do lado direito da varanda fica a entrada para a cúpula.

A guarita cercada de pilastras guarda relíquias veneradas como o famoso Veronica, um tecido com a imagem gravada de Cristo. Os fabulosos jardins de vaticano podem ser admirados de lá. Neles, há inúmeras fontes, como a Gelleon e a Eagle; pequenas construções, como por exemplo a Casina di Pio IV, que hospeda e Academia Pontifícia de Ciências, e alguns bosques artificiais. A basílica de São Pedro no Vaticano e os museus dão os únicos lugares abertos ao público, no entanto é possível organizar uma visita aos jardins do Vaticano e ao cemitério de São Pedro através do centro de informações turísticas.

Depois de muitos anos na complicada tarefa de reconstruir e aumentar a igreja, obra original de Constantino, foram os arquitetos Sangallo, Rafael e Peruzzi que dirigiram a construção da Basílica mais formosa e grandiosa do mundo todo, com forma de cruz grega, em sua orígem, ficando depois em forma de cruz latina e rematada, posteriormente, por Miguel Angelo, com a maravilhosa cúpula de 132,5 metros de altura que da unidade ao interior da basílica. A fachada de Carlo Moderno, o pórtico de Bernini, acima deste a Loggia, galeria que dá à praça antes mencionada com cinco portas de acesso, destas a da direita unicamente se abre cada vinte e cinco anos, durante o Ano Santo. As portas centrais de bronze, com retrato próprio e de seus ajudantes por detrás mostrando seu trabalho, são obra de Antonio Filarete que demorou doze anos em terminá-las (1433-1445). Ali também pode-se ver a Scala Regia de Bernini. Na capela, à direita da entrada, encontra-se a obra de arte mais importante de São Pedro, "La Pietá" de Miguel Angelo, que esculpiu com só 25 anos de idade, sendo também a única peça assinada por ele. Outras obras que pode-se admirar na basílica são a escultura de "São Pedro no Trono" atribuída a Arnolfo di Cambio, século XIII, situada ao final da nave e à direita perto do altar papal. Sob este altar encontra-se a grade dourada que cobre o ninho de Pallia, mosaico original e restaurado do século VI. A maioria do interior da basílica é barroco, obra de Bernini, assim como, o grande baldachino central de bronze que tardou dez anos em terminar e que se alça acima do altar papal. Sua importância é indiscutível.

Não se pode deixar de admirar o túmulo de São Pedro, situado na mesma basílica. As visitas do Tesouro têm horário de 9.00 h às 13.00 h, no verão de 9.00 às 18.00 h. Se podem contemplar obras tão importantes como a "Dalmática", a "Cruz do Imperador Justino II" e o "Sarcófago" de Giunio Basso.

O Vaticano possui inúmeros palácios que são as residenciais oficiais desde o século XIII e os famosos museus vaticanos, únicos no mundo com tamanho valor e beleza. Ao cruzá-los a primeira parada é a Capela Cistina, construída sob o mandato de Sixtus IV entre 1475 e 1481. O enorme afresco no teto, que representa o Gênesis, foi feito por Michelangelo e as pinturas nas paredes laterais e da parede oposta ao altar foram feitas por pintores de prestígio da época como Boticelli, Perugino e Guirlandaio. Vinte e quatro anos depois de terminar sua grande obra, Michelangelo ficou responsável por pintar nas paredes da capela afrescos que refletissem o Julgamento Final. Através dessas tocantes imagens a escola sagrada se reúne sempre que um novo Papa é escolhido.

Cercando a Capela Cistina surgem as quatro salas de Rafael: o saguão de Constantino e as salas da Segnatura, Heliondro e o L’Incendio, que tem esse nome devido ao incêndio no distrito de Borgo e que, de acordo com a lenda, cessou quando o Papa Leon IV fez o sinal da cruz.

