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 Edição de Maio 2008

 

Como decorar o quarto do Bebê

com conforto e segurança

 

Um dos momentos mais prazerosos para os pais é decorar o ambiente em que seu filho irá ficar na maioria do tempo em que estiver em casa, a Arquiteta Jô Depassier da Creatio Arquitetos traz algumas dicas para a decoração do quarto dos bebês

    Os primeiros momentos da vida de uma criança são extremamente importantes para se definir o tipo de adulto que ela se tornará. A escolha da decoração do quarto do bebê deve ser adequada para que a criança encontre beleza, conforto e segurança. O ambiente deve ser tranqüilo, especialmente nos primeiros meses, livre de ruídos e de aberturas repentinas de portas e janelas, além da ausência do excesso de enfeites, que traz confusão visual e acúmulo de pó, prejudicando até mesmo a saúde da criança.

    A arquiteta Jô depassier explica que, “O ideal é que os móveis sejam pintados com tinta à base de água (não tóxica), em cores neutras ou pastéis. Acho muito importante a questão da cor, já que cada cor tem uma característica própria. É interessante usar móveis com tons claros que acalmem e tranqüilizem a criança, como o creme, branco, azul pastel, etc. As cores vívidas ou escuras acabam criando um  ambiente vibrante causando incomodo da criança”.

    Alguns pontos são essenciais na hora da escolha dos móveis para decorar o quarto do bebê, como por exemplo, saber como deve ser o modelo adequado de cada móvel. Todos devem ter ausência de cantos pontiagudos, e a altura do trocador, porta-fralda, cabideiro, entre outros, devem ser adequadas às necessidades para maior conforto das mães.

     Jô Depassier destaca algumas dicas na hora da escolha dos móveis, “Eles devem ter linhas suaves, sem muitos cantos para crianças, puxadores com motivos infantis, no lugar de vidro deve se colocar o acrílico para evitar acidentes. Também é interessante que o espaço entre as ripas do berço não seja muito grande para evitar que a criança prenda o pé entre elas.”

     A arquiteta Jô Depassier, normalmente faz móveis com design específico, criando novas opções no mercado para que os pais possam além de oferecer conforto para os bebês, também proporcionar o conforto de si próprios na hora de cuidar da criança. “Não costumo comprar pronto já que cada cliente deseja uma peça exclusiva e que de preferência possa reaproveitá-la depois quando a criança estiver maior, podendo economizar futuramente. Acabo fazendo o trocador removível, e uma ou outra peça a parte.” Completa Jô.

 

Confira algumas dicas:

0 a 2 anos - O essencial para o quarto do bebê é o berço, cômoda (para ser utilizada como trocador e guarda-roupa) uma poltrona para amamentar, cesta para suporte, lixeira e uma iluminação adequada.

2 a 7 anos – O ambiente deve incentivar e motivar o desenvolvimento mental da criança. Habilitar o espaço com um local para o descanso, outra para as brincadeiras e uma área para guardar os brinquedos é uma forma de ensinar-lhe, desde pequeno, a se organizar.

7 a 9 anos – Aqui uma área para o trabalho é essencial. Uma escrivaninha em lugar bem iluminado, de preferência é junto à janela, mesmo que não tenha luz natural.

 

http://www.creatioarquitetos.com.br


Plantas e Cachepôs


Que ambiente não se enche de vida e alegria com a presença de um belo arranjo de flores ou um vasinho com plantas bem cuidadas?
     Exceto os quartos de dormir, todos os outros ambientes da casa podem abrigar plantas.
     Na cozinha é onde elas vão encontrar as maiores mudanças de temperatura, umidade e emissão de vapores. Mas, com boa ventilação e iluminação é possível manter vasinhos com plantas aromáticas, tipo salsa, coentro, alecrim, pimenta, hortelã e cebolinha, entre outras.
    Nos banheiros é obrigatória uma boa ventilação para que os vapores dos banhos quentes não prejudiquem as plantas. Adaptam-se bem a esse ambiente, por exemplo, o papiro, as heras pendentes e a zebrina.
   Antes de fazer sua escolha, avalie o tempo de que dispõe para dedicar às suas plantas. Verifique se as espécies escolhidas terão condições de sobreviver no espaço que lhes será reservado, buscando oferecer as condições mais parecidas com seu ambiente natural.
    Basicamente, deve-se observar: iluminação, ventilação, temperatura e espaço. Mas é bom informar-se sobre a vulnerabilidade e resistência ao ataque das pragas da espécie escolhida.

