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Dicas de viagem - O que você não pode esquecer de levar. E muito mais.

E muito mais.

 
 Edição de Março de 2010

Como se comportar no exterior

Profissionais da área de turismo e intercâmbio oferecem dicas para uma viagem tranquila, proveitosa e sem preocupações.

 

Seja em uma ocasião de lazer ou estudos, uma viagem para o exterior envolve muitas etapas decisivas. O aventureiro deve se preocupar com diversos aspectos. Dentre os mais importantes estão o tempo de permanência no exterior, o destino que melhor se encaixa nos planos e o tipo de acomodação durante a experiência. Isso sem falar na organização de documentos, como o passaporte, o seguro saúde e, em alguns casos, as vacinas preventivas.

A lista é grande e quem nunca passou pela experiência anteriormente pode ficar um tanto confuso. A primeira dica é ir com calma e escolher o destino. O mercado de intercâmbio hoje oferece inúmeros pacotes desenvolvidos de acordo com a idade, as preferências e os objetivos de cada pessoa.

“O primeiro passo é saber as lacunas que a viagem deve preencher. Qual o objetivo? Que idioma desejo aprimorar? Qual o tipo de clima que mais me agrada?”, explica a diretora da Central de Intercâmbio de Florianópolis, Juliana Bley. Com base nas preferências pessoais é possível determinar os melhores destinos e, a partir daí, fica mais fácil elaborar um roteiro que agrade em todos os aspectos.

Definido o local, é importante pesquisar com antecedência sobre a cultura, os costumes e o clima da região. “O que é normal para os brasileiros pode ser encarado de forma diferente por moradores de outros lugares”, afirma Juliana. Ela diz ainda que para não correr o risco de passar uma impressão errada ou causar desconforto, o ideal é estar ciente dos costumes da população local e respeitar as leis do país.

O consultor de vendas Maycon Schimitz, que também trabalha com intercâmbio, afirma que a educação e o respeito são base para um bom relacionamento no exterior. “Lá fora as pessoas são muito acostumadas a agradecer, pedir por favor e desculpas em todas as ocasiões. Culturalmente o brasileiro tem dificuldade em agir dessa forma o tempo inteiro e apela para o ‘pedir com jeitinho’. O que dá certo aqui, muitas vezes não funciona em outros países”. Outra dica é evitar atrasos.

 

 

Dinheiro e documentação

Para viajar é preciso dinheiro, tópico importante para que o passeio seja bem aproveitado. As dicas de Juliana e Maycon para este quesito são as mesmas: levar o dinheiro em cheques de viagem é mais seguro. Em caso de furto, é possível cancelá-los e obter reembolso em 24 horas.

“Pedimos sempre para que as pessoas dividam o dinheiro e nunca levem tudo num lugar só. É muito importante também levar um cartão de crédito internacional. Além de servir como alternativa em caso de emergência, é uma garantia a mais de que a entrada no país seja facilitada”, aconselham.

Outro ponto indispensável em uma viagem internacional é o passaporte, que deve ser solicitado com antecedência. “Por ser um processo burocrático, a emissão do documento não é de um dia para o outro. Portanto, o melhor a fazer é reunir todos os documentos necessários e dar entrada ao procedimento assim que a viagem estiver planejada ao invés de deixar para depois”, recomenda Juliana. Para o caso de perda ou extravio, ter cópias autenticadas das páginas de identificação e visto é uma forma de amenizar o problema.

    Vale lembrar ainda que menores de 18 anos necessitam da autorização dos pais para sair do país, seguro médico internacional é obrigatório para quase todos os destinos e alguns lugares pedem comprovante de imunização na entrada.

    Maycon, que morou fora do Brasil em duas ocasiões, garante que a atitude mais correta é a de procurar uma agência especializada para que nenhum passo seja deixado para trás. “As agências especializadas em viagens e intercâmbios estão acostumadas com a rotina para programas internacionais e oferecem todo o suporte necessário aos que desejam passar um tempo fora do país”, afirma.

    Por fim, fica uma última dica: aproveitar a viagem. Afinal, conhecer um lugar não é só tirar fotografias e carimbar o passaporte. Viajar é viver a cultura do país, provar a comida do povo, observar hábitos, fazer amizades e mergulhar sem medo na experiência.