Outros lugares interessantes são a capela de São Nicolau, os quartos da Borgia, a biblioteca do Vaticano, as instalações do museu Chiaromonti, e o museu Pio-Clementino. Vale a pena também visitar a galeria de arte, com uma seção de quadros de pintores como Caravaggio, Giotto e Da Vince, entre outros; e o museu Profane Gregoriam, com mosaicos trazidos das estações de água de Caracalla.

 

Museus e Galerias do Vaticano

Os Museus e Galerias do Vaticano têm o seguinte horário: das 9.00 h às 14.00 h. de segunda-feira a sábado (no período de Páscoa desde o 1 de julho ao 30 de setembro, das 9.00 h às 16.00 h.). Fechado aos domingo, exceto o último de cada mês, com entrada gratuita das 9.00 h às 13.00 h.

Estes edifícios guardam uma de coleções de arte mais importantes do mundo. Os palácios originariamente se edificaram como residências papais renascentistas. No século XVIII se expuseram pela primeira vez ao público as obras de arte que colecionaram os papas ao longo dos séculos. Por falar em alguns dos tesouros mais apreciados, destacam o Museu Gregoriano Egípcio, criado em 1839 por Gregório XIV, que compreende uma importante documentação da civilização e a arte do antigo Egito, com múmias e sarcófagos, estrelas funerárias e comemorativas, assim como, estátuas de época romana inspirade na arte egípcia, entre outras.

O Museu Pío-Clementino guarda uma grande coleção sobre tudo de esculturas gregas e romanas, entre as que destacam o "Junho Sospita", a "Amazona Ferida", o "Busto de Trajano", a "Ariadna Dormida", o "Apolo de Belvedere", o "Hermes", a "Estátua da Deusa", o célebre grupo do "Laoconte" e o "Heros de Centocelle", entre outros.

O Museu Gregoriano Etrusco, aberto unicamente as segunda-feira e sexta-feira das 9.00 às 14.00 h. foi criado no ano 1837 por Gregório XVI. Em seu interior encontra-se uma interessante coleção procedente de escavações da Etruria meridional e recentes doações, entre as que encontram-se o "Marte" de Toldi, estátua do século V a.C., o "Túmulo Regolini-Galassi" de Cervéteri do século VII a.C., e um "Discóbolo", cópia do original de Miró. Neste museu não pode-se deixar de visitar a Galeria dos Castiçais, com um "Sarcófago com criança" do século III d.C. e a "Moça correndo", obra classicista do círculo de Praxiteles do século I a.C., entre outras; a Galeria dos Tapetes, com uma grande exibição de têxtéis que representam a vida de Cristo e a Galeria dos Mapas, com uma extensão de 120 metros quadrados, decorados com os mapas da Itália obra de Ignácio Danti dos anos 1580 -1583.

As Estâncias de Rafael, decorada por ele mesmo a petição de Júlio II em 1508, estão considerada como uma de obras primas de todos os tempos. Pode-se visitar a Estância do Incêndio do Borgo, a Estância da Signatura, na que pode-se admirar a "Disputa do Sacramento", a "Escola de Atenas e o Parnaso", a Estância de Constantino e a Estância de Heliodoro, com a "Liberação de São Pedro da Cadeia" e o "Milagro de Bolsena e Heliodoro expulso do templo". Na continuação, a Galeria de Rafael, situada no segundo andar, com decoração de estuco e grotescos entre os repinturas e nas paredes obra de Giovani da Udine. A bóveda está decorada com cenas do Antigo e do Novo Testamento, tode desenhade pelo artista e realizada por Giulio Romano, Perin do Vaga e F. Penni.

Destinguem-se, além disso, a Capela de Fray Angélico, ornamentada toda ela com afrescos de Fray Angélico de 1448 -1450 e o Apartamento Borgia, em cuja visita se incluem as duas estâncias da torre Borgia, nesta Capela pode-se visitar além diferentes salas como a de Sibilas, com profetas e sibilas dos discípulos de Pinturicchio, a dos Mistérios da Fé, a do Credo, a de Ciências e de Artes Liberais, a da Vida dos Santos e a dos Pontífices, além de outras duas salas menores com afrescos de Pinturicchio.

A Pinacoteca, com uma maravilhosa exibição de obras como "Histórias de São Nicolás de Vari", a "Virgem do Magnificat", a "Coração de Maria", o "Cristo ante Pilatos" e o "Tríptico Stefaneschi", entre outras, além dos dez tapetes tecidos por Pieter vam Aelst nos anos 1515 -1516, sobre cartões de Rafael.

Como peça essencial e autêntica jóia destaca a Capela Sixtina, construida nos anos 1475-1481, na época de Sixto IV. Nela celebram-se os conclaves para a eleição dos Papas, sendo além a Capela privada e oficial dos Pontífices. A balaustrada que a divide foi decorada por Mino da Fiesole, Giovani Dalmata e A. Bregno. Nesta maravilhosa estância pode-se admirar diferentes obras de diferentes autores: na paredee direita do altar, as "Tentações de Jesus" de Botticeli, a "Entrega de chaves à São Pedro" de Perugino, ajudado por Signorelli, a "Última Ceia" de C. Rosselli e o "Batismo de Jesus" provavelmente de Perugino e Pinturicchio, entre outras. Destacam além as Figuras dos Papas nos ninhos entre as janelas obra de Botticeli e Ghirlandajo, entre outros artistas e na paredee esquerda do altar, o "Passo do Mar Morto" de C. Rosselli, "Moisés e as Filhas de Jetro" de Botticeli e a "Morte de Moisés", entre outras.

Porém, a Cúpula é, sem dúvida, um dos maiores atrativos da Capela. Foi decorada pelo genial Miguel Angelo com maravilhosos afrescos, iniciados no ano 1508 e acabados em 1512. As figuras e as cenas se enquadram em uma bela e monumental obra arquitetônica pintada. No centro da bóveda distribuide em nove repinturas retangulares se representam as Histórias do Gênesis, enquanto que a parede do Altar está coberta pelo grande afresco do Juízo Universal pintado por Miguel Angelo nos anos 1535-1541, durante o papado de Pablo III. Nesta genial obra se cubriu com roupagens a nudez de algumas figuras por ordem de Pio IV, tal e como aparece refletido no maravilhoso filme "Miguel Angelo" interpretada por Charlton Heston. Alguns retoques posteriores e a fumaça de velas têm escurecido a pintura, embora nos últimos tempos têm-se realizado restaurações devolvendo à obra seu desenho e cor original.

 


Prado, Sul da Bahia

Natureza preservada e belas praias

 

Durante a temporada mais quente do ano, o município reúne história, infra-estrutura hoteleira, ótimos restaurantes e passeios marítimos ao Arquipélago dos Abrolhos.

Para quem quer aproveitar as férias de verão em um paraíso tropical, com excelente gastronomia e ainda conhecer um pouco da rica história do descobrimento do Brasil, o município de Prado, porta de entrada da Costa das Baleias, localizado no sul da Bahia, é o destino certo.

Conhecida como porto e maternidade das baleias Jubarte, que migram para a região todos os anos entre julho e novembro para acasalar, procriar e amamentar seus filhotes, a cidade promete ser ainda mais animada e receptiva com os turistas que por lá decidirem ficar nos meses do verão brasileiro. Com estrutura hoteleira considerada uma das cinco maiores da Bahia, Prado ainda possui vagas para as férias de verão, além de já aceitar reservas para o Carnaval 2011.

Com 84 km de praias recortadas por falésias e rios, o município de Prado preserva um clima de interior e é um poço de história pouco divulgada. Localizado a 218 quilômetros de Porto Seguro, o lugar oferece um cenário rico em natureza, cultura, arte, lazer, esportes, gastronomia tradicional e contemporânea e infra-estrutura em serviços.