http://www.tokstok.com.br/v4/novidades/out07/divisor550.gif

Azaléia (Rhododendron simsii)

A Azaléia é uma planta relativamente rústica e resistente suportando condições bem adversas e, por isso, é bastante usada em jardins e praças públicas. Sua floração ocorre nos meses de inverno tornando-se uma boa opção para trazer colorido ao ambiente nesta época do ano.

Necessitam de luz solar plena para crescerem bem e de regas regulares sempre que o solo estiver seco.Em ambientes internos elas não costumam florescer, logo, a dica é deixar a planta fora de casa até que as flores se abram para então, levá-las para dentro em um local claro e próximo à janela.

Os cachepôs da Linha Sertões, na imagem ao lado, possuem desenhos em alto relevo que trazem delicadeza às peças fabricadas em zinco ideais aos ambientes externos. Estão disponíveis em três diferentes tamanhos com alças que facilitam o manuseio.

 

 

Cachepôs da Linha Sertões

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Cachepô da Linha Mão Gaúcha

Begônia (Begonia elatior)

As begônias parecem buquês de flores de pequenas rosas e sua delicadeza a torna própria para o cultivo em vaso e para a decoração durante a floração que ocorre praticamente o ano todo.
    Devem ser cultivadas em ambientes protegidos mantendo a terra sempre úmida e bem adubada.
    Os cachepôs da Linha Mão Gaúcha são produzidos artesanalmente em fibra de bananeira através de uma iniciativa do Sebrae do Rio Grande do Sul. Além dos cachepôs, a Tok&Stok também comercializa outros produtos da comunidade como bolsa, tapete e fruteira.

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Pimentas

As pimentas, originárias das Américas, são o segundo condimento mais utilizado no mundo ficando atrás apenas do sal. Além de embelezar o ambiente também podem ser consumidos sendo ricas fontes de ferro, magnésio e vitaminas C e B.
  Os cachepôs utilizados podem ser de tamanhos variados de acordo com o espaço disponível e tamanho do vaso.
  Necessitam de um local pouco ventilado, com boa iluminação e solo úmido. Podem ser cultivadas em vasos, jardins, floreiras além de hortas trazendo um colorido vivo a diferentes tamanhos de espaço.
    Em cores vibrantes da tendência Urbano Caleidocolor, os cachepôs da Linha Primavera também podem ser utilizados como vasos junto aos pratos da mesma linha. São fabricados em plástico polipropileno tornando-se peças práticas e de fácil manutenção.

 

 

Cachepôs da Linha Primavera

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Bromélia (Guzmania sp)

A família das Bromeliáceas abriga mais de 3.000 espécies sendo o Abacaxi a mais popular delas. A maioria pode ser plantada em vasos, troncos e xaxins.

Por se tratar de plantas tipicamente tropicais, elas apreciam temperaturas elevadas, bons índices de umidade associados a locais muito ventilados e bastante claridade em luz difusa. Florescem somente uma vez durante todo o seu tempo de vida durante a maturidade que acontece em diferentes idades dependendo da espécie e das condições do local onde está alocada.

A Linha Deck é fabricada em madeira maciça certificada FSC com acabamento tingidor impermeabilizante contra a ação de fungos e insetos. Além dos cachepôs, a linha também inclue suportes para vasos com rodízios que facilitam o transporte.

Cachepô da Linha Deck

 

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Afelandra (Aphelandra squarrosa)

Uma planta que se adapta muito bem aos ambientes internos da casa e, sob condições adequadas de luz, ainda produz florzinhas amarelas duráveis durante a primavera e verão.

     O solo do vaso deve ser conservado úmido mas não encharcado e a planta precisa de bastante luminosidade sem exposição direta ao sol.
     Encontrados em três diferentes tamanhos, os cachepôs da Linha Alpendre são fabricados em zinco e podem ser utilizados tanto em ambientes internos quanto externos.

