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Dicas de viagem - O que você não pode esquecer de levar. E muito mais.

E muito mais.

 
 
 
 Edição de Julho de 2009

IBEDEC disponibiliza modelo de notificação para consumidor pedir cancelamento de viagem

O Ministro da Saúde foi à imprensa recomendar que as pessoas adiem suas viagens aos países com casos confirmados da Gripe Suína. Além disto, no site do Ministério da Saúde há recomendação expressa para que "Crianças menores de dois anos de idade; idosos (acima de 60 anos); gestantes; pessoas com imunodepressão (por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para AIDS ou em uso regular de corticosteróides), hemoglobinopatias( doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como a anemia falciforme), diabetes, cardiopatia, doença pulmonar ou renal crônica posterguem a viagem para esses países,caso seja possível, tendo em vista ser o grupo que apresenta maior risco de desenvolver as formas graves da doença. O Ministério da Saúde reitera-se que esta é uma medida de proteção a estes grupos mais vulneráveis para doença grave, não significando caráter restritivo ao comércio ou transito internacional. Segundo a OMS, Estados Unidos, México, Canadá, Austrália, Chile e Argentina são considerados os países com transmissão sustentada."
   Assim, o consumidor tem motivos mais que suficientes para deixar de viajar para países como Argentina e Chile, os destinos mais populares nas férias de inverno, onde mais de 60 mil brasileiros costumam viajar nas férias de julhos, em busca de renomadas estações de esqui.
   José Geraldo Tardin, presidente do IBEDEC, esclarece que "o caso da Gripe Suína gera um justo temor nas pessoas em ser infectadas pelo vírus da gripe suína e assim engrossar as estatísticas de contaminados ou mortos pela pandemia que se iniciou no México e já se espalhou pelo mundo, com casos confirmados em vários outros países".
    "Assim, aquelas pessoas que tenham contratados vôos ou pacotes turísticos para os países com casos confirmados da doença, podem se valer do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil, para pedir a rescisão do contrato, a devolução das quantias já pagas, a suspensão do débito ou compensação dos cheques ainda pendentes e a isenção de qualquer tipo de multa", completa Tardin.
    Para o IBEDEC o fato da Gripe Suína caracteriza motivo de Força Maior para o não cumprimento do contrato pelo consumidor, conforme já houve oportunidades de julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça, onde se considera que havendo fatos imprevisíveis que gerem conseqüências inevitáveis o contrato pode ser rescindido ou alterado sem penalidade para as partes.

Fique atento:

Quem deseja cancelar o pacote de viagem ou vôo por medo de contrair o vírus ou entrar em contato com pessoas infectadas ou locais confirmados de contaminação, deve comunicar previamente a empresa, via e. mail ou carta registrada, com comprovante de envio/recebimento.

O consumidor deve, no ato do pedido de rescisão do contrato, fazer o pedido de devolução dos eventuais valores pagos ou pedir a suspensão do débito dos valores ainda devidos.

Caso o consumidor opte por adiar a viagem, deve receber da empresa informações claras sobre o prazo máximo para realizar a viagem, bem como outros detalhes como impossibilidade de remarcar datas ou de cancelar o pacote.

Quem sofrer qualquer tipo de problema nas viagens tem assegurado direitos pelo Código de Defesa do Consumidor. Ações de até 40 salários mínimos têm solução rápida nos Juizados Especiais Cíveis ou do Consumidor.

Quem já teve a multa cobrado no cancelamento, pode pedir de volta o valor com juros e correção.

Maiores informações com José Geraldo Tardin, pelos fones (61) 3345-2492 e 9994-0518

Veja Modelo de Notificação para Cancelamento de Viagem no site do IBEDEC (http://www.ibedec.org.br/cons_ver_modelo.asp?id=6)

 


Férias de Julho

Praias e piscinas ameaçam saúde dos turistas

 

Com o turismo aquecido, as férias de julho costumam ser aproveitadas em praias e piscinas de hotéis. Nem as localidades mais gélidas escapam da invasão dos turistas. Olhos e pele, entretanto, ficam muito mais vulneráveis nesta época do ano, exigindo alguns cuidados especiais.