 

Passado rico, gastronomia diversificada e infra-estrutura

Amantes de história e curiosos por saber mais das origens brasileiras vão se deliciar com os fatos históricos pouco divulgados que aconteceram ali. Segundo especialistas e estudiosos sobre o descobrimento do Brasil, foi justamente em Prado que aconteceu o primeiro contato entre os índios e a esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Os descobridores portugueses fizeram uma parada na foz do rio Cahy antes de chegarem a Porto Seguro, que acabou ficando com a fama histórica.

Fatos históricos à parte, a gastronomia local faz valer as calorias e é um excelente atrativo para quem gosta de novos sabores. Fazendo uma releitura contemporânea das receitas tradicionais, a culinária de Prado mistura toques brasileiros com influência internacional, com pratos feitos de peixes, frutos do mar e ingredientes frescos. No café da manhã, além das frutas, os visitantes sempre encontram delícias tradicionais feitas com ingredientes locais.

O setor hoteleiro resume a vocação da cidade para o prazer de receber bem. As opções oferecidas podem ser aproveitadas por turistas de todos os bolsos e gostos. Pousadas aconchegantes são o local perfeito para quem quer passar férias sem arruinar a conta bancária. Quem quiser investir em mimos e paisagens incríveis pode se hospedar em um Ecoresort localizado em uma ilha fluvial. E para os que buscam privacidade e aconchego, o empreendimento localizado na Praia de Guaratiba possui diversos residenciais com charmosas vilas e bangalôs com serviços de hotel. Para os próximos meses de férias, é possível encontrar diárias a partir de R$ 140. Já os pacotes para o Carnaval de 2011 começam em R$ 1.100,00 até R$ 8.358,00, para os cinco dias de folia.

 

As praias da região

 

Dentro da imensa gama de passeios pelas praias da cidade, o destaque fica para a Praia do Tororão. Muito procurada principalmente nos dias mais quentes, o local possui uma queda d’água de água doce, ideal para refrescar os turistas. A beleza do lugar também é única, com falésias em vários tons coloridos que podem chegar a 30 metros de altura. Coqueiros e piscinas naturais, moldadas de acordo com a maré, completam a paradisíaca paisagem.

 

Outras opções de praias são:

 

Paixão: De areia fina e branca, tem águas rasas e mornas. Lá fica o hotel restaurante Praia da Paixão, de José Roberto e Neide Scaranci. A água de coco geladinha é o cartão de boas-vindas. O local é passagem obrigatória para os que passam na praia da Paixão e deseja experimentar uma deliciosa caldeirada de frutos do mar ao suco de laranja (com polvo, siri, posta de badejo, ostra, lagosta e camarão filé, acompanhada de arroz e pirão), criada pelo próprio Zé Roberto.

Viçosa: Também conhecida como Amendoeira, é pequena e tem um deságüe de rio de um lado e uma barreira de recifes do outro. As falésias na orla dão forma a essa praia reta, quase sem ondas. Local ideal para a pesca de robalo.

Coqueiral: Com águas limpas, ondas fortes e areia branca, é ideal para relaxar e curtir os coqueiros que ladeiam toda extensão do local.

Praia Novo Prado: Margeada por coqueirais, é uma das mais freqüentadas, com infra-estrutura de barracas de praia. Ideal para banhos de mar e caminhadas.

Praia do Centro: É também uma das mais freqüentadas, com infra-estrutura de barracas de praia, plana e propícia para banhos de mar.

Vila de Cumuruxatiba: Praia tranqüila em meio a imponentes falésias com águas calmas e rasas, Cumuruxatiba é uma rústica e charmosa vila de pescadores a 30 km do centro de Prado. Conserva praticamente intactos longos trechos de praias emolduradas por coqueiros. É um lugar tranqüilo com mar de águas mornas, contrastando com pequeninos riachos de águas limpas e frias que deságuam ao longo do litoral.

 

Passeios nas redondezas

 

 

Os passeios de barcos e mesmo de carro pela costa partindo de Prado são uma das atrações imperdíveis para quem passa pela região e quer conhecer as belezas naturais e as praias de águas azuis cristalinas.