 

 

Cachepô da Linha Alpendre

TOK & STOK


Técnica escamada proporciona efeito diferenciado sem utilização de massa corrida ou textura

 

Um dos efeitos mais simples em pintura, e o mais fácil de aplicar é a  Escamada. Sem massa corrida ou textura, esta técnica utiliza muita criatividade e inspiração, resultando em um efeito  arrojado e contemporâneo às paredes dos ambientes.

    Segundo consultor da Tintas Solventex, José Alves Cintrão esse tipo de efeito,  além de  simples, protege e corrige pequenos efeitos estruturais da parede. “A textura é grande aliada  no combate à umidade, por ser hidrorepelente. Ela evita a absorção de água,  impedindo que  a umidade  venha  de fora para dentro. Assim,  a  parede permanece seca”, explica.

Confira a técnica:

 

Material necessário

Tinta Acrílica (base)

Esmaltex acetinado espaço (caso aplicação seja em madeira)

Rolo de lã

Bandeja plástica

Lixa para massa ou madeira

Aplicador de massa (celulóide)

Trincha 2 ½ (retoque)

Gel Envelhecedor Viniltex

 

Preparação da superfície

A superfície deve estar limpa, isenta de óleo, poeira e gordura.

Primeiro passo: Lixar toda parede e retirar o pó.

Segundo passo: Aplicar de uma a duas demãos de Viniltex Acrílico, caso a superfície seja de alvenaria. Se for de madeira, aplicar Esmaltex Acetinado. Obs. A cor escolhida será a base da textura.

Terceiro passo: Deixar secar completamente. Após a secagem, diluir até 15% Gel Envelhecedor Viniltex na cor escolhida na bandeja. Com um rolo de lã, aplicar o gel em faixas verticais de aproximadamente 30 a 40cm de largura.

Quarto passo: Logo em seguida, com o Gel Envelhecedor Viniltex ainda úmido, espatular a superfície em movimentos em forma de X, a fim de remover em alguns pontos.

 

Dica:

É importante a escolha da cor de fundo, pois esta irá combinar com a cor do Gel Envelhecedor Viniltex escolhido. Quanto maior for o contraste da cor de base com a do gel, mais destacado será o efeito.

 

Apartamento, a casa que paira no ar

 

Viver nas grandes metrópoles tem sido objeto de muitas reflexões e experiências urbanísticas e arquitetônicas ao longo dos últimos anos. As formas de habitar e conviver nas cidades, fruto das condições sociais, econômicas,  culturais e da inter-relação entre os diversos agentes, sofrem transformações constantes. Os elevados custos de produção do espaço urbano condicionam a verticalização e o adensamento populacional. A ineficiência do Estado em  gerenciar a segurança e os espaços públicos de lazer e esportes, entre outras atividades, obrigam a alternativas privadas para supri-las.

    As pessoas buscam o atendimento de suas necessidades como espaço digno para morar, repousar, conviver em família e com os amigos, viver em segurança e com conforto, associadas às práticas esportivas, atividades sociais e culturais. Este espaço idealizado e sonhado pela grande maioria das pessoas ainda é a casa e sua relação com a rua, às praças e com a cidade.

    O sonho da casa está associado à privacidade, à liberdade, ao cultivo do jardim, do animal de estimação, das crianças brincando no quintal, do churrasco no fim de semana, das festas e das reuniões familiares, entre muitas outras. Complementadas pela praça e pelo clube do bairro com seus campos, quadras, piscinas, salões de festas, jogos, etc.

No entanto, o custo elevado dos terrenos obriga a solução dos edifícios de apartamentos e a questão da segurança origina os condomínios verticais fechados, que passam a integrar o máximo de atividades em seu interior.

   Criar espaços que permitam aos moradores se sentirem em liberdade, segurança e harmonia com o que lhe traz paz e conforto é a obrigação do arquiteto ao desenvolver projetos.

Neste sentido, desenvolvemos nos projetos de empreendimentos imobiliários, espaços que se aproximem do conceito da casa, do clube e do jardim.

   No âmbito do apartamento, a partir do padrão médio, houve um grande desenvolvimento dos terraços, que cresceram, incorporaram a churrasqueira e se integram perfeitamente à sala de jantar e de estar ou home theater, possibilitando um amplo ambiente de convívio e lazer, além da visualização da paisagem, numa clara referência ao quintal.

