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 Edição de Maio de 2008

Dicas de incentivo à leitura

desde a gravidez

 

As crianças que têm o hábito da leitura incentivado desde cedo, pelos pais, chegam à escola mais familiarizadas com os livros e realizam a atividade com prazer e não por obrigação. A leitura pode ser incentivada desde a gravidez. É o que afirma a escritora de livros infantis, Lu Martinez. “No dia-a-dia, há uma série de ações simples que ajudam a despertar o gosto pela arte de ler”, salienta a escritora que também dá dicas para ajudar os pais na contação de histórias, uma forma bem mais divertida e atraente de ensinar uma criança a ler:

• Conte uma história cantando uma música, seja na hora de dormir, durante o banho ou no lanche. Os bebês se acostumam e se aproximam de novas palavras e sons;

• Conte histórias com bonecos, bonecas ou outros brinquedos que a criança goste. Ao trazer um livro com historinhas para ler, seu filho já estará familiarizado com a atividade e irá interagir naturalmente;

• Mesmo para os bebês, há brinquedos em formato de livros. A criança irá manuseá-lo, folheá-lo e isso já lhe trará um contato com este universo.

 

Lu Martinez


Biblioteca destinada a deficientes visuais recebe o nome de Dorina Nowill

Inauguração do Centro de Apoio ao Deficiente Visual de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro,  acontece em 17 de abril

 

Dorina de Gouvêa Nowill recebeu no dia 17 de abril passado, homenagem do Centro de Apoio ao Deficiente Visual de São Gonçalo (CADEVISG), inaugurado neste mesmo dia, em Porto Velho, São Gonçalo. Cada sala da instituição, localizada no Estado do Rio de Janeiro, é identificada por nomes de pessoas com deficiência visual que conseguiram superar seus problemas e ultrapassar barreiras impostas pela sociedade. A  biblioteca recebeu o nome de Dorina Nowill e é voltada a pesquisas e estudos dos usuários, com livros falados, em Braille e digitais, além de computadores adaptados. No local também são realizadas atividades de alfabetização. Mais informações no site www.cadevisg.org.br.

     "Fico muito grata em saber que meu nome será dado a uma biblioteca designada a deficientes visuais e pessoas com baixa visão. Mas, o que mais me agrada, é saber que a população de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, tem desde o dia 17 de abril, mais um centro de apoio a pessoas com deficiência visual, onde podem aprender diversas atividades, como leitura em braille, música e receber apoio psicológico, fisioterápico e fonoaudiólogo", comenta Dorina de Gouvêa Nowill, presidente emérita e vitalícia da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

     Fundação Dorina Nowill para Cegos - Instituída em 1946, a  Fundação Dorina Nowill para Cegos tem o objetivo de favorecer a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão por meio de ações educativas e culturais. A iniciativa de criar a Fundação foi da professora Dorina de Gouvêa Nowill, cega desde os 17 anos. A Fundação atua na produção de livros em braille, falados e digitais. Oferece programas de atendimento especializado ao deficiente visual e sua família, que inclui as áreas de reabilitação visual, com avaliação inicial do caso, clínica de visão subnormal, educação especial com reabilitação, orientação e colocação profissional do deficiente visual.

De bem com a vida depois dos 40
Regan Marie Brown

 

A Verus Editora lança De bem com a vida depois dos 40, o inspirador e reflexivo livro de Regan Marie Brow, sobre os ensinamentos que as mulheres adquirem ao longo dos anos. Segundo a autora, é o amadurecimento que proporciona a liberdade dos próprios sonhos com mais autoconfiança, determinação e sabedoria. É nessa perspectiva, que a obra pretende celebrar o amor e todos os seus ensinamentos, ajudando o sexo feminino a descobrir e valorizar as alegrias de apreciar plenamente a liberdade recém-adquirida.