    Na opinião do médico oftalmologista Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos, “piscinas não-tratadas, com excesso de cloro, sujeira, ou mesmo lotadas, oferecem grande risco de contaminação. Da mesma forma, praias consideradas impróprias para banho não oferecem a mínima segurança à saúde em geral, menos ainda para os olhos”.

    Neves ressalta outros dois perigos: exposição ao sol sem proteção adequada e o risco de contrair conjuntivite. “Negligenciar o uso de óculos de sol, ou mesmo optar por modelos ‘baratinhos’, vendidos nas calçadas, que não oferecem proteção alguma contras os raios ultravioleta, pode sair ‘caro’. Doenças degenerativas da retina, catarata e queimaduras na córnea, por exemplo, podem surgir ou acelerar por esse descuido”.

    Conjuntivite também é um problema que costuma se agravar nesta época. “Além dos ambientes fechados e da poluição, o uso compartilhado de piscinas, ou mesmo de toalhas e roupas, também são fatores responsáveis pelas infecções oculares”, diz Neves.

    Existem cinco tipos mais comuns da doença: a conjuntivite viral, a bacteriana, a alérgica, a tóxica e a química. “A viral pode provocar pontos de hemorragia, lacrimejamento constante e sensação de um corpo estranho na vista. Casos graves de conjuntivite adenoviral, por exemplo, podem evoluir para a formação de cicatrizes na córnea, baixando a visão do paciente. A conjuntivite causada por bactéria provoca uma secreção amarelada e é comum o paciente acordar com os olhos ‘colados’. Nesse caso, é necessário o tratamento com um colírio de antibiótico por uma semana”, diz Neves – que aponta as principais medidas para prevenir doenças oculares:

    A pessoa contaminada deve se afastar do convívio social por uma semana, pelo menos. Isso inclui passeios e encontros casuais também;

O ar-condicionado é um agente multiplicador da doença. O ideal é manter os filtros sempre limpos;

Pessoas saudáveis devem evitar ambientes fechados, onde o vírus é transmitido mais facilmente;

    Em casa ou no trabalho, é importante limpar com álcool os objetos de uso comum;

    Toalhas de rosto e fronhas devem ser trocadas diariamente; o paciente deve fazer uso exclusivo desse tipo de material;

Lavar as mãos e o rosto várias vezes ao dia também é medida obrigatória;

Evitar a automedicação. Alguns colírios à base de cortisona podem agravar ainda mais o quadro caso não sejam prescritos por um médico;

Visitar um oftalmologista assim que começar a sentir que a vista está embaçando, lacrimejando ou ficando avermelhada.

 

Fonte: Dr.Renato Neves - médico oftalmologista e diretor do Eye Care Hospital de Olhos


O melhor das férias

 

A temporada de stress social já começou: as crianças estão de férias. A maioria dos pais que trabalha, vive nos meses de recesso escolar, um período atípico, cheio de atividades para as crianças e de funções extras para eles.

    Deixadas as rotinas semestrais, crianças e adolescentes estão ávidos por descansar e passear e fazerem coisas diferentes do dia-a-dia e é aí que começam os problemas para os pais. Aliviados dos horários escolares e de atividades extracurriculares, os jovens sempre idealizam as férias como o período onde só se vive o prazer, o descompromisso, a festa. Mas não podemos esquecer que tamanha folga também pode gerar angústia e stress, por conta do tamanho da expectativa e lidar com isso não é fácil.

    Não é incomum encontrar jovens e crianças de férias, mal humoradas, tensas e de cara feia porque ainda não fizeram ou não puderam fazer o que queriam, que emburram, ficam horas jogando videogame, vendo TV, no computador enfastiados, aguardando os dias passarem.

    Muitas famílias ainda têm a possibilidade de viajar por alguns dias, mas o que normalmente acaba acontecendo é a moçada ficar em casa, visitar os amigos que não viajaram e sair de final de semana. Esse ficar em casa é que é o problema, pois para os pais que estão trabalhando, não resta alternativa a não ser acionar o time reserva que é composto de avós, tias, empregadas e amigos, que se revezam na tarefa de cuidar, divertir e levar a garotada para passear.

    É claro que os pais ficam mais tranqüilos com os horários de férias dos filhos, pois durante o ano letivo ele é o grande vilão do stress diário: as ruas ficam mais tranqüilas, o trânsito é melhor, a cidade está mais vazia. Mas o que falta na cidade de gente, sobra nos destinos de férias e aquela semaninha tão sonhada vira uma loucura nos hotéis lotados, nos aeroportos, com seus vôos atrasados e com o dobro de gente para embarcar, nas estradas e nas praias.