 


 

Prepare-se para alugar um carro

Confira o que é necessário para usufruir dos serviços das locadoras de veículos

 

A maioria das locadoras de automóveis exige certos pré-requisitos para oferecer seus serviços, e nem sempre os clientes estão cientes das necessidades para alugar um veículo.  Questões como idade, opções de entrega e forma de pagamento pegam o motorista de surpresa, por isso é importante estar atento ao que é cobrado em cada locadora.

    Algumas agências de aluguel de carros adotam como política alugar automóveis somente para maiores de 21 anos, pois é a idade considerada para responsabilidade civil, além disso, o cliente deve estar com a carteira de habilitação há pelo menos dois anos.    
    O cliente pagará pela diária que permite ficar 24 horas com o automóvel e algumas locadoras oferecem a opção de quilometragem livre e tarifas promocionais. A opção de pagar com o cartão de crédito geralmente agiliza a aprovação do cadastro e o atendimento.         
    As tarifas podem variar de acordo com a categoria que o carro se insere ou escolha por tipo de cobertura de danos causados ao veículo locado. E é interessante ressaltar que o valor do aluguel de um carro popular no Brasil é hoje um dos menores em comparação às tarifas praticadas no mercado internacional.

    Segundo o diretor executivo da Yes Rent a Car Franchising, Raimundo Teixeira, uma das grandes vantagens de se locar um carro é o custo benefício. “Locar um carro, por exemplo, pode sair mais barato do que andar de táxi, já que o preço médio da diária custa o mesmo valor de uma corrida de aproximadamente 45 km. Além disso, as frotas das locadoras sérias são sempre novas, o que garante mais conforto e segurança para o cliente”, afirma. Ele acrescenta que algumas locadoras, como a Yes Aluguel de Carros, também oferecem assistência 24 horas ao cliente para que ele não tenha dor de cabeça.

    Outra vantagem é que é possível alugar o carro numa cidade e devolver em outra, principalmente se a locadora for da mesma rede. Porém, é recomendado ficar atento e verificar, antes de alugar, a possibilidade de devolver na cidade desejada e se é cobrada uma taxa de retorno.   

    Raimundo ressalta que o cliente deve sempre procurar uma locadora com antecedência e fazer a reserva para não correr o risco de não encontrar o veículo desejado. “Além disso, é importante que ele procure sempre devolver o carro do mesmo modo que foi entregue a ele, ou seja, limpo e com todos os acessórios. Isso evita multas e, principalmente, constrangimento. O cliente também deve verificar se a locadora oferece proteção para eventuais danos ocorridos no veículo” completa.


Itália - Calabria

 

A Calabria, ninho de antigas civilizações foi o lugar que deu o nome a toda península sendo que antigamente era chamada Itália somente a Calabria para honrar seu rei: Italo.

    Situada no meio do Mar Mediterrâneo esta região estende-se ao sul da Basilicata e fica entre o Mar Jónico e o Mar Tirreno como uma pequena península.
    Uma terra onde convivem mar e montanha, oferecendo ao turista oportunidade de visitar lugares verdadeiramente únicos e imersos em uma cultura milenar.

O sistema montanhoso da Calabria faz parte dos Appenninos e divide-se em três partes principais tombadas com três parques nacionais: Pollino, Sila e Aspromonte.
    A principal planície é a de Sibari que abre-se na baía de Taranto, entre cabo Spulico e o cabo Trionfo. Outras planínicies encontra-se ao redor de Crotone e de Santa Eufemia e de Rosarno.
    No interior da Calabria estão espalhadas muitas aldeias, normalmente situadas nos cumes das colinas e rodados para as típicos cultivos mediterrâneos.
    A orla da península conta com aproximadamente 800km: onde metade é banhado pelo Mar Tirreno e a outra metade pelo Mar Jonico.

São inúmeros ao largo de todo litoral da Calabria balneários de praias extensas, muitas delas incontaminadas e que são preferidas de todos aqueles que desejam encontrar mar limpo e natureza intacta.
    Os rios da Calabria são quase todos torrenciais. São típicos da região os "Fiumare", riachos secos durante a maior parte do ano e que tornam-se impetuosos na estação das chuvas; ideais para os amantes das experiência emocionantes do rafting. Os rios mais importantes são o Crati e Neto que deságuam no Mar Tirreno.

