Pirataria atinge ramo de seguros e lesa consumidor
Especialista alerta que cooperativas e associações que oferecem
proteção veicular só podem atuar como estipulantes de contratos de
seguros
Economizar no seguro pode se revelar
um mau negócio para os consumidores. A empresa que oferece seguros
com preço muito abaixo da média de mercado pode fazer parte de
cooperativas e associações de classe que comercializam "proteção
veicular", produto que reúne características do seguro sem
obedecer às regras estabelecidas pela legislação vigente. Dados do
Ministério da Fazenda mostram que esse tipo de operação causa
prejuízos superiores a R$ 3 bilhões por ano aos consumidores.
A única
forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como
estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando
apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras
devidamente autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados
(Susep), passando a representar seus associados e cooperados como
legítimos segurados.
Porém,
alguns tipos de associações comercializam seguros ilegalmente, não
atuam com a regulamentