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 Edição de Abril de 2014

 
 

Obras de arte requerem cuidados especiais

Como parte principal da decoração de ambientes modernos, as peças merecem tratamento preventivo

 

Raios ultravioletas, poluição, temperatura e produtos de limpeza são os principais elementos que podem causar danos e prejudicar a beleza das obras de arte no longo prazo. Alguns cuidados especiais, manuseio e a limpeza correta são necessários para a conservação de peças como: quadros em tela, madeira, papel/gravuras e as fotografias. Para isso, a marchande Patricia Cornish explica quais são os erros mais comuns que causam a deterioração de obras de arte. Desenvolvida por ela, algumas dicas práticas de cuidados e limpeza que ajudam a prolongar a vida útil das peças de coleção de arte. 

 

Colocação de moldura para conservação preventiva

Quando um quadro é moldurado dentro do padrão de conservação, é possível preservá-lo em média 70 anos sem trocara moldura. O passe-partout, o board que sustenta a parte de trás da moldura e as fitas adesivas a base de água, são materiais usados na montagem da moldura e devem ser obrigatoriamente de Ph neutro para atingir o padrão de conservação. O Ph neutro evita que os elementos químicos dos materiais da moldura, que expostos à luz e umidade, entrem em reação química com o papel e as tintas, resultando em manchas amareladas e desbotando as cores da peças.

Para molduras que levam vidro, principalmente as gravuras e os desenhos, é imprescindível que a obra não entre em contato com o vidro. Para isso coloca-se um passe-partout espesso para criar um espaço entre a superfície da obra e a do vidro. Pois, caso o vidro e a obra estejam em contato e ocorra condensação na parte interna do vidro, toda a umidade irá penetrar na superfície da obra e reagir com seu papel e os pigmentos das tintas, podendo danificar as obras.

 

Raios ultravioleta são ameaças para obras de arte

A maior ameaça à longevidade de um quadro são os raios UV. No caso de uma obra em papel, os raios ativam as substâncias do próprio papel que o tornam amarelado, e certos pigmentos das tintas podem desbotar. Já existem vidros para moldura que possuem proteção contra os raios UV, outra dica é instalar, nos ambientes com obras de arte, persianas feitas com materiais especiais que bloqueiam até 99% dos raios UV, porém permitem entrar luminosidade.

 

Como combater a formação de mofos devido a umidade

A excessiva umidade do ar pode causar mofo e fungos na superfície das obras de arte, que prejudicam a estética das peças. Por isso, recomenda-se deixar as janelas abertas no ambiente onde estão as suas obras, para manter a livre circulação de ar. Mas, não se esqueça das persianas anti-UV instaladas para proteção contra raios UV.

Também, deve-se manter a circulação de ar entre a obra e a parede em contato com esta, pois a umidade da parede acelera a formação de fungos. A prevenção neste caso é o recomendado. A dica é colocar um pequeno quadrado de feltro auto-adesivo, no tamanho de 1,5cm x 1,5cm, nos cantos inferiores na parte de trás do quadro.

 

Orientação importante para limpeza das obras de arte

• Retirar o pó dos quadros, tanto na parte da frente quanto na detrás,pelo menos uma vez por semana, o que previne o aparecimento de fungos e traças;

• Pinturas a óleo que não levam vidro na estrutura da moldura, deve-se utilizar apenas um espanador seco e limpo para retirar o pó. Este espanador deverá ser destinado exclusivamente para limpar as obras de arte;

• Para limpar as molduras utilize um pano de algodão seco, sem produtos químicos, já que estes podem manchar a moldura;

• Para limpar o vidro do quadro, utilize apenas um pano de algodão umedecido com água e algumas gotas de álcool, para finalizar a limpeza, esfregue jornal seco sobre o vidro para remover manchas.

 

Fonte: Galeria ROOM 8 -  www.room8.com.br




Iguatemi Ribeirão Preto recebe exposição Experiência Escher

Essa é a primeira vez que as principais atrações da exposição mais visitada do mundo poderão ser vistas fora de espaços museológicos

 

Com objetivo de realizar um encontro inédito entre arte e consumo, a mostra foi pensada como alternativa memorável de lazer e entretenimento e percorrerá, ao longo do ano, o Iguatemi São José do Rio Preto e o Iguatemi Campinas, com término no JK Iguatemi, em 23 de novembro.