 

 

O Arquipélago dos  Abrolhos é visita obrigatória para quem passa por Prado.  Constituído de cinco ilhas de origem vulcânica, a 52 km da costa, seus 910 km2 pertencem ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos, sob o controle do IBAMA e apoio da Marinha. O arquipélago é formado pelas ilhas de Siriba, Redonda, Guarita, Sueste e Santa Bárbara.  Siriba é a única que pode ser visitada, enquanto Santa Bárbara pertence à Marinha do Brasil e fica fora do Parque.  Além do arquipélago, faz parte do Parque o Recife das Timbebas, incluído na área protegida pelo ICM-Bio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) por ser um dos bancos de recifes mais ricos da região. Até o naturalista inglês Charles Darwin, durante sua viagem realizada em 1832 “em busca da origem das espécies”, passou por Abrolhos e ficou intrigado com o que viu. Pela sua descrição, acredita-se que tenha avistado ctenóforos, parente das águas vivas, que boiavam aos montes nas águas quentes. 

É um verdadeiro santuário marítimo-ecológico e embaixo d'água que Abrolhos esconde as maiores surpresas: águas claras de temperatura amena, que chegam a ter 20m de visibilidade,  e a grande diversidade de fauna e flora marinha fazem de lá um dos melhores locais para a prática do mergulho no Brasil. No parque, pode-se mergulhar em águas rasas sobre o topo dos chapeirões (recifes à flor da água, em forma de cogumelo) e descobrir fantásticas cavernas. Lá também estão os corais negros preciosos e com formação que lembram os cipós de nossas matas nativas.  O cenário marinho conta com centenas de espécies de peixes tropicais, moluscos, crustáceos, algas e formações de corais incríveis, algumas tão pequenas e delicadas como botões de flores e outras grandes e complexas em sua forma que são comparadas a grandes catedrais.

 

Corumbau

Um dos pontos mais procurados dentro do distrito de Prado é Corumbau. Batizado pelos índios pataxós, o nome quer dizer “longe de tudo” e faz referência à privacidade do lugar, que ainda permanece quase intocado pelo homem. Ali é possível observar o encontro do rio Corumbau com o mar, um dos espetáculos mais belos da região. A praia se estende por 15 quilômetros de areias brancas e sua barreira de corais segue por 10 quilômetros mar adentro, tornando as águas mornas e mansas. Na Ponta do Corumbau funciona o pequeno centro com artesanatos e restaurantes, além de ser o ponto de saída e chegada dos pescadores.

  

Recife dos Timbebas

Dentre os diversos pontos de mergulho, o Recife dos Timbebas é o principal ponto de mergulho para quem parte da cidade de Prado, com visibilidade entre dois e 20 metros. Lá também encontramos os corais negros preciosos e com formação que mais lembram os cipós de nossas matas nativas. A formação dos recifes de Timbebas é resultante do agrupamento de vários chapeirões, unidos e cimentados pelas algas coralinas e outros organismos incrustantes, formando colunas, que crescem do fundo até atingirem o nível médio do mar. Há também extensas cavernas, algumas com até 15m, que podem ser transpostas com segurança. O recife fica visível na maré baixa e peixes de todas as cores e formatos podem ser vistos no local.

 

Recife das Guaratibas

Nas marés de lua nova e lua cheia, os recifes das Guaratibas afloram proporcionando a formação de piscinas que se tornam excelentes locais para a prática do mergulho autônomo ou livre, bem como para a pesca submarina. A transparência das águas favorece a observação de tartarugas, barracudas e uma infinidade de peixes multicoloridos. O passeio sai no horário da maré alta, chegando aos recifes com a maré já abaixando. A embarcação ancora na parte rasa, possibilitando aos que não sabem nadar usufruir do passeio. Do Recife das Guaratibas, tem-se uma vista magnífica do Monte Pascoal.

