O seguro condominial é
obrigatório e, segundo o artigo 1.348, inciso IX do novo Código
Civil, compete ao síndico efetuá-lo. A cobertura básica abrange
incêndio, raio, explosão, fumaça e queda de aeronaves.
Mas é interessante que o síndico
aproveite para incluir, na mesma apólice, cobertura para
responsabilidade civil do condomínio, dele próprio, danos
elétricos (que abrange elevadores), vidros, portões, roubo e
seguro de vida em grupo e acidentes pessoais (exclusivamente dos
funcionários do condomínio).
É importantíssimo
que o valor segurado, do condomínio, esteja sempre de acordo com o
valor atualizado do prédio, pois, no caso de sinistro, se por
economia ou qualquer outra razão, o síndico efetuou o seguro por
valor inferior, a indenização não cobrirá plenamente os prejuízos
e ele será responsabilizado por isso, inclusive com o seu
patrimônio pessoal.
No caso de
funcionários terceirizados, a responsabilidade é da companhia
terceirizada, pois eles são funcionários dela e não do condomínio.
Entretanto, o condomínio é responsável subsidiariamente, pelas
verbas trabalhistas, fiscais e previdenciárias. Portanto se, por
exemplo, a empresa terceirizada falir, ou não recolher as
contribuições devidas, o condomínio é que deverá pagar os
funcionários ou indenizar a família, no caso de morte. Daí a
grande importância de se escolher com muito cuidado a empresa
terceirizada e zelar para que pague tudo em ordem.
Como o seguro
deve ser feito somente sobre os bens do condomínio, não cobre bens
patrimoniais do condômino. Mesmo porque, o condomínio não é
responsável pelos bens particulares dos condôminos, nem por atos
deles, salvo casos especiais.
Vejamos, por
exemplo, o caso das garagens dos condomínios. Nos estacionamentos
normais, as pessoas deixam seus veículos e pagam por isso.
A entrega do veículo à empresa de
estacionamento, para ser guardado e devolvido quando o
proprietário for buscá-lo, caracteriza o contrato de depósito.
De acordo com o
artigo 627 do Código Civil, dá-se o contrato de depósito, quando o
depositário recebe um objeto móvel para guardar, até que o
depositante o reclame.
O estacionamento
de veículos na garagem dos condomínios, em espaço determinado ou
não, pertencente aos condôminos (inclusive ao próprio condômino
que deixou seu automóvel ali), não é caracterizado como contrato
de depósito. O condomínio não é considerado depositário.
A jurisprudência,
praticamente unânime, entende que "não há responsabilidade do
condomínio se este não assumiu expressamente em sua convenção a
obrigação de indenizar os danos sofridos pelos condôminos,
decorrentes de atos ilícitos ocorridos nas áreas comuns do prédio"
(Recurso Especial nº 268.669/SP).
A título de
exemplo, no Recurso Especial número 160790/SP, da Quarta Turma do
Superior Tribunal de Justiça, em que figurou como relator o
Ministro Barros Monteiro (Diário de Justiça da União de
18.05.1998, p. 109), relativo a furto de motocicleta estacionada
na garagem, este assim se pronunciou: “não se configura a
responsabilidade do condomínio quando nenhuma obrigação assuma
perante a guarda de veículos. Precedentes do Superior Tribunal de
Justiça (RESP 160790/SP, Quarta Turma, Rel. Min. Barros Monteiro,
DJU de 18.05.1998, p. 109)
Em outro caso,
desta feita sobre furto de bicicleta, o inquilino de um
apartamento pretendeu o ressarcimento, pelo condomínio, do seu
prejuízo, que foi rechaçado pelo Poder Judiciário. Mais uma vez, o
entendimento foi de que “salvo culpa devidamente comprovada, os
condomínios residenciais não respondem por danos ou furtos
ocorridos em áreas de estacionamento ou de uso comum” (1ª Turma
Recursal Cível dos Juizados Especiais do Rio Grande do Sul).
Essa ausência de
responsabilidade de indenizar ocorre mesmo quando o condomínio
tenha portaria, caso da maioria deles.
Algumas convenções condominiais,
inclusive, prevêem expressamente a não indenização. Nada impede
que os condôminos, ao ser redigida a convenção, façam prevalecer a
sua vontade, no sentido de deixarem explícita a vontade de não
indenizar.
Em resumo,
somente se constar na convenção condominial, que o condomínio se
responsabiliza dos danos ou furto nas suas áreas comuns, é que ele
será condenado a indenizar. Do contrário, não!
Como o seguro
obrigatório do condomínio, abrange as áreas comuns, assim
considerados os corredores, elevadores, fachadas, cobertura etc.,
os condôminos podem fazer seguro do interior de suas unidades
autônomas e dos bens que a guarnecem. E, no caso de veículos,
normalmente cada um tem o seu próprio seguro.
Finalmente, é
importante que o síndico cumpra rigorosamente todas as exigências
da legislação para condomínios, como por exemplo as medidas de
proteção contra fogo (extintores, mangueiras), para não ter
problemas com relação à indenização em caso de sinistro.
