No Brasil, estamos acostumados a
ouvir que o ano só começa depois do Carnaval. Brincadeiras à
parte, trata-se de uma triste realidade para muita gente, que
acaba levando o “ditado” ao pé da letra. Porém, em se tratando de
um ano em que o Carnaval acontece em março, regido pelo planeta
que implica em mais rapidez e velocidade nos acontecimentos, e com
tantos fatos marcantes já ocorridos, ignorar três meses é, no
mínimo, uma ignorância tremenda. Isso porque, neste ano, nem o
próprio Carnaval foi poupado.
O
Carnaval é associado à alegria e comemoração. É a festa onde,
simbolicamente, tudo é permitido. Porém, para muitos, o Carnaval
de 2011 perdeu o brilho. Cidades abaladas pelas chuvas em janeiro
optaram por abolir os festejos, como é o caso de Teresópolis. Até
o mundialmente famoso desfile das escolas de samba do Rio de
Janeiro foi parcialmente afetado por um incêndio. Se o ano só
começa depois do Carnaval, é preferível não imaginar o que está
por vir, ainda mais com a proximidade do tão temido 2012.
Para o
terapeuta e esotérico Daniel Atalla, a questão de um real “fim do
mundo” não deve ser levada tão ao pé da letra, mas é necessário
prestar atenção aos sinais que a natureza vem dando. “Já deu para
perceber que o ano está com ‘pressa’, a natureza está agitada e
trazendo notícias complicadas, por isso, é importante ter noção de
que não dá pra ficar parado, esperando o tempo passar”, explica.
“No entanto, não devemos ficar nos prendendo em tragédias ou em
‘profecias’, pois acabamos deixando de lado a parte boa da vida,
que é justamente a alegria, e o Carnaval é um excelente momento
para darmos valor a tudo isso”, complementa.
De
acordo com Atalla, o Carnaval possui uma grande energia, e é um
dos melhores momentos do ano para a purificação. “Seja
participando das festas ou aproveitando a data de forma mais
tranquila, o importante é deixar de lado tudo o que for negativo,
e dar vazão a uma consciência mais equilibrada, tanto com o nosso
próprio interior quanto com o planeta”, aconselha. “Agindo dessa
forma, podemos levar muita energia positiva para todo o resto do
ano. E ele já começou!”, finaliza.
Daniel
Atalla - Conceituado no meio esotérico como um dos grandes
profissionais do Brasil, com vários títulos e diplomas nacionais e
internacionais, trabalha com diversas artes místicas, como o Tarot,
Numerologia, Feng Shui e Magia. É escritor e criador do Livro
“Tarot Atalla”.
Campeão
de audiência da Rádio Mundial, Daniel soma os títulos de Mago da
Ordem Revelation e Babalorixá do culto de Umbanda, e é o criador
da Escola Esotérica.
Escola Esotérica
Rua Apeninos, 306 – Paraíso – São Paulo (a 200 metros do Metrô
Vergueiro) - Tel.: (11) 3209-4457
Segundo a medicina tradicional
chinesa, o equilíbrio da natureza e do corpo humano tem como
princípio a utilização de duas forças opostas em estado de
harmonia: o Yin (frio e introspectivo) e o Yang (calor e
expansivo). Como o carnaval ocorre durante o verão (Yang), período
em que o dia se torna mais longo e as pessoas ficam naturalmente
mais agitadas. Deste modo, a tendência é o organismo consumir mais
energia. Em contrapartida, há uma desidratação mais rápida do
corpo humano.
Ao
mesmo tempo, nessa época de folia, grande parte das pessoas adota
atitudes que desequilibram o organismo, como alimentação irregular
e atividades físicas em excesso ou incorretas, grande consumo de
bebidas alcoólicas, noites sem dormir e, consequentemente,
ausência da reposição de energia.
Partindo do princípio do equilíbrio da natureza, segundo a
filosofia chinesa, é fácil entender que, para combater o excesso
de Yang (fogo), é necessário o Yin (água). Portanto, o ideal é o
consumo de alimentos mais frescos e frutas tais como melancia,
melão e saladas. E – como é lógico – muita água.
Como
sempre, devemos utilizar a energia, que está no ar, com sabedoria,
respeitando nossa natureza para aproveitarmos o carnaval com muita
qualidade de vida.
Julio Ganiko - massoterapeuta, especializado em terapias orientais
e diretor do Spa Urbano Julio Ganiko, em Guarulhos
Astrólogo
João Bidu fala sobre 2012 “próximo ano será de fortes emoções
Para quem gosta de viver fortes
emoções, 2012 será um grande ano. Segundo JOÃOBIDU, maior
astrólogo do Brasil, a regente do ano será a Lua e isto terá
influência sobre o lado emocional das pessoas, além de excitar a
fecundidade, imaginação, a criatividade e o afeto.
O
próximo ano promete ser de ouro para as mulheres. O lar, a
família, o passado e as tradições estarão em evidência. Como
Saturno continuará em Libra, também serão mais comuns as relações
amorosas de casais com grande diferença de idade.
Um
ótimo ano para as parcelas mais pobres da população e para quem
trabalha junto a elas. “Quem oferece produtos e serviços para as
classes C, D e E, terão maiores chances de sucesso” revela o
astrólogo. Pela influência da Lua, 2012 também será um dos mais
favoráveis para o Brasil, “a realização de grandes desejos de
alguns clubes, associações de classe e empresas vão se
sobressair”, afirma JoãoBidu.
Datas
Importantes:
De 8 de
fevereiro a 25 de junho, Saturno estará retrógrado na “casa do
dinheiro” do nosso país: surtos inflacionários e outras
dificuldades financeiras podem surgir.
A Grande Questão:
O mundo
vai acabar em 2012? “Os astros garantem que não. Como a Lua
estimula a fecundidade e o espírito maternal, 2012 será muito mais
um ano de vida do que de morte ou destruição”, ressalta JOÃOBIDU.
Bom, o mundo não acaba, mas a humanidade pode iniciar uma grande
mudança de comportamento a partir de 3 de março, quando Netuno
ingressa em seu domicílio, ou seja, em Peixes. Os pontos positivos
são mais afeto e solidariedade entre as pessoas. Os negativos são
o aumento do consumo de bebidas e drogas, resultando em muitos
crimes e acidentes que chocarão a todos.
Magia do Pegaso.
Pégaso (em grego: Πήγασος) é um
cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária
damitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa
(mitologia).
Pégaso
nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu.
Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o
símbolo da inspiração poética.
Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo
com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou
usá-lo para chegar ao Olimpo.
Mas
Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido à
grande altura.
Zeus o
recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde
deveria dali em diante ficar à serviço do deus dos deuses.
Fonte: Wikipedia
Ritual de Meditação:
Faça sua preparação para meditação, verificando o ambiente mais
adequado, se vai usar velas e incensos, música e qual sua posição
mais confortável.
Relaxe,
respire fundo por três vezes, feche os olhos e comece a se ver
caminhando em uma praia deserta.
Ande
até que se sinta bem leve pela sensação da maresia.
Então,
veja descendo do céu, bem distante, um belo cavalo alado, que vem
em sua direção.
Ele vai
parar ao seu lado e você vai acariciá-lo.
Você
vai montar e ele irá te levar ao vôo maravilhoso, onde você estará
seguro e observando tudo lá embaixo.
Apenas
paisagens maravilhosas. Sinta o vento em sua face. Sinta a pelagem
do cavalo.
Respire
suavemente, deite-se no lombo do cavalo e sinta ele retornando à
praia, descendo suavemente.
Pronto,
ele parou. Agora desça e agrade seu novo amigo de viagens.
Agradeça e despeça-se!
Abra os
olhos bem devagar, respire profundamente e alongue seu pescoço.
by Sandra
Baralho Cigano
O Baralho Cigano é composto por 36
cartas e suas figuras tem um significado psicológico e cósmico.
Suas cartas apresentam as forças vivas da natureza e suas imagens
mostram situações do cotidiano. É um oráculo que ajuda a
desenvolver a intuição, sendo que sua interpretação é feita
através da intuição e da observação das cartas em si. Suas figuras
são simples e objetivas, e seus significados são claros, exatos e
precisos, não deixando dúvidas sobre as questões levantadas. Não é
um oráculo para ser estudado ou decorado em seus significados, ao
contrário, é um oráculo que usa a associação intuitiva e a
percepção do tarólogo para responder às questões apresentadas.
Suas figuras simples despertam lembranças que permitem que as
associações sejam feitas facilmente, pois despertam uma sensação
de familiaridade, representando retratos do dia-a-dia de cada um.
A
origem do baralho cigano
O
Baralho Cigano tem uma história cercada de mistérios, pois segundo
a lenda foi criado pela francesa Anne Marrie Adelaide Lenormand e
difundido por um povo nômade, tão fascinante quanto suas cartas.
Madame Lenormand, nascida em 1772, ficou famosa pelas previsões
feitas com seu Baralho, o qual leva o seu nome. Nessas cartas
Madame leu o destino do temível Robespierre (importante figura da
Revolução Francesa), mas também de outras grandes figuras da
realeza da alta sociedade francesa, além de políticos e grandes
líderes como Napoleão Bonaparte, do qual ela profetizou a grandeza
e a queda.
