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 Edição de Setembro de 2010

Os benefícios do Lian Gong, arte terapeutica chinesa, para a terceira idade

 

A atividade física é cada vez mais valorizada como um meio de promover a saúde, e mais ainda em se tratando de idosos.

A imagem da “vovó” fazendo tricô, ou do “vovô” de chinelos, sempre sentado em uma poltrona, vem sendo substituída por imagens de idosos ativos, trabalhando, em situações de lazer ou fazendo exercícios.

Mas que tipo de atividade física é mais adequado?

Felizmente surgem cada vez mais novas opções, até porque a população brasileira e mundial envelhece rapidamente.

Na China a longevidade sempre foi muito valorizada, e as pessoas mais velhas muito respeitadas. E é de lá que vieram ao Brasil vários tipos de técnicas corporais que milhões de idosos utilizam para se exercitar diariamente.

O Lian Gong em 18 Terapias é uma dessas técnicas, que não é só para pessoas de idade, mas é muito adequado para elas, porque originalmente foi criada para a prevenção e tratamento de dores do corpo. É feita de exercícios cuidadosamente planejados por um especialista para equilibrar as funções dos músculos, ossos e tendões evitando lesões.

Portanto, os movimentos do Lian Gong em 18 Terapias não são agressivos para as articulações, mas as fortalecem. Além disso, essa técnica harmoniza todo o organismo, melhorando a respiração, circulação sanguínea e outras funções. São exercícios agradáveis, com movimentos calmos, fluidos mas firmes, muitos deles inspirados nas artes marciais. Uma trilha sonora foi composta especialmente para acompanhar a sua prática.

Finalmente, um instrutor experiente ou um terapeuta pode e deve adaptar os exercícios para a possibilidade e necessidade de cada praticante, que assim pode progredir de forma prática e segura.

 

Jaime Kuk

 



O poder da força de vontade

 

Existem diferente formas de poder. As mais frequentes aparecem quando alguém, ao ser desafiado por terceiros, é levado a provar que é capaz. Isso também ocorre quando se quer provar a si próprio que também tem capacidade. As duas formas estão ligadas a força de vontade de tomar atitudes e virar o jogo.

Uma situação muito comum baseada na força de vontade e que se pode citar é a de largar o vício do fumo. Quem deixou de fumar deve realmente comemorar esta conquista pessoal, já que se trata de uma prova inequívoca da força interior que se pode exercer.

Quando o ser humano usa a força de vontade para realizar objetivos na vida tudo se torna mais prazeroso, já que não se atinge meta alguma na vida sem exercer e quando se conquista algo por meio disso a sensação de realização é muito maior.

Se você tem algum projeto engavetado ou um sonho a ser conquistado - deixar algum vício, emagrecer, mudar de profissão - use sua força de vontade, busque auxílio de pessoas que podem te ajudar e afaste-se daqueles que podem empatar seus propósitos.

Há um provérbio japonês que diz: "as dificuldades são como as montanhas. Elas só se aplainam quando avançamos sobre elas". Deste modo, se tiver que usar algo para conquistar na vida, use algo que você já tem e talvez ainda não soube usar: a força de vontade.

 

Julio Ganiko

 


Incenso – Funções

 

Tipos e suas propriedades.

Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.

Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.

Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.

Alecrim: calmante, afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.

Alfazema: bom para quem estuda, usado para meditação, eleva o astral e transmite tranqüilidade.

Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição, amor, sensualidade e atração.

Amor-perfeito: amor, eliminação das cargas negativas; purificação.

Angélica: aumenta a proteção, espiritualidade.

Artemísia: faz aflorar a clarividência.

Anis estrelado: atrai a boa sorte.

Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.

Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.

Canela: estimulante, purificação, atrai os seres angélicos.

Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.

Cedro: estimulante, força psíquica, purificação.

Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio.
Proporciona prosperidade e fortuna.

Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.

Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança, estimulante, sensualidade e atração.

Cravo-da-índia: limpeza da casa.

Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.

Erva doce: eficaz contra “olho gordo”; como também promove a harmonia e paz.

Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do localatrai os elementais da natureza.

Flor-de-maçã: calmante.

Flor-do-campo: amor e saúde.

Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.

Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente, amor, calmante, elevação das vibrações e eliminação das energias negativas, espiritualidade, bom para quem estuda.

Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.

Lótus: usado para meditação.

Maçã: amor, atrai os elementais da natureza, calmante.

Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.

Mirra: estimula a intuição, espiritualidade, purificação, usado para meditação.

Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.

Ópium: sensualidade e atração.

Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.

Orquídea azul: tranqüilidade.

Patchouli: traz abundância e reativa a fertilidade, sensualidade e atração.

Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.

Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade, atrai os elementais da natureza.

Rosas: amor, elevação das vibrações e eliminação das cargas negativas, espiritualidade, purificação, estudos, usado para meditação.

Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.

Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição, sensualidade e atração.

Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.

Verbena: usado para meditação.

Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.

Violeta: ajuda a espantar as energias negativas, elevação espiritual.



Fonte: Terra Esotérico; Círculo Sagrado


O Corpo Fala

Através dos gestos de uma pessoa, você pode identificar o que ela está verdadeiramente sentindo no decorrer de uma conversa, ou até mesmo quando ela está sozinha.


Vejamos alguns exemplos:

- Quando você visita alguém e senta-se com a bolsa no colo, seu corpo está falando: "Não estou a vontade". Você mostra, com seu gesto, que está protegendo o seu "boi" (seu lado instintivo).

- A maneira como você se senta quando está assistindo um programa de televisão, por exemplo, revela o que pensa a respeito do que está sendo falado: se suas pernas estiverem voltadas para a TV, está gostando e aceitando aquilo que está sendo mostrado; se a sua perna esquerda se sobrepõe a direita, seu lado emocional e intuitivo está entendendo a mensagem; se a direita estiver sobre a esquerda, é sinal de que seu lado razão está questionando de onde foram tiradas aquelas informações; já as pernas cruzadas em forma de 4 (como os homens costumam sentar), significa que você já tem sua verdade, e é difícil convencê-lo.

- Em uma reunião, você vê uma moça conversando com um rapaz. Se ela está segurando o cotovelo com o braço esquerdo, é sinal que discorda do que ele esta falando, deseja dar sua própria opinião mas não está tendo chance. No cotovelo existe um ponto do tui (dentro da massagem), que representa o chackra laríngeo, ou garganta. Na realidade, ela está desejando falar "Chega!".

- Braços cruzados no peito, você não quer dar o braço a torcer e nem aceitar o que estão lhe falando.

- O queixo é o ponto da sabedoria. Mãos colocadas abaixo dele, significa que você aceita o que estão lhe falando e que está com o coração aberto. Pode-se dizer o mesmo quando você entrelaçar as suas mãos.

- Quando você acusa alguém de algo, deve-se lembrar que: está apontando a pessoa com o dedo indicador, enquanto os outros três dedos estão apontando para você. Ou seja, você também é igual a esta pessoa que está acusando.

- Ao cumprimentar alguém, mostramos nossa firmeza e vigor psíquico. Se a mão dá um forte aperto, é sinal de que não há restrições. A mão frouxa é sinal de que a pessoa tem medo de ser envolvida.

- A direção de seus pés, quando você está sentado, indica o seu desejo, a sua verdadeira intenção de se locomover. Se eles estiverem voltados para porta, você quer sair de onde está.

- Ao andar pelas ruas, você tem a mania de colocar as mãos nos bolsos, com os polegares para dentro? Então quer mostrar a todos como você é uma pessoa sensual e deseja que olhem para você.

- Se suas mãos estão colocadas atrás de seu corpo, significa que está com vergonha do que está pensando, ou achando feio o que estão lhe falando.

- Puxar o cabelo é sinal de que está em busca de uma grande idéia.

- Colocar o dedo na ponta do nariz, que representa o linga, o órgão sexual masculino mostra que está colocando em prática este seu lado, o lado da imposição. Já colocar o dedo entre o nariz e a boca, quer dizer que está se sentindo intimidado.

- Colocar o lápis atrás da orelha mostra um desejo íntimo de ser culto.

- Sentar sobre a mesa de alguém é sinal de desejo de posse, que está querendo invadir o espaço do outro

 

Fonte:. http://www.dicasesotericas.kit.net/CURIOSIDADE.HTM


A Lua e Suas Influências

Fases da Lua

 

Lua Nova - novos empreendimentos (nunca comece ou realize nada 3 dias antes da Lua Nova). Você pode:

Mudar para uma casa nova ou começar em novo emprego; cortar o cabelo (para evitar a queda demasiada e acelerar o crescimento); fertilidade para concepção; relacionamentos passageiros (que servem apenas para afirmação do ego), estimulantes mas não douradouros; ganhar peso; viagem de lazer; começar poupança, cobrar débitos; começar cursos; contratar empregados; começar uma construção ou reforma.

 

Lua Crescente - atrai boas condições para continuar coisas que estavam estagnadas.

Fazer sociedades; cortar o cabelo com a intenção de crescimento rápido; tratamento de beleza; ganhar peso; viagem de lazer; começar poupança, cobrar débitos; começar cursos; romances iniciados nesta época são mais permanentes e satisfatórios; fazer atividades físicas que consomem muita energia; lançamentos; noite de autógrafos; assinar contratos e acordos; pedir para atrair energias positivas e boas condições a fim de realizar os desejos.

 

Lua Cheia - época para fazer orações e pedir, desenvolver os poderes da mente, realizar sonhos.

Cortar o cabelo para dar volume; hidratação ounutrição da pele; encontros sexuais; encantamento e magnetismo; atividades de comércio; apresentações, shows, esposições, espetáculos.

 

Lua Minguante - pedir para afastar as más influências e energias negativas, evitar começar qualquer empreendimento ou mudar de casa, não aceitar propostas, assim como não assinar papéis ou fazer sociedade.