Daphnis Citti de Lauro
Planos de saúde: quem paga os
novos tratamentos?
Entra em vigor no próximo dia 7 de
junho a Resolução nº. 211 da ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar). A norma inclui 70 novos tratamentos médicos e
odontológicos como obrigatórios na cobertura dos planos de saúde e
se aplicará a todos aqueles que possuem contratos celebrados a
partir de 2 de janeiro de 1999 - quando entrou em vigor a Lei nº
9.656/98, que regulamentou o setor.
Entre as novas
coberturas destacam-se o transplante heterólogo (de uma pessoa
para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer
de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia
hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo,
além de importantes inclusões no segmento odontológico, como
colocação de coroa unitária e bloco.
Referido ato da
agência reguladora visa garantir aos beneficiários de planos de
saúde uma cobertura mais ampla e eficaz, com o nítido objetivo de
ver resguardado o pleno direito à saúde, previsto
constitucionalmente. Ocorre que os novos tratamentos trarão
impacto financeiro aos contratos já existentes, com inquestionável
elevação dos gastos das seguradoras de saúde para garantir a
cobertura obrigatória.
A questão é: quem
arcará com essa majoração dos gastos?
Considerando que
as empresas de planos de saúde exercem atividade econômica
lucrativa, existem apenas duas opções: ou haverá o reajuste do
valor dos contratos, para incluir os novos procedimentos, ou seja,
será repassado aos consumidores o aumento dos gastos; ou ocorrerá
a decadência da qualidade do serviço prestado, com as seguradoras
contratando profissionais de menor capacidade e adquirindo
instrumentos e equipamentos de menor qualidade. Em ambos os casos,
os que sofrerão diretamente serão os consumidores, restando a eles
pagar mais caro pela cobertura ou ter à disposição um serviço de
pior qualidade.
Contudo, deve-se
levar em consideração que a ampliação dos tratamentos oferecidos
pelos planos de saúde é necessária e justa, principalmente diante
do direito do beneficiário em ter o mais amplo e eficaz
atendimento pelo serviço de saúde contratado, como recompensa do
esforço de arcar com as altas mensalidades.
O que se pretende
demonstrar é que no atual quadro da saúde brasileira, a função do
Estado se limita a regulamentar, impondo à sociedade – como única
saída para se obter um tratamento médico digno e completo – a
contratação de plano de saúde privado, deixando nitidamente de
lado a sua função primária, que é a de fornecer as garantias
mínimas para o bem-estar da sociedade, como é o caso da saúde
pública.
Conclusão. A
contratação de um plano de saúde deixou de ser artigo de luxo dos
cidadãos e passou a ser questão de necessidade, já que sem ela
corre-se grave risco de não se conseguir atendimento digno nos
serviços públicos de saúde.
Desse modo, não
resta alternativa aos consumidores senão aceitar as majorações das
mensalidades dos planos médicos e “aplaudir” a preocupação estatal
em garantir, através de regulamentação, a ampliação dos
tratamentos na rede privada de saúde.
Mariana Fideles
Para quem viaja pelas estradas
paulistas... 28 estradas de SP terão radar ''dedo-duro'' a partir
de março
Equipamentos, em fase final de
testes, flagram não só excesso de velocidade, como veículos com
licenciamento ou IPVA atrasados
Caminhões passam por radar na
Rodovia dos Imigrantes; novos equipamentos poderão registrar as
placas dos veículos
Radares equipados com dispositivos de leitura automática de
placas (LAP) - 41 equipamentos fixos - entram em funcionamento em
28 estradas estaduais paulistas a partir da segunda quinzena de
março. Conhecidos como dedos-duros, eles flagram não só excesso de
velocidade, mas veículos com atrasos no licenciamento ou no
pagamento do IPVA. Os equipamentos estão em fase final de testes
no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e já foram testados
pela Polícia Rodoviária Estadual.
A previsão do governo do Estado era iniciar a operação até o
fim de 2009, mas o prazo foi adiado - primeiro para o fim deste
mês e agora para março.
Os veículos com irregularidade poderão, após flagrados nas
imagens, ser parados poucos quilômetros à frente pelos policiais.
Os radares terão um software conhecido como Reconhecimento Ótico
de Caracteres, ou Optical Character Recognition, em inglês (OCR),
que lê a imagem e identifica as letras e números instantaneamente.
Um sistema de troca de dados entre os consórcios operadores
dos radares e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que vai
disponibilizar um banco de informações dos veículos às empresas,
possibilitará, em segundos, a identificação e o cruzamento
automático de informações via rede IP (internet protocol) e o
envio dos dados aos policiais, via operador de rádio, direto na
viatura.
As estradas que ganharão os radares foram divididas em cinco
lotes, nas áreas de cinco batalhões da Polícia Rodoviária
Estadual. A divisão já prevê, desde a concorrência, o local para a
instalação dos aparelhos e o ponto em que a Polícia Rodoviária
abordará os motoristas.