Como Receber os Presentes de Deus

Stormie Omartien

 

"Deus tem muitos presentes para nos dar. Quatro deles são fundamentais para nossa saúde emocional: o dom o amor, o dom de sua graça, o dom do poder e o dom do descanso.

   Neste livro Stormie Omartian nos ensina a receita perfeita para receber esses presentes de Deus e ainda nos mostra como escapar das armadilhas que nos impedem de aproveitar a vida em sua total plenitude. "

As Revelações Picantes dos Grandes Chefs

Irvine Welsh

 

Autor de um dos romances fundamentais dos anos 90, Trainspotting, Irvine Welsh está de volta em mais uma narrativa imbatível sobre o submundo britânico. Dessa fez, ele faz uma parábola gótica sobre as grandes obsessões da atualidade ? comida, sexo e fama encabeçam a lista ? e uma análise brilhante da formação da identidade, da rivalidade masculina e da necessidade de pertencimento neste mundo caótico, em As revelações picantes dos grandes chefs.
     O protagonista Danny Skinner divide o tempo entre duas atividades: o emprego no departamento de vigilância sanitária de Edimburgo e a peregrinação diária de bar em bar após o expediente ? levando a segunda bem mais a sério do que a primeira. Galanteador, Skinner tem facilidade para impressionar, principalmente as mulheres. Só não acerta quando se trata da própria noiva. Muito diferente de Skinner é o novo funcionário do departamento, Brian Kibby.
    Reservado, com um jeito meio nervoso, Kibby faz de tudo para ser bem aceito pelos colegas. Corre tudo bem até ele disputar uma vaga de chefia com Skinner, quando a rivalidade entre eles ganha características inusitadas. Skinner não consegue entender porque sente tanta repulsa por Kibby e este não sabe o que pode ter feito para ser tão odiado por Skinner. Enquanto a situação no escritório se desenvolve, ambos enfrentam seus problemas domésticos: o pai de Kibby morre e Skinner pressiona a mãe, uma punk veterana, para revelar a identidade de seu pai.
    A narrativa de Irvine Welsh gira em torno de Skinner, o personagem mais rico da trama, mas, apesar de centrados nele, há capítulos conduzidos por outras figuras, como Kibby, sua mãe Joyce, a irmã Caroline, a colega de trabalho Shannon e a mãe de Skinner, Beverly. É com ela que a história começa, em 20 de janeiro de 1980, dia em que Skinner foi concebido. Traída pelo namorado na noite do show do The Clash, ela sai em busca de outros parceiros para vingar-se ? dorme com três e na lista de possíveis companheiros de cama pode estar até o ídolo Joe Strummer, co-fundador da banda.
   A dúvida sobre a identidade do pai atormenta Skinner desde a infância, mas agora ele está decidido a descobrir. Sem ajuda da mãe, busca pistas com conhecidos e chega ao restaurante em que, nos anos 1980, aspirantes a chef iniciaram suas carreiras e onde Beverly era garçonete. A procura o leva a San Francisco, na Califórnia. Tudo parece estar transcorrendo de forma ordenada, mas, em um determinado ponto da trama, Irvine Welsh insere algo para quebrar a normalidade, uma virada na história que beira o surreal, mas acaba por prender ainda mais a atenção do leitor. Com isso, surpreende até mesmo os mais habituados ao seu estilo, que mistura humor negro a reviravoltas insólitas.

De cinderela a superexecutiva
Cary J. Broussard & Anita Bell

 

A sabedoria dos contos de fadas, cuja simbologia já foi base de análises psicanalíticas sobre o comportamento humano, pode ser aproveitada na atualidade e usada para reescrever a história pessoal de mulheres que procuram ascender profissionalmente. Partindo dos ensinamentos desses contos clássicos, Cary J. Broussard, uma bem-sucedida executiva na área de marketing, propõe a transposição das histórias com protagonistas femininos para o mundo corporativo em De Cinderela a superexecutiva – Como os contos de fadas podem revolucionar sua carreira, em que mostra como Branca de Neve e a Gata Borralheira, entre outras personagens, fizeram muito mais do que apenas esperar mudar de vida através do encontro com o príncipe encantado.