Mas as férias não são apenas complicações e cara feia é o momento de ficar mais perto dos filhos, de conversar sem horário, de pouca cobrança e de abaixar a guarda.

    Com o tempo, as crianças vão aprendendo a usufruir as suas férias, começam a se ocupar de uma maneira diferente, inventam jogos, se divertem com os brinquedos antigos e criam formas de sentir prazer.

    Planejar as férias é sempre uma tarefa prazerosa e necessária para que este período não seja de turbulência e de expectativas frustradas. Aprender a curtir os momentos é uma arte que se desenvolve de pequeno, mas os pais precisam descobrir isso para poder ensinar e as férias são um ótimo momento desse aprendizado acontecer.

 

Boas Férias!

Silvana Martani

 

Férias – é necessário planejar para não ter dívidas

 

Muitas famílias que queriam viajar durante as férias de julho já perceberam que não terão condições financeiras de realizar esse desejo, restando duas alternativas: ou adia os planos para outra data, possivelmente fim do ano, ou fazer dívidas, entrando em um caminho que dificilmente conseguiram sair.

Com certeza ninguém vai querer optar pela opção das dívidas. Então é interessante iniciar planejar imediatamente as finanças pessoais para as próximas férias, para quando chegar o período não ficar diante do mesmo problema.

    O ideal é que as famílias planejem o que vão fazer com grande antecedência, dentro do conceito de educação financeira, assim os impactos dos valores gastos são muito menores. Para o período do meio do ano não tem mais jeito, terão que se ver contentar com diversões mais baratas, como visita à cidades próximas ou pontos turísticos na própria cidade, que não ocasionem dívidas.

    É importante realçar a necessidade de não desanimar, e já começar a economizar. Para quem pretende fazer o planejamento das finanças pessoais para o fim de ano, é necessário cotar desde já os valores, devendo parcelar esses valores com antecedência, o que fará com que na hora de viajar essa preocupação não esteja mais nas cabeças, podendo aproveitar o trauma de dívidas.

    Outro ponto é que, além do custo da viajem, é necessário o planejamento com gastos extras que sempre acontecem nesses períodos, como compras de lembranças, alimentação, passeios, saídas noturnas, dentre outros que geram dívidas. Lembre-se de elaborar um roteiro dentro da realidade de sua finança pessoal, esse passeio deverá ser definido junto com a família, explicando os motivos de possíveis limitações dos gastos.

    Um grande problema nesse período são os abusos com cheque especial e cartão de crédito, pois, o uso descontrolado terá como efeito divida com juros muito altos. E é preciso contar também no planejamento com os excessos com o telefone, que aumenta muito em função dos interurbanos.

    Um ponto é importante que todos tenham em mente, a diversão não depende apenas do dinheiro, e sim das pessoas que estão com vocês nesses momentos, existem férias que se gasta muito e mesmo assim ela se torna um pesadelo, em contrapartida, pode ser muito divertido fazer programas baratos, principalmente, próximos das pessoas que realmente se gosta.

 

Reinaldo Domingos

 

Pais e filhos podem aproveitar juntos as férias de julho na Casa das Rosas

Programação infantil inclui oficinas de brinquedos com material reciclável, de haicai e de poesia, além de contação de história; tudo gratuito. 

 

Durante as férias de julho, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura oferece uma programação especial e gratuita para crianças, que podem ter a companhia dos pais em todas as atividades. “As oficinas, as brincadeiras e a contação de histórias são para os pais e filhos aproveitarem as férias de um jeito diferente e divertido,” explica Frederico Barbosa, diretor executivo da Poiesis. A realização é da Secretaria de Estado da Cultura em conjunto com a Poiesis – Organização Social de Cultura.

 

Confira a programação

Em 08 de julho, inicia-se a Oficina de brinquedos com material reciclável. Os encontros ocorrem às quartas-feiras do mês, até o dia 22, das 16h às 17h30. O objetivo é transformar tampinhas, garrafas, copos, canudos e tecidos em brinquedos.