A Rodovia dos Imigrantes terá dois radares no sentido
capital, nos km 21,5 (São Bernardo do Campo) e 62 (São Vicente).
As viaturas ficarão posicionadas, respectivamente, nos km 22,5 e
61,5. Os veículos apreendidos serão levados para um depósito. O
governo estadual estuda criar unidades móveis do Poupatempo, ao
lado desses pátios, para que os proprietários regularizem os
débitos na hora.
O secretário de Transportes, Mauro Arce, afirmou que cerca de
30% dos veículos parados nas estradas de São Paulo têm algum tipo
de irregularidade.
As operações dos radares ficarão a cargo dos consórcios
Sitran, Engebrás, Pró Sinalização e Fiscal. Os contratos, pelos
quais o governo do Estado pagará R$ 6,5 milhões, têm duração de 17
meses, com opção de prorrogação por até cinco anos.
Hoje existem 114
radares na capital com sistema de leitura automática de placas -
60 deles no centro expandido.
Onde ficarão os dedos-duros LOTE 1
SP 55: Pe. Manuel da Nóbrega
km 292 (Praia Grande) e km 370 (Pedro de Toledo)
SP 70: Ayrton Senna km 18,7 (Guarulhos) e km 91 (S. José dos
Campos)
SP 98: Mogi-Bertioga km 58,7 (Mogi das Cruzes)
SP 99: Tamoios km 20 (São José dos Campos)
SP 150: Anchieta km 9,7 (São Bernardo do Campo)
SP 160: Imigrantes km 21,5 (São Bernardo do Campo) e km 62 (São
Vicente)
SP 123: Floriano Rodrigues Pinheiro km 28,4 (Pindamonhangaba)
SP 248: Cônego Domenico Rangoni km 1,5 (Santos)
LOTE 2
SP 225: Engenheiro Paulo Nilo Romano km 307,8 (Santa Cruz
do Rio Pardo)
SP 270: Raposo Tavares km 442 (Assis) e km 614 (Presidente
Venceslau)
SP 294: João Ribeiro de Barros km 410 (Garça) e km 641 (Dracena)
SP 300: Marechal Rondon km 311 (Agudos) e km 525 (Araçatuba)
LOTE 3
SP 304: Luís de Queiroz km 158,8 (Piracicaba)
SP 310: Washington Luís km 170 (Rio Claro); km 274,5 (Araraquara);
km 444,2 (São José do Rio Preto) e km 385,8 (Catanduva)
SP 326: Brigadeiro Faria Lima km 410,5 (Barretos)
SP 330: Anhanguera km 371 (Orlândia)
SP 334: Cândido Portinari km 392,1 (Franca)
LOTE 4
SP 65: Dom Pedro I km 72 (Atibaia)
SP 75: Santos Dumont km 62 (Indaiatuba)
SP 330: Anhanguera km 38,5 (Cajamar); km 153,2 (Limeira) e km 248
(Santa Rita do Passa Quatro)
SP 340: Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros km 119
(Campinas)
SP 348: Rodovia dos Bandeirantes km 19 (São Paulo) e km 85,7
(Campinas)
LOTE 5
SP 021: Rodoanel km 15 (Barueri)
SP 75: Rodovia do Açúcar km 23,6 (Itu)
SP 127: Antônio Romano Schincariol km 212 (Capão Bonito)
SP 258: Francisco Alves Negrão km 280 (Itapeva)
SP 270: Raposo Tavares km 35 (Cotia)
SP 280: Castelo Branco km 44,8 (Araçariguama) e km 194,5
(Pardinho)
Leitura Dinâmica -
C.J.Schneider
Transporte suas crianças com
segurança
O transporte de crianças no trânsito
é coisa muito séria. Não é novidade: os acidentes de trânsito são
uma das principais causas de morte e ferimentos. Quando se trata
de crianças, os dados são ainda mais alarmantes. A primeira causa
de morte na faixa etária de zero aos 14 anos são os ferimentos
provocados por acidentes de trânsito.
Muitas dessas
mortes ou graves seqüelas que um acidente de automóvel pode
provocar poderiam ser evitadas com o transporte de crianças no
banco traseiro e o uso correto de assentos infantis, até os 10
anos e, a partir daí, o uso do cinto de segurança do veículo
também no banco traseiro.
Considero uma
conquista para a sociedade a obrigatoriedade do transporte de
crianças no banco traseiro e em dispositivos apropriados para cada
faixa etária até os 10 anos de idade. A partir de junho os
motoristas que insistirem em transportar suas crianças sem as
mínimas condições de segurança serão multados. A multa será de R$
127,00 e o motorista terá 5 pontos na carteira de habilitação.
A “dor” no bolso,
porém, é significativamente menor do que a causada pelas
consequências da falta de consciência de muitos adultos. O
Ministério da Saúde indica que, em 2007, os acidentes de trânsito
mataram 669 crianças com idade entre zero e catorze anos. A
utilização de assentos de segurança para crianças é uma das
medidas mais importantes para a redução de mortes se crianças e a
regra vale para qualquer que seja a distância a ser percorrida.