Boa fase para parar de fumar; começar dietas de emagrecimento e de desintoxicação; cortar cabelo a fim de conservar o corte e aumentar o volume dos fios (já que o crescimento é lento); tintura de cabelo; cirurgias; tratamento para rejuvenescimento; cortar hábitos, vícios e condicionamentos; encerrar relacionamentos; tratamentos dentários; dispensar funcionários; arrumar a casa e jogar coisas fora; consertos de roupas, dedetização, poda, capinar e aparar grama; balanço financeiro do mês, pegar empréstimo; quitar pagamentos.

 

http://www.dicasesotericas.kit.net/CURIOSIDADE.HTM


Harry Potter e a Sabedoria Antiga

 

Os livros de J.K. Rowling sobre Harry Potter são um fenômeno fantasticamente mágico. Não tiveram origem em nenhum nicho do mundo editorial, mas rapidamente se tornaram os livros mais vendidos para jovens desta época e os filmes baseados neles também tem grande sucesso.

Os livros são típicos de três gêneros literários. Um é o bildungsroman ou romance de educação moral e psicológica do protagonista. Harry Potter vive num internato, mas também se educa na grande escola da vida. Outro gênero é a da busca, no qual o protagonista enfrenta uma série de desafios e ao passar por eles descobre um grande tesouro - no caso de Harry, a revelação do próprio conhecimento. O terceiro é o do conto de fadas, cujo personagem central é muitas vezes um órfão. Harry é um órfão e, portanto um representante adequado de cada ser humano, porque como disse um dos grandes instrutores teosóficos, todos nós somos membros desta "pobre órfã humanidade ".

A família de Harry é de feiticeiros, mas ele foi criado pelos Muggles, isto é, por não-feiticeiros, e assim ignora sua origem e seus poderes latentes. Porém ele é chamado para a Escola de Magia e Bruxaria Hogwart onde ficará sete anos para aprender magia e também adquirir maturidade moral e psicológica. Em Hogwarts, Harry enfrenta uma série de indagações que são parte de uma grande e abrangente busca para descobrir quem e o quê ele é.

A série de quatro livros publicados e mais os três em projeto agradam os jovens - de idade e de coração. Esse interesse baseia-se na habilidade do autor em contar a história, e também na visão de mundo das histórias que - podemos dizer - é compatível com a da Sabedoria Antiga.

A ampla familiaridade de Rowling com mitos, lendas, magia e episódios bizarros de informações esotéricas misteriosas é o material da trama na qual ela constrói seu conto mágico. Os livros criam seu próprio mundo, cuja integridade é indispensável para a boa fantasia. Contudo eles também são interpenetráveis em ou, para usar o termo de J.R.R. Tolkien, "aplicáveis" a outros contextos, como a teosofia, com a qual Rowling tem certa familiaridade, como fica claro por sua referência em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban ao autor fictício "Cassandra Vablatsky" e seu também fictício livro "Desvendando o Futuro". "Vablatsky" é uma transposição de fonemas, de "Blavatsky", e "Cassandra" é um substituto apropriado para "Helena", porque Cassandra era filha de Príamo, Rei de Tróia, uma profetisa que sempre falava a verdade e nunca era levada em conta, e porque a história de Cassandra é parte da grande guerra da Ilíada, travada por Helena. Além disso, o título do fictício livro Desvendando o Futuro sugere Ísis Sem Véu, o primeiro livro importante de Helena Blavatsky.

Embora "Cassandra Vablatsty" mostre que Rowling tem certo conhecimento da tradição teosófica e cremos que este conhecimento não é profundo nem extenso. Mesmo assim, de maneira interessante, muito nos livros de Harry Potter é semelhante às idéias teosóficas. Este paralelismo não indica um conhecimento detalhado destas idéias pela autora, mas revelam sua familiaridade com mitos, lendas e símbolos com os quais a Sabedoria Antiga Teosófica se expressa nos profundos níveis inconscientes da alma, onde a Sabedoria está entesourada no coração-mente de cada ser humano.

 

Polaridades

Um dos temas teosóficos em Harry Potter é o da polaridade: espírito-matéria, vida-forma, energia-massa, yin-yang, esotérico-exotérico, interno-externo e outras mais. Diversas destas notáveis polaridades aparecem nos livros. Uma é a dos Wizards e os Muggles, dois tipos de pessoas que povoam o mundo de Harry Potter. Os Wizards são mestres em magia; os Muggles são desorganizados, limitados, embora engenhosos na tecnologia para compensar sua falta de poderes mágicos, mas também freqüentemente vulgares e sem imaginação. Os Wizards e os Muggles na prática são castas diferentes, que poucas vezes se misturam e algumas vezes se desentendem:

"Toda sua família é de feiticeiros?", perguntou Harry...

"Ah - sim, acho que sim", disse Ron. "Acho que a mãe teve um primo segundo que é contador, mas nunca falamos nele". (Harry Potter e a Pedra Filosofal; todas as citações sem indicação são deste primeiro livro.)