    Às quintas-feiras, de 09 a 23 de julho, das 16h às 17h30, é a vez da Oficina de poesia. As aulas acontecem com jogos, brincadeiras e a construção e desconstrução das palavras através da apresentação de cantigas de roda, parlendas, trava-línguas e alguns poemas.

    De 10 a 24 de julho, sempre às sextas-feiras, das 16h às 17h30, a Oficina de haicai pretende valorizar a observação da natureza, no jardim da Casa das Rosas, trabalhando com a percepção da cena poética, como nos poemas japoneses.

    Nos dias 11 e 25 de julho, sábado, a partir das 16h, Estevão Marques, Fê Sztok e Marina Pitter do Grupo Triii contam histórias tradicionais brasileiras e interagem musicalmente com as crianças, que participam ouvindo, dançando, cantando e brincando. O repertório apresenta canções de Paulo Tatit e Sandra Peres (Palavra Cantada), Toquinho, Vinícius de Morais, Tim Maia, Adriana Partimpim, Gilberto Gil, cantigas populares, entre outros.

 

Os eventos são gratuitos.

Oficina Brinquedos com Material Reciclável

Dias 08, 15, 22 de julho, sempre às quartas-feiras

Das 16h às 17h30

Para pais e filhos a partir de 04 anos

 

Oficina Brincadeiras com Poesia

Dias 09, 16 e 23 de julho, sempre às quintas-feiras

Das 16h às 17h30

Para pais e filhos de todas as idades

 

Oficina de Haicai

Dias 10, 17 e 24 de julho, sempre às sextas-feiras

Das 16h às 17h30

Para pais e filhos a partir de 07 anos

 

Contação de Histórias

Com o Grupo Triii

Dias 11 e 25 de julho, sempre aos sábados

Às 16h

Para pais e filhos de todas as idades

 

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Av. Paulista, 37, Bela Vista – (Próximo à estação Brigadeiro do Metrô) - São Paulo – SP

Tels.: (11) 3285-6986 ou (11) 3288-9447 - www.poiesis.org.br/casadasrosas

 

Riviera Italiana

 

Povoada desde a Antigüidade, a Liguria (pronuncia-se Ligúria), na costa tirrena, estende-se desde a fronteira da Itália com a França até o norte da Toscana e é uma faixa de terra com poucos quilômetros de largura, espremida entre as montanhas dos Alpes e dos Apeninos e o mar. Os 270 km de seu litoral, conhecido como Riviera Italiana, são divididos em Riviera di Ponente, a oeste de Gênova, a capital da região, e a Riviera di Levante, a leste. Com um suave clima mediterrâneo, o território da Liguria é quase totalmente montanhoso, caindo abruptamente sobre o mar.

   Na Riviera Italiana estão alguns dos balneários mais famosos e tradicionais do país. Em Gênova, você encontrará uma vida artística e cultural muito rica. Mas por todas as cidades e vilarejos da Riviera Italiana há muitos segredos e encantos em castelos, igrejas, museus, prédios públicos, etc.

 

 

Riviera Di Ponente

A Riviera di Ponente (em português, “do poente”, por estar a oeste da capital, em contraposição à Riviera “di Levante”, onde o sol se levanta ou nasce) corresponde ao trecho de aproximadamente 180 km que vai de Gênova até a fronteira com a França. A estrada sinuosa que a atravessa, que em alguns trechos elevados parece incrustada na montanha, é a mesma Via Aurélia que ligava Roma a Gália.

Bordighera - Estação balneária favorita dos ingleses que, atraídos por seu clima suave e ensolarado, construíram ali luxuosas villas e jardins, tornando–a um dos mais belos lugares da Ligúria.

San Remo - Foi no mais badalado balneário da Riviera di Ponente, sede do famoso festival que leva seu nome, que Roberto Carlos ganhou em 1968 o primeiro prêmio, com a música de Sergio Endrigo, Canzone per te. Freqüentada desde a Belle Époque pela elite européia e hoje invadida pelos novos-ricos, San Remo sobrevive da glória do passado.

Grotte di Toirano - São cavernas que contêm não só impressionantes formações de estactites e estalagmites, mas também vestígios de ocupação humana dos tempos pré-históricos.