No interior da Sila existem quatro grandes lagos: o Cecita, o Argo, o Ampollino e o Passante.
    O território da Calabria oferece na costa um clima quente entre junho e setembro e frio entre novembro e março.
    No interior da península os invernos apresentam-se rígidos e são caracterizados também por a presença quase constante da neve.
   No lado artístico e arqueológicos são inúmeras as provas espalhadas no território da região que vão desde a pré-história até a grandiosa epopéia da Magna Grécia.
    Além disso são muitas as culturas que conquistaram, invadiram, habitaram e marcaram profundamente esta terra tais como os Romanos os Normandos, os Suévos, os Angevinos, os Aragoneses e, finalmente, os Borbones. Trata-se de fazes históricas que deixaram vestígios, começando pela estrutura urbana.

    O patrimônio artístico é muito rico com palácios, igrejas, castelos, zonas arqueológicas e obras de arte consideráveis como os Bronzes de Riace, as telas de Mattia Preti e o monumento Bizantino mais famoso da região, a encantadora Cattolica de Stilo.
    O patrimônio artístico da região entrelaça-se com um produção artesanal que abrange escultura de madeira, cerâmica, manufatora de ouro, de ferro forjado e pedra.
   Enfim não podemos esquecer que a Calabria é tradição e folclore; aqui pode se encontrar um catolicismo misturado com recordações de mundo clássico, pagão e da Idade Média e que repete-se desde muitos séculos e sempre apresentam uma enorme participação popular.

    São muitas as festas populares com produtos típicos como os cogumelos, as castanhas e colheita da uva.
   Enfim vale a pena recordar os pratos típicos genuíno e de grande originalidade, fruto de uma mistura de tradições diferentes que incluem aquelas das comunidades gregas e albanesas que até hoje vivem nesta região mantendo vivos o idioma e os hábitos.

 

Fonte: http://www.portalitalia.com.br/regioes/regioes.asp

 


 

Rio Grande do Norte

São Miguel do Gostoso

 

 

O município de São Miguel do Gostoso, conhecido carinhosamente como Gostoso, fica situado no estado do Rio Grande do Norte (região nordeste do Brasil).

    Quando era uma pequena vila de pescadores, chamava-se apenas "São Miguel", em razão de uma capela construída como pagamento de uma promessa feita por um morador do vilarejo ao Santo de mesmo nome. Posteriormente, um dono de hospedaria e contador de histórias possuia uma risada muito gostosa de se ouvir, os viajantes passaram a se referir ao lugar como São Miguel de "seu" Gostoso, daí surgindo o nome São Miguel do Gostoso.

    No entanto, oficialmente o nome do lugar era São Miguel de Touros, fazendo referência ao município do qual fazia parte. Somente após a emancipação foi realizado um plebiscito onde a população local aprovou a mudança do nome oficial para São Miguel do Gostoso. Hoje o município desponta como um dos principais destinos turísticos do estado, sendo bastante procurado por visitantes nacionais e estrangeiros em busca de tranquilidade, praias de águas mornas e vento bastante forte para a prática de windsurf e kitesurf.

    Gostoso, é uma região litorânea banhada pelo oceano Atlântico onde se localizam belas praias, destacando-se as praias: Enseada das Baleias (9 km de enseada), Ponta do Santo Cristo com um denso coqueiral que contorna as praias da Xepa e Maceió, num cenário que transmite leveza e tranqüilidade, praticamente intocadas   prática de Windsurf). No final dessa enseada, um conjunto de falésias, conhecido como Tourinhos, completa a paisagem e a histórica Praia do Marco, onde foi chantado o mais antigo Marco Colonial do Brasil pela expedição portuguesa de Gaspar de Lemos, em 1501. O belo pôr-do-sol dá uma idéia da natureza virgem de um dos mais singelos pontos do litoral potiguar.

    Em Gostoso, o clima é seco e úmido e a temperatura média anual é de 25º C. O período chuvoso é de apenas 4 meses (Abril - Julho), reinando o sol nos demais meses do ano, aliado as águas mornas das praias, tornando a região propícia não só para o banho de mar, como também para a prática de esportes naúticos, como por exemplo a velejada que se intensifica nos meses de julho a novembro devido aos fortes ventos alisios. Nos meses de julho a setembro, o pôr do sol se dá de forma inusitada, ou seja, no mar.

    A vegetação da região é peculiar e encantadora, possuindo entre outras maravilhas, um cinturão de coqueiros gigantes, última reserva da região, vegetação rasteira cobrindo as dunas, além de vários tipos de bromélias (cactos), compondo uma paisagem de rara beleza que transmite um clima de paz e harmonia. No folclore há manifestações de Bumba-meu-boi, Capelinha e Pastoril.