Estas castas opostas dos sábios e dos broncos são paralelas a dois tipos de pessoas mencionadas em Aos Pés do Mestre (um dos clássicos espirituais da teosofia):

"Em todo mundo há somente dois tipos de pessoas - os que sabem e os que não sabem; e este conhecimento é o que importa". (Editora Teosófica, 1999, p.15.)

O conhecimento de que se fala é o da realidade de um plano ordenado no universo e o lugar dos seres humanos neste plano. Wizards, etimologicamente, são os wise, sábios, os que sabem. Os Muggles são outro tipo de gente.

Outra polaridade é a do bem contra o mal. Esta polaridade é muito diferente da dos Wizards e dos Muggles. Há bons e maus Muggles, bem como bons e maus Wizards. Na verdade, as duas figuras arquetípicas do bem e do mal nas histórias são Wizards: Albus Dumbledore é o diretor de Hogwarts e o maior Wizard vivo. Seu pré-nome, Albus, é a palavra latina para "branco", sendo ele um mago "branco" isto é, bom. A primeira parte de seu sobrenome, Dumb, é o vocábulo inglês "silenciosa, muda”, nos lembrando que a verdadeira sabedoria não pode ser explicada, apenas experimentada; o último significado de dumb "estúpido" é ironicamente adequado, porque a sabedoria é muitas vezes tomada erroneamente por estupidez por quem não sabe, como na figura literária do Sábio Bobo. Além disto, Dumble rima com humble (humilde); e os verdadeiros sábios são sempre pessoas humildes, porque sabem quanto ainda não sabem. A última parte do nome do diretor, dore, é homófona de door (porta), e este sábio diretor é a porta através da qual Harry entrará no Caminho do aprendizado e do serviço.

Por outro lado, o arquétipo do mal é Voldemort, a sombra e castigo de Harry. Da mesma forma que Harry é aluno de Hogwarts, Voldemort também o foi, adotando este nom de mal quando se lançou em seu caminho maligno. Vol lembra o verbo alemão wollen "querer, desejar", e mort é a raiz latina para "morte". Assim Voldemort é aquele que tem um desejo (vol) (de) morte (mort), o oposto da sabedoria.

Em Hogwarts, os dois melhores amigos de Harry, Ron Weasley e Hermione Granger, são outra polaridade. Ron vem de uma antiga família Wizard; e Hermione, de uma família Muggle. Eles se equilibram entre si em outras caraterísticas. Ron é retraído e introvertido; Hermione é faladora e desinibida. Ron é tímido, com sentimento de inferioridade porque é o mais novo entre os seis inteligentes irmãos; Hermione é confiante e positiva, uma notável vencedora. Ron assume riscos, Hermione restringe-se à lei. Ron é cheio de energia masculina, Hermione de energia feminina. Com Harry eles formam um triângulo de energias e de tipos de personalidade.

 

A Busca

A busca fundamental nos livros de Harry Potter é a da auto descoberta. A este respeito, estes livros compartilham de um tema comum aos grandes livros guias da humanidade. A iluminação é a habilidade de responder corretamente a questão "Quem sou eu?" Certa vez, um estudante de zen foi a um mestre zen e perguntou o que deveria fazer para atingir a iluminação. O mestre zen replicou "Quem pergunta?" O estudante que puder responder a esta pergunta está iluminado. A mesma pergunta é o assunto principal de todos os Upanishads e, na verdade, dos tratados espirituais de todas as grandes tradições.

Harry está na grande busca para descobrir quem ele é - no sentido mais simples e mais literal, de saber quem são seus pais - mas também no sentido mais profundo de descobrir sua própria natureza e sua missão na vida. Esta grande busca é mostrada num assunto diferente em cada livro da série. No primeiro livro, é encontrar a Pedra Filosofal. "Filósofo" é um termo tradicional para um alquimista e a Pedra Filosofal, um produto mágico da arte da alquimia que transforma metais vulgares em ouro e produz uma bebida, o Elixir da Vida, que concede imortalidade. (Parece que os editores americanos acharam que "filosofal" seria muito árido e desinteressante e usaram o termo "Pedra da Feitiçaria".)

A procura pela Pedra Filosofal leva Harry e seus dois amigos aos porões subterrâneos da Escola Hogwarts, onde a Pedra está escondida. Sua jornada nestas profundezas reflete o antigo tema da descida ao inferno, que é a parte inconsciente de nossa alma, onde descobrimos verdades ocultas sobre nós mesmos. Harry explora o subterrâneo em sete estágios (reduzidos no filme a cinco):

1. Ele e seus amigos devem passar por um cão de três cabeças que guarda o alçapão da porta dos porões. O cão da história, "Fluffy", é Cerberus, o guardião do inferno ou Hades na mitologia grega. O cão adormece com a música tocada por Harry e Hermione na flauta que Harry recebeu de presente. Da mesma maneira Orfeu tocando uma lira pôde entrar no Hades e resgatar sua falecida esposa. A flauta tocada por Harry e Hermione é análoga ao instrumento usado na ópera de Mozat "A Flauta Mágica", tocada por Tamino e Pamina na cerimônia ao fim da ópera.