Sabe-se
apenas que, além de cartomante, Madame Lenormand era também
astróloga, numeróloga e quiromante, e possuía profundos
conhecimentos sobre cristais, plantas, geomancia, dominomancia e
cafeomancia. Todos esses conhecimentos contribuíram com certeza
para que ela criasse esse baralho que revolucionou a prática da
cartomancia. Após sua morte em 1843, os segredos do Baralho Cigano
desapareceram temporariamente, e somente cerca de 50 anos depois
eles foram recuperados com a descoberta de alguns manuscritos
deixados por ela.
A
partir desses documentos foram criados dois baralhos: um conhecido
como Lenormand e ilustrado com figuras da época, e ainda hoje
fabricado na França. O outro com figuras mais simples e atuais,
correspondente à versão utilizada pelos Ciganos, e por isso
chamado "Baralho Cigano", também pelo fato de que os Ciganos foram
o instrumento de propagação desse baralho mágico.
Os
Ciganos logo perceberam a praticidade desse Oráculo simples,
composto de 36 cartas, e ilustrado com figuras do dia-a-dia e que
permitia uma rápida compreensão do seu significado, o que fez com
que o utilizassem constantemente, fazendo que com o tempo o
próprio nome do baralho fosse associado a eles.
Essa
facilidade de interpretação ajudou também a popularizá-lo, não
apenas entre os Ciganos, mas entre os cartomantes em geral, pois
as mensagens contidas em suas cartas são tão claras que seu
significado é de fácil entendimento.
Extremamente valioso para o nosso dia-a-dia, o Baralho Cigano pode
ser visto como amigo e confidente, nos orientando na tomada de
decisões e nos prevenindo dos perigos que nos cercam.
E
diante dos benefícios do Baralho Cigano, devemos sempre agradecer
e valorizar esse ensinamento deixado por Lenormand e pelo povo
Cigano, que abriu as portas de seus conhecimentos e sua magia, nos
permitindo fazer uso desse magnífico oráculo.
O
tarólogo e escritor Constantino K. Riemma expõe com riqueza de
detalhes sua pesquisa sobre as origens do Baralho Cigano em seu
artigo " O imaginário Tarot Cigano". Eis o que nos revela
Constantino: " Muito tempo antes dos ciganos se instalarem na
Europa (século XV), os nobres italianos e franceses já
encomendavam, a preço de ouro, o baralho de tarot. As mulheres
ciganas faziam a conhecida "leitura da sorte" através da
Quiromancia (leitura das linhas das mãos), e com o passar do tempo
foram impressos os baralhos, tornando então os jogos acessíveis e
possibilitando que os ciganos começassem também a usar as cartas
para ler a sorte, por serem pequenas e fáceis de manusear. Foi
devido a esse fato que o povo cigano foi associado às cartas de
jogar.
No
entanto, não existe nenhum indício histórico que comprove que o
baralho foi inventado pelos ciganos, até porque os dons artísticos
do desenho e da escrita não eram seu ponto forte, além de não
possuírem tecnologia para a impressão dos baralhos em papel, por
se tratar de um povo nômade.
O
chamado "Baralho Cigano" não foi criado por esse povo. Trata-se,
na verdade, do Baralho Lenormand, criado por Mademoiselle
Marie-Anne Adelaide Lenormand (1772-1843), famosa cartomante que
viveu na França, que também era astróloga, quiromante e
clarividente, entre outros dons que possuía. Teve clientes
importantes, inclusive personalidades históricas da corte como
Josephine Beauharnais, esposa de Napoleão Bonaparte, e o próprio
Napoleão, inclusive, também foi seu cliente. Sua fama se
consolidou ao prever a ascensão e a queda de Napoleão, assim como
o destino de muitas personalidades importantes de sua época, como
Robbespierre, o carrasco da revolução francesa.
Portanto, o Baralho Lenormand surgiu na França no século XIX, e
não tem origem cigana, mas sim foi difundido por esse povo, que o
adotou devido à sua linguagem simples, clara e prática, com suas
imagens de cenas de fácil entendimento. Esse povo foi seu
principal divulgador, e incorporaram o oráculo de tal forma que o
nome do baralho passou a ser associado à eles. Somente nas últimas
décadas foram criados baralhos chamados "ciganos" que são baseados
nas imagens originais do Baralho Lenormand, de Mlle. Lenormand.
O "PETIT
LENORMAND": O "Petit Lenormand" ( pequeno Lenormand) foi publicado
primeiro em 1828 e era chamado "La Sybille Des Salons". Ele
continha as mesmas 52 cartas do baralho comum . Em 1840 foi
desenhado novamente por Mlle. Lenormand e reduzido a 36 cartas,
ficando por isso conhecido como "petit" (pequeno). Esse baralho é
formado por 9 cartas de cada um dos 4 naipes do baralho comum, no
total de 36. Porém, são usadas apenas as cartas de números 6 até
10, excluindo o cavaleiro. A numeração das cartas segue uma ordem
própria, e não segue o critério dos naipes nem o da numeração das
cartas de jogar. Foram colocadas figuras nas cartas para facilitar
o entendimento e a compreensão de seus significados. O sucesso e a
popularidade que o Baralho Lenormand conquistou acabou gerando o
surgimento de várias cópias e imitações por toda a Europa, o que
ainda acontece até hoje, como é o caso do "Tarot Cigano".
O
"GRANDE LENORMAND": O "La Sybille Des Salons" é o baralho mais
antigo de Mlle. Lenormand. Ele contém 52 cartas, cada uma com um
personagem diferente. As 52 cartas desse baralho correspondem às
cartas do baralho comum, com 13 cartas para cada naipe, excluindo
o cavaleiro do tarot tradicional. Os baralhos de Mlle. Lenormand
são imitados até hoje por muitas editoras. Algumas versões tem 54
cartas, ou seja, duas a mais que no baralho comum, que são "o
homem" (consulente masculino) e " a mulher" (consulente feminino).
Apenas nas últimas décadas foram criados baralhos chamados
"ciganos", cujos desenhos, na maior parte, são baseados no Petit
Lenormand, como é o caso da versão brasileira dos ciganos Miriam
Staneskon e Antônio Akbar.
Aprenda
com o Feng Shui, o que não deve fazer em sua casa.
Cuidado com os espelhos
Possuir um espelho em linha reta com
a porta da frente é um dos erros básicos mais comuns e que trazem
diversos transtornos, problemas materiais e familiares. O espelho
reflete para fora o Chi que entra na casa.
O certo é trocar a localização do
espelho.
Porta com batente quebrado
Madeira corroída, mesmo que apenas
na parte inferior do batente, restringe a mobilidade do chefe da
casa, que pode se manifestar em algum problema nos pés. O certo é
trocar todo o batente e não apenas a parte estragada.
No Feng Shui a energia Chi mal
canalizada pode provocar estresse, doenças e depressão.
Os sinos de vento, ou mensageiros de
vento são objetos super bem vindos, pois são excelentes condutores
de energia e podem ser utilizados para várias dificuldades quanto
a circulação inadequada do Chi em sua casa.
Crianças não é só brinquedos, é um momento de reflexão para que
pais, educadores e familiares possam refletir sobre tudo que
envolve o bem estar e a qualidade de vida da criança.
Por isso, é importante pensar em
atividades físicas como parte essencial do dia a dia infantil.
“Primeiro eduque a criança” dizia Joseph Pilates, cujo maior sonho
era ver seu método disseminado nas escolas, pois, só assim,
haveria a garantia de uma formação física adequada na infância que
se estenderia por toda a vida.
“É
indispensável que mostremos às crianças quais são os princípios
que norteiam a biomecânica de seus corpos o mais cedo possível,
que elas sejam capazes de incorporar os princípios da respiração
completa, da concentração, da consciência corporal, do controle e
precisão de movimentos e saibam como devem proceder para
desenvolver bons hábitos posturais o mais cedo possível”, ressalta
a educadora física e professora do CGPA Pilates, Suely Tambalo.
Os pais
que querem entender como o Pilates poderá ajudar as crianças devem
procurar informações com os professores certificados no método ou
a entidade representativa – Abrapi (http://www.aliancabrasileiradepilates.com.br).
São princípios de bem viver,
adotados no REIKI pelo mestre Mikaomi Usui, estabelecidos pelo
Imperador Meiji (1869 - 1912) – época da conhecida restauração
Meiji, quando o Japão passou
por uma fase de grande progresso e transformação. Os princípios
visam nosso desenvolvimento espiritual e devem ser praticados por
todos, reikianos ou não.
Só por
hoje, não se preocupe.
Só por
hoje, não fique zangado.
Só por
hoje, seja grato as bênçãos que recebe.
Só por
hoje, trabalhe arduamente.
Só por
hoje, seja amável com todos os seres vivos.
1º
princípio: Só por hoje, não se preocupe.
Preocupamos–nos porque os acontecimentos podem se desenrolar
diferentes do que esperamos e desejamos, levando em conta somente
as nossas vantagens. A origem da preocupação é o medo. Não adianta
“carregar“ os fatos ocorridos no passado, pense que fez naquele
momento o melhor que podia.