    Complementando o apartamento, o programa do térreo é extenso com inúmeros usos e espaços destinados a atender às expectativas e necessidades de todas as faixas etárias dos moradores. O conceito de clube é aplicado com a implantação de atividades esportivas como a quadra poli-esportiva, o parque aquático com piscinas cobertas com raia semi-olímpica, piscina infantil, salão de ginástica equipado, pista de cooper, entre outros.

   O conceito de jardim é desenvolvido com a implantação de praças arborizadas, fontes, espelhos d’água, bosques, jardins e são espaços que estão associadas às áreas sociais como o salão de festas, churrasqueira, quiosque, gazebo, salão de jogos, playground, recreação infantil, etc.

   Além disto, há espaços destinados ao bem estar físico e mental como, por exemplo, o “beauty care” (salão de beleza dentro do condomínio), sala de massagem, spa, saunas, pequenos escritórios, salas de aula, atelier de artesanato, entre outros.

    A integração de todos estes espaços é de responsabilidade do arquiteto que ao interpretar os desejos e necessidades dos futuros moradores, bem como, tendências e necessidades dos incorporadores, construtores e as relações do condomínio com a cidade, sintetizará em um projeto que propiciará ao morador de apartamentos a sensação de morar em uma casa térrea com conforto, segurança e facilidades à sua disposição. Uma casa que paira no ar.

Wilson Marchi - arquiteto e diretor da EGC Arquitetura  


Um lar para a maturidade

Saiba como adequar a decoração de sua casa e garantir segurança

 

Fazer uma decoração segura para os idosos ainda é uma dúvida para muitos, principalmente àqueles que convivem com os pais, mas que acabam deixando-os sozinhos em casa enquanto trabalham. "Com o tempo sofremos mudanças e as adaptações no lar muitas vezes são necessárias", conta Luana Radesco, arquiteta do Hiléa, centro de vivência para idosos que vem se tornando referencia nos novos conceitos de lidar com a maturidade.

     "A idéia básica é sempre manter a independência do idoso, seja em sua própria casa ou na casa dos filhos", acrescenta Luana.  O primeiro item que se deve ter em mente são as adaptações que suprem as necessidades como a locomoção de forma segura.

 Acompanhe as dicas q de Luana Radesco para tornar o lar seguro e confortável para o idoso:

 - Para a mobilidade é essencial que os corredores sejam largos e claros, as portas e janelas leves e fáceis de abrir e os pisos antiderrapantes, principalmente nas áreas externas e molhadas.

 - É preciso também ter um cuidado especial com a iluminação. Evite superfícies que ofusque a vista, como pisos brilhantes. Luz natural é muito importante, mas ela deve ser de passível controle - os idosos tendem a ser muito sensíveis com a luz em excesso. O ideal é manter as janelas e grandes áreas de entrada da luz do sol com cortinas, as mais leves para tornar a luz difusa e as mais pesadas ou persianas para barrar a luz. Evite contrastes de luz e sombra muito fortes, essa diferença pode causar confusão.

 - As portas devem ser muito bem iluminadas para permitir boa visualização da maçaneta, fechadura e chave. Porta de entrada com mola pode ser mais confortável. Maçanetas em forma de alça (ergonomia) são as mais indicadas, evite maçanetas que giram. A largura é outro item importante, o ideal é que tenha 90cm em caso de uso de bengalas, andadores ou cadeira de rodas. O visor da porta pode em caso de necessidade.

- Nos quartos, preste atenção à altura do cabideiro - pode precisar ser rebaixado. Evite armários muito altos ou muito baixos (40m<Hcolchas pesadas - difíceis de serem estendidas e  luz direta (tipo spot) no teto, pois causa ofuscamento quanto se está deitado. É importante prever luz noturna para ir ao banheiro: interruptor junto à cama, balizador baixo na parede ou lâmpada de tomada. Evite tapetes.