Essa é a primeira vez que o melhor da exposição mais visitada do mundo em 2011 (“O Mundo Mágico de Escher”), e da mostra que foi recorde de público em Minas Gerais e no Paraná em 2013 (“A Magia Escher”), acontece fora de espaços museológicos.

Com cenografia especial, composta por uma rica mistura entre fantasia e realidade, o espectador é convidado a mergulhar, interagir e vivenciar o universo lúdico do artista, por meio de instalações interativas e 16 fac-símiles trazidos diretamente da Escher Foundation, da Holanda. Entre as principais gravuras, estão: Relatividade, Cascata, Belvedere, Céu a Água, Autorretrato em esfera espelhada e Metamorfose.

O conceito de realizar a exposição em espaços não convencionais, como de um shopping center, é inovador e propõe a conquista de um novo público. Além disso, a exposição será uma boa oportunidade para aprimorar o relacionamento com clientes e parceiros, em locais com grande circulação e alcance de público.

Concebidas para toda família, as instalações garantem acessibilidade a idosos, portadores de necessidades especiais, crianças e gestantes, entre outros. Na saída do evento, a coleção exclusiva de produtos ESCHER by Art Unlimited, estará disponível à venda. Camisetas estilizadas, bolsas, cadernos, cartões-postais lenticulares, jogos americanos 3D e brincadeiras interativas são alguns dos exemplos.

Maurits Cornelis Escher nasceu na Holanda, em 1898. Como artista, conquistou a fama apenas em 1953, quando teve sua obra divulgada em uma revista americana, passando a ser reconhecido e convidado para exposições em museus importantes. Com sua morte, em 1972, Escher deixa um legado particular para o mundo e aos amantes da arte, sendo, atualmente, um dos artistas mais conhecidos do grande público.

 

Iguatemi Ribeirão Preto

Visitação: até 17 de abril

Segunda a sexta - 12h às 20h;

sábados - 10h às 22h;

domingos e feriados - 12h às 20



Werner Haberkorn e a Fotolabor

 

A exposição reúne fotografias, cartões postais, papelaria e vídeo da histórica Fotolabor, agência de fotografia do engenheiro alemão Werner Haberkorn (1937-1997), que funcionou no centro da cidade dos anos 1950 a 1990. O projeto também marca o lançamento do livro “Fotolabor, a fotografia de Werner Haberkorn”, da editora “Espaço Líquido”, com textos inéditos de Ricardo Mendes, do crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior e da curadora da mostra por Bruna Callegari, Rafael Buosi e da vice-diretora do Museu Paulista da USP Solange Ferraz de Lima. 

A exposição aborda três temas: a trajetória de Werner Haberkorn e o estúdio da Fotolabor; a São Paulo dos anos 1940 e 1950 sob as lentes de Haberkorn e, finalmente, a produção de cartões postais da empresa. São exibidas fotografias de estúdio, catálogos, cartões de visitas e boas-festas, notas fiscais e pedidos originais do acervo do Museu Paulista e de coleções privadas.

O estúdio da Fotolabor foi fundado em 1940 e localizava-se na Avenida São João, 282, um dos principais endereços comerciais da cidade à época. O escritório atendeu a clientes de notoriedade no comércio, como: Trol, Indústria de Brinquedos Estrela e Kartro, bem como atendeu o artista plástico e arquiteto Flávio de Carvalho e as obras do Pavilhão de Exposições do Anhembi. 

Intermediada pelo pesquisador Ricardo Mendes, a aquisição para o Museu Paulista da USP do conjunto de documentos e fotografias de Werner Haberkorn foi concretizada no ano de 1999. É o resultado de uma seleção natural do próprio fotógrafo: é formada por matrizes para fabricação de cartões postais, fotografias aéreas, produção publicitária, catálogos e um pequeno conjunto de documentos textuais.

 

CAIXA Cultural São Paulo

Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)

Informações: (11) 3321-4400

terça-feira a domingo

das 9h às 20h

Temporada: até 20 de abril de 2014

Classificação etária: livre

Entrada: Franca



Exposição "Amor até os ossos”

 

Com objetivo de promover arte e estilo, o Estúdio True Love Tattoo, na Bela Vista, em São Paulo, apresenta mais uma exposição no seu espaço. A  mostra “Amor até os Ossos" traz os traços delicados do artista Rodrigo Rivera, que expressa na tela a vontade de desse amor desmedido.

Rivera vai contra a superficialidade e o sarcasmo, tão presentes em nossas vidas online, para tentar resgatar a tolerância e a compaixão. “Quero, com a minha arte, pesquisar justamente o “corvo-abutre” à espreita da falência das relações humanas e deixar questionamentos em todos sobre o que virá depois”, explica Rivera.

 "Independente de modelos pré-prontos ou de qualquer formar de construção afetiva-sexual, estamos aqui e precisamos amar até os ossos”, conclui o artista.

Rodrigo Rivera nasceu em São Paulo, é formado em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina. Foi premiado no salão de Piracicaba (2007) e Guarulhos (2007). Abriu portas em 2009 com a mostra “Bestiário” no Z Carniceria. Ainda em formação precoce conseguiu uma publicação internacional no livro “Grafitti Brasil”, publicado pela Thames & Hudson com sua participação na exposição “Labor III”. Grimórios, bestiários, erotismo, processos sociais natimortos são algumas palavras que traduzem seu repertório inventivo.

 

True Love Tattoo

Rua São Miguel, 86, Bela Vista, São Paulo

Informações: (11) 2094-3383

das 11h às 19h

Visitação: até 22 de abril
Entrada gratuita



Exposição Canto De Viaje, de Fernando Arias

 

América do Sul. Continente do Terceiro dia da Gênese, o dia em que Deus criou a natureza, da qual hoje resta uma ínfima parte, com sua flora, fauna e povo original sob risco de sobrevivência. Do Chocó, na região do Pacífico da Colômbia, ao Rio de Janeiro, no sul do Atlântico, passando pelas Amazônias brasileira e colombiana. Dois extremos de dois países da América do Sul – Brasil e Colômbia – unidos e separados pela Bacia Amazônica.

É neste cenário que o artista colombiano Fernando Arias peregrina desde o dia 13 de fevereiro com a pergunta: Como você imagina o mundo perfeito? “O projeto parte da exposição Cantos e Cuentos, que pretendia divulgar a produção artística da Colômbia e passa pelas utopias das pessoas por um mundo melhor. Quero escolher pessoas que vivem do (rio) Amazonas e no Amazonas”, afirma Arias. “Vindo de um país tão católico e religioso quanto a Colômbia, é irônico ver que na Amazônia está sempre presente, ao mesmo tempo há em paralelo a preparação para o carnaval, a festa. É interessante completar essas duas visões.”

A questão parte do livro Utopia, de Sir Thomas More, que, há quase 500 anos, trouxe a questão pela primeira vez à Europa, pré-moderna e, então, centro do mundo. Agora, a busca por uma utopia de mundo, que o artista denominou Nuevatopias, norteará sua obra pelos próximos dois anos, quando se completam os cinco séculos de publicação do livro, e os trabalhos da Fundação Más Arte Más Acción, que dirige, sediada em Chocó.

As respostas, silêncios e experiências da viagem estão expressas em vídeo, áudio e fotografia na mostra Cantos de Viaje  na Galeria Eduardo Fernandes, que representa o artista no Brasil.

 Num diálogo com a mostra apresentada no Rio, a exposição contará com a exibição de quatro fotos, um vídeo e um mapa, criado em tapete, que sintetizam o percurso da viagem e debatem as questões surgidas no convívio com a paisagem e moradores do Chocó, da Amazônia colombiana e brasileira e do Rio de Janeiro.

 

O artista

Um dos principais artistas da cena contemporânea nas artes, Fernando Arias vive entre Bogotá e Chocó Pacífico, na Colômbia, e Londres, capital da Inglaterra.

A sua obra está voltada para questões sociais, como o meio ambiente e a vida de ribeirinhos, além de conflitos locais, sexualidade, religião e política, expressas sempre em forma de fotografia, vídeo, instalação e da ação junto a comunidades que servem de inspiração.

Com 22 anos de carreira, iniciada em 1992 com a exposição individual Análisis, no Museum of Art National University, em Bogotá, Arias, desde 1994, quando recebeu o Prêmio Nacional de Arte na Colômbia, tem seu trabalho exposto internacionalmente.

Ao longo dessas duas décadas, o artista expôs em lugares como a Galeria East Central (Londres), a Doque Galería (Barcelona); a Contemporary Art Gallery (Vancouver) e a Gate Foundation (Amsterdam). Em 1999, o artista representou a Colômbia na 48ª Bienal de Veneza. Arias participou também da 3ª Bienal de Bogotá, da 5ª e 8ª Bienal de La Haban, da 2ª Bienal do Mercosul e da 1ª Bienal de Tirana.

O artista recebeu uma série de prêmios e bolsas de estudo e residência. Entre elas, destacam-se os quatro prêmios recebidos do Prince Claus Foundation Awards, da Holanda; o Necessary Journeys, da Art Council England, BFI Black World e Tate Modern; o Grants for the Arts, do Arts Council England e o Individual Artist Award, da London Arts.

Suas obras fazem parte de importantes coleções públicas e privadas, como a Daros Latinamericana, de Zurique; Victoria and Albert Museum, de Londres; da Collection of Latin American Art, da Essex University, na Inglaterra, e do Museo de Arte Moderno e do Banco de La República, de Bogotá.

 

    

 

Galeria Eduardo Fernandes

Instalado na Vila Madalena, o espaço promove exposições bimensais, encontros com os artistas da galeria e convidados, críticos de arte, filósofos e outros profissionais que trazem conteúdo ao universo contemporâneo e valorizam a produção artística contemporânea e a pesquisa, os dois pilares da Galeria Eduardo Fernandes.

A escolha dos artistas representados em sua galeria é baseada em pesquisas, que contam com o apoio de curadores e críticos de arte. Destaque para as obras dos artistas representados: Ana Amélia Genioli, Claudia Melli, Daisy Xavier, Fernando Arias, Geraldo Souza Dias, Guilherme Dable, Jan Smith, Kristin Capp, Mai-Britt Wolthers, Manoel Novello, Mikhail Karikis, Newman Schutze, Rosário Lopes, Rose Klabin, Thales Leite e Vicente de Mello.

Desde sua inauguração, em 2005, foram realizadas 40 exposições em sua sede, e outras 22 em instituições, fundações e museus.

 

Galeria Eduardo Fernandes

Rua Harmonia, 145, Vila Madalena, São Paulo

Telefones: 11 3812-3894 /11 3032-6380

www.galeriaeduardohfernandes.com

De terça a sexta, das 10h às 19h

Sábados, das 10 às 18h

Visitação: até 26 de abril



Histórias, Lendas e Naufrágios de Ilhabela

O Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância ligada à Secretaria de Estado da Cultura, realiza, em Barueri, a itinerância “Histórias, Lendas e Naufrágios de Ilhabela”.

 

 

A exposição tem como finalidade divulgar os objetos encontrados nos naufrágios ocorridos no arquipélago de Ilhabela, dando destaque ao navio “Príncipe de Astúrias”, conhecido como o “Titanic” brasileiro. A itinerância também destaca as lendas, os tesouros dos piratas e a rica cultura dos caiçaras do litoral norte de São Paulo.

O mergulhador internacional Jeannis Michail Platon é o responsável pelo acervo acumulado por anos e de grande valor histórico e arqueológico subaquático. Atualmente, os objetos da coleção estão em grande parte expostos no Museu Náutico de Ilhabela.

Composta por painéis, vitrines, maquete e instalações, que proporcionarão aos visitantes um contato direto com a história da ilha, a montagem tem como objetivo promover o diálogo e a interatividade. Divulgando e colocando um acervo de grande importância, ao alcance dos estudantes, pesquisadores e do público em geral, contribui para a democratização da informação e do acesso ao patrimônio cultural.

 

Sistema Estadual de Museus

O Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) congrega e articula os museus do Estado de São Paulo, com o objetivo de promover a qualificação e o fortalecimento institucional em favor da preservação, pesquisa e difusão do acervo museológico paulista. Em mapeamento realizado em 2010, foram listadas 415 instituições museológicas, públicas e privadas, em 190 municípios paulistas. O SISEM-SP se estrutura em torno das premissas de parceria e responsabilidade compartilhada, em que as ações previstas para cada região são concebidas levando-se em conta o contexto, as demandas e as potencialidades locais. É coordenado pela Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria de Estado da Cultura (UPPM/SEC), tendo como instância organizacional o Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus (GTC SISEM-SP). Para saber mais acesse: www.sisemsp.org.br

 

 

ACAM Portinari

Fundada em 27 de novembro de 1996, a ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) administra, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, três instituições museológicas no interior de São Paulo pertencentes ao Governo do Estado: Museu Casa de Portinari (Brodowski), Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (Tupã) e Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro (Campos do Jordão). A ACAM, que tem sua sede em Brodowski, tem como principal objetivo o desenvolvimento da área cultural, particularmente a museológica, por meio das colaborações técnico-operacional e financeira. A instituição também apoia as ações do SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), com quem realiza importantes iniciativas como oficinas de capacitação para museus, oficina de ensino à distância e, ainda, o Encontro Paulista de Museus, entre outras.

 

Museu Municipal de Barueri

Av. Henrique Gonçalves Baptista, nº 359 - jardim Belval
de terça a sexta-feira, das 9h às 20h, aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h

Visitação: até 26 de abril
Informações: (11) 4198-5975
Entrada: gratuita



Mostra de cartuns no museu de arte sacra homenageia um ano do pontificado do papa francisco

Papa se divertiu vendo as caricaturas levadas por Dom Odilo Scherer ao Vaticano

 

Para marcar o primeiro ano de pontificado do Papa Francisco, o Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS), a Arquidiocese de São Paulo e a Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) abrem na próxima sexta-feira, 14 de março, às 19h, a exposição "O Papa Sorriu", que reúne desenhos de cartunistas brasileiros e estrangeiros retratando o primeiro Papa latino-americano.

A ideia de homenagear o Papa Francisco com cartuns surgiu quando o presidente da ACB, José Alberto Lovetro, percebeu que os cartunistas haviam captado o "bom humor" do pontífice, sobretudo durante a viagem que ele fez ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, realizada na cidade do Rio de Janeiro em julho do ano passado.

A associação reuniu, então, trabalhos publicados na imprensa e alguns inéditos para homenagear o Papa. 

No dia 25 de fevereiro deste ano, após ter concelebrado com Francisco na capela da Casa Santa Marta, em Roma, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, entregou ao Papa o livro com os cartuns da exposição. O Papa se interessou muito pelo livro, que o fez gargalhar. "Humor é bom", "humor faz bem", disse o Papa ao Cardeal.

Cartunistas: Alan Souto Maior, Alex Souza, Ariel Silva, Baptistão, Benjamim Cafalli, Bira Dantas, Bruno Honda Leite, Carlos Amorim, Claudio Duarte, Ed Carlos Joaquim, Eder Santos, Elihu Duayer, Fredson Silva, Gilmar Fraga, Gustavo Paffaro, J. Bosco, Jorge Barreto, José Alberto Lovetro, Junior Lopes, Luiz Carlos Altoé, Luiz Carlos Fernandes, Mello Cartunista, Mônica Fuchshuber, Nei Lima, Omar Figueroa Turcio, Paolino Lombardi, Quinho, Renato Stegun, Ricardo Soares, Rice Araujo, Rodrigo Brum, Sergio Mas, Sergio Raul Morettini, Seri Ribeiro Lemos, Vicente Bernabeu, Wal Alves, William Martins Ribeiro, William Medeiros

 

 

Museu de Arte Sacra de São Paulo

www.museuartesacra.org.br

Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (Metrô Tiradentes)

Tel.: (11) 3326-5393 - visitas monitoradas

 De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h

Visitação: até 30 de abril de 2014

Entrada gratuita aos sábados.