A
história dos monges retrata bem "o carregar". Dois monges saíram
do mosteiro onde viviam para ir a outra cidade. No caminho
encontraram uma moça chorando sentada à beira do rio. Um dos
monges perguntou–lhe porque chorava e esta explicou que não podia
voltar para casa, pois era de baixa estatura e a água do rio havia
subido muito. O monge pegou – a nos braços e atravessou o rio, com
ela no colo e, na outra margem, colocou-a no chão. A moça
agradeceu, sorridente e feliz foi para sua casa. Os monges
continuaram seu caminho. Muitas horas depois, o monge que não
havia carregado a moça falou ao outro: "Nós fizemos votos de não
tocar em mulheres e você pegou aquela moça nos braços." O monge
respondeu: "Há mais de duas horas coloquei-a no chão. E você ainda
a está carregando?"
Não se
desgaste , preocupando-se com o futuro. Ele será o reflexo do que
semearmos agora, no presente. Lembre-se: em tudo que acontece,
existe um propósito Divino.
2º
princípio : só por hoje. Não se irrite.
O
descontrole emocional acarreta a perda da nossa sintonia com a
energia universal, além de atrair vibrações densas. Uma maneira
eficaz de lidar com a irritação é quando ela acontecer. Parar,
reconhecê-la, refletir, e depois deixá-la ir...para sempre. Assim
que paramos de nos identificar com a emoção negativa, ela se
dissipa. Não devemos alimentar a raiva nem o ressentimento, mas
expressar as nossas emoções honestamente, sem reprimi-las. A
repressão das emoções é um processo que pode induzir às doenças.
Procuremos viver em harmonia.
3º
princípio: só por hoje, seja grato às bênçãos que recebe.
O “mau”
e o “bom” fazem parte de tudo na vida. Resta-nos experimentar,
enxergar cada nova experiência com novos olhos.
Devemos
nos lembrar sempre da história de “os males que vêm para bem“: Um
homem vivia numa pequena aldeia e era muito pobre, só tinha um
cavalo e se recusava a vendê-lo porque o considerava um amigo. Os
habitantes do vilarejo, achavam-no estúpido, porque poderia vender
o animal e acabar com sua pobreza.
Um dia,
o cavalo fugiu, os aldeões concluíram que o animal havia sido
roubado e melhor teria sido que o homem o tivesse vendido. Isto
era um mau. O homem disse para não tirarem conclusões tão depressa
e, que o único fato concreto é que o animal não estava mais lá.
Dias depois, o cavalo voltou trazendo dezenas de cavalos
selvagens. Os aldeões disseram que isto era bom, mas o homem disse
para verem os fatos e não só um pequeno fragmento da realidade sem
conhecer o todo.
O filho
mais velho do homem começou a domar os cavalos e a vendê-los. O
rapaz, um dia caiu de uns dos cavalos e quebrou a perna. Os
aldeões acharam que isso era uma calamidade, pois o rapaz era o
único a ajudar o pai. Mas, o homem continuava firme em não julgar.
Logo depois, estourou uma guerra com o reino vizinho. Todos os
jovens foram convocados, menos o filho incapacitado do homem...
Essa história não tem fim.
Tentemos, portanto, cultivar o hábito saudável de não julgar e
agradecer, não importando o que aconteça.
4º
princípio: só por hoje, trabalhe arduamente.
Trabalho árduo é trabalhar em nós mesmos, dedicando-nos e
devotando-nos ao nosso crescimento espiritual.
Os
valores e méritos espirituais são muito diferentes dos mundanos.
5º
princípio: só por hoje, seja amável com todos os seres vivos.
“Ninguém possui todas as qualidades, Deus as distribuiu entre
todos, para que precisássemos uns dos outros“
Santa
Catarina de Siena
Viemos
da mesma Fonte de Vida e, estamos todos interligados. É importante
aprender a tratar todas as formas de vida com amor e respeito
porque necessitamos de todas elas.
Esta
benevolência com todos os seres, e todos os reinos, inclui você.
Seja amoroso com seu corpo, cuidando dele com amor, respeitando-o,
pois ele é seu templo enquanto estiver aqui.
Mestre Mikaomi Usui
Receitas para banhos
Além de serem de simples execução, os banhos com ervas são
excelentes para quem deseja renovar as energias em 2012. Confira
abaixo dicas de banhos para atrair amor, prosperidade e causar
relaxamento. Se desejar dicas sobre outros tipos de banho, escreva
para Binha e Ágatha nos e-mails
grandearte@gmail.com e
mistica.agathacruz@gmail.com. Aproveite intensamente cada
minuto de seu banho e seja feliz!
Banho para o amor Ingredientes:
- 1 canela em pau;
- 3 cravos;
- Pétalas de rosas vermelhas;
- 1 maçã vermelha ralada;
Modo de preparo: ferva todos os ingredientes e em seguida coe o
material. Após o banho convencional, use do pescoço para baixo.
Após sair do banho é recomendável utilizar uma colônia de
alfazema.
Banho para relaxamento Ingredientes:
- Punhado de melissa seca ou fresca
(se optar pela melissa seca, coloque o dobro da quantidade);
- Sal grosso;
Modo de
preparo: ferva a melissa e o sal grosso e após o banho
convencional, use do pescoço para baixo. Obs: este banho é
altamente recomendável para o período que precede a hora de dormir
e não precisa ser coado (o banho com as ervas traz uma atmosfera
de romantismo e auxilia no relaxamento, além de proporcionar
uma esfoliação excelente para a pele). Não faça antes da jornada
de trabalho (!).
Banho para prosperidade Ingredientes:
- Gengibre (pode ser ralado);
- 2 colheres de chá de açúcar mascavo;
- 4 folhas de louro verde;
Modo de preparo: ferva e em seguida coe o material. Após o banho
convencional, use do pescoço para baixo. Obs: este banho é
altamente recomendável no período da Lua Crescente (no primeiro
dia da Lua).
Você sabia? Aromaterapia ajuda a reduzir níveis de estresse e
ansiedade
Já é sabido que os cheiros podem
trazer lembranças de algum momento do passado, despertando
sentimentos e emoções. Segundo a terapeuta holística, Aline
Pastori, a aromaterapia trabalha com princípios ativos dos óleos
essenciais retirados das plantas, que equilibram corpo e mente
levando-os ao estado desejado, podendo tratar assim muitas causas
e sintomas.
“Trata-se de uma ótima alternativa para quem busca um tratamento
para combater os sinais de fadiga, estresse, cansaço, falta de
libido, dores corporais, e outros”, afirma a diretora do Instituto
que leva seu nome, Aline Pastori.
Essa é
terapia natural, porém deve ser realizada por um especialista,
pois os óleos possuem uma química forte, e é preciso saber
manipula-los para que se tenha o efeito esperado. É um tratamento
efetivo, que aguça nossos sentidos, além de amenizar os sintomas
de ansiedade, insônia, depressão, dificuldade de concentração e
irritabilidade. “Por meio de óleos essenciais, que são retirados
da natureza, é possível ativar a memória olfativa do paciente e
despertar muitas sensações, inclusive resgatar traumas e também as
boas lembranças”, detalha a terapeuta.
Esses
óleos podem ser aplicados ao longo do tratamento de várias formas,
entre elas, inalação, massagem e compressas. “Em alguns casos os
resultados podem ser notados imediatamente após a sessão,
fornecendo estímulos e equilíbrio para a jornada do dia a dia”,
finaliza Aline.
Instituto Aline Pastori - É uma instituição voltada ao bem-estar,
à qualidade de vida e à prática das terapias naturais. O espaço
foi criado em 2009 pela terapeuta holística, Aline Pastori, que
atua há 16 anos na área das ciências naturais. O Instituto tem
como base quatro vertentes de trabalho: Concepção de Spa, na qual
oferece consultoria para hotéis, pousadas e Spas criarem um espaço
nos padrões necessários para um atendimento qualificado;
Corporativo, com a oferta de pacotes terapêuticos preventivos
voltados ao bem-estar dos colaboradores de uma empresa; Clínica,
com o atendimento individual para as Terapias Naturais, Estética
In Natura e aconselhamentos pessoais (técnicas de
autoconhecimento); E o Centro de Formação, que tem o objetivo de
formar profissionais com uma visão integral do indivíduo.
www.institutoalinepastori.com.br
Yoga Integral
O ano de 2012 será o ano do Dragão
no horóscopo chinês e da Lua na astrologia ocidental, o que
promete muitas mudanças coletivas. Uma nova energia vem descendo
sobre a Terra há alguns anos, o que nos dá consciência e nos
mantêm unidos por um bem.
Por ser
um ano astrologicamente propício a mudanças e expansão, então tudo
o que desejares, poderá realizar. A atenção e o cuidado que
devemos ter é com o que desejamos, afinal hoje a nossa maior
dificuldade é controlar os nossos desejos. Perdemos mais tempo
realizando desejos que nos impedem de evoluir do que os que nos
alavancam.
Segundo
a Yoga Integral, entender como funciona o nosso poder mental é o
primeiro passo para atingir aquilo que viemos cumprir aqui na
Terra como essência, pois uma vez que obtemos controle da nossa
mente, ganhamos o poder e encontramos os caminhos para realizar
tudo o que ajudará no nosso processo evolutivo. Realizaremos o que
muitos chamam de milagres, pois deixamos de ver as barreiras que a
vida nos coloca como grandes desafios, mas sim passamos a
encará-los como aprendizados que nos levam a crescer e a nos dar
foco para o momento presente. E com certeza passamos a enxergar os
diferentes ângulos e maneiras de realizar nossos desejos mais
íntimos.