- Na cozinha e lavanderia evite prateleiras e armários muito altos ou muito baixos (40m<H

- No banheiro, instale alças de apoio nas paredes, principalmente no chuveiro. Providencia uma bacia mais alta e torneiras com alavancas, as tradicionais de girar podem ser muito difíceis para quem tem artrite. Evite degraus ou muretas, o Box é uma área crítica. Prefira fazer esta área com caimento e cortina no box. O piso antiderrapante é fundamental, não use tapetinhos. Se possível, use cores diferentes entre piso e parede para facilitar a compreensão do espaço.

- Na sala use cadeiras leves, com braços e não muito baixas. Evite também os sofás baixos e fofos, eles dificultam a movimentação do idoso. As janelas e cortinas devem ser fáceis de manusear. Evitar tapetes.

- Os fatores tecnológicos auxiliam muito o dia-a-dia dos idosos. Controles remotos desde a TV até cortinas e portas de entrada, telefone em todos os cômodos ou telefone sem fio que esteja sempre junto do idoso (tanto para poder atender sem ter que se esforçar para chegar, tanto para o caso de uma emergência).

 

Fonte: Hiléa, centro de vivência e desenvolvimento para idosos


Telas mosquiteiras proporcionam mais segurança, e bem-estar, porém com harmonia ao design de interiores

Discretas e modernas, os modelos de telagem também trazem um toque de sofisticação à decoração de ambientes e ao mesmo tempo impede a entrada de insetos como do mosquito da dengue

 

Nada mais incomodo do que conviver com insetos dentro de casa ou em ambientes em geral 14como em restaurantes, empresas, creches, escolas etc. Ao mesmo tempo, instalar telas contra mosquitos e insetos em geral nem sempre foi sinônimo de beleza e durabilidade. Sempre atenta ao lançamento de produtos e equipamentos de alta tecnologia para decoração, a Equipar, empresa revendedora de produtos e equipamentos de decoração e proteção de alta tecnologia, apresenta para o mercado quatro modelos de telagem, que além de oferecer alta segurança e confiabilidade, traz em seus modelos o design altamente decorativo como grande diferencial em quatro opções de modelos: recolhível, deslizante, porta giro e o removível.

    Inovadoras, práticas e discretas, as telas contra mosquitos e insetos em geral fabricadas em alumínio com acabamento anodizado e pintura eletrostática de alta resistência às intempéries, estão IMG_6703disponíveis em quatro cores - bronze, natural fosco, preto ou branco. As telas são elaboradas com resistentes e finas fibras importadas em tom translúcido e recobertas com PVC. Entre as vantagens dos modelos da Equipar é que são laváveis, não desfiam e são totalmente atóxicas, inofensivas às pessoas e aos animais de estimação.

    A delicadeza das Telas Equipar dá um toque de decoração ao ambiente e não impede a passagem do ar e do sol, um fator importante, já que as variações de temperatura causadas pelo ar condicionado e pelo ventilador são nocivas para a saúde de pessoas alérgicas – nada mais do que  25% da população brasileira.

    Recolhível, deslizante, porta giro ou removível: um destes modelos se encaixa perfeitamente aos diversos ambientes, seja de uma casa ou corporativo

    No modelo recolhível, a tela é de enrolar e pode ser embutida em qualquer tipo de janela. Através de um acionamento por mola ou por corrente, com um leve toque, a tela se recolhe. Esta é uma excelente opção para aqueles que não querem utilizar as telagens a toda hora. O segundo modelo, o deslizante, é indicado para portas e janelas de correr e a tela é fixada em um quadro de alumínio, em que desliza suavemente sobre os trilhos. O modelo porta giro é recomendado para portas de passagens constantes como portas de cozinhas, lavanderias e divisões de ambiente. Este modelo utiliza um sistema de fechamento automático por mola ou maçaneta com chave que mantém a porta sempre fechada. O quarto modelo, o removível, é instalado por sobreposição, ideal para janelas que não necessitam constante abertura e fechamento. Normalmente a fixação é realizada com travas em nylon na cor preta ou branca.

 

Fonte: www.equipartelas.com.br


Swarovski Crystal Palace

A Swarovski revelou as inovações em design apresentadas  no Swarovski Crystal Palace que aconteceu do dia 15 ao dia 21 de abril, na Via Savona, 56 Zona Tortona, em Milão.