 

Como chegar

 

Via aérea: o aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro. Saindo pela BR-367, por 65 km até Eunápolis. Depois, percorrer mais 144 km pela BR-101 até Itamaraju. Daí mais 52 km pela BR-489 chega-se a Prado.   

Via carro: para quem vem do sul, pegar a BR 101 até a cidade de Teixeira de Freitas (BA) depois pegar a BA 290 até o trevo de Caravelas, Alcobaça e Prado, seguir em sentido ao Prado pela BA 001. O trecho todo de Teixeira até Prado são 74 km. Para quem vem do norte, pegar a BR 101 até a cidade de Itamarajú, seguir 54 km pela BA 489 até Prado.

Via ônibus:
Viação São Geraldo / Gontijo
www.saogeraldo.com.br

Viação Águia Branca
www.viacaoaguiabranca.com.br

 

Fonte: Prado Turismo   - www.pradoturismo.com.br  


Chipre

 

Chipre (em grego: Κύπρος; transl.: Kýpros; em turco: Kıbrıs) é uma ilha situada no Mar Mediterrâneo oriental ao sul da Turquia, cujo território é o mais próximo, seguindo-se a Síria e o Líbano, a leste. O país é também membro da União Europeia (UE). O terço restante (norte da ilha) foi ocupada pela Turquia em 1974, que então institui a República Turca de Chipre do Norte, nunca reconhecida pela ONU, reconhecida apenas pela própria Turquia.

O Chipre é uma ilha localizada na parte mais a leste do mar Mediterrâneo, a sul da Turquia e a oeste da Síria. Esta ilha é, na verdade, constituída por dois países - a República Turca do Norte de Chipre (reconhecida apenas pela Turquia) e a República do Chipre, no Sul. Existem na ilha duas grandes cadeias montanhosas: os montes Kyrenia, no norte da ilha, e o maciço de Troodos, no centro da República Cipriota Grega. As montanhas setentrionais são essencialmente de origem calcária, enquanto as do sul são de rocha vulcânica. Estas regiões montanhosas são separadas pela planície de Messaria.

Chipre é uma das grandes ilhas do mar Mediterrâneo (juntamente com a Sicília, Sardenha, Córsega e Creta), a mais oriental de todas, localizada entre a costa sul da Anatólia e a costa mediterrânica do Médio Oriente. Geograficamente, pertence à Ásia, embora culturalmente e historicamente seja um misto de elementos europeus e asiáticos, com os europeus a predominar, dado o seu passado grego e os dois terços actuais de população de origem grega.

Depois de sucessivamente ocupado por fenícios, egípcios, assírios, persas, gregos e romanos durante a antiguidade, Chipre foi dominado pela República de Veneza desde 1489 até à invasão dos turcos otomanos em 1570. Pelo Congresso de Berlim, a ilha passou à administração britânica a 12 de julho de 1878, sendo convertida oficialmente em colónia em 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial.

O Chipre sempre existiu como ilha e muitas das espécies nativas, principalmente as vegetais, são únicas no mundo. O país possui três tipos de habitats principais: cadeias montanhosas, planícies costeiras e áreas de cultivo. Algumas das planícies costeiras, irrigadas por cursos de água sazonais, são ocupadas por pomares de citrinos. O turismo tem sido responsabilizado pelo desaparecimento da flora e fauna nativas. É nas zonas montanhosas e na península de Akamas (a qual tem sido alvo de medidas de protecção ambiental, apesar de não ser um parque nacional) que se encontram os melhores locais para observar a vida selvagem. Além de não estar tão voltado para o turismo, o Norte conserva populações mais abundantes de plantas e animais nativos. Aqui poderá observar abutres, raposas, morcegos frugívoros, tartarugas marinhas e muflões, uma espécie endémica do Chipre.

O clima da ilha é tipicamente mediterrânico, com Verões muito quentes nos meses de Julho e Agosto. Durante a maior parte do ano, o clima é seco, ocorrendo, no entanto, chuvas imprevisíveis em Dezembro, Janeiro e Fevereiro. É frequente haver anos de seca no Chipre, sendo a água um bem tão raro que muitas vezes tem de ser racionado.