 

Riviera Italiana - Sta. Margherita Ligure Riviera Di Levante

Bem diferente da Riviera di Ponente, a di Levante, cheia de pequenos portos pesqueiros com suas casinhas em tons pastéis, corresponde à faixa litorânea que vai de Gênova à divisa com a Toscana. Trata-se de uma região bem acidentada, com pequenas baías, praias e rochedos à beira-mar. Uma paisagem de sonho onde se destacam a Península de Portofino e Cinqueterre.

Santa Margherita Ligure - Na Península de Portofino, entre Portofino e Rapallo, Santa Margherita é um balneário agradável e muito procurado pelos italianos, com ótima infra-estrutura turística.

 

Cinqueterre - Sua origem se perde no tempo: eram inicialmente cinco castelos fortificados, próximos entre si, em torno dos quais surgiram cinco aldeias assentadas em minúsculas baías ou encravadas no alto de rochedos. Todas elas são formadas por antigos predinhos coloridos e guardam preciosidades de sua história, sobretudo igrejas e castelos.

 

Portofino - Riviera Italiana Porto Venere - A cidadezinha estende-se do mar até o topo de uma colina, onde tem características de um burgo medieval. Nele há graciosas ruelas, antigas igrejas, como a gótica San Lorenzo e, bem no alto, restos de um castelo-forte genovês do século XII, impressionante pelas imensas muralhas. Merece uma visita a igreja de San Pietro, construída no século XIII em um rochedo na ponta de uma pequena península, sobre um templo romano dedicado a Vênus (Venere), que provavelmente deu nome à cidade.

 

Rapallo - Existem ainda em Rapallo resquícios históricos de seu longo passado, como a Ponte di Annibale, um castelo medieval à beira-mar e várias igrejas.

 

 

Tocantins

Criado em 1988 pela Assembleia Nacional Constituinte, o Tocantins é o mais novo dos 26 estados do Brasil. Localiza-se na região Norte, exatamente no centro geográfico do país, condição que lhe possibilita fazer limites com estados do Nordeste, Centro-Oeste e do próprio Norte.

    Na maior parte, o território do Tocantins é formado por planícies e ou áreas suavemente onduladas, estendendo-se por imensos planaltos e chapadões, o que constitui pouca variação altímétrica se comparado com a maioria dos outros estados. Assim, o ponto mais elevado do Tocantins é a Serra das Traíras, com altitude máxima de 1.340 metros.

    Em termos de vegetação, o Tocantins é um dos nove estados que formam a região Amazônica. Sua vegetação de cerrado (87% do território) divide espaço, sobretudo, com a floresta de transição amazônica.

    Mais da metade do território do Tocantins (50,25%) são áreas de preservação, unidades de conservação e bacias hídricas, onde se incluem santuários naturais como a Ilha do Bananal (a maior ilha fluvial do mundo) e os parques estaduais do Cantão, do Jalapão, do Lajeado e o Monumento Nacional das Árvores Fossilizadas, entre outros. No Cantão, três importantes ecossistemas chegam a encontrar-se: o amazônico, o pantaneiro e o cerrado.

    Só em reservas indígenas, totalizam-se 2 milhões de hectares protegidos, onde uma população de 10 mil indígenas preserva suas tradições, seus costumes e crenças. No Tocantins existem sete etnias (Karajá, Xambioá, Javaé, Xerente, krahô Canela, Apinajè e Pankararú), distribuídas em 82 aldeias.

    Principais rios: Tocantins, Araguaia (que juntos formam a maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro), do Sono, das Balsas, Paranã e Manuel Alves. Todos rios perenes, o que contribui para que o Tocantins seja considerado um dos 5 estados mais ricos em água do país.

 

Palmas

A capital do Estado, a mais nova cidade do Brasil, é a "capital das oportunidades" pois tem atraído milhares de pessoas. Com belezas naturais ainda intactas, quilômetros de praias fluviais, cachoeiras e reservas ecológicas, a capital está situada no centro geográfico de Tocantins e integra a Região Turística de Palmas, juntamente com outros quatro municípios: Lajeado, Miracema do Tocantins, Monte do Carmo e Porto Nacional.