 

Fonte: SETUR/RN

 

 

 


             

Tunísia

 

 

Terra de contrastes e cores, com extrema beleza natural, cidades antigas e animados festivais

A Tunísia, ou República Tunisina, é um país localizado no norte da África que limita a leste pelo mar Mediterrâneo pelo qual faz fronteira com a Itália, próxima à ilha de Pantalaria e ilhas Pelágas, além de fazer fronteira a leste e ao sul com a Líbia e a oeste com a Argélia.
    A Tunísia é sinônimo de fascínio e proximidade. O clima privilegiado, uma história ilustre e a hospitalidade das suas gentes criaram desde há décadas legiões de visitantes incondicionais. Aqui, a luminosidade e as praias do Mediterrâneo encontram-se com o feitiço do Sara, oferecendo uma cultura autóctone festiva e a mais estilizada beleza do Norte de África. Tudo isto mesmo à porta de casa
    As características climáticas que destacam é o mediterrâneo com invernos frios e verões quentes e secos. As temperaturas médias apresentam 12ºC em dezembro e 30ºC em julho, com chuvas moderadas, no sul o clima é desértico.
    Quanto à cobertura vegetal, apresenta ao norte cobertura do tipo mediterrâneo, além de plantas de característica subtropicais como hibiscos, buganvilles, os aromáticos jasmins, cítricos, oliveiras e videiras.
    O relevo apresenta, ao norte, áreas montanhosas onde encontra-se os Montes Atlas, no centro do país ocorre a planície, região quente e seca.
    A hidrografia do país ao norte percorre um rio perene, no caso o único do país chamado de Medjerda, onde ocorre um grande vale que desenvolve a agricultura.

    Tunis, construída no século XII, foi uma das cidades muçulmanas mais ricas e importantes da Idade Média. Na Ville Nouvelle (cidade nova) estão grandes bulevares com construções de estilo colonial francês, a catedral de St. Vincent de Paul, e o Museu Bardo, com coleções de peças arqueológicas de diferentes épocas, desde o apogeu de Cartago até o Período Islâmico.

    As maiores atrações turísticas estão na sua medina, que abriga dezenas de monumentos, palácios, fontes, mesquitas (Zituna, uma das mais antigas, Youssef Dey, em estilo otomano, por exemplo) e o soukh El Attarine, no qual se vendem mil bugigangas, desde essências aromáticas até cerâmicas e tapeçarias.

    Na Tunisia as possibilidades de diversão são variadas e oportunidade de participar no ambiente das mil e uma noites, que aflora as suas tipicas medinas, esplêndidas mesquitas e ruas estreitas, assim como também pode usufruir das suas formosas praias.
    A Tunísia é um país do norte de África, limitado a norte e a leste pelo Mar Mediterrâneo, através do qual faz fronteira com a Itália, ficando especialmente próxima da ilha de Pantelária e das ilhas Pelágicas, a leste e a sul pela Líbia e a oeste pela Argélia. Capital: Túnis.
    É um dos países mais europeizados do mundo árabe. A beleza das suas praias e os seus tesouros artístico atraem milhões de turistas do mundo inteiro. Perto de 5 milhões visitaram a Tunísia durante o ano passado. O país conta mais de 700 hotéis, sete aeroportos internacionais e oito portos. Tunes, a capital, fica a três horas e pouco de voo desde Portugal.

Atrações Turísticas

A Tunísia oferece de tudo um pouco. São disso exemplo a arquitetura deslumbrante de Sidi Bou Said, a labiríntica Medina de Tunes, os resorts de Hammamet e Tabarka, a ilha de Djerba, o coliseu de El-Jem, as planícies salgadas de Chott el-Jerid, Douz e o deserto do Sara, e Sidi Ali el-Mekki, considerada por alguns a mais bonita praia da Tunísia.

O Norte tunisino esconde pequenos tesouros, como as povoações costeiras de Sidi Bou Said e Hammamet, a antiga Cartago e as cidades romanas de Dougga, Makthar e El Jem.