Para
equilibrar nossa mente com o intuito de realizar o nosso desejo
interno, a primeira dica da Yoga Integral antes da virada do ano
novo é começar a olhar para dentro e ver o que realmente seu ser
interno deseja. Se este desejo estiver alinhado com a sua
essência, pegue uma caneta e escreva o desejo numa folha em
branco. Mas antes de escrever o desejo, se pergunte de onde vem
este desejo? É da mente? Ou uma simples necessidade do Ego de
querer se auto afirmar diante dos outros? Às vezes não conseguimos
realizar o que propomos porque o desejo vem do Ego e não da nossa
luz interna.
Os seus
desejos internos estão além da mente, no silêncio interior, na
moradia do nosso ser psíquico, o nosso ser maior.
Depois
deste momento de introspeção com você mesma, coloque no papel
quantos coisas quiser realizar no ano que se inicia, pois somos
aquilo que vibramos, e acreditamos. Escreva tudo o que você
gostaria de ser para você mesma neste ano favorável a mudança.
Procure não colocar muitas coisas materiais, mas sim atitudes da
sua personalidade que lhe faltam e afastam os bens materiais ou
até pessoas de você. Quando escrever todos os desejos, leia
atentamente cada um e memorize tudo o que escreveu. Em seguida,
queime o papel e jogue as cinzas fora. Procure não jogar no lixo,
mas na terra, ou se você estiver perto de um lugar que tenha água
corrente, como o mar ou rio, mas não jogue no lixo. E lembre
sempre que o momento presente é o único momento de realizar todos
os seus desejos, então já comece a mentalizar a favor daquilo que
queira realizar. Afinal todo processo de mudança começa
internamente, e para deixar o novo entrar é preciso abandonar o
velho.
Se os
seus desejos estão voltados para a necessidade terrena, como a
financeira, ou arrumar aquele parceiro que há tempos você anda
sonhando, pode também materializar através das cores aquilo que
deseja, assim o universo trabalha ainda mais a seu favor.
Faça
uso e abuso de cores quentes, pode ser em pequenos detalhes, mas
tenha em mente que você está usando aquela cor e procure criar uma
sintonia para realizar aquilo que busca, como se fosse uma
simpatia, mas na verdade você está dizendo para sua mente aquilo
que quer realizar e começará a enxergar os caminhos para realizar
aquilo. Use tons alaranjados, vermelho e terra.
Se os
desejos são voltados para o silenciar da mente e ao
desenvolvimento espiritual, trabalhe com cores mais sutis, como o
azul que ajuda a trazer a quietude e paz interna, o verde no
processo de cura de doença, o lilás no dá o poder de transcender
qualquer desafio.
Chegou a hora de dar um up na casa!? Veja como as cores podem
mudar a energia do seu lar
Todo começo de ano, queremos dar uma
mudada no visual, renovar as esperanças e projetos, e claro, nossa
casa está sempre dentro desse plano. E você sabia, que a escolha
da cor pode influenciar diretamente a energia dispersada em cada
cômodo? E como saber que cor fica mais adequado para cada
ambiente? Através da numerologia!
Na
numerologia, as relações matemáticas entre números e letras são
utilizadas como um poderoso instrumento para ampliar a compreensão
que o ser humano tem de si próprio, o que lhe permite uma
consciência maior de si mesmo. Por meio do trio letra, número e
cor, temos ferramentas que nos possibilitam usar essas energias
diariamente de maneira construtiva.
Comemorando em 2011, 25 anos de trabalho com a numerologia, Suely
de Souza divulga seu conhecimento através de consultas pessoais,
cursos e palestras. Sempre com o objetivo de ajudar o outro
contribuindo com sua evolução física e espiritual, e explica a
influência de cada cor:
O
Vermelho é benéfico nas áreas da casa destinadas a atividades
físicas. Essa cor também aumenta as paixões. Deve ser evitada onde
a agitação seja nociva.
O
Laranja acrescenta ao local a vitalidade do vermelho e a
vivacidade intelectual do amarelo. Essa cor, por acentuar o
interesse em associações e relacionamentos pode ser usada com
sucesso nas áreas de uso comum, locais onde se recebem os amigos
ou a família se reúne.
O
Amarelo é estimulante para o intelecto, logo é recomendável para
as áreas onde se desenvolvam interesses mentais ou criadores. Essa
cor pode ser usada em qualquer aposento para acrescentar a ele
alegria e felicidade.
O Verde
fornece energia que nutre e permite o crescimento natural. Locais
de dormir lucram com o verde, pois essa cor alivia as tensões do
corpo, acalmando a mente. Na cozinha atrai mais energia criativa
no preparo dos alimentos. É recomendável para o local de trabalho
que exija o uso das mãos e da mente pois auxilia na tradução das
ideias em formas.
Azul
fornece tranquilidade ao ambiente. Seu uso é adequado aos quartos
de dormir, pequenos espaços de trabalho, quando se deseja aumentar
a impressão de espaço.
O Anil
estimula o ajustamento dos problemas a uma solução harmoniosa, com
igualdade e justiça; sendo assim é benéfico nos aposentos em que
as questões familiares são discutidas e tratadas. Essa cor
estimula a intuição, podendo ser usada com sucesso nas áreas
destinadas à introspecção e ao trabalho criativo.
O
Violeta cultiva a necessidade da busca de respostas. Pode ser
conveniente nas bibliotecas e nos locais onde é necessária a
concentração aplicada. Por desenvolver a imaginação pode ser usada
nos locais destinados à autoexpressão criadora ou em salas de
recreio para as crianças. Deve ser evitada nos ambientes em que
amigos são recebidos por poder dificultar a conversação e
estimular a ingestão de bebidas e drogas.
O Rosa
acalma, relaxa e abre o coração. Auxilia no controle das emoções,
permitindo a sensação de vida nova com energia e coragem para
enfrentar os obstáculos. Pintar as paredes da casa de rosa ajuda a
trazer ao ambiente e, às pessoas da família harmonia e amor. Uma
peça de decoração, um quadro ou uma pedra tem o mesmo efeito.
Escolha
a cor que melhor traduz sua intenção em cada ambiente, utilize as
energias que elas proporcionam a seu favor e mãos a obra.
Portal Minha Vida traz conteúdo sobre como guardar mágoas pode ser
prejudicial a saúde
Quando alguém nos desaponta, nos
fere ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são
sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se
transformam em mágoa e amargura, por isso portal voltado para o
bem estar e saúde traz conteúdo especial sobre o assunto.
Quando
guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro
reage como se estivéssemos em perigo naquele momento, pensando
nisso Portal Minha Vida,
maior portal de bem estar e saúde da internet brasileira,
preparou um lista especial sobre o tema.
O nosso
cérebro produz substâncias químicas ligadas ao estresse,
que limitam as nossas ações. A parte pensante do cérebro fica
limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da
sensação de perigo.
Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que
contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados.
O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão
aconteceu agora ou há três anos.
Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também
podemos aprender a escolher qual o "canal" que estará passando na
nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o
quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento
ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver
ao que aconteceu e mudar o nosso foco. Não significa que devamos
passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas
precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.
Uma
forma de mudarmos o "canal" da nossa mente é pensar em como
podemos mudar a história da nossa dor. Qual a história que
contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu?
Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de
"vítimas" dentro da história que contamos, nos dá a sensação de
que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se e
abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de
pagar pelo que fez. Mas, conservar a mágoa,
nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer.
O outro
provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque
mantemos a mágoa dentro de nós.
Que tal
parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar
acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas
nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo
diante do que aconteceu.
Plantas medicinais ajudam a reduzir custos com a saúde
A saúde é o bem mais precioso que qualquer pessoa possui e
preservá-la é fundamental. O uso de medicamentos é a maneira mais
comum de combater as doenças, mas há quem prefira aproveitar o que
a natureza tem a oferecer. “As plantas medicinais podem ser
utilizadas de diferentes modos para restaurar e promover a saúde.
A chamada fitoterapia é um tratamento terapêutico feito com estes
elementos naturais”, explica José Airton da Silva, terapeuta que
atua com fitoterapia, estética corporal e terapia ortomolecular e
faz parte do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro
(Sinter-RJ).
As
plantas medicinais são caracterizadas como espécies vegetais que
podem ou não ser cultivadas e que são usadas com propósitos
terapêuticos. Elas são divididas em frescas, referente às plantas
coletadas no momento do uso, e em secas, as quais antes de serem
usada passam por um procedimento de secagem. “Os fitoterápicos são
um produto obtido a partir das plantas medicinais ou de seus
derivados e tem como objetivo curar e prevenir doenças ou impedir
a interação dos agentes causadores das enfermidades com o
organismo”, aponta.
Os
fitoterápicos podem ser encontrados em formas sólidas, como
extratos secos, comprimidos e cápsulas, em formas semi-sólidas,
como extratos moles, pomadas, géis e cremes, e em formas líquidas,
no caso de soluções, xaropes, extratos fluídos e tinturas. Segundo
Paulo Edson Reis Jacob Neto, terapeuta ortomolecular e presidente
do Sinter-RJ, assim como os medicamentos convencionais, os
fitoterápicos também podem apresentar efeitos colaterais. “Por
isso é importante que a manipulação seja feita por profissionais
especializados e é necessária orientação médica”, observa.