    Está cravada na exuberante paisagem do Cerrado, no coração do Brasil. Os elementos como os ventos, as serras, a vegetação típica, os veios d’água sob um sol radiante, fazem parte do seu cotidiano. Essa realidade dá a Palmas a condição de Capital mais verde e ecológica do Brasil. Aqui tem o maior índice de área verde natural por habitantes entre as demais capitais brasileiras, ao todo são 52 milhões de metros quadrados de ar puro, por onde correm águas cristalinas a curtas distâncias das nascentes, distribuídos entre parques urbanos, jardins e áreas verdes estrategicamente projetados. E no alto, a presença e leveza das aves silvestres, que constantemente cruzam o céu, revelando a vida pulsante num ecossistema de grande beleza cênica.

    Palmas conta com um lago formado pela U.H.E. Luís Eduardo Magalhães, com 54km de comprimento por 8km de largura só no município de Palmas, onde pode ser praticado os mais diversos esportes náuticos.

    A sua arquitetura, em estilo contemporâneo, assemelha-se à de Brasília, tendo como exemplo o Palácio Araguaia, sede do governo e cartão de visitas da cidade

 

 

Ilha do Bananal

A maior ilha fluvial do Brasil foi descoberta em julho de l773 por um sertanista, José Pinto Fonseca, que andava pelas terras de Goiás à procura de índios para escravizar. O primeiro nome da ilha foi Santana, passando mais tarde a denominar-se Bananal, em razão da existência de extensos bananais em seu território.

   Reserva ambiental desde l959, a ilha é formada pelos rios Araguaia e Javaés, possuindo área de mais de dois milhões de hectares. Está subdividida em duas partes: ao norte, o Parque Nacional do Araguaia, com quase a totalidade da área da ilha, abrangendo também parte dos municípios de Pium, Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia. Sua sede administrativa fica na localidade de Macaúba, à margem direita do Rio Araguaia. O Parque Indígena do Araguaia, criado em l97l, possui l.600 hectares, onde vivem 1.700 índios das tribos Javaés e Carajás. Sua flora é típica do cerrado e da floresta Amazônica. Na ilha são ainda encontradas onças-pintadas, antas, capivaras, lobos, veados, ariranhas, gaviões-reais, águias-pescadoras e araras-azuis, entre outras espécies ameaçadas de extinção.

 

Araguaína

Cidade que se desenvolveu a partir da construção da rodovia Belém-Brasília na década de 70, destaca-se como grande criadora de gado bovino, sendo por isso conhecida como "a Capital do Boi Gordo ". É a cidade com maior população no Estado.

 

Vale de Taquaruçu

Conhecido como a região serrana de Palmas, pela riqueza de sua vegetação e clima ameno. O local é coberto com uma densa vegetação de palmáceas, especialmente o babaçu, onde mescla o cerrado com a vegetação amazônica. Das encostas das serras caem cachoeiras formando os vários córregos ribeirões atravessando o Vale por lajedos formando pequenas cachoeiras e remansos. Tudo isso a 32km de Palmas, com estradas pavimentadas e boa infra-estrutura de apoio ao turista como hospedagem, restaurantes e acampamentos. Nos finais de semana o pequeno povoado, com 3 mil habitantes, recebe centenas de visitantes à procura de cachoeiras, trilhas ou simplesmente curtir a bucólica paisagem. Além dos atrativos turísticos o distrito é palco de eventos culturais. Nos sábados à tarde acontece a Feira da Serra, que expõe peças de artesões locais além de variado cardápio de comidas típicas.

 

Serra do Lajeado

Situada na parte central do Estado, contorna toda a Capital. A cidade está a seus pés. Na região encontramos um mundo de aventura, com atrações ecológicas inesquecíveis. São 100 cachoeiras, 16 ribeirões, vários córregos e brejos, um verdadeiro paraíso de águas geladas e cristalinas e trilhas verdejantes. A Serra apresenta também 13 grutas, cavernas, 8 sítios arqueológicos com pinturas rupestres e 7 mirantes. Pratica-se caminhada, escalada, montain bike, parapent, treking, cavalgada, safári fotográfico e contemplação da rica fauna e da flora. Informações - CATUR: 63 218-5570

 

 