2. Quando os companheiros caem no alçapão (como Alice na toca do coelho) sua queda é amortecida ao aterrissarem sobre uma luxuriante planta conhecida por Cilada do Diabo. As gavinhas desta planta envolvem tudo que a toca, apertando-se quando sua vítima luta para escapar. Hermione, entretanto lembra-se ter estudado que a planta se recolhe com a luz, e assim ela usa um encantamento para produzir uma brilhante iluminação com sua varinha de condão. A Cilada do Diabo sugere que o quê é agradável e fácil muitas vezes é uma armadilha, e que o mal e a opressão podem ser sobrepujados pela Luz do Conhecimento.

3. Em seguida os meninos chegam a uma sala que tem no outro lado uma porta que só pode ser aberta com uma chave especial dentre as muitas chaves aladas que voam desordenadamente ao redor do quarto. Harry encontra a chave, pois é hábil em pegar coisas ao voar na vassoura. O simbolismo é óbvio: precisamos da chave do conhecimento para abrir a porta da realidade interna, mas esta chave é ilusória e pode ser capturada somente por quem se treinou para realizar esta tarefa.

4. Na sala além da porta, os amigos encontram um enorme tabuleiro de xadrez no qual eles tornam-se peças num jogo de Xadrez Mágico, em que as peças capturadas são esmagadas pela peça captora. Ron, que é o especialista em xadrez do grupo, dirige os movimentos e finalmente sacrifica-se para que Harry possa dar o xeque-mate no rei adversário. O jogo de xadrez imita o de Alice no Espelho e é uma metáfora comum para o jogo da vida. O heróico auto-sacrifício de Ron pelo bem-estar dos outros, o coloca na classe dos futuros bodhisattvas que sacrificam sua própria felicidade pelo bem de seus semelhantes.

5. Deixando o inconsciente Ron para trás, na sala seguinte Harry e Hermione encontram um enorme e medonho ser sobrenatural que deve ser dominado. Porém o gigante já havia sido vencido - na realidade os três parceiros o haviam deixado inconsciente num encontro anterior quando ele invadira a escola. Dominar o monstro é ganhar controle de nossa própria sombra, do Morador do Limiar, que personifica nossas faltas, pecados e natureza animal. Mas, uma vez estabelecido o controle, o monstro irreal não é mais um desafio, e quando necessário podemos lidar com ele.

6. Na penúltima sala Harry e Hemione são cercados por paredes de fogo que somente podem ser transpostas se um enigma for resolvido. Hermione, a mais esperta dos três, o resolve. Harry a manda de volta para cuidar de Ron e segue sozinho. Os fogos da paixão somente podem ser debelados se soubermos a resposta para o enigma da vida. Este conhecimento é alcançado pelos que são verdadeiramente inteligentes e, de fato este é o significado da inteligência. Devemos usar nossa inteligência para atingir a câmara mais secreta de nossa busca, e esta passagem final deve ser feita sozinho por cada um de nós, porque na busca a iniciação final é solitária, enfrentada sem qualquer auxílio, exceto por aquilo que cada um de nós tem dentro de si.

7. Na última sala Harry encontra ambos, Voldemort que corrompeu um dos professores de Hogwarts e ocupou seu corpo, e também o Espelho de Erised, que deve ser usado para achar a Pedra. O Espelho de Erised mostra a quem se olha nele, não o reflexo da realidade, mas uma imagem do que mais deseja. É a grande ilusão, e devemos conhecer seu segredo para não cairmos nesta armadilha. Para encontrar a Pedra Filosofal no Espelho, deve-se desejar encontrá-la, mas não usá-la em benefício próprio. Harry encontra a Pedra, não para se beneficiar com ela, mas para impedir que Valdemort a use para o mal. Da mesma forma como o Anel de Tolkien, a Pedra Filosofal é destruída pelo ato de coragem altruísta de Harry, para que não caia nas mãos de Voldemort. A verdadeira riqueza e imortalidade são obtidas somente por aqueles que são motivados por desejo altruísta. E este é o grande segredo da busca.

 

As Lições de Vida de Hogwarts

No curso da descoberta do grande segredo, Harry aprende muitas lições repassadas aos leitores. Embora isto seja ficção fantástica, suas mensagens são fatos reais. Podemos identificar sete lições, sendo três preliminares:

1. Há um outro nível de verdade além da medíocre realidade Muggle. Todos nós somos órfãos neste mundo e Harry Potters na Escola da Sabedoria, para aprender as verdades deste nível.

2. Instrutores como Dumbledore, estão disponíveis na escola da vida para nos guiarem neste aprendizado.

3. Destes instrutores, aprendemos a ver a Verdade, mas com muita prudência: [Harry] "Há outras coisas que gostaria de saber, se você puder me contar...gostaria de saber a verdade de...”