 



Pernambuco Experimental

Museu de Arte do Rio – MAR apresenta exposição que traça o panorama da arte experimental em Pernambuco

 

O MAR apresenta a mostra Pernambuco Experimental, que traça um panorama da produção da arte experimental no estado entre as décadas de 1900 e 1980, quando Pernambuco foi palco de investigações artísticas que romperam fronteiras de linguagens e regionalismos. Com curadoria de Clarissa Diniz, a exposição ocupará 900 m² do MAR com mais de 450 obras – entre pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, músicas, performances e documentos desse período.

A exposição integra uma tríade de mostras sobre importância da produção artística no estado, que teve início com Pernambuco Moderno (Instituto Cultural Bandepe, Recife, 2006), se desenvolveu em Zona Tórrida (Santander Cultural, Recife, 2012), e se complementa com Pernambuco Experimental. Com essa montagem, o MAR pretende apresentar essa significativa experimentação ao público brasileiro e internacional a partir de um rico apanhado do que foi esse período histórico para a arte pernambucana.

Desde o princípio do século XX, em resposta ao processo de industrialização e internacionalização o qual atravessava a economia local, artistas passaram a produzir conectados com os desafios e debates da cena internacional da arte. Poetas, pintores, fotógrafos, cartunistas, arquitetos, dramaturgos, editores e designers foram alguns dos responsáveis por essa efervescência cultural que ficou evidente em revistas, congressos, textos e obras. Com a atuação de nomes como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, Gastão de Holanda, O Gráfico Amador, Hermilo Borba Filho, José Cláudio, Jommard Muniz de Brito, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria e Lula Cortes, entre tantos outro, é possível vislumbrar um riqueza experimental que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70, encontra um momento de profícua radicalidade. 

Pernambuco Experimental coloca em evidência a inseparável conexão entre a história e o contemporâneo, cujas implicações precisam ser constantemente pensadas e relidas. Para reforçar o conteúdo da mostra, um livro homônimo será lançado por meio de projeto apresentado ao Funcultura, com o apoio do Governo de Pernambuco. Fartamente ilustrado e com ensaios inéditos dos curadores da exposição, críticos convidados e artistas pernambucanos, o livro se constitui como um documento fundamental sobre a história da arte do estado. Com projeto gráfico de Raul Luna, a obra bilíngue (português e inglês) será também uma vitrine do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.

 

Museu de Arte do Rio – MAR

O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Instalado na Praça Mauá, ocupa dois prédios vizinhos: um mais antigo, tombado e de estilo eclético, que abriga o pavilhão de exposições; outro mais novo, de estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do Museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

O MAR, uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o Museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O Museu tem a Vale e as Organizações Globo como patrocinadoras e o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão fica a cargo do Instituto Odeon, uma associação privada, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a cidadania e o desenvolvimento socioeducacional por meio da realização de projetos culturais.

 

MAR – Museu de Arte do Rio

Praça Mauá, 5 - Centro

Telefone: 21 3031-2741 -  www.museudeartedorio.org.br

aos sábados, domingos e feriados

Fechado às segundas-feiras

Das 10h às 17h

Visitação: até 30 de abril de 2014

Às terças-feiras, o MAR é gratuito para todos.



Tino Sehgal, um dos artistas mais singulares da atualidade

apresenta seu trabalho na Pinacoteca de São Paulo

 

A Pinacoteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta o trabalho de Tino Sehgal (Londres, 1976), atual vencedor do Leão de Ouro na Bienal de Veneza, 2013, maior destaque da última Documenta de Kassel, 2012, e um dos finalistas do Turner Prize, mais importante prêmio de arte contemporânea do Reino Unido.

Artista inglês radicado em Berlim, esta é a primeira vez que Tino Sehgal mostra o seu trabalho no Brasil. Sua obra trata de questões de cunho social, político e econômico, além de provocar uma reflexão sobre os espaços designados à arte. Sehgal constrói situações que confrontam o contexto tradicional dos museus, com enfoque em gestos transitórios e sutilezas sociais de experiências vividas ao invés de utilizar objetos físicos.