Acidentes podem acontecer na saída da garagem ou na esquina de
casa. Lembre-se de que a maioria dos acidentes ocorre em ruas com
baixos limites de velocidade.
E não adianta
levar a criança no colo. Um bebê que pesa 10 quilos, em um
acidente de trânsito com o carro a 50 Km/h, teria o peso
equivalente a 500 quilos. Ou seja, o adulto, provavelmente, não
conseguiria segurar a criança, que seria jogada contra outros
passageiros, o vidro dianteiro ou mesmo atirada para fora do
veículo. Outro risco é a criança ser esmagada pelo adulto que a
segura. Já o cinto de segurança do veículo só deve mesmo ser
utilizado em crianças a partir dos 10 anos de idade, porque ele
foi projetado para oferecer segurança a pessoas com, no mínimo,
1,45 metro de altura. Em crianças menores, usar apenas o cinto de
segurança pode aumentar os riscos de ferimentos graves em caso de
acidentes.
Algumas dicas:
Crianças devem ser transportadas sempre no banco traseiro; as
crianças devem ocupar o banco do meio do veículo pois terão 24%
menos risco de morte no banco do meio do que se forem
transportadas nos bancos laterais; Crianças com idade inferior a 1
ano (ou até 9 quilos) devem ser transportadas em cadeirinhas
infantis com leve inclinação (bebê conforto), de costas para o
motorista; A partir de 1 ano podem ocupar a cadeirinha, na posição
vertical e voltada para frente; Quando a criança atingir 1,45
metro de altura, ela poderá usar apenas o cinto de segurança.
Dr. Walter Cordoni Filho
Não perca mais tempo no trânsito
Não é de hoje que nós, brasileiros,
sofremos com o trânsito caótico, principalmente nas grandes
cidades do país. Segundo dados do DENATRAN, (Departamento Nacional
de Trânsito) em 2009 a frota de veículos que circularam por São
Paulo atingiu a média de 6 milhões por mês. Com tantos carros nas
ruas, sair de casa com seu automóvel tornou-se sinônimo de
tortura.
Atrasos, inalação
excessiva de monóxido de carbono, calor e estresse são apenas
alguns exemplos dos problemas acarretados pelo trânsito,
principalmente em grandes capitais como São Paulo, Belo Horizonte
e Rio de Janeiro. Além das dificuldades já citadas, a perda de
tempo também aparece no ranking dos transtornos causados pelo
excesso de carros.
Pensando nisso,
selecionei algumas dicas que podem transformar os horários de
tráfego intenso em um momento proveitoso para você:
- Tenha sempre um livro por perto:
Não adianta ficar nervoso em um congestionamento. Se estiver
munido de um livro, não há com o que se preocupar.
Aproveite esses minutos, ou até
mesmo horas, para apostar em algo que queria a muito ler, mas não
tinha tempo. Outra opção é carregar sempre no carro livros da
faculdade e publicações relacionados ao trabalho, dessa forma
poderá usufruir desse momento para estudar;
- Aulas de inglês no trânsito:
Existem aulas de inglês adaptadas em áudios books, assim, fica
fácil você usar o tempo parado para fazer algo produtivo e
aprender aquele idioma que tanto faz falta no seu trabalho;
- Seu celular pode ser um gravador:
Idéias boas costumam surgir quando menos esperamos. Se ela
“pintar” no carro, não perca tempo. Use seu celular para gravá-la.
Pode ser uma solução para um problema profissional, uma idéia de
programa com sua família, ou mesmo um lembrete de tarefas. Não
deixe nada escapar;
- Consulte sua agenda: Aproveite o
“tempinho extra” para verificar suas prioridades do dia e examinar
também as atividades que deverão ser realizadas no próximo dia.
Esta é uma ótima maneira de relembrar qual será sua rotina;
- Relaxe um pouco, ouça músicas:
Buzinar ou gritar em meio ao tumulto de carros não irá tirá-lo de
lá. Aumente um pouco o volume do rádio, sintonize uma estação que
julgue boa, ou coloque aquele CD que você tanto gosta. Afinal,
música sempre relaxa e distrai e logo você estará fora do
congestionamento.
O maior segredo
para se entreter no trânsito é aproveitar o tempo no carro para
fazer alguma coisa importante pela sua vida, mesmo que pequena.
Lembre-se de uma coisa cabe à você decidir se permanece na inércia
ou se torna esse momento produtivo!
Christian Barbosa
Consumo de álcool causa inúmeros
malefícios à saúde
Ingestão de álcool causa
problemas que vão desde multas e prisão até a morte
Desde julho do ano passado os
brasileiros convivem com a nova “Lei seca”. A nova Lei 11.705, que
alterou o Código de Trânsito Brasileiro, proíbe o consumo de
qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de
veículos. Anteriormente, era permitida a ingestão de até seis
decigramas de álcool por litro de sangue - o equivalente a dois
copos de cerveja. Com a nova lei, motoristas flagrados excedendo o
limite de 0,2 grama de álcool por litro de sangue deverão pagar
multa de 957 reais, perderão a carteira de motorista por um ano e
ainda terão o carro apreendido. O motorista poderá ainda ser preso
se o bafômetro acusar mais de 0,6 grama de álcool por litro de
sangue, que equivale a três latas de cerveja.