 

Tunes: A capital divide-se entre a Medina (a velha cidade muçulmana) e a Ville Nouvelle. Na Medina, centro cultural e histórico, classificada Patrimônio Mundial pela UNESCO, destacam-se a Mesquita de Yamaa Zitouna, fundada no ano 732, as de Youssef Dey e Hammuda Pacha, ambas do período otomano (século XVII), e a de Sidi Mahrez, de uma época posterior, o Souk el-Attarine, antigo mercado para venda e troca de escravos, hoje mercado dos fabricantes de perfumes, com as lojas e bancas repletas de óleos e plantas aromática,s e o Museu Dar Ben Abdallah. Também tem especial encanto o antigo bairro judeu de Hafsia, mas a grande estrela da cidade é o palácio do Bardo, localizado na Ville Nouvelle, construída pelos franceses no século XX, antiga residência privada e atual sede do Museu Arqueológico. Com um milhar de obras expostas, é o principal museu de mosaicos do mundo.

 

Cartago: Antiga capital de um império, nos arredores da cidade de Tunes. A não perder: Templo de Tophet, Termas romanas de Antoninus Pius, Parque Arqueológico das Vilas Romanas, Ruínas dos Portos Púnicos eTermas de Gargilius. Fundada em 814 a. C., esta cidade foi a mítica capital púnica de um poderoso império no Norte de África, cujo maior general foi Aníbal. Tomada a cidade pelos romanos no ano 146 a. C., ainda assim a civilização púnica continuou a prosperar até que foi saqueada pelos vândalos no ano 430.

Sidi Bou Said: Típica aldeia tunisina de casas caiadas, com portas e janelas azuis artisticamente ornamentadas. Paraíso de artistas e escritores. Esta agradável e luminosa localidade costeira destaca-se pela sua arquitetura tradicional, em branco e azul, e pelas confrarias que veneram o fundador da povoação. As praias, desde La Marsa até Gammarth, são muito populares.

 

Hammamet: Importante centro turístico, numa antiga vila de pescadores. Povoação rodeada de um recinto amuralhado junto ao mar e defendida por uma fortaleza de encanto irresistível. Na Medina, onde parece que o tempo parou, pode comprar-se artesanato de qualidade. É obrigatório deambular pelos bazares.

 

Dougga: Possui as ruínas romanas mais impressionantes e bem conservadas do país. Um dos jazigos arqueológicos mais extensos e mais bem conservados do país, declarado Património da Humanidade pela Unesco. Dougga foi tomada pelos romanos no ano 46 a. C. e viveu a sua época mais gloriosa entre os séculos II e IIIi. Dessa altura, sobressaem o capitólio, o teatro, o templo de Saturno e os mosaicos de algumas casas nobres.

 

Makhtar - Recinto histórico de grande valor, onde se pode compreender a identidade púnica, a herança fenícia, a civilização de Cartago e as influências de Roma.

 

Sousse: Cidade portuária e importante zona turística do país, construída em redor de uma antiga cidade muralhada.

Kairouan: Cidade fortificada, conhecida como a cidade das 50 mesquitas, é a terceira mais sagrada para o mundo árabe. Famosa pelos tapetes de pura lã ainda hoje produzidos.

El Jem: Possui um dos mais bem conservados coliseus romanos do mundo e o maior de África. Pode ser observado a vários quilómetros de distância. Na solidão de uma planície, sobre o conjunto arqueológico de Thysdrus, fica o anfiteatro romano de El Jem, um espetacular edifício da Antiguidade Clássica.

 

Chott El Jerid - A extensa depressão estéril à volta do lago de Chott El Jerid é a fronteira entre o mundo mediterrâneo e o Sara, antigo ponto de passagem de caravanas nas viagens para África. Na zona, encontram-se várias povoações-oásis, paragem obrigatória para o viajante que procura um mundo exótico e imutável. Destacam-se em particular as gargantas do Ued Selija (ver caixa); o oásis de Tozeur, com o seu delicioso bairro de Uled Hadef; o museu de Dar Shrait; a mesquita de Bled El Haddar e os seus extensos palmeirais; o oásis de Tamerza, suspenso na ladeira de um gigantesco canyon e, finalmente, a activa população de Douz, sede do Festival Internacional de Douz (ver caixa). Aqui começa o Gran Erg Oriental do Sara, onde podem realizar-se meharees ou passeios em camelos pelo deserto.

 

Matmata – Uma paisagem quase irreal, de aspecto lunar e árido, constituída por cerca de 700 crateras onde os berberes habitam em casas subterrâneas. Foi palco para as filmagens de “A Guerra das Estrelas”.
As erosões foram feitas pela água e pelo vento, onde as tribos berberes criaram um curioso tipo de arquitetura local, as famosas grutas trogloditas. O resultado é uma paisagem encantada, quase lunar

 

Rota dos ksours - Na região mais meridional do país encontram-se os antigos ksours ou castelos do deserto, uma espécie de fortaleza formada por subterrâneos justapostos e celas abobadadas. As povoações mais importantes são Tataouine, Chenini e Douiret.