 

A Swarovski convidou os mais renomados designers to mundo para criar uma atmosfera única concebida através do uso dos famosos cristais austríacos. O desafio era ir além dos limites na aplicação dos cristais e criar interpretações contemporâneas para Iluminação, móveis e design. As inspirações resultaram de diversas fontes incluindo a natureza, as artes visuais e a alta tecnologia. O Swarovski Crystal Palace orgulhoso  apresentou nessa edição as instalações provocantes de Paul Cocksedge, Front Design, Zaha Hadid, Studio Job, Piero Lissoni, Arne Quinze, Fredrikson Stallard, Marcus Tremonto, Marcel Wanders e Tokujin Yoshioka.

     Também foram sendo exibidos nessa edição, os  lustres da coleção Swarovski Crystal Palace, com diversos modelos disponíveís para venda como o “Ball” de Tom Dixon, a “Lolita” de Ron Arad e o “Blossom” de Tord Boontje.

 

Coleção 2008 do Swarovski Crystal Palace

 

“Veil”

de Paul Cocksedge 

“Veil” do Paul Cocksedge Studio é uma cortina de 4 metros de altura feita com 1440 cristais Swarovski. Os cristais criam uma inacreditável ilusão de óptica, quando a cortina é vista através de um espelho. Seu reflexo revela uma imagem escondida, porém quando olhamos para trás, diretamente para a cortina, a imagem some.

Cocksedge vê sua primeira versão do “Veil” para o Swarovski Crystal Palace como uma ilusão romântica.

    Paul Cochsedge é uma estrela em ascensão no design da iluminação. O jovem britânico cria espetáculos visuais tecnicamente elaborados que celebram os talentos mágicos da iluminação.

 

“Randomly Crystalline”

de Front 

Front Design criou uma série de vasos com aplicação de cristais Swarovski, através da técnica de assoprar o vidro. Dessa forma uma criação nunca sai igual à outra.

    Front Desing – o grupo sueco é formado por quatro designers: Sofia Lagerkvist, Charlotte von der Lancken, Anna Lindgren and Katja Savstrom. Eles buscam inspiração nos animais, na física, nos ambientes e nas matérias.

 

“Ré”

de Zaha Hadid

Zaha Hadid ultrapassa dos limites dos conceitos preconcebidos em lustres, redefinindo a natureza do objeto. “Nos meus primeiros dias na Architetural Association, eu sempre me interessei no conceito da fragmentação. Para mim, a idéia da fragmentação tem tudo a ver  com a idéia do dinamismo, de uma explosão cósmica ou algo do tipo. Para essa peça, cada cristal Swarovski pode ser considerado como um componente individual que se correlacionam entre si, e responde para todos os outros cristais. Trancados em um espiral, a direção dos cristais é determinada pela força de uma explosão. O lustre narra – e interage – com cada ambiente de uma maneira única, se reinventando constantemente e oferecendo novas possibilidades para cada instalação.”

    Zaha Hadid é uma notável britânica-iraquiana que desconstrói a arquitetura. In 2004, Hadid se tornou a primeira mulher a receber o prêmio Pritzker Architecture.

 

“Globe”

de Studio Job 

Studio Job criou um globo de aproximadamente 175 centímetros de diâmetro e aplicou cerca de 500 mil cristais Swarovski. “Talvez essa criação represente o sentido do tempo e da gravidade que nos toca, talvez seja a Terra tentando se manter girando”.

    Studio Job – formados na renomada Design Academy Eindhoven dos Países Baixos, Job Smeets e Nynke Tynagel formam o Studio Job. No início, seus trabalhos resultavam em criações de alta expressividade, geralmente peças exclusivas ou edições limitadas.

 

“Cupola”

de Piero Lissoni

O Lustre de Piero Lissoni explora a profundidade da ilusão com luzes e cristais, criando uma impactante esfera arquitetônica.

 

Piero Lissoni é um aclamado arquiteto italiano que trabalha com todas as vertentes do design, desde o design gráfico e industrial até arquitetura e decoração de interiores. Ele cultiva a arte da suavidade.

 

“Aqua Jewels”

de Marcel Wanders

    Bizassa, a tradicional produtora de pastilhas de vidro,  fez em parceria com a  Swarovski , uma parede de mosaicos criada por Marcel Wanders.