Mas as
conseqüências ruins que o álcool pode causar às pessoas não pára
por ai. O álcool causa alterações múltiplas no funcionamento do
organismo a partir do quinto minuto de sua ingestão até atingir
seu ápice, que se encaixa entre 30 e 90 minutos depois.
Conseqüências válidas tanto para consumo esporádico, como na
dependência – que pode ser considerada uma compulsão que leva à
doença do alcoolismo.
Efeitos causados
pelo consumo de álcool são imediatos, como irritabilidade,
agitação, sonolência, agressividade, alteração de equilíbrio e de
memória, vômitos, convulsões, coma e até morte. O organismo também
pode manifestar hipertensão arterial, miocardiopatias, hepatite,
cirrose, gastrite, dores musculares, diarréia, câncer de boca e de
esôfago e alterações cerebrais e neurológicas. Além de ocasionar
uma deficiência nutricional decorrente da falta de vitaminas e
minerais como o acido fólico e a vitamina B12.
Já os efeitos
mais tardios do álcool são cânceres do sistema digestivo, cirrose,
pancreatite alcoólica, perda de sensibilidade em membros
inferiores, atrofia do cérebro (alterações de comportamento,
convulsões, demência), arritmia cardíaca, impotência sexual,
esterilidade e síndrome de abstinência fetal – quando o bebê nasce
dependente de álcool, apresentando os sintomas citados acima.
Dr. Maximo Asinelli
Radares entregarão motoristas que
não passarem pela inspeção veicular
Em 2010, o Programa de Inspeção
Veicular Ambiental atingirá toda a frota paulistana, calculada em
6,5 milhões de veículos
Do 1,9 milhão de
automóveis e motocicletas matriculados em São Paulo que deveriam
ter passado pela inspeção ambiental em 2009, cerca de um quarto
ainda não compareceu à vistoria obrigatória. O prazo para a
regulamentação foi estendido até o fim deste mês. Após essa data,
carros, motos, ônibus e caminhões em situação pendente terão o
licenciamento bloqueado e podem levar quatro multas mensais de R$
550.
A fiscalização
será feita também pelos radares que "leem" placas e "deduram"
infratores do rodízio municipal de veículos, responsáveis por 27%
das infrações de trânsito, que somam cerca de 600 mil mensais.
O Programa de
Inspeção Veicular Ambiental vem sendo implantado gradativamente em
São Paulo, desde 2008 e 2009 e terá novidades em 2010.
Neste ano o programa atingirá 100%
da frota paulistana, calculada em 6,5 milhões de veículos, que
será convocada para realizar a inspeção, completando assim o ciclo
da progressividade da implantação.
A Inspeção
Veicular Ambiental é uma necessidade imediata para melhorar a
qualidade de vida do paulistano. Está prevista por lei e todos os
procedimentos adotados são aqueles preconizados pelo CONAMA
(Conselho Nacional do Meio Ambiente) em sua resolução número 7.
Diante da
abrangência nacional de caráter obrigatório, o peso do subsídio e
a implantação integral do programa na cidade, a Prefeitura de São
Paulo vai suspender a devolução da tarifa da inspeção em 2010.
Troca do Catalisador
O catalisador é avaliado durante a
Inspeção Ambiental Veicular para saber se a carcaça está no local,
porém é na análise de gases, com uma sonda colocada na saída do
escapamento do veículo, que serão verificados os níveis de
emissões de monóxido de carbono e hidrocarbonetos, para saber se o
catalisador está operante ou não. O catalisador é uma peça
obrigatória no sistema de exaustão dos veículos desde 1997,
responsável por converter mais de 95% dos gases tóxicos gerados
durante a combustão.
Um catalisador
genuíno, que vem no veículo novo, tem durabilidade mínima de 80
mil quilômetros. Trincas, quebras, derretimento e entupimento da
cerâmica também são sinais para a troca imediata, além da não
conversão dos gases. Os catalisadores para o mercado de reposição
têm durabilidade mínima de 40 mil quilômetros conforme
regulamentação do CONAMA.
Fonte: Mastra
10 erros principais põem em risco
segurança de condomínios em SP
Lello aponta os principais
hábitos equivocados que devem ser evitadospara não expor moradores
a riscos desnecessários
A segurança preventiva dos
condomínios está diretamente ligada à mudança de hábitos de
síndicos, moradores e funcionários. A Lello, empresa líder em
administração condominial em São Paulo, levantou 10 grandes erros
primários de comportamento que devem ser evitados para não expor
os edifícios a riscos desnecessários (veja relação abaixo).