Reações
alérgicas, efeitos tóxicos em órgãos e até mesmo o desenvolvimento
de certos tipos de câncer estão ligados à utilização inadequada
dos fitoterápicos, especialmente em casos de automedicação. “O uso
adequado dos produtos naturais e o acompanhamento de um
especialista proporcionam uma série de benefícios à saúde, como o
combate a doenças alérgicas, traumas, disfunções metabólicas,
infecções e outros males que prejudicam o equilíbrio do corpo
humano e favorecem o surgimento de enfermidades”, destaca Paulo.
Entre
as vantagens dos fitoterápicos estão o menor custo – comparado aos
medicamentos tradicionais – e a maior disponibilidade de matéria
prima, principalmente em países tropicais como o Brasil. O uso de
plantas medicinais também fortalece os laços culturais
relacionados à utilização de elementos da natureza para a promoção
da saúde. “Com a indicação correta, os fitoterápicos podem
apresentar efeitos terapêuticos melhores do que os remédios
convencionais e ter efeitos colaterais minimizados”, esclarece o
terapeuta José.
José
enfatiza que a redução dos efeitos colaterais ocorre devido à ação
mais suave dos fitoterápicos no organismo. Os medicamentos
industrializados possuem quantidades conhecidas das substâncias
que provocam os efeitos indesejados, enquanto nos fitoterápicos
estes princípios ativos não são isolados. “Eles estão presentes na
planta junto com várias outras substâncias. Para a produção dos
fitoterápicos são usadas apenas algumas partes do vegetal, que
possuem diferentes componentes. Esta diversidade é chamada de
fitocomplexo, que garante os efeitos mais suaves”, evidencia.
No Brasil dezesseis estados disponibilizam tratamentos
fitoterápicos para toda a população por meio do Sistema Único de
Saúde (SUS). A principal vantagem para o poder público é a redução
dos custos com a saúde, já que os fitoterápicos são mais baratos e
podem ser uma alternativa para atender a todos, incluindo a
população carente, que adoece com mais frequência. “A disseminação
das práticas que utilizam plantas medicinais e remédios caseiros
contribui para a prevenção de doenças e a promoção da saúde dos
brasileiros”, acrescenta Paulo.
Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro - SINTER-RJSite:
http://www.siterrj.org -
http://sinterrj.blogspot.com/
Fone: (21) 2567-3307/8485-6730
Rua Carmela Dutra, 61, Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
Os Números da Placa do seu Carro
A numeração do carro também traz
suas influências sobre o automóvel e sobre nós, quando estamos
dirigindo. É o que nos faz sentir aconchegados num carro 2, ter o
impulso de andar mais rápido num 5 (especialmente num 23) ou
perceber o carro 3 como um lugar onde gostamos de pensar.
Embora
esta influência não seja tão forte (até porque geralmente ficamos
apenas um curto período de tempo no carro) e as tendências do nome
pessoal sejam sempre as mais dominantes, é interessante escolher o
número (em muitos lugares isto é possível, pagando uma taxa), e
evitar algumas combinações.
Uma
questão básica é se consideramos apenas os números da placa, ou
também as letras. Os livros de Numerologia geralmente falam apenas
dos números (e realmente a sua influência é mais perceptiva), mas
prefiro sempre, além disso, avaliar também a soma das letras com
os números.
Para verificar a correspondência entre números e letras, dê uma
olhada na Tabela Pitagórica que segue abaixo:
1 - A J S
2 - B K T
3 - C L U
4 - D M V
5 - E N W
6 - F O X
7 - G P Y
8 - H Q Z
9 - I R
Faça, então, a soma dos números correspondentes às letras da
placa. Por exemplo: ABB vai ser traduzido como A = 1; B = 2; B =
2. A soma total vai ser 1 + 2 + 2 = 5.
Quanto
aos números, faça a simples soma matemática. Por exemplo, o número
3533 vai trazer um 14 final. A soma das letras e números 5 + 14 =
vai ser 19, que reduzido é um 10 / 1.
Ao
analisar a placa, leve sempre em conta os números, em primeiro
lugar, e depois a soma dos números com as letras.
As Placas
As placas com a soma 1, 10 ou 19 são positivas, e podem fazê-lo
mais impetuoso e livre ao dirigir. Se for um 19, você talvez
queira que o seu carro seja mais chique e elegante.
Uma
placa 2 lhe dará vontade de cuidar do carro, e você estará sempre
lavando, lustrando, fazendo pequenos ajustes e revisões, mimando o
carro. Já o 11 e o 20 trazem muita energia, certa impaciência e um
modo de dirigir mais ousado.
Como o
3 é um Número de comunicação, ao dirigir um carro assim, você
poderá estar mais ágil mentalmente e intensificará os contatos.
Mas tome cuidado se a soma for um 12, pois ele estará sempre
emperrando e com pequenos problemas.
Um
carro 4 não é ruim, embora este Número traga uma qualidade fixa e
possivelmente represente mais um investimento e instrumento de
trabalho do que um de lazer. Mas evite o Número 13 e o 22, que
podem trazer desgastes e constantes problemas mecânicos.
Os
Número 5 e 14 são excelentes para automóveis, pois indicam
mobilidade e fluidez e facilitam os contatos sociais e com amigos
(você possivelmente estará sempre dando caronas) e as pequenas
viagens. Já o 23 traz uma tendência a velocidades mais rápidas,
fique atento!
Um
carro com o Número 6 é um automóvel de família - prático e de uso
constante; mas o 15 poderá trazer certo risco de roubo e
problemas, então, se possível, escolha outra placa.
O 7 é
neutro (embora traga uma certa lentidão), mas evite o 16, pois
este Número pode facilitar acidentes e problemas mecânicos.
O 8 é
positivo para carros (com exceção do 26), pois faz aflorar em você
um lado mais prático; assim como o 4, ele possivelmente representa
um investimento e é visto principalmente como um instrumento de
trabalho.
O
Número 9 não é negativo, mas pode lhe trazer certa lentidão
interna e ser um espaço para "pensar sozinho. É provável que você
não cuide muito dele, e ele tenha pequenos "defeitos crônicos",
que você "enrole" para resolver.
Volto a
dizer que essas influências do Número do carro provavelmente não
sejam muito visíveis. Portanto, a minha sugestão é que se evite
alguns Números mais problemáticos (como o 12, 13, 15 e 16, em
especial), e se escolha preferencialmente placas que somem 3, 5, 6
e 8, mas não haja maiores preocupações com os outros Números
Desde os primórdios da humanidade, o
ser humano sempre se sentiu envolto por forças superiores e trocas
energéticas que nem sempre soube identificar. Sujeito a perigos e
riscos, teve a necessidade de captar forças benéficas para se
proteger de seus inimigos e das vibrações maléficas. Foi em busca
de imagens, objetos, e criou símbolos para poder entrar em
sintonia com energias superiores e ir ao encontro de alguma forma
de proteção.
Dentre
estes inúmeros símbolos criados pelo homem, se destaca o
pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada
no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do
pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa
o principio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio
feminino. Ele simboliza, então, o andrógino. O pentagrama sempre
esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais
simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha,
sendo conseqüentemente chamado de "Laço Infinito".
A
potência e associações do pentagrama evoluíram ao longo da
história. Hoje é um símbolo onipresente entre os neopagãos, com
muita profundidade mágica e grande significado simbólico. Um de
seus mais antigos usos se encontra na Mesopotâmia, onde a figura
do pentagrama aparecia em inscrições reais e simbolizava o poder
imperial que se estendia "aos quatro cantos do mundo". Entre os
Hebreus, o símbolo foi designado como a Verdade, para os cinco
livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento,
atribuídos a Moisés). Às vezes é incorretamente chamado de "Selo
de Salomão", sendo, entretanto, usado em paralelo com o Hexagrama.
Na
Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente
composto de cinco As.
Pitágoras, filósofo e matemático grego, grande místico e
moralista, iniciado nos grandes mistérios, percorreu o mundo nas
suas viagens e, em decorrência, se encontram possíveis explicações
para a presença do pentagrama, no Egito, na Caldéia e nas terras
ao redor da Índia. A geometria do pentagrama e suas associações
metafísicas foram exploradas pelos pitagóricos, que o consideravam
um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida
como "A Proporção Dourada", que ao longo da arte pós-helênica,
pôde ser observada nos projetos de alguns templos.
Para os
agnósticos, era o pentagrama a "Estrela Ardente" e, como a Lua
crescente, um símbolo relacionado à magia e aos mistérios do céu
noturno. Para os druidas, era um símbolo divino e, no Egito, era o
símbolo do útero da terra, guardando uma relação simbólica com o
conceito da forma da pirâmide. Os celtas pagãos atribuíam o
símbolo do pentagrama à Deusa Morrigan.
Os
primeiros cristãos relacionavam o pentagrama às cinco chagas de
Cristo e, desde então, até os tempos medievais, era um símbolo
cristão. Antes da Inquisição não havia nenhuma associação maligna
ao pentagrama; pelo contrário, era a representação da verdade
implícita, do misticismo religioso e do trabalho do Criador.