4. "A verdade" - Dumbledore suspirou - "é uma coisa bela e terrível, e deve ser tratada com muito cuidado".

5. Quando Harry começa a perguntar sobre Voldemort, mencionando-o pelo eufemismo de "Você-sabe-Quem", como é chamado por muitos que tem medo até de mencionar o nome do grande Feiticeiro do mal, Dumbledore o repreende:

"Chame-o de Voldemort, Harry. Use sempre o nome das coisas. Omedo do nome aumenta o medo da própria coisa."

Após estas três lições preliminares, seguem-se as quatro lições principais:

1. Discernimento. Devemos escolher nosso próprio caminho na vida. Dumbledore diz a Harry: "É a nossa escolha, Harry, o que mostra o que somos realmente, mais do que nossas habilidades". (Harry Potter e a Câmara Secreta). As Cartas dos Mestres dizem: "Temos uma palavra para todos os aspirantes: TENTE". E, no manual espiritual Aos Pés do Mestre, a primeira das quatro qualificações para entrar na Senda é "Discernimento". Além disso, a terceira Verdade do Lótus Branco (de outro manual espiritual, Luz no Caminho) nos diz: "Cada um de nós é seu próprio absoluto legislador, o distribuidor de glória ou tristeza a si mesmo; quem decide nossa vida, nossa recompensa, nossa punição". Portanto esta lição é a de fazer um esforço de - ou tentar - distinguir entre o real e o irreal, entre o menos bom e o melhor, entre o transitório e o eterno.

2. Desapego. A segunda lição importante é que o mundo é mayavico, ilusório e, portanto devemos passar por ele sem desejos egoístas. O Espelho de Erised é um símbolo do desejo mayavico. O termo "Erised" é "Desire" (em inglês, desejo) lido de trás para diante, por isso um mau desejo. O Espelho tem no topo uma inscrição: "Erised s´traeh ruoy tub ecaf rouy ton wohs i" que é a escrita reversa (em inglês) de "I show not your face but your heart's desire" isto é "Não mostro sua face, mas o desejo de seu coração". Os que se olham no Espelho não se vêem a si mesmos como são, mas a ilusão do que eles querem ser e ter. Dumbledore explica o Espelho:

"O homem mais feliz do mundo será capaz de usar o espelho de Erised como um espelho normal, isto é, ele verá a si mesmo exatamente como ele é... Ele não nos mostra nada mais ou nada menos do que o mais profundo, o mais desesperado desejo de nossos corações... Contudo, este espelho não nos dará nem conhecimento nem verdade. Homens se consumiram em sua frente, enlevados com o que viram, ou ficaram loucos não compreendendo se o que viram é real ou mesmo possível".

O Espelho é um símbolo de Maya, a Grande Ilusão, neste mundo motivado e governado pelo desejo. Em Aos Pés do Mestre, a segunda qualificação para entrar na Senda é o "Desapego" isto é, sem desejo pessoal, ou, como coloca o Bhagavad Gita, agir sem desejar os frutos da ação.

3. Boa Conduta. A terceira lição é que devemos levar nossas vidas de acordo com Princípios Corretos e não por regras arbitrárias. Muitas vezes Harry transgride as regras da escola, nas nunca transgride os princípios morais. A terceira qualificação em Aos Pés do Mestre são as "Seis Regras de Conduta": Controle da Mente, Controle da Ação, Tolerância, Contentamento, Perseverança e Confiança - especialmente confiança no Plano, que é o quê aqueles que conhecem, sabem. E os que sabem, sabem que a morte é parte do Plano. Quando Harry se preocupa com as conseqüências da perda da Pedra Filosofal sobre o bom filósofo alquimista que a conseguiu e que deve morrer sem ela, Dumbledore explica:

"Além disso, para a mente bem organizada, a morte é apenas a próxima grande aventura. Você sabe, a Pedra realmente não era coisa tão maravilhosa. Quando muito lhe traria todo dinheiro e vida que desejasse! As duas coisas que a maioria das pessoas escolheriam dentre todas - o problema é que os homens têm uma predileção para escolher exatamente as piores coisas para si".

4. Amor. Harry salvou-se de duas investidas do Mal, em sua infância e em sua busca, devido ao grande amor de sua mãe. Dumbledore diz a Harry:

"Sua mãe morreu para salvá-lo. Se há uma coisa que Voldemort não pode entender é o amor. Ele não compreende que um amor tão grande como sua mãe teve por você deixa sua própria marca. Não é uma cicatriz ou um sinal visível,... mas por ter sido amado tão profundamente, será certa uma proteção permanente, mesmo que a pessoa que tanto tenha amado haja morrido. Por isso Voldemort não pôde atingi-lo. Seria uma agonia tocar uma pessoa com a marca de algo tão bom".

A quarta qualificação em Aos Pés do Mestre para entrar na Senda é o Amor.