Descumprir as
próprias normas estabelecidas pelo condomínio é a primeira atitude
a ser banida, com multas se necessário, pois desestrutura qualquer
sistema de segurança. Outro erro muito comum é em relação ao
controle de acesso para a garagem. “O profissional de portaria não
pode querer identificar o veículo, mas especialmente quem está
dentro do veículo. E, na dúvida, não abrir o portão”, afirma José
Maria Bamonde, gerente de Relações Humanas da Lello Condomínios.
Segundo Bamonde,
por vezes os condôminos não se preocupam em observar o movimento
das áreas internas do condomínio através do circuito de TV. Tal
atitude, explica, pode comprometer todo o investimento em
equipamentos de segurança. Além disso, é comum que as pessoas, ao
chegar próximo do edifício, esqueçam de verificar se há estranhos
nas imediações ou mesmo se os funcionários de vigilância e
portaria estão devidamente posicionados.
Outro equívoco
básico é o morador entrar no condomínio juntamente com visitantes.
“As visitas devem passar sempre por um sistema de identificação,
por mais incômodo que esse procedimento possa parecer”, afirma o
gerente da Lello. Da mesma forma, explica, nunca o condômino deve
pedir ao porteiro que permita a entrada de alguém que ainda não
tenha de fato chegado. A visita deve ser anunciada ao morador na
hora.
Bamonde aponta
outro erro crasso, e que deve ser evitado ao máximo: porteiros
deixam seu posto, ainda quer por poucos minutos, sem nenhuma
cobertura. “A presença de equipamentos como rádio e TV nas
portarias também é incorreta, pois pode tirar a atenção do
profissional. Apenas um monitor com imagens do circuito de câmeras
deve ser mantido”.
Por fim, ressalta
o gerente da Lello, é preciso romper com duas outras práticas
corriqueiras e absolutamente arriscadas: deixar as chaves do
apartamento ou do carro na portaria e repreender funcionários que
causem algum transtorno justamente por cumprir as normas de
segurança do condomínio.
Atitudes que comprometem a
segurança dos condomínios
- Desrespeitar as normas de
segurança pré-estabelecidas.
- Porteiro abrir o portão da garagem
ao identificar apenas o carro, sem verificar quem está no interior
do veículo.
- Morador não observar o movimento
nas áreas comuns do condomínio pelo circuito de TV antes de sair
da unidade.
- Ao chegar ao condomínio, não
verificar se há estranhos nas imediações.
- Entrar no prédio juntamente com
visitantes.
- Autorizar o porteiro que libere
antecipadamente a entrada de uma visita que ainda não chegou.
- Funcionário deixar a portaria
vazia, sem cobertura de outro profissional.
- Equipamentos de rádio e televisão
na portaria.
- Morador deixar as chaves do
apartamento ou do carro na portaria.
- Condômino repreender funcionário
que cumpre uma norma de segurança
Cuidado com promoções de veículos
0 km
Todo começo de ano as concessionárias se movimentam para a desova
de estoque de carros zero km do ano anterior. Ocorre que o
consumidor é atraído pelas propagandas e mesmo pelos vendedores
que dizem que o veículo é "modelo 09". Só que a informação não
dita clara e ostensivamente é que o veículo é ano de fabricação
2009.
Isto pode representar um grande prejuízo para o consumidor,
tanto no momento da compra como no momento da revenda. No mercado
de veículos o que vale é o ano de fabricação. Portanto, se o
veículo é ano de fabricação 2009, não importa se o veículo é
modelo 2010 comprado em 2010. Na hora da venda ele vai valer como
ano 2009. Isto representa cerca de 15% a menos no valor do
veículo.
E o pior é que as concessionárias não costumam informar isto
aos consumidores e também não dão descontos sobre o preço de um
veículo ano e modelo 2009.
Então aqui temos duas dicas:
1- só vale a pena comprar um veículo "zero km" ano de fabricação
2009 e ano modelo 2010, se o desconto sobre o preço de tabela for
de 15% no mínimo.
2- caso o consumidor seja enganado pela publicidade ou se no
pedido de compra conste ano e modelo 2010 e ele receba um veículo
ano 2009/2010 na entrega, ele tem o direito de exigir
judicialmente a troca por um veículo ano e modelo 2010 ou o
abatimento proporcional do preço.
Fique ligado: quando fizer o pedido de compra de um veículo novo,
peça para o vendedor descrever o ano e modelo do veículo bem
legível e não aceite levar prejuízo.
O IBEDEC tem disponível no site www.ibedec.org.br a Cartilha do
Consumidor – Edição Especial Veículos que contém estas e outras
dicas para quem vai comprar um veículo novo ou usado.
5 medidas que tornam um
restaurante (quase) a prova de roubos
Um dos grandes problemas enfrentados
pelos bares e restaurantes é o assalto a mão armada, crime que vem
crescendo bastante nos centros urbanos. Só no ano passado em São
Paulo, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança
Pública, houve um aumento de 11,03% no número de roubos de janeiro
a setembro, em relação ao mesmo período de 2008.