Lendária terra natal da deusa Afrodite, Chipre foi cobiçada e disputada por uma série de admiradores: micênicos, egípcios, assírios e persas, só para citar alguns. A antiga colônia britânica foi mais recentemente disputada por turcos e gregos. Um resultado desse passado turbulento é a impressionante variedade de tesouros culturais, desde castelos dos cruzados até a tumba da tia de Maomé. A geografia da ilha, uma costa fértil com o centro montanhoso, garante muitas atividades ao longo do ano inteiro.

A ilha é montanhosa, com duas zonas acidentadas separadas por um vale amplo (a Mesaoria), onde se ergue a capital, Nicósia. A sudoeste erguem-se os montes Troodos, que albergam o ponto mais elevado da ilha, o monte Olimpo, com 1 953 metros de altitude. A norte erguem-se os montes Pentadactylos, uma cordilheira bastante estreita que começa na costa norte e que se prolonga para leste na longa península que confere à ilha a sua forma característica. Há também pequenas planícies costeiras no sul.

Nicósia é a maior cidade e a capital quer do estado reconhecido internacionalmente, quer da República Turca de Chipre do Norte. Outras cidades importantes são Limassol na parte grega e Famagusta na parte ocupada.

Apesar do fato de que a história de Chipre é uma história de ocupações e invasões, a cultura contemporânea é de caráter grego puro, um personagem que nunca mudou durante os últimos 3500 anos.

Na verdade Chipre possui uma grande movimentação de turistas durante o período de verão, quando o calor e sol são fortíssimos. A noite também é bastante agitada com vários bares, com ares típicos de pubs.

Suas praias são lindíssimas, como é comum às ilhas gregas. Existem muitos passeios de barcos pelo Mediterrâneo. Aliás, como país mediterrâneo que é, não poderia deixar de ter um bom vinho, sem esquecer dos maravilhosos azeites.

A culinária é bastante saudável, pois costuma-se comer bastante salada, acompanhada de grelhados variados de frango, carneiro e porco, todos temperados com diferentes, e exóticas ervas.

Pode-se passear pelos antigos vilarejos encrustados no centro da Ilha e que parecem parados no tempo, onde é comum encontrar rodas de homens (nunca mulheres) em "botecos", engatando conversas ao velho estilo grego de ser. Sem esquecer as igreja brancas, de origem ortodoxas, encrustradas nas pedras, às margens do Mediterrâneo.

As praias de Chipre são uma mistura de areia dourada de um lado, rochosas do outro lado e de bowling.

Ayia Napa, perto de Larnaca, é o local que tem as melhores praias de Chipre. Ele pode ser comparado a lugares como Ibiza, Fuerteventura ou Tarifa.

Falar de natureza em Chipre é falar do seu interior, cheio de vegetação mediterrânica, tão elevada como as alturas do Monte Olimpo e de seu ambiente, a sua volta. Monte Olimpo, com quase 2000 metros de altura, oferece deslumbrantes vistas a partir de sua elevação, vistas ideais para desfrutar as suas férias em Chipre. O Maciço de Troodos é onde se encontra o Monte Olimpo e o local ideal para desfrutar o mais natural de Chipre.

Na costa leste da ilha se destacar toda a Península de Akama, inexplorada e muito bem conservada, é uma das paisagens naturais mais belas do litoral do país, com zonas ideais para desfrutar o passeio. Aqui encontrará Polis, uma zona de praias selvagens muito procurada pelos turistas pela sua beleza e tranquilidade.

Chipre, como uma ilha, tem um grande número de espécies endémicas, espécies de flora e fauna que não encontrará em nenhum outro lugar. A cordilheira do interior e do litoral de Chipre são os dois locais mais impressionantes para desfrutar da natureza.

Raposas, aves marinhas, tartarugas, cabras, falcões ... são apenas algumas das espécies que podem ser encontrados.

 



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