Estas são as lições que Harry Potter aprende em seu primeiro ano em Hogwarts, e no primeiro estágio de sua educação para a vida: ter discernimento ao fizer suas escolhas; fazer a coisa certa sem qualquer interesse; escolher por guia os princípios inteligentes da vida e não as regras arbitrárias; e ter confiança no que Dante chamou na Divina Comédia de "O Amor que move o sol e as outras estrelas". São Discernimento, Desapego, Boa Conduta e Amor.

Estas são lições para qualquer um de nós aprender no início ou em qualquer época da vida.

John Algeo

 Tradução: Izar G. Tauceda


A essência do perfume  ideal para cada signo

 

Áries (21/3 a 20/4)

O perfumes cítricos, marinhos e os que levam notas de alfazema e lavanda.

Touro (1/4 a 20/5)

O ideal são perfumes amadeirados e florais (como magnólia, orquídea e jasmim).

Gêmeos (21/5 a 20/6)

Perfumes com notas de flores do campo, narciso e verbena.

Câncer (21/6 a 21/7)

Perfumes com essências  florais como lírio, orquídea e jasmim.

Leão (22/7 a 22/8)

O perfume ideal são aqueles com fragrâncias marcantes e fortes, com toques de pimenta rosa e gengibre.

Virgem (23/8 a 22/9)

Perfumes florais, com notas de lavanda, verbena, jasmim e gardênia.

Libra (23/9 a 22/10)

O perfume para as librianas deve ser discreto por isso evite os muito marcantes. Varie entre hortênsia, violeta ou patchouli.

Escorpião (23/10 a 21/11)

O perfume deve ser sensual  , entre eles as fragrâncias de rosas e especiarias como cravo, baunilha, canela e cardamomo.

Sagitário (22/11 a 21/12)

Prefira os perfumes suaves e evite os aromas muito doces. Opte por ,Jasmim, lavanda e lírios.

Capricórnio (22/12 a 20/1)

O perfume perfeito para o seu signo são aqueles com toques amadeirados de sândalo, cedro ou pinho.

Aquário (21/1 a 19/2)
O perfume perfeito para as aquarianas são aqueles bem autênticos, prefira aqueles que levam um toque de ervas, limão e gengibre.

Peixes (20/2 a 20/3)

O perfume perfeito para a mulher do signo de peixes são as fragrâncias doces e os florais.


Depressão tem cura: terapia soluciona o problema sem o auxílio de remédios

Técnica resgata pensamentos negativos e ensina a ultrapassar as barreiras que impedem a felicidade

 

A depressão é um distúrbio mental relacionado ao humor que atinge 121 milhões de pessoas ao redor do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em maior ou menor grau, muitas pessoas já vivenciaram essa condição, mas a solução continua cercada de mistérios. Assim, alguns passam a vida toda convivendo com a questão, enquanto outros buscam medicamentos que podem até mesmo trazer dependência física e psicológica. A Dianética, ciência moderna que estuda o funcionamento da mente humana, explica o motivo pelo qual experiências do passado têm influência na vida presente. Dessa forma, é possível entender – e eliminar – os motivos que levam à depressão em um indivíduo.

A técnica, desenvolvida pelo pesquisador norte-americano L. Ron Hubbard na década de 50, é atualmente aplicada no mundo todo, com resultados visíveis. “Às vezes as pessoas entram em um estado depressivo sem razão aparente. No entanto, ao conhecerem a Dianética, entenderem como a mente funciona e iniciarem a terapia, descobrem que sua condição se deve a registros negativos ocasionados por sofrimentos e perdas do passado”, afirma Lucia Winther, especialista em Dianética.

 Segundo Hubbard, esses registros negativos ficam armazenados na mente reativa, que atua abaixo da nossa consciência e entra em ação a partir de episódios aparentemente banais, mas que contém alguma semelhança ao passado. “A partir do momento em que compreendemos a origem da dor, conseguimos lidar com ela”, explica a especialista. Para ela, o uso de remédios é somente paliativo, e pode causar dependência e efeitos colaterais.

“A Dianética nos ensina a lidar com nossa mente de maneira natural e definitiva. Sendo assim, por que motivo precisaríamos de soluções passageiras e que trazem efeitos indesejados?”, questiona Lucia. O método é explicado no livro Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo. Traduzido para mais de 50 idiomas e disponível em cerca de 150 países, o livro já vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.

 

Sobre a Dianética

 

Desenvolvida em 1950 por L. Ron Hubbard, essa técnica busca eliminar registros negativos do passado que influenciam diretamente o comportamento atual do ser humano. Segundo Hubbard, a mente está dividida em duas partes: a analítica, que envolve o lado racional e da inteligência; e a reativa, parte subconsciente que grava e armazena mágoas, sofrimentos e medos sentidos durante a vida. Com esses dados, a mente reativa comanda os pensamentos e as atitudes do presente. A partir dessa abordagem, é possível explicar porque frequentemente as pessoas tomam atitudes que não correspondem à sua vontade ou personalidade e tratar esses sintomas por meio da Dianética.