Na Rua Amauri,
polo gastronômico de alto padrão em São Paulo, todos os 11
restaurantes sofisticados já foram atacados por ladrões, e por
isso aderiram aos sistemas de câmeras de segurança, segundo
informações do jornal Folha de São Paulo. Medidas de segurança
como esta são fundamentais para a prevenção deste tipo de
ocorrência. Há cinco itens básicos que não podem faltar para que
um restaurante esteja bem protegido:
1) Análise de Riscos: Este
procedimento consiste em um estudo do local, apontando as áreas
mais vulneráveis a invasões e abordagens de bandidos, além dos
pontos estratégicos para a implantação dos equipamentos.
2) Câmeras de Segurança: A
instalação de câmeras de segurança dentro e fora do
estabelecimento possibilita a identificação de atitudes suspeitas.
É fundamental que as câmeras gravem as imagens, pois o registro
pode ajudar nas investigações em caso de assalto.
3) Monitoramento à distância:
O acompanhamento das imagens e alarmes à distância possibilita
maior rapidez na checagem de uma ocorrência e no acionamento da
polícia.
4) Backup do registro: Se as
gravações estiverem registradas em apenas um computador ou em
fitas, o bandido pode roubá-las e dificultar a identificação. Por
isso, é recomendável que o registro fique guardado em mais de um
local, preferencialmente fora do estabelecimento.
5) Botão de pânico: Uma
ferramenta muito útil em emergências. O botão de pânico fica em um
local escondido, fora da visão do assaltante, mas ao alcance da
vítima. No momento em que o botão é acionado, os alarmes disparam,
denunciando a invasão.
Além dessas medidas básicas, há
muitas outras ferramentas que podem ajudar a proteger o
estabelecimento, como aparelhos de controle de acesso, sensores e
2ª via de comunicação via celular (GPRS), por exemplo.
Fernando Moreira,
gerente comercial da Instalarme, empresa líder em soluções
eletrônicas para segurança, destaca a importância da análise de
riscos: “Se não forem instalados os equipamentos certos, nos
lugares certos, o investimento pode ser em vão, pois o local
continuará vulnerável à ação de criminosos”, afirma.
Após as chuvas, ficam os buracos
e os riscos de danificar pneus e suspensão
Após o verão, fica em evidência um
problema agravado em época de fortes chuvas: a multiplicação de
buracos nas ruas da cidade. E o risco de danificar os pneus ou os
componentes da suspensão também cresce. Segundo o gerente de
Pós-Venda da Grand Brasil, Paulo Malaman, a procura pela
assistência técnica das concessionárias da marca por problemas
provocados por buracos aumentou cerca de 12% no período das chuvas
de 2009.
Para enfrentar
esse verdadeiro rali diário, a dica é dirigir com cautela e manter
uma boa distância do carro da frente para poder enxergar as
crateras com antecedência.
Porém, caso o motorista seja pego
por uma dessas armadilhas cravadas no asfalto, a saída é procurar
uma boa oficina.
De acordo com o
gerente da Grand Brasil, no entanto, os principais problemas
causados por buracos não são provocados pelas grandes crateras e
sim pelos pequenos buracos e desníveis no asfalto, aqueles que os
motoristas enfrentam todo dia. “Isso
provoca, com o tempo, um desalinhamento do sistema de direção, que
gera um desgaste de forma irregular e prematura dos pneus”,
afirma Paulo Malaman.
Para evitar esse
problema, é importante fazer o alinhamento e balanceamento do
automóvel a cada 10.000km ou assim que perceber sinais de
instabilidade direcional (direção puxando).
Início das aulas aumenta procura
por cadeirinhas de bebês
Aplicação de multa alerta
motoristas
O início das aulas em 2010 começou
diferente para os pais. A fiscalização para o uso das cadeirinhas,
que começará no dia 9 de junho, tem feito aumentar a procura pelo
equipamento já obrigatório. De acordo, com a Luciane Totoli,
proprietária da loja infantil Babysol, a maioria dos pais de
crianças está comprando ou pesquisando preços. "A expectativa é de
um crescimento nas vendas de 50% por isso já fizemos um aumento
nos pedidos desse ano".
A infração da
lei, será considerada uma falta gravíssima, com 7 pontos na
Carteira Nacional de Habilitação e o motorista pode ser multado em
R$ 191,54. De acordo com a Resolução 277, as crianças menores de
dez anos deverão ser transportadas nos bancos traseiros usando
individualmente cinto de segurança ou sistema de retenção
equivalente.
Como alerta para
os pais, Luciane explica a necessidade de procurar cadeirinhas com
certificação do Imetro. "Além disso, é importante que a criança se
sinta bem com tecido utilizado pelo fabricante. Atualmente, também
temos cadeirinhas que vão até 0 a 25 kilos. Com elas os pais
podem utilizar o mesmo equipamento por cerca de 2 anos e meio",
conclui Luciane.
De acordo com as exigências da
Resolução 277:
* Bebês até um ano têm de ser
transportados no bebê conforto.
* De 1 a 4 anos ficam na cadeirinha
* De 4 a 7 anos e meio no assento de elevação.