     Marcel Wanders cresceu em Boxtel, Paíse Baixos, e se formou na School of the Arts Arnhem em 1988. A fama de Marcel Wanders começou com seu icônico Knotted Chair, produzido para o Droog Design em 1996.

 

“Ellipsis & Fragments”

de Arne Quinze

O designer belga, Arne Quinze, criou “Ellipsis” uma luminária escultural, assim como “Fragments”, um divisor de ambientes que une os efeitos dos materiais, das cores e da luz. Colocados juntos, eles criam uma paisagem de formas esculturais.

     Arne Quinze é um autodidata. Atualmente ele produz aproximadamente 15 mil peças por ano no seu estúdio na Bélgica.

 

“Cavern Collection”

de Fredrikson Stallard

 Transcendendo as convenções, Fredrikson Satallrad criou uma coleção de esculturas em três diferentes materiais – concreto, madeira e couro. Perfurados por aberturas cavernosas, o interior das cavidades ganha a aplicação de milhares de cristais Swarovski que iluminam internamente dando volume e densidade para as esculturas.

Fredrikson Stallard

Patrik Fredrikson and Ian Stallard iniciaram sua parceria em 1995 e desde então se tornaram mundialmente reconhecidos por serem precursores do British Avant-Garde Desing.

 

          

 

“Double Solo”

de Marcus Tremonto

Junto com a sua infame e surpreendente  interpretação artística, Marcus Tremonto adicionou cristais em um fio elétrico onde ele molda o cristal como um vaso de argila, dessa maneira ele não limita a peça para ser uma mera fonte de luz.

     Marcus Tremonto começou sua carreira com exposições de grande sucesso em galerias, mas sua fascinação pelo futuro rapidamente o direcionou para novos meios.

 

 

“Eternal”

de Tokujin Yoshioka

“Eternal” é uma série de blocos de acrílico que contém um cristal Swarovski gigante para demonstrar a justaposição clara do acrílico e do cristal Swarovski. A instalação apresenta “Eternal” como uma estrela flutuante. A série Eternal é uma edição limitada de 41 peças que representa a idade de Yoshioka.

     Tokujin Yoshioka estabeleceu a Tokujin Yoshioka Design em 2000. Ele completou muitos projetos com a  colaboração de Issey Miyake por quase 20 anos e recebeu aclamadas críticas por todo o mundo.

 


Arte, cultura e beleza italiana através

de técnica única

 

Imagine um ambiente que inspire arte, cultura e beleza e que ainda por cima traduz a essência da cultura italiana. Imaginou?

    Pois é, através de uma técnica que consiste em aplicação especial de um produto que contém pó de mármore finíssimo, a I colori di Venezia nos transporta aos tempos do movimento renascentista, em uma época de luz e euforia cultural.

    Esta técnica surgiu em Veneza e tornou-se conhecida como “Estuque Veneziano”. Ela transmite um novo conceito no tratamento interior das paredes, buscando imprimir um pouco da cultura italiana na criatividade, diversidade e alegria de outras culturas, fazendo alusão á cidade que inspirou tanta arte e que nos empresta seu nome para dar uma idéia daquilo que são “as cores de Veneza”.

    "Existe um lugar no mundo, onde as paredes das casas são tão importantes que podem virar uma obra de arte... É esta "cultura de parede" que fomos buscar na Itália.", declara Poliana Matos, Gerente Comercial da empresa no Brasil.

    O Marmoreo Gold é, talvez, o mais importante dos produtos da I Colori e a sua gama de cores foi selecionada com a ajuda de arquitetos residentes em diversas localidades do mundo. É um revestimento de parede Italiano que contém cal apagada (hidróxido de Cálcio) finíssima e curtida, cargas naturais e aditivos ligantes especiais que facilitam sua aplicação em várias superfícies, como: paredes de alvenaria, compensado/MDF, gesso acartonado, etc.O produto é muito difundido na Europa e transforma as paredes em verdadeiras obras de arte assemelhando-se aos mais belos mármores espalhados por toda a Itália.

     São mais de 48 tons de textura, cada uma exprimindo sua particularidade, requinte e elegância.

 

Fonte: www.icoloridivenezia.com.br


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