Jalapão

Distante dos grandes centros urbanos e praticamente desabitado, o Jalapão surpreende pela diversidade de formações naturais. A paisagem é composta por uma grande planície de terra vermelha, interrompida por pequenas serras e chapadas, e desertos de areias que formam dunas alaranjadas com lagos de águas límpidas e azuis. Um lugar quase selvagem, com vegetação e fauna diversificada. O Jalapão está localizado em pleno cerrado. O "deserto do Jalapão", como é conhecido, ocupa cerca de 30 mil km² e tem seu nome originado de uma planta trepadeira muito comum na região, que dá flores e é utilizada para a produção de remédios pela população local... A partir da cidade de Ponte Alta de Tocantins, porta de entrada do Jalapão, é possível conhecer a Gruta Suçuapara, a Pedra Furada e as cachoeiras Velha e do Lajeado. Próximo a Mateiros está o Fervedouro, piscina natural formada por lençol freático. Em Mumbuca há belíssimo artesanato de palha e buriti.

    O Jalapão é um destino propício a aventureiros que não se preocupam com a falta de infra-estrutura turística, as pousadas são modestas e camping rústico; os telefones são raros, os celulares não funcionam bem. Se for de carro, o turista deve estar atento o tempo todo, as estradas carecem de sinalização e existem poucos postos de gasolina. As estradas são de terra e poeirentas, principalmente de maio a setembro. Ainda assim, a região atrai cada vez mais ecoturistas que buscam belezas naturais quase intocadas. Agências de turismo receptivo de Palmas organizam excursões para o Jalapão.

 

 

Pedra Furada

Situado a cerca de 30 km de Ponte Alta, na estrada para Pindorama, é uma grande rocha de arenito com cavidade provocada pela erosão, que lembra um grande portal. Gruta de Suçuapara: A 15 km em direção a Mateiros, mais próximo de Ponte Alta, a gruta é uma enorme fenda na rocha (cujas paredes são cobertas de musgos e samambaias), por onde corre as águas de um rio. Cachoeira da Velha: É a maior cachoeira do Jalapão. Formada no rio Novo, tem o desenho de um arco, com 100 m de largura, o grande volume de água que cai de 25 m de altura, causando um estrondo que pode ser ouvido de longe. Dunas alaranjadas: As Dunas de 40 m de altura do Jalapão, adquirem a cor de cobre nos finais de tarde. No meio desse pequeno deserto, há o Lago das Dunas, de águas muito azuis. Fervedouro: Uma nascente que lança água de lençol freático (que impulsiona os banhistas para a superfície) formando uma piscina natural com águas límpidas e transparente. Imperdível!!!... Artesanato: No povoado de Mumbuca, próximo a Mateiros, os moradores produzem peças artezanais com a palha do capim-dourado e buriti. Os objetos são de rara beleza e de excelente qualidade.

 


المملكة الأردنّيّة الهاشميّة

Al-Mamlakah al-Urduniyah al-Hashimiyah

Reino Hashemita da Jordânia

 

A Jordânia (em árabe الأردن‎, transl. al-Urdunn) é um país do Médio Oriente, limitado a norte pela Síria, a leste pelo Iraque, a leste e a sul pela Arábia Saudita e a oeste pelo Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira marítima com o Egito), por Israel e pelo território palestiniano da Cisjordânia. Capital: Amã. A Jordânia sempre foi, entre os países de língua árabe, o mais ocidentalizado.

    A Jordânia é essencialmente um grande planalto cuja altitude vai decrescendo dasde as serras relativamente baixas da zona ocidental (altitude máxima de 1754 m no monte Ramm, a sudoeste) até as fronteiras orientais. A parte ocidental é a mais acidentada, não só devido às cadeias montanhosas, mas também à descida abrupta até à depressão que liga o mar Vermelho ao mar Morto e ao rio Jordão.

    Todo o país é desértico ou semi-desértico, sendo a zona menos árida também aquela onde se aglomera a maior parte da população: a região noroeste, separada da Cisjordânia pelo Jordão. As maiores cidades são Amã e Irbid.

   O país possuia o Milenar oásis jordaniano que se reduziu à pó por causa de projetos de irrigação (Clarke e King,2005).