Reparo Carglass ® é a solução
econômica para a manutenção de parabrisas de veículos novos e
usados
Empresa recomenda maior atenção
dos clientes na manutenção preventiva do parabrisa, que poderá
resultar numa economia de até 5 vezes o valor da troca do
equipamento
Sempre atenta às suas
responsabilidades, a empresa chama a atenção dos condutores para
um dos equipamentos que poucos dão importância na manutenção de um
veículo: o vidro. Muitos ainda acreditam que a função do vidro
seja apenas permitir a visualização do ambiente exterior, e por
isso quando o equipamento é danificado o consumidor não dá a
devida atenção ao seu conserto. Alguns demoram a realizar o
conserto, andando com uma ou várias trincas por um longo tempo até
que a situação fique crítica e seja de fato necessária sua
substituição. Outros, por exemplo, efetuam a troca de um parabrisa
sem ao menos saber que em grande parte dos casos é possível
reparar o equipamento.
Entretanto, é
importante que o consumidor saiba que os vidros de um veículo
possuem entre suas principais características funções de
segurança. Cada vez mais o vidro faz parte da estrutura de um
automóvel, auxiliando no enrijecimento de sua carroceria. Por
isso, ao ser substituído ele precisa ser colocado com a mesma
eficiência e dentro de procedimentos tal qual ocorre na instalação
do equipamento na linha de montagem.
Outro componente
que depende diretamente do vidro é o air bag. A eficiência e o
correto funcionamento do sistema dos air bags dianteiros, por
exemplo, contam com a ajuda do parabrisa. Ao serem acionadas as
bolsas de ar se apóiam no parabrisa e são por ele escoradas para
que elas absorvam o impacto da cabeça dos ocupantes. Num caso
desses, se o parabrisa não tiver sido colocado com as mesmas
características e qualidade do original, ou se estiver sido colado
de forma errada, ou com adesivos diferentes dos recomendados e
utilizados pelas montadoras, a eficiência do sistema de air bag e
a segurança dos ocupantes do veículo estarão comprometidas.
Segundo
levantamento de uma pesquisa estatística do Sindicato Nacional da
Indústria de Componentes para Veículos Automotores - Sindipeças,
realizada em agosto de 2009, a Frota Circulante Brasileira já
ultrapassou os 27,8 milhões de veículos.
A pesquisa registrou
que a idade média da frota circulante brasileira está em 9 anos, e
que apesar da entrada em massa de novos veículos, a renovação da
frota é lenta porque a quantidade de antigos é muito grande. Para
se ter uma idéia, os veículos com mais de cinco anos totalizam 63%
do total.
“Ao unirmos as
informações da falta de atenção com a manutenção nos vidros com a
característica do mercado brasileiro, de que quanto maior a idade
do veículo menor é sua manutenção preventiva, ficamos muito
preocupados. Muitos dos proprietários de veículos usados,
principalmente os que apresentam maior tempo de uso, ou mais
antigos, deixam a manutenção do parabrisa em segundo plano, isso
porque, na maioria das vezes se imagina a necessidade de
substituí-lo e ter uma despesa alta”, declara o diretor Comercial
da Carglass ®, Fabiano Telatin.
“Não podemos
aceitar que a segurança e a integridade física das pessoas sejam
negligenciadas por desconhecimento ou descuido, principalmente se
a falta de manutenção estiver relacionada ao custo da troca ou
reparo do vidro”, acrescenta o executivo.
“É importante que
as pessoas saibam que uma trinca em grande parte dos casos pode
ser reparada, e que se o veículo for levado o mais rapidamente a
uma loja Carglass ®, as chances de reparo são maiores. E tão ou
mais importante é saber que o reparo de um parabrisa tem um custo
muito acessível, resultando em uma economia de até cinco vezes o
valor de sua substituição, sem contar o ganho que o serviço produz
na manutenção do meio ambiente”, afirma Fabiano Telatin.
Justamente por se
preocupar com a conservação ambiental e com o encantamento de seus
clientes, a Carglass ® prioriza e recomenda o reparo de trincas ao
invés da imediata substituição do parabrisa. Com isso, o índice de
reparo da empresa está em 29%, ou seja, em quase 30% dos
atendimentos a Carglass ® consegue evitar a troca do párabrisa.
Dicas relevantes:
Há vários tipos de trincas que podem
ser reparados, mas é importante saber que o tamanho máximo
recomendado para a realização do reparo de uma trinca é
equivalente a uma moeda de 1 real.
Na ocorrência de trincas no
parabrisa do veículo alguns cuidados devem ser tomados para evitar
o aumento da trinca e preservar a viabilidade do reparo.
- subir na guia bruscamente
- ligar o ar condicionado
- passar em lombadas em alta
velociadade
- mudança brusca de temperatura
(calor / frio)
- bater a porta com força
- passar por buracos e
irregularidades
Efetuando o reparo em uma loja
CARGLASSS você estará colaborando com os projetos sociais
desenvolvidos pelo Instituto Ayrton Senna.