Cary J. Broussard observa que as lendas do folclore europeu, recontadas pelo francêsCharles Perrault a partir de 1697 para entreter a aristocracia, ou as que foram recolhidas pelos irmãos Wilhem e Johannes Grimm em meados do século XIX, não traziam heroínas tão passivas como as que hoje conhecemos, popularizadas por desenhos animados no cinema. Cinderela, mais do que uma vítima das circunstâncias, era uma jovem trabalhadora que comprou sua alforria da escravidão do serviço doméstico, conquistando a independência financeira da forma como era possível em sua época – através de um bom enlace matrimonial. Quem livra o menino João do jugo de uma bruxa má é sua irmã Maria, com ardis que enganam a feiticeira. Branca de Neve trabalha duro na casa dos sete anões, que lhe dão proteção.

    O livro traz dados históricos sobre os contos de fadas, que se mantiveram vivos durante séculos devido aos relatos de mulheres. Cary J. Broussard reescreve algumas dessas histórias, como a que mostra uma jovem executiva de uma empresa que, ajudada por uma colega mais velha, consegue uma roupa apropriada para fazer sua apresentação em uma reunião da diretoria da empresa onde trabalha. A fadas-madrinha de Cinderela pode ser vista como uma metáfora para a necessidade de mentores dentro do mundo corporativo. Já a moça que dança sem parar em “Os sapatinhos vermelhos”, de Andersen, é a workaholic, que esquece da família e da vida social, correndo o risco de morrer de tanto trabalhar.

   Quando a heroína é definitivamente passiva, como é o caso de Aurora, a Bela Adormecida, Cary J. Broussard observa outros aspectos da lenda. Aurora é enfeitiçada porque os pais não quiseram chamar uma feiticeira – alguém diferente do meio ao que estavam habituados – à festa de batizado da filha. Conhecer pessoas de diferentes backgrounds culturais pode ser compensador pessoal e profissionalmente, diz a autora, que acredita no planejamento estratégico para a superação de dificuldades.

Carma e Reencarnação

Elizabeth Clare Prophet

 

Em mais um lançamento da coleção A espiritualidade em prática, a consagrada autora Elizabeth Clare Prophet, que há vários anos vem ajudando milhares de pessoas a compreender as dimensões espirituais da vida humana, mostra como podemos lidar com as conexões cármicas de encarnações anteriores que influenciam nossa vida atual.

    O leitor descobrirá como suas ações em vidas passadas influenciam a determinação da família em que nasceu e o porquê de sentir simpatia por algumas pessoas e antipatia por outras. Mais do que apresentar suas teorias acerca de alguns mistérios da vida, Carma e reencarnação ensina como transformar os encontros cármicos em grandes oportunidades para moldar o futuro que desejamos.

Seria cômico se não fosse trágico

Hélio Rubens Batista Ribeiro Costa

 

Seria Cômico se Não Fosse Trágico, o autor capta tudo com uma destreza tamanha que leva o leitor quase à perplexidade. E tudo conta como quem narra um fato qualquer, despretensiosamente. Só que estas criações não ficam nas histórias pelas histórias, que se banalizariam em si ou fluiriam para o anedótico inconsequënte.
     Aqui as palpitações são outras; aqui o dedo do artista da palavra está presente; aqui o disfarce, que pulsa mais forte, caminha em subjacência. Então, em todo este colar pequenas peças literárias límpidas fulguram com intensidade, porque nasceram de um ficcionista brilhante.

    Obra multifacetada dentro da ficção moderna, onde treliçam, como espírito de novela, bela abertura narrativa ou descritiva, o conto, o miniconto e o microconto.