 

Ilha de Djerba - No golfo de Gabes, surge como um oásis flutuante. Um mundo cheio de zouks, onde se pode encontrar artesanato de qualidade (especialmente peças em cerâmica), idílicos jardins e palmerais e uma magnífica arquitetura tradicional. Também se destacam a antiga sinagoga de Griba e o parque Djerba Explore


Gabés: Cidade oásis, constitui a porta de entrada para o Sul e para o deserto do Sahara. O seu palmeiral junto ao mar é inesquecível. Também de interesse a Represa romana e a Quinta de crocodilos.

Cidades Oásis: Situadas na zona sudoeste do país, erguem-se como manchas verdes no deserto, onde as palmeiras e outras árvores de fruto crescem alimentadas por centenas de nascentes: Tozeur, Douz, Chebika,Tamerza e Mides.

Gafsa: Fundada pelos romanos, é dos poucos lugares do país onde subsistem vestígios da língua e tradições berberes. As suas moradas de pedra-rosada cercam a cidade de sólidas construções de tijolo decoradas com padrões geométricos.

Praias: São o cartão de visita da Tunísia. As melhores concentram-se no norte, nas zonas de Ghar el-Melh, Tabarka e Bizerte, no sul a preferida é Aghir.

 

Curiosidades:

 

1 - O Lagarto Vermelho

Num pequeno comboio colonial de grande encanto, baptizado com o nome de Lagarto Vermelho, podem percorrer-se as famosas gargantas do rio Selja, desde a localidade de Metlaui, em redor de Chott El Jerid. O comboio atravessa a paisagem desnudada e imponente destas gargantas que registam enchentes poderosas, resultando num bom pretexto para um dia emocionante. O austero cenário natural permite imaginar a força das enchentes, que surgem do fundo do barranco de um modo violento, produzindo enormes repuxos que arrastam tudo consigo e que regressam à calma com a descida das águas. O Lagarto Roxo foi oferecido pela França em 1940 e, atualmente, transformou-se num grande reclame turístico. O percurso tem a duração aproximada de hora e meia.

 

2 - Festival Internacional de Douz
Todos os Invernos desde 1967, a localidade de Douz acolhe o Festival Internacional do Sara, uma demonstração viva das artes e tradições dos povos nómadas da região de Chott El Jerid. Durante vários dias, diversas tribos mostram aos visitantes algumas das cerimónias tradicionais que davam ritmo à vida destes antigos nómadas. No vasto programa estão incluídos os mais variados eventos: recreação de casamentos tradicionais, espectáculos de cavalaria, combates e corridas de camelos, cenas de caça com galgos, concurso de poesia popular e gastronomia tradicional... Também se organizam conferências centradas na vida antiga do deserto, designadamente sobre o papel das caravanas, os sistemas de irrigação no oásis e as mudanças que levaram o nomadismo à vida sedentária, verdadeiros foros culturais para os amantes do passado (e do presente) Sara tunisino. Mais informação:
www.douz.org
A 29 de Dezembro inaugura-se o Festival dos Oásis, em Tozeur.

 

3 - Parque Djerba Explore
A nordeste da ilha de Djerba, junto ao farol de Taguermess, fica a última grande oferta lúdico-cultural desta ilha mediterrânica: o Village & Parc Djerba Explore. Numa superfície de 12 hectares, este parque temático é um pólo cultural e turístico de primeira linha em Tunes. Além de uma residência de grande encanto, o complexo oferece um mercado, dez espaços temáticos, cafés, restaurantes e uma sala polivalente. O parque possui três espaços de grande atractivo cultural: o Museu Lalla Hadrua, o museu de história de arte e história mais importante do Sul; o Djerba Heritage, um jardim característico do modo de vida e a memória local de Djerba, e uma excepcional quinta com criação de crocodilos (a maior do género no Mediterrâneo), que alberga cerca de 400 exemplares. Também se organizam visitas organizadas personalizadas e acolhem-se recepções, seminários e congressos temáticos. Mais informação: Tel: (216) 75 745 277 (216) 75 745 277.
e-mail: djerbaexplore.commercial.pianet.tn

 

Fonte: Rotas do Mundo


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