Para a Pinacoteca de São Paulo, Sehgal irá propor "situações construídas" onde atores, dançarinos e cantores compõem o trabalho ocupando os espaços de circulação do museu. A seleção e audição desses profissionais em São Paulo será realizada no mês de Fevereiro, pelo próprio artista e também pela produtora Marcia Abujamra.

A primeira apresentação acontece no dia 22 de Março a partir das 11h. As outras exibições acontecem ao longo dos meses de Março, Abril e Maio e podem surpreender o público visitante do museu em qualquer dia e horário. As situações construídas apresentadas na Pinacoteca são: Kiss em que bailarinos se apresentam em duplas e encenam cenas de beijos retratadas em pinturas; This is good onde cantores repetem o tema do trabalho continuamente e This is propaganda, em que manchetes de jornais são lidas para os visitantes.

A vinda de Tino Sehgal para São Paulo é uma iniciativa da Pinacoteca de São Paulo, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil - RJ e tem o apoio do British Council e do Goethe Institut como parte das celebrações do Ano da Alemanha no Brasil. Tino também apresenta no CCBB Rio de Janeiro, o trabalho These associations (Essas associações) que ficará seis semanas em cartaz, a partir do dia 12 de março de 2014. No Rio de Janeiro, a mostra tem curadoria de Marcello Dantas com produção e direção do americano com descendência paquistanesa Asad Raza.Sobre o artista

Tino Sehgal nasceu em Londres em 1976 e atualmente vive e trabalha em Berlim. Estudou na Universidade Humboldt, em Berlim, e Folkwang University of the Arts, de Essen. Tem realizado diversas exposições individuais ao redor do mundo, incluindo a mostra Unilever, Tate Modern, em Londres (2012); Tino Sehgal, Museu Guggenheim, Nova Iorque (2010); ICA, em Londres (2007, 2006, 2005), Kunsthaus Bregenz (2006), e no pavilhão alemão na 51 ª Bienal de Veneza (2005). Participou em numerosas exposições coletivas, tais como XII Documenta de Kassel (2013); After Nature, New Museum, em Nova York (2008); New British Art, Tate Trienal 2006, a Tate Britain, em Londres (2006), I promise it's political, Museu Ludwig, de Colônia.

 

Pinacoteca do Estado de São Paulo 

Praça da Luz, 02 - Luz - Tel. 11 3324-1000

Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Às quintas até as 22h

Visitação: até 04 de maio

Grátis aos sábados. Estudantes com carteirinha pagam meia entrada. 
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam



Exposição leva obras raras ao Guarujá

 

O Sofitel Guarujá Jequitimar é palco de uma exposição com algumas das obras de artistas que tiveram uma atuação essencial na arte naif brasileira. A mostra, gratuita, é montada com quadros emblemáticos do estilo produzidos por 12 artistas nacionais entre os anos 1960 e a primeira década deste século.

O projeto envolve o resgate de quadros difíceis de encontrar, uma preocupação em restaurar e recuperá-los, uma confirmação da sua autenticidade e um objetivo de lembrar a importância dos artistas que fizeram acontecer este movimento artístico que se insere na arte moderna.

Os artistas representados na exposição são: Elza O.S (1928-2007), Ivan Moraes (1936-2003), Lia Mittarakis (1934-1998), José Antonio da Silva (1909 -1996), Elisa Martins da Silveira (1919 - 2001), Antonio Poteiro (1925 -2010), José de Freitas (1935 -1989), Iracema (1924 - 2006), Crisaldo Morais (1932 -1997), Neuton de Andrade(1938-1997),  Edson Lima (1936 - 2000) e Gilvan (1930 -2010).

 

Sofitel Guarujá Jequitimar

Mezanino

Avenida Marjory da Silva Prado, 1.100 – Praia de Pernambuco, Guarujá

Visitação: até 23 de maio  - Entrada Gratuita

Informações: (13) 2104-2000 / sofiteljequitimar@sofitel.com

www.sofitel-guaruja-jequitimar.com

 

 

 

         

 



Virgilio Neves propõe “hipnotizar” o público em série com 12 pinturas

 

A Galeria Vila Nova abre a exposição Hipnoses, do artista plástico Virgilio Neves, com curadoria de Bianca Boeckel. Em sua primeira individual, a mostra é composta por 12 pinturas desconstruídas através de inúmeras linhas feitas com caneta permanente, reconfigurando, recompondo e revitalizando as formas e cores pela força do desenho sobre as camadas de tinta.