A Nova Abolição

Petrônio Domingues

 

O livro A nova Abolição (184 pp., R$ 36,50), do professor Petrônio Domingues, lançamento da Selo Negro Edições, coloca o negro em seu devido lugar: o de cidadão ativo, com papel importante na história do Brasil. Com apurado rigor científico, o autor trata nessa obra de temas essenciais à formação do país. Sua perspectiva, porém, é pouco usual: todos os fatos são analisados à luz da participação da população negra, de suas contribuições e especificidades.
    Por meio dessa abordagem diferenciada, Domingues traz novos ares à história do Brasil, favorecendo principalmente os estudos que buscam contextualizar o negro no panorama histórico brasileiro. Sua análise acurada atinge períodos e situações distintos: desde a formação da imprensa negra e sua repercussão no jornalismo brasileiro, no período pós-Abolição, até a atual questão das ações afirmativas (incluindo aí as cotas universitárias), passando pelo importante protagonismo negro na Revolução de 1932.
     A participação do negro em diversos momentos históricos do Brasil tem no livro uma apresentação objetiva, que resgata muitas de suas particularidades esquecidas. Por meio de documentos de época, como os primeiros jornais da chamada imprensa negra, Domingues faz uma retrospectiva profunda, que concede ao negro a posição de protagonista que lhe é devida na historiografia brasileira.
     Para reconstruir os passos da população negra brasileira, o autor analisa algumas de suas entidades de representação. A trajetória da Frente Negra Brasileira (FNB) e sua batalha anti-racista são exploradas em detalhe, assim como a subseqüente formação da Legião Negra (cujos soldados eram popularmente conhecidos como os Pérolas Negras), que se uniu ao exército constitucionalista e teve importante papel na Revolução de 1932.
     Também o Teatro Experimental do Negro (TEN) e seu caráter vanguardista são contemplados na análise do autor, que destaca a importância da manifestação artística na sensibilização da opinião pública para a questão racial.
Além de realizar uma investigação detalhada do passado, Domingues traz à tona uma discussão do presente: as ações afirmativas. Dono de um posicionamento transparente, ele defende a política de cotas universitárias e embasa a discussão com argumentos dotados de conteúdo histórico e científico.

A Ciranda das Mulheres Sábias
Clarissa Pinkola Estés 

 

Clarissa Pinkola Estés parte de um doce convite à leitora para que se acomode ao seu lado e deguste com ela a bebida que foi reservada para "uma situação especial", a fim de que possam conversar sobre "assuntos que importam de verdade" a duas mulheres, com a garantia de que "aqui sua alma está em segurança". Seduzida por uma linguagem terna, emocionante e poderosa, a autora apresenta os encantos deste "arquétipo misterioso e irresistível da mulher sábia, do qual a avó é uma representação simbólica" e que "não chega de repente, perfeitamente formado e se amolda como uma capa sobre os ombros de uma mulher de determinada idade".
     O aspecto mais sedutor do livro reside, justamente, na representação simbólica contida nas avós. Das matriarcas da mitologia às avós dos contos de fadas, passando por aquelas anônimas de suas vivências profissionais, a autora chega às avós de suas tradições familiares, descrevendo de forma magnífica a chegada à América das ancestrais que passaram a fazer parte de sua vida familiar, aquelas "quatro velhas refugiadas que saltaram de enormes trens pretos para o nevoeiro noturno na plataforma onde nós as aguardávamos com grande expectativa".
    As páginas que descrevem a riqueza armazenada pela autora através da simples existência dessas quatro velhas da família que "abriram uma porta profunda na criança que aos poucos estava sendo forçada a se calcificar" são repletas de grande ternura e muita força. Elas representam as avós arquetípicas de todos nós, que sempre identificam os caminhos do amor e da compaixão e que sabem utilizar o poder de suas ferramentas mágicas para a transformação: a mesa da cozinha, a luz do lampião, a música, a dança, a intuição, a sopa, o chá, a história, a mão amorosa, o senso de humor malicioso e muitas outras.
     Merece ainda destaque neste lançamento da Rocco, o paralelo traçado entre a árvore e a mulher. Assim como aquela abriga "uma árvore oculta" em suas raízes, esta possui "uma mulher oculta que cuida do estopim dourado, aquela energia brilhante, aquela fonte profunda que nunca será extinta". Ao final, as nove preces de gratidão ? por todas as idosas do mundo, pelas mulheres mais velhas matreiras, pelas avós nas cozinhas, pelas tias perspicazes, pelas filhas que estão aprendendo, por todas as filhas e velhas ? representam um perfeito arremate ao prazer da leitura destas 120 páginas plenas de luz, melodia, emoção e encantamento.