 Os conhecimentos da Dianética foram publicados por Hubbard em diversos livros, entre os quais o mais famoso é Dianética: O Poder da Mente Sobre o Corpo, lançado em 1950. Traduzido para mais de 50 idiomas e disponível em cerca de 150 países, o livro rapidamente tornou-se um best-seller com a venda de mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.

Mais informações podem ser encontradas na obra de L. Ron Hubbard publicada pela Editora Ponte ou por meio do site www.dianetica.org.br.


O Futuro pode ser Cristalino

 

Transformar, mexer, sair do confortável, do conhecido, tudo é um desafio. Todos os dias nos confrontamos com pequenos e grandes desafios. Em cada um deles, precisamos fazer escolhas e queremos sempre acertar, afinal as nossas decisões do presente influenciarão nosso futuro. Às vezes, nessa imensidão de desafios, nos vemos perdidos, confusos, porque não enxergamos com clareza o que pode estar por vir. Se é assim que você se encontra nesse momento, a ponta de cristal branco simboliza muito bem essas situações. E ainda pode nos ajudar a vivenciá-las.

O cristal de quartzo branco é o mais comum, fácil de se encontrar em casas de produtos naturais, lojas de acessórios e decoração para casa e feirinhas. A base do cristal branco é leitosa, opaca. À medida que ascende ao ápice, torna-se mais claro e transparente.. Esse padrão tem um simbolismo de desenvolvimento e evolução, que traduzido para nossa vida representa a nossa nebulosidade e embaçamento de consciência, que conquista uma maior claridade conforme nos elevamos.

A melhor escolha só fazemos quando temos essa clareza "cristalina". Quando nos encontramos em estado “nublado”, nossas escolhas são por inércia, comodismo ou impulso - e nada disso busca o aprimoramento. Não vamos acertar sempre, mas podemos tentar nosso melhor. É isso que nos impulsiona para cima, para o ápice.
Não vamos acertar sempre, mas podemos tentar nosso melhor. É isso que nos impulsiona para cima, para o ápice.

 Para esses momentos de indecisão, pegue um cristal e perceba qual ou quais características dele que estão refletindo no seu momento de vida. Note o que chama mais a sua atenção. Muito provavelmente você vai perceber mais o opaco se estiver se sentindo assim, o áspero se achar que está em um momento duro, por exemplo. Medite e imagine-se caminhando dentro do cristal. Saia do nublado, busque seu ápice. O trabalho com o cristal branco nos coloca no caminho do aprimoramento, da evolução e do equilíbrio pessoal.

 

Reiki e as nossas emoções

 

Nós, adultos, nos acostumamos a guardar nossas emoções, não demonstrá-las, escondê-las, abafá-las. Isso porque aprendemos assim. Desde criança ouvimos: “Engole esse choro!”, “Não faça essa cara.”, “Que bobeira é essa?”. À medida que crescemos e experimentamos novas situações e sentimentos, alguns deles negativos e bem marcantes, fomos fazendo exatamente o que nos foi ensinado: guardar, esconder, abafar, etc...

É assim que aprendemos a lidar com as nossas emoções. Acumulando e guardando sentimentos negativos. Com isso, os sentimentos de amor, carinho, empatia, solidariedade, todas as nossas emoções positivas vão sendo cercadas. O nosso centro das emoções, o coração, está aberto só uma frestinha, somente o necessário, o mais seguro.

Mas isso cobra seu preço. Além de experimentar a vida, só um pouquinho, o mais seguro, agora, milhares de nós não conseguem nomear o que sente, muito menos por que sente. A confusão dentro de nós é geral!

O Reiki é uma técnica suave e natural que nos ajuda a buscar uma maneira melhor de lidarmos com nossas emoções. Dizemos que a energia Reiki é uma energia inteligente, ela vai para quando e onde for necessária. Sua alta vibração energética desaloja as mais densas, ou seja, os sentimentos negativos guardados e escondidos vão sendo modificados suavemente para alcançar um nível mais elevado ou se dissipar. Um a um, esses sentimentos vão se apresentando para serem trabalhados. Com a ajuda do Reiki temos o suporte para identificar e aprender a lidar com eles de forma mais consciente e saudável.

Confronto construtivo, é como chamo a primeira fase de tratamento com o Reiki. Normalmente, o que acontece primeiro é uma faxina geral, pois não dá para arrumar a mesa sem limpar os pratos. Vamos lidar com os sentimentos guardados como mágoas, frustrações, raiva, tristeza, ciúme, etc. Esses sentimentos tornam-se perceptíveis, e então tratáveis. Sem julgamento e sem rejeição o Reiki nos ajuda a lidar com esses aspectos mais densos de nós mesmos. Depois, a energia Reiki fornece segurança e alimento energético para que os sentimentos positivos cresçam e nosso centro energético do coração se abra. Pouco a pouco, lógico, pois levamos muito tempo para fechar, mas com a ajuda do Reiki nos abriremos para uma vida mais plena, naturalmente e com segurança.

 

Simone Kobayashi



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