Inspirado por um fragmento de cerâmica do século XVII encontrado em uma praia de Pernambuco, Virgilio decidiu construir uma metáfora nas suas telas, fragmentando as imagens. Com formas sinuosas e orgânicas, as quais, segundo o artista, criam um processo hipnótico tanto para ele que as cria, quanto para quem as observa. A técnica que mistura pintura em acrílica sobre tela com desenhos em caneta permanente, propõe uma nova linguagem pictórica. Não há intenção de gerar uma disputa entre linguagens e sim de criar uma sinergia entre as mesmas, através do controle absoluto das cores, das linhas e das formas.

O ponto de partida para esta série inédita foi marcado pelo encontro do artista com a peça histórica, em Pernambuco, o que o levou a uma reflexão profunda. De onde veio o pequeno pedaço de cerâmica? De qual objeto ele fazia parte? E o mais importante: qual era o recado que este sincronismo entre dois tempos distintos estava trazendo?  A partir disso, Virgilio trouxe esses questionamentos ao seu trabalho: “Cada momento da minha produção é como um fragmento que se encaixa com o seguinte. A composição total, que dará origem ao todo, poderá ser conhecida um dia, mas enquanto isso não acontece, eu tento me aprofundar cada vez mais na experiência da busca pelo próximo ‘ fragmento’ da minha poética visual”.

 

 

 

Galeria Vila Nova

http://www.galeriavilanova.com.br

Rua Domingos Leme, 73, Vila Nova Conceição, São Paulo

Terça-feira a sábado, das 12 às 18h
Visitação: até 26 de abril



Mostra coletiva “Experimentando Espaços 2”

 

Concebida especialmente para a área verde do Museu da Casa Brasileira, a A exposição Experimentando Espaços 2 reúne o trabalho de nove artistas brasileiros sob curadoria de Agnaldo Farias. As obras trazem diferentes propostas que trafegam entre a arquitetura, a paisagem, a casa e os objetos com que a povoamos.

"Experimentando Espaços 2" retoma a ocupação de 2009 do jardim do museu, que também contou com a seleção de conteúdo de Agnaldo Farias. "O objetivo dessa edição continua sendo o de apresentar algumas das mais variadas e instigantes experiências espaciais realizadas por nossos artistas", revela o curador. "Especulando sobre os significados e as formas de ser que as cidades, as paisagem, as arquiteturas, e até mesmo a extensa gama de objetos com quê mobiliamos os espaços domésticos, os artistas, por meio das mais variadas modalidades de suportes expressivos, terminam por reinventar a noção de espaço".

Participam dessa segunda edição, todos com obras inéditas, os artistas André Komatsu, Angelo Venosa, Carmela Gross, Daniel Murgel, Genilson Soares, Georgia Kyriakakis, José Rufino, Marcius Galan e Rodrigo Bueno.

 

    

 

 Jardim do MCB

O marco inaugural da abordagem museológica do jardim do MCB, patrimônio histórico com mais de 6 mil metros quadrados, foi a mostra Jardim do Solar, criada em 2004, que incorporou as centenas de espécies de árvores como acervo vivo do museu. Desde então, muitas mostras tiveram seu conteúdo expandido para o espaço do jardim e outras foram realizadas especialmente para a área expositiva externa.

Com o projeto Experimentando Espaços, teve início uma nova etapa de leitura desse espaço e novos diálogos, com sua primeira edição em 2009 e agora novamente em 2014. As obras dos artistas convidados, nas palavras do curador Agnaldo Farias, propõem experiências sensoriais que se desdobram em dimensões psicológicas, políticas, antropológicas, mnemônicas etc. Mantêm o jardim vivo como espaço de convívio e comunicação.

 

Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano

Tel.: (11) 3032-3727

De terça a domingo, das 10h às 18h

Visitação: até 25 de maio

Gratuito aos domingos e feriados

Visitas orientadas: (11) 3032-2564 / agendamento@mcb.org.br

www.mcb.org.br  


 

 


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