 Saúde por meio da Farmácia de Deus

Maria Treben

 

O homem de hoje começa a redescobrir que a saúde não vem da Química, mas sim, da Natureza. As ervas e os extratos produzidos a partir de produtos naturais podem curar o homem, se usados de maneira correta. Este livro pretende ser um manual para aqueles que gostariam de fazer seu próprio chá, a fim de curar-se, porque já se decepcionam com os remédios químicos.

 

Os Sabores da Fruta-Pão

Celestine Hitiura Vaite

 

Este é um romance de costumes e relacionamentos humanos, que encanta pela delicadeza de sua prosa e pela forma vibrante utilizada pela autora para retratar a vida no Taiti. Em Os Sabores da Fruta-Pão, Célestine Vaite conduz o leitor por uma viagem ao seio de uma família taitiana, com suas crises de geração, diferenças de gênero e problemas sócio-econômicos. A vida no Tahiti começa com um ritual de boas-vindas. Quando nasce, o bebê é apresentado à família e levado ao cemitério para conhecer também seus antepassados mais distantes. No batismo, a família planta uma árvore em nome do rebento. Materena Mahi tem a árvore perfeita para sua filha, Leilani - uma linda fruta-pão.
     Catorze anos mais tarde, é hora de um novo ritual - o discurso de boas-vindas à idade adulta. Mas as tradicionais palavras de sabedoria transmitidas pela matriarca não parecem apropriadas para Leilani, que é inteligente o suficiente para saber que velhos conselhos não sobrevivem ao conhecimento enciclopédico, e que a ciência destrói rapidamente qualquer vestígio de superstição. A evolução pessoal de Materena é paralela ao crescimento dos filhos, em especial ao da jovem Leilani, com quem mantém um relacionamento intenso e difícil. Mesmo sendo reconhecida pela comunidade como uma grande conselheira, Materena se esforça para manter uma relação de cumplicidade com a rebelde e questionadora filha adolescente. Materena revê sua própria vida a partir dos tropeços e conquistas da filha, e amadurece com ela.

     Narrado com delicadeza por Célestine Hitiura Vaite, Os sabores da fruta-pão transforma o cotidiano das mulheres do Taiti em um acontecimento mágico e destaca o quanto o difícil convívio entre as gerações é importante para as filhas e vital para as mães.

 

A pesquisa-ação-participativa em educação ambiental: reflexões teóricas
Marília Freitas de Campos Tozoni-Reis - organizadora

 

A educação ambiental no Brasil vem se desenvolvendo como uma ação educativa particularmente interessada em problematizar os aspectos socioambientais da vida no ambiente. Podemos dizer que ela se encontra hoje num momento muito rico e fecundo, tanto no que diz respeito às propostas de ação educativa quanto no que diz respeito investigação científica. Isso se expressa, por exemplo, pelo número bastante significativo de pesquisadores dedicando-se à investigação científica em educação ambiental. Dentre as diferentes modalidades de pesquisa em educação, as pesquisas participativas têm tido, na educação ambiental, expressivo destaque.
     A proposta deste livro é responder à necessidade de aprofundamento teórico que exigem essas metodologias, contribuindo para instrumentalizar os estudos que se inspiram nessas modalidades de pesquisa.

 

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