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Eu não gosto de estudar...
Esta
problemática vem atingindo mais e mais escolas do País. Uns
atribuem a modernidade como culpada desta geração moderna
criticar tanto estudar, outros enfatizam ainda uma culpa
imensa aos computadores, vídeos-games, esportes radicais,
aventuras e inclinação ao terror, violência e falta de
religião e quebra de laços familiares.
Onde realmente
mora o perigo, onde estão as soluções?
O fato é que os
alunos das mais variadas escolas não querem estudar.
Os jovens pela
manhã já demonstram um cansaço terrível, uma indisposição
doentia e uma tormenta que os apavora dia a dia. Como combater
esse mal quando as maiores armas são a atenção e os livros?
Escolas vêm
modificando sua forma de lecionar, criando métodos, buscando
inovações, investindo alto em tecnologias de ponta para que os
alunos encontrem uma forma de estudar que lhes traga algum
prazer. Talvez a má alimentação, a ausência de matinais
reforçados possa colaborar para que isso ocorra.
O aluno na escola
apresenta uma atitude completamente descompromissada com o
ensino e professores.
Vemos isso como o
mal do século, como uma doença, cruel prestes a desabar.
Depender dos
estudos é criar patamares de acesso ao desenvolvimento
profissional. Encarar os estudos é participar de um processo
arcaico que há anos tenta trazer novidades, mas ainda está bem
longe de conseguir seu sucesso.
O que fazer diante
de tantos problemas, tantas situações onde o jovem recusa a
participar do processo?
Pais, professores
e profissionais da educação já não conseguem mais através de
sua formação dar a resposta correta para tantos problemas e
ocorrências nas escolas.
A geração que
cresce não é a geração que estuda. A busca por facilitações é
grande e a falta de estudo real e concentração acompanham esse
problema.
A insatisfação que
desanima é interna e intensa. Ela se completa com o ensino
retrógado, arcaico nas suas necessidades e por mais que se
faça a distância entre o educando e o ensino é cada vez maior.
O que mais se
houve é para que estudar se somos governados por um Presidente
que não estudou. Para que estudar se os espertos lideram o
mercado financeiro. Para que estudar se tanta gente que estuda
é pobre? E o pior, qualquer um pode ser político e ganhar
muito dinheiro. Em caso contrário, o futebol garante um bom
futuro.
A sociedade tem
meios de vitória onde o estudo não entra como estímulo.
Viva a
Independência do Brasil! |