O
imperador Constantino I, depois de ganhar a ajuda da Igreja Cristã
na posse militar e religiosa do Império Romano em 312 d.C., usou o
pentagrama junto com o símbolo de chi-rho (uma forma simbólica da
cruz), como seu selo e amuleto. Tanto na celebração anual da
Epifânia, que comemora a visita dos três Reis Magos ao menino
Jesus, assim como também a missão da Igreja de levar a verdade aos
gentios, tiveram como símbolo o pentagrama, embora em tempos mais
recentes este símbolo tenha sido mudado, como reação ao uso
neopagão do pentagrama.
Em
tempos medievais, o "Laço Infinito" era o símbolo da verdade e da
proteção contra demônios. Era usado como um amuleto de proteção
pessoal e guardião de portas e janelas. Os Templários, uma ordem
militar de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande
riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se
juntavam à ordem, e amealhou também grandes tesouros trazidos da
Terra Santa. Na localização do centro da "Ordem dos Templários",
ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um
pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que
medem vários quilômetros ao redor do centro.
Há
grande evidência da criação de outros alinhamentos geométricos
exatos de Pentagramas como também de um Hexagrama, centrados nesse
pentagrama natural, na localização de numerosas capelas e
santuários nessa área. Está claro, no que sobrou das construções
dos Templários, que os arquitetos e pedreiros associados à
poderosa ordem conheciam muito bem a geometria do pentagrama e a
"Proporção Dourada", incorporando aquele misticismo aos seus
projetos.
Entretanto, a "Ordem dos Templários" foi inteiramente dizimada,
vítima da avareza da Igreja e de Luiz IX, religioso fanático da
França, em 1.303. Iniciaram-se os tempos negros da Inquisição, das
torturas e falsos-testemunhos, de purgar e queimar,
esparramando-se como a repetição em câmara-lenta da peste negra,
por toda a Europa.
Durante
o longo período da Inquisição, havia a promulgação de muitas
mentiras e acusações em decorrência dos "interesses" da ortodoxia
e eliminação de heresias. A Igreja mergulhou por um longo período
no mesmo diabolismo ao qual buscou se opor. O pentagrama foi
visto, então, como simbolizando a cabeça de um bode ou o diabo, na
forma de Baphomet, e era Baphomet quem a Inquisição acusou os
Templários de adorar. Também, por esse tempo, envenenar como meio
de assassinato entrou em evidência. Ervas potentes e drogas
trazidas do leste durante as Cruzadas, entraram na farmacopéia dos
curandeiros, dos sábios e das bruxas.
Curas,
mortes e mistérios desviaram a atenção dos dominicanos da
Inquisição, dos hereges cristãos, para as bruxas pagãs e para os
sábios, que tinham o conhecimento e o poder do uso dessas drogas e
venenos. Durante a purgação das bruxas, outro deus cornudo, como
Pan, chegou a ser comparado com o diabo (um conceito cristão) e o
pentagrama - popular símbolo de segurança - pela primeira vez na
história, foi associado ao mal e chamado "Pé da Bruxa". As velhas
religiões e seus símbolos caíram na clandestinidade por medo da
perseguição da Igreja e lá ficaram definhando gradualmente,
durante séculos. As sociedades secretas de artesãos e eruditos,
que durante a inquisição viveram uma verdadeira paranóia,
realizando seus estudos longe dos olhos da Igreja, já podiam agora
com o fim do período de trevas da Inquisição, trazer à luz o
Hermetismo, ciência doutrinaria ligada ao agnosticismo surgida no
Egito, atribuída ao deus Thot, chamado pelos gregos de Hermes
Trismegisto, e formada principalmente pela associação de elementos
doutrinários orientais e neoplatônicos. Cristalizou-se, então, um
ensinamento secreto em que se misturavam filosofia e alquimia,
ciência oculta da arte de transmutar metais em ouro. O simbolismo
gráfico e geométrico floresceu, se tornou importante e,
finalmente, o período do Renascimento emergiu, dando início a uma
era de luz e desenvolvimento.
Um novo
conceito de mundo pôde ser passado para a Europa renascida, onde o
pentagrama (representação do número cinco), significava agora o
microcosmo, símbolo do Homem Pitagórico que aparece como uma
figura humana de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto
em cinco partes em forma de cruz; o Homem Individual. A mesma
representação simbolizava o macrocosmo, o Homem Universal - dois
eixos, um vertical e outro horizontal, passando por um mesmo
centro. Um símbolo de ordem e de perfeição, da Verdade Divina.
Portanto, "o que está em cima é como o que está embaixo", como
durante muito tempo já vinha sendo ensinado nas filosofias
orientais. O pentagrama pitagórico - que se tornou, na Europa, o
de Hermes, gnóstico - já não aparece apenas como um símbolo de
conhecimento, mas também como um meio de conjurar e adquirir o
poder. Figuras de Pentagramas eram utilizadas pelos magos para
exercer seu poder: existiam Pentagramas de amor, de má sorte, etc.
No calendário de Tycho Brahe "Naturale Magicum Perpetuum" (1582),
novamente aparece a figura do pentagrama com um corpo humano
sobreposto, que foi associado aos elementos. Agripa (Henry
Cornelius Von de Agripa Nettesheim), contemporâneo de Tycho Brahe,
mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os
cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura
humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por
Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com
o Universo. Mais tarde, o pentagrama veio simbolizar a relação da
cabeça para os quatro membros e conseqüentemente da pura essência
concentrada de qualquer coisa, ou o espírito para os quatro
elementos tradicionais: terra, água, ar e fogo - o espírito
representado pela quinta essência (a "Quinta Essentia" dos
alquimistas e agnósticos).
Na
Maçonaria, o homem microcósmico era associado com o Pentalpha (a
estrela de cinco pontas). O símbolo era usado entrelaçado e
perpendicular ao trono do mestre da loja. As propriedades e
estruturas geométricas do "Laço Infinito" foram simbolicamente
incorporadas aos 72 graus do Compasso - o emblema maçônico da
virtude e do dever. Nenhuma ilustração conhecida associando o
pentagrama com o mal aparece até o Século XIX. Eliphas Levi
(Alphonse Louis Constant) ilustra o pentagrama vertical do homem
microcósmico ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do
bode de Baphomet (figura panteísta e mágica do absoluto). Em
decorrência dessa ilustração e justaposição, a figura do
pentagrama, foi levada ao conceito do bem e do mal. Contra o
racionalismo do Século XVIII, sobreveio uma reação no Século XIX,
com o crescimento de um misticismo novo que muito deve à Santa
Cabala, tradição antiga do Judaísmo, que relaciona a cosmogonia de
Deus e universo à moral e verdades ocultas, e sua relação com o
homem.
Não é
tanto uma religião mas, sim, um sistema filosófico de compreensão
fundamentado num simbolismo numérico e alfabético, relacionando
palavras e conceitos. Eliphas Levi foi um expositor profundo da
Cabala e instrumentou o caminho para a abertura de diversas lojas
de tradição hermética no ocidente: a "Ordem Temporale Orientalis"
(OTO), a "Ordem Hermética do Amanhecer Dourado" (Golden Dawn), a
"Sociedade Teosófica", os "Rosacruzes", e muitas outras, inclusive
as modernas Lojas e tradições da Maçonaria. Levi, entre outras
obras, utilizou o Tarot como um poderoso sistema de imagens
simbólicas, que se relacionavam de perto com a Cabala. Foi Levi
também quem criou o Tetragrammaton - ou seja, o pentagrama com
inscrições cabalísticas, que exprime o domínio do espírito sobre
os elementos, e é por este signo que se invocavam, em rituais
mágicos, os silfos do ar, as salamandras do fogo, as ondinas da
água e os gnomos da terra ("Dogma e Ritual da Alta Magia" de
Eliphas Levi).
A
Golden Dawn, em seu período áureo (de 1888 até o começo da
primeira guerra mundial), muito contribuiu para a disseminação das
raízes da Cabala Hermética moderna ao redor do mundo e, através de
escritos e trabalhos de vários de seus membros, principalmente
Aleister Crowley, surgiram algumas das idéias mais importantes da
filosofia e da mágica da moderna Cabala. Em torno de 1940, Gerald
Gardner adotou o pentagrama vertical, como um símbolo usado em
rituais pagãos. Era também o pentagrama desenhado nos altares dos
rituais, simbolizando os três aspectos da deusa mais os dois
aspectos do deus, nascendo, então, a nova religião de Wicca. Por
volta de 1960, o pentagrama retomou força como poderoso talismã,
juntamente com o crescente interesse popular em bruxaria e Wicca,
e a publicação de muitos livros (incluindo vários romances) sobre
o assunto, ocasionando uma decorrente reação da Igreja, preocupada
com esta nova força emergente. Um dos aspectos extremos dessa
reação foi causado pelo estabelecimento do culto satânico - "A
Igreja de Satanás" - por Anton La Vay. Como emblema de sua igreja,
La Vay adotou o pentagrama invertido (inspirado na figura de
Baphomet de Eliphas Levi). Isso agravou com grande intensidade a
reação da Igreja Cristã, que transformou o símbolo sagrado do
pentagrama, invertido ou não, em símbolo do diabo. A configuração
da estrela de cinco pontas, em posições distintas, trouxe vários
conceitos simbólicos para o pentagrama, que foram sendo
associados, na mente dos neopagãos, a conceitos de magia branca ou
magia negra. Esse fato ocasionou a formação de um forte código de
ética de Wicca - que trazia como preceito básico: "Não desejes ou
faças ao próximo, o que não quiseres que volte para vós, com três
vezes mais força daquela que desejaste." Apesar dos escritos
criados para diferenciar o uso do pentagrama pela religião Wicca,
das utilizações feitas pelo satanismo, principalmente nos Estados
Unidos, onde os cristãos fundamentalistas se tornaram
particularmente agressivos a qualquer movimento que envolvesse
bruxaria e o símbolo do pentagrama, alguns wiccanianos se
colocaram contrários ao uso deste símbolo, como forma de se
protegerem contra a discriminação estabelecida por grupos
religiosos radicais. Apesar de todas as complexidades ocasionadas
através dos diversos usos do pentagrama, ele se tornou firmemente
um símbolo indicador de proteção, ocultismo e perfeição. Suas mais
variadas formas e associações em muito evoluíram ao longo da
história e se mantêm com toda a sua onipresença, significado e
simbolismo, até os dias de hoje. O Pentagrama é o símbolo de toda
criação mágica. Suas origens estão perdidas no tempo. O pentagrama
foi usado por muitos grupos de pessoas aos longo da História como
símbolo de poder mágico. O Pentagrama é conhecido com a estrela do
microcosmo, ou do pequeno universo, a figura do homem que domina o
espírito sobre a matéria, a inteligência sobre os instintos. Na
Europa Medieval era conhecido como "Pé de Druida" e como "Pé de
Feiticeiro", em outras épocas ficou conhecido como "Cruz dos
Goblins". O Pentagrama representa o próprio corpo, os 4 membros e
a cabeça. É a representação primordial dos 5 sentidos tanto
interiores como exteriores. Além disso, representa os 5 estágios
da vida do homem:
Nascimento: o início de tudo
Infância: momento onde o indivíduo
cria suas próprias bases
Maturidade: fase da comunhão com as
outras pessoas
Velhice: fase de reflexão, momento
de maior sabedoria
Morte: tempo do término para um novo
início
O
Pentagrama é o símbolo da Bruxaria. Os Bruxos usam um Pentagrama
para representar a sua fé e para se reconhecerem. O Pentagrama é
tão importante para um Wiccaniano, assim como uma cruz é
importante para um cristão, ou como um Selo de Salomão é
importante para um judeu. O Pentagrama representa o homem dentro
do círculo, o mais alto símbolo da comunhão total com os Deuses. É
o mais alto símbolo da Arte, pois mostra o homem reverenciando a
Deusa , já que é a estilização de uma estrela (homem) assentada no
círculo da Lua Cheia (Deusa). Cada uma das pontas possui um
significado particular:
PONTA 1
- ESPÍRITO: representa os criadores , a Deusa e o Deus, pois eles
guiam a nossa vida e nos ajudam na realização dos ritos e
trabalhos mágicos. O Deus e a Deusa são detentores dos 4 elementos
e estes elementos são as outras 4 pontas.
PONTA 2
- TERRA: representa as forças telúricas e os poderes dos
elementais da terra, os Gnomos. É a ponta que simboliza os
mistérios, o lado invisível da vida, a força da fertilização e do
crescimento.
PONTA 3
- AR: representa as forças aéreas e os poderes dos Silfos.
Corresponde à inteligência , ao poder do saber, a força da
comunicação e da criatividade.
PONTA 4
- FOGO: representa a energia, a vontade e o poder das Salamandras.
Corresponde às mudanças, às transformações. É a força da ativação
e da agilidade.
PONTA 5
- ÁGUA: representa as forças aquáticas e aos poderes das Ondinas.
Está ligada às emoções, ao entardecer, ao inconsciente.
Corresponde às forças da mobilidade e adaptabilidade. Portanto, o
Bruxo que detém conhecimento sobre os elementos usa o Pentagrama
como símbolo de domínio e poder sobre os mesmos.
Magia antigamente chamada de Grande
Ciência Sagrada pelos Magos, é uma ciência oculta que estuda os
segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um
conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento
integral das faculdades internas espirituais e ocultas do Homem,
até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a
natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais
que visam entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e
da Divindade. A etimologia da palavra Magia, provém da Língua
Persa, magus ou
magi, que significa sábio. Da palavra "magi" também surgiram
outras tais como "magister", "magista", "magistério", "magistral",
"magno", etc.
Há
registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações.
Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações,
desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da
caça. Posteriormente adquiriu o ritual de enterrar os mortos e
nomeou as forças da natureza que desconhecia, dando origem à
primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de
mito.
Segundo
o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três magos os
primeiros a dar as boas vindas a Jesus recém-nascido. No Velho
Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios.
Nos Vedas, no
Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados
existem relatos similares.
Praticamente todas as religiões preservaram suas atividades
mágicas ritualísticas, que se confundem com a própria prática
religiosa - a celebração da Comunhão pelos católicos, a
incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária
do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do
caboclo riscado no chão pelo umbandista.
Os
antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia
eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na
verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.
Durante
o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e
queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a
magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.
A
magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma
ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das
manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar
a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos,
utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam
a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
A magia
é também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a
ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um
conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza,
intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o
hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a
Astrologia. Para
Aleister Crowley, é "a arte de provocar mudanças a partir da
vontade" No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a
publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna
Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic
Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia
ritualística e cerimonial.
Fonte: Wikipédi
Como funciona o calendário maia
A maioria das pessoas ao redor do
globo consulta algum tipo de calendário todos os dias. Os
executivos de empresas usam para ver se têm reuniões estão
agendadas. A mãe ocupada confirma os treinos de
futebol e as aulas de piano. Os estudantes de faculdade se
certificam de que seus trabalhos serão entregues em dia e de que
terão bastante tempo de estudar para seus exames de história. Para
os antigos maias, os calendários eram tão importantes para a vida
diária como são para as pessoas de hoje. Nesse artigo, nós veremos
como o calendário maia surgiu e o significado de cada tipo de
calendário que os maias inventaram. Primeiro, vamos ver um pouco
da história dos maias.
Os maias se originam de uma região chamada Mesoamérica, ou América
Média. A região fica entre o México e a América do Sul e era o lar
de muitas outras culturas, incluindo os astecas, os olmec, os
teotihuacan e os toltec. Os maias viveram onde hoje está a
Guatemala, Belize, Honduras, El Salvador e o sul do México
(Yucatán, Campeche, Quintana Roo Tabasco e Chiapas).
A
história maia é dividida em três períodos:
formativa ou Pré-clássica: 2000 a.C.
até 300 d.C;
clássica: 300 d.C. até 900 d.C;
pós-clássica: 900 d.C. até a
Inquisição espanhola em meados de 1400.
Os
mesoamericanos começaram a escrever na metade do período
pré-clássico . Os maias foram os primeiros a manter um tipo de
registro histórico e então, surgiram os primórdios do calendário.
Os maias utilizavam os stelae, ou monumentos de pedra, para marcar
os eventos civis, os calendários e o conhecimento em astronomia.
Eles também registraram suas crenças religiosas e a mitologia em
cerâmicas.
Os
maias não foram os primeiros a usarem um calendário - existiram
calendários antigos usados por civilizações do mundo todo - mas
eles realmente inventaram quatro calendários diferentes.
Dependendo de suas necessidades, os maias usavam diferentes
calendários para registrar cada evento, sejam sozinhos ou uma
combinação de dois calendários.
Na
próxima página, veremos o primeiro calendário utilizado pelos
maias, o calendário Tzolk'in.
A matemática maia
Junto com seus avanços do
calendário, os maias também inventaram seu próprio sistema
de matemática. Eles usavam uma série de pontos e barras para
escrever os números. Um ponto era igual a uma unidade
enquanto que uma barra significava cinco unidades. Um
símbolo de concha significava zero.
2007 HowStuffWorks
Sistema matemático maia-1-20
Em um sistema parecido com o que usamos hoje, os maias
utilizavam valores para designar números grandes. Todavia,
as semelhanças acabavam aí. Os valores eram verticais,
enquanto que os nossos são horizontais. Por exemplo, nós
escrevemos o número 27 horizontalmente - o número 2, e
depois o número 7 à direita. Os maias escreviam o número 27
verticalmente - o símbolo do número 7 (uma linha com dois
pontos sobre ela) ficava na parte de baixo e o símbolo de 20
(um ponto na linha acima) estaria diretamente sobre ele. O
mesmo se aplica para outros número como o 29.
Matemática maia - 27
Matemática maia - 29
O
calendário tzolk'in
O
calendário tzolk'in foi o primeiro utilizado pelos maias. A
maioria dos calendários utilizados na Mesoamérica eram compostos
por 260 dias. O calendário tzolk'in, ou círculo sagrado, seguiu a
mesma convenção. Uma teoria para essa duração de 260 dias é a
duração da
gravidez, e esse calendário foi baseado nisto [fonte:
Escola de Mistério Maia (em inglês)]. Outros dizem que era o
tempo usado para cultivar milho. É mais correto que tenha sido
baseado em números.
Os
números tinham grande significado na cultura maia. Por exemplo, o
número 20 significa o número de dígitos que uma pessoa possui - 10
dedos nas mãos e 10 dedos nos pés. O número 13 se refere às juntas
principais do corpo humano por onde se acredita que as doenças
entram para atacar - um pescoço, dois ombros, dois cotovelos, dois
pulsos, dois quadris, dois joelhos e dois calcanhares [fonte:
Garcia (em inglês)]. O número 13 também representava os níveis
do paraíso onde os lordes sagrados reinavam sobre a
Terra [fonte:
Calendário Tzolk'in (em inglês)].
São
estes números, 20 e 13, que são utilizados para fazer o calendário
tzolk'in. No calendário gregoriano, nós temos sete dias da semana
e, dependendo do mês, de 28 a 31 dias. O calendário tzolk'in é
feito de 20 nomes de dias e 13 números. Os dias são numerados de
um a 13 e os nomes também aparecem em uma seqüência.
Nomes dos dias do calendário
Tzolk'in
1. Imix'
2. Ik'
3. Ak'b'al
4. K'an
5. Chikchan
6. Kimi
7. Manik'
8. Lamat
9. Muluk
10. Ok
11. Chuwen
12. Eb'
13. B'en
14. Ix
15. Men
16. Kib'
17. Kab'an
18. Etz'nab'
19. Kawak
20. Ajaw
O
início do calendário tzolk'in começa com o primeiro nome de dia ,
imix', e o número um. Os dias continuam em seqüência até que todos
os 13 números sejam usados. Então, os números começam novamente
com um, mas os nomes dos dias continuam com o 14° dia. Quando
chegar no 13 b'en, você deve continuar com 1 Ix, 2 men, 3 kib', e
assim por diante até 7 ajaw. Neste ponto, os nomes dos dias
começam de novo, mas os números continuam: 8 Imix', 9 Ik', 10
ak'b'al, e assim por diante.
Pense
em duas engrenagens trabalhando em conjunto. Uma possui os 20
nomes dos dias e seus hieróglifos correspondentes. A outra menor
possui os números de um a 13. Se você prender essas engrenagens
uma na outra no número 1 com o dia Imix', e depois girá-las até
chegar no um com Imix' novamente, você terá 260 dias, completando
todo os calendário tzolk'in.
É fácil
perceber a importância que os maias colocavam no calendário
tzolk'in. Por exemplo, eles acreditavam que a data do seu
nascimento determinava as características que você demonstra em
sua personalidade - quase a mesma crença que as pessoas têm sobre
na astrologia atual.
Os
maias também utilizavam o calendário para determinar a agenda da
colheita: É preciso um ciclo de 260 dias para preparar a terra e
plantar o milho, e um ciclo de 260 dias para cultivar e colher o
milho.
Os
homens sagrados utilizavam o calendário para determinar quando
eventos aconteceriam ao longo do ano. No início de cada uinal
(período de 20 dias), um xamã contaria a partir daí para
determinar quando os eventos e as cerimônias religiosas
aconteceriam. Então, ele ajustava as datas que seriam as mais
prósperas ou mais afortunadas para a comunidade.
Enquanto estas foram algumas das utilizações do calendário
tzolk'in, ele não podia ser utilizado para qualquer coisa. Por
exemplo, ele não media um ano solar, o tempo necessário para que o
Sol complete um ciclo. Por causa disso, os maias precisavam de
um calendário mais preciso para medir o que nós conhecemos como um
ano completo.
O
calendário haab e o ciclo de calendário
O
calendário haab é muito parecido com o calendário gregoriano que
utilizamos atualmente. Ele é baseado no ciclo do
Sol, e era utilizado nas atividades de agricultura, de
economia e de contabilidade. Muito parecido com o calendário
tzolk'in , também era composto de uinals e cada dia tinha seu
próprio hieróglifo e um número. Todavia, ao invés de usar 13
uinals para 260 dias, o calendário Haab tinha 18 uinals,
resultando em 360 dias.
Os
astrônomos perceberam que 360 dias não eram suficientes para que o
Sol completasse o seu ciclo. Eles argumentaram que o calendário
deveria seguir o ciclo o mais próximo possível a fim de se obter
uma precisão. Entretanto, os matemáticos maias não percebiam dessa
maneira. Eles queriam manter as coisas mais simples, em conjuntos
de 20, assim como o seu sistema matemático. Os astrônomos e os
matemáticos finalmente concordaram com os 18 uinals, com cinco
"dias sem nomes" chamados de wayeb [fonte:O
Calendário Maia (em inglês)].
O wayeb,
ou uayeb, é considerado um "mês" de cinco dias e é conhecido por
ser uma época muito perigosa. Os maias acreditavam que os deuses
descansavam durante esse período, deixando a
Terra desprotegida. Os maias realizavam cerimônias e rituais
durante o wayeb na esperança de que os deuses retornassem
novamente [fonte:
Portal do Calendário Maia (em inglês)].
Enquanto esse calendário era mais longo do que o tzolk'in, os
maias queriam criar um outro que pudesse registrar ainda mais
tempo. Por essa razão, os calendários tzolk'in e Haab foram
combinados para criar o ciclo de calendário.
No ciclo de calendário, os 260 dias do calendário tzolk'in são
combinados com os 360 dias e os cinco dias sem nome do calendário
haab. Os dois calendários são combinados do mesmo modo dos dias e
números do tzolk'in (lembre-se da ilustração das engrenagens da
segunda página). Isso dá ao ciclo de calendário 18.890 dias
únicos, um período de tempo de cerca de 52 anos.
Nem o
calendário tzolk'in e nem o calendário haab contavam mais do que
um ano. Os maias queriam registrar a história e decidiram criar um
calendário que os daria um período maior do que um ano. Na época,
o ciclo de calendário foi o mais longo da Mesoamérica. Os
historiadores da época, entretanto, queriam registrar a história
maia para as gerações futuras. Eles queriam um calendário que os
levaria através de centenas ou até milhares de anos (o que nós
descreveríamos como séculos e milênios). Entra o calendário de
longa contagem.
O
calendário de longa contagem
Infelizmente, o calendário de longa contagem não é tão simples
como
combinar dois calendários para se ter novas datas. É um pouco mais
complicado e abstrato. A fim de entender a longa contagem, você
primeiro precisa estar familiarizado com alguns termos:
um dia - kin
20 dias - uinal
360 dias - tun
7.200 dias - katun
144.000 dias - baktun
A
duração do calendário de longa contagem é chamada de o grande
ciclo, e tem aproximadamente 5.125,36 anos [fonte: Jenkins]. Para
encontrar a data do calendário de longa contagem correspondente a
qualquer data gregoriana, você vai precisar contar os dias a
partir do início do último grande ciclo. Mas, determinar quando o
último ciclo começou e combiná-lo com uma data gregoriana é um
desafio e tanto. O antropólogo inglês, Sir Eric Thompson se
encarregou de determinar a data e ele pesquisou a Inquisição
espanhola para auxiliá-lo.
O
resultado ficou conhecido como a Correlação Thompson. Os eventos
da Inquisição foram registrados no calendário maia de longa
contagem e no calendário gregoriano. Os estudiosos então reuniram
datas que combinavam em ambos os calendários e as compararam com o
Código Dresden, um dos quatro documentos maias que sobreviveram à
Inquisição. Esse código confirmou a data há muito tempo tida por
Thompson como sendo o início do grande ciclo atual - 13 de agosto
de 3114 a.C. [fonte:
Longa Contagem Maia (em inglês)].
Agora
que encontramos o início do grande ciclo, vamos colocar a longa
contagem em prática. Nós iremos usar uma data que é familiar para
muitas pessoas - 20 de julho de 1969, o dia em que a Apollo 11
pousou na Lua. No calendário de longa contagem, esta data é
representada como 12.17.15.17.0. Você perceberá que existem cinco
números nesta data. Lendo da esquerda para a direita, o primeiro
lugar significa o número de baktuns desde o início do Grande
Ciclo. Neste caso, existiram 12 baktuns, ou 1.728.000 dias
(144.000 x 12) desde 13 de agosto de 3114. O segundo número está
relacionado ao número de katuns que passaram. Então, ele continua
à direita com o número de tuns, uinals e kins. Se você deseja ver
mais conversões gregorianas, você pode baixar uma calculadora de
conversão aqui.
A Pirâmide Maia
Construída em meados de 1050 em
Chichen Itza, Yucatán, México, a pirâmide Maia era um
calendário físico. Cada um dos quatro lados da pirâmide
tinha uma escada, com 91 degraus cada e uma plataforma.
Juntando todos os quatro lados, havia um total de 365
degraus. As datas registradas nas pirâmides maias foram
todas escritas no formato de longa contagem.
Roberto Vannucci/Dreamstime.com
A Pirâmide Maia em Chichen Itza.
O zen é uma das mais importantes
correntes do
budismo no leste asiático, tendo a maior parte de seus
seguidores no Japão, China, Coréia e Vietnã. O termo "zen" deriva
do sânscrito e significa "meditação". O principal ensinamento do
zen budismo é que o "despertar", ou "iluminação", pode ser
alcançado por qualquer um, mas para fazer isso a pessoa necessita
receber as instruções espirituais apropriadas de um mestre. Os
monges do zen budismo estudam as escrituras budistas, assim como
as obras literárias tradicionais chinesas e os casos em que os
patriarcas do zen budismo relatam a forma como alcançaram o
"despertar", geralmente usando uma linguagem enigmática. Nos
tempos modernos, o zen budismo tem sido identificado com
manifestações seculares do Japão medieval, como a cerimônia do chá
e a jardinagem. Popularmente, o termo "zen" tem sido usado também
com a conotação de serenidade ou simplicidade.