    Podemos encontrar vários lugares citados na Bíblia. Um deles é o Monte Nebo, onde Moisés teria visto a Terra Prometida antes de morrer. Outro é nada menos que o lugar onde Jesus Cristo teria sido batizado, que, segundo as descobertas mais recentes, estaria na margem jordaniana do Rio Jordão. Dos romanos, restaram as ruínas de um imenso teatro na capital, Amã, e a impressionante Jerash, uma das mais preservadas cidades dos césares na região. Os cavaleiros das Cruzadas, por sua vez, deixaram o Castelo de Karak. Para relaxar entre uma aula e outra de história, aproveite as praias de Aqaba, no Mar Vermelho, ou as águas salgadas do Mar Morto, 400 metros abaixo do nível do mar - onde boiar, além de divertidíssimo, dizem ser ótimo para a saúde.

Com 380 quilômetros quadrados, o deserto de Wadi Run, na Jordânia tem algumas das paisagens mais fantásticas do mundo. As temperaturas variam muito, no verão podem chegar a 40 graus e no inverno a 4 graus negativos.
   No deserto viviam os beduínos, um povo nômade que surgiu na antiguidade, e mudavam periodicamente de lugar em busca de água e boas condições de sobrevivência. Mas após a I Guerra Mundial, este estilo de vida ficou cada vez mais raro. Hoje menos de 10% preservam as tradições e, boa parte deles, vivem na cidade.
   As imensas formações rochosas encontradas no deserto foram esculpidas pelo vento há milhares de anos e podem chegar a 600 metros de altura.

   O clima na Jordânia é mediterrâneo, semi-árido com dias ensolarados, sem nuvens e com noites frescas. A primavera e o outono são agradáveis e as épocas de chuvosas vão de fevereiro a março, todavia mais ao norte do país. Aqaba tem dias quentes e ensolarados durante o inverno no Mar Vermelho. O vale do Rio Jordão caracteriza-se por temperaturas mais amenas no inverno, que se situam entre os 16 e 22 graus.

 

Pontos turísticos:

 

Petra

Encravada no deserto, a cidade era a antiga capital do povo nabateu há 2000 anos atrás e é considerada uma das jóias da arqueologia. Para se chegar a cidade é necessário passar por um desfiladeiro de 1.2 km, para poder apreciar os edifícios escavados na própria rocha, como o Tesouro, o Monastério e o Local do Sacrifício.
  
Petra é uma cidade quase mítica que permaneceu perdida durante mil anos. Só no início deste século é que as escavações começaram a descobrir as fachadas elegantemente greco-romanas esculpidas nas encostas de seus morros. Para chegar até lá você precisa passar por um canyon estreitíssimo que serpenteia por dois quilômetros até que você aviste a primeira e mais famosa das fachadas de Petra - o Tesouro.
   A primeira visão do Tesouro, de revesgueio, surgindo no final da fenda, é daquelas coisas que pedem um "Uau" -- e não há quem não solte um, mesmo nessas línguas desprovidas de vogais tipo alemão ou uzbequistanês.
   As ruínas de Petra já seriam impressionantes onde quer que estivessem - mas a sua localização logo depois do canyon estreitinho e interminável é o que faz da viagem a Petra uma aventura saída diretamente dos livros de Tintim. Não é por acaso que a seqüência final de "Indiana Jones e a Última Cruzada" foi filmada aqui; o difícil é acreditar que isto já existia, que não foi o pessoal do Spielberg que construiu e depois deixou para trás.

   O Tesouro é o templo mais importante de Petra, além do monastério Jabal al Deir e do lugar dos sacrifícios. Outro lugar obrigatório é o Grande Templo.

   A noite a cidade fica iluminada apenas pelas velas, “Petra by Nigth” é cheia de mistério. Em Petra não há eletricidade, o objetivo é preservar ao máximo a originalidade e história do local. 

 

 

 

 

Jarash

Com origem anterior à chegada dos romanos, é somente sob o domínio desses que se desenvolve, tendo sido um importante porto comercial para as mecadorias que vinham da Índia. As ruínas romanas foram parcialmente reconstruídas, com arcos gigantes, avenidas ladeadas de colunas colossais, anfiteatros e banhos.

 

 

   

 

Madaba

Conhecida principalmente por seus magníficos mosaicos da era bizantina, sendo o mais famoso o Mapa de Mabada, com dois milhões de peças que mostra o Nilo, o Mar Morto e Jerusalém. O local está sendo restaurado como um Parque Arqueológico, que inclui as igrejas do século VII da Virgem e a do Profeta Elias, e o Hall do Hipódromo com mosaicos impressionantes.

 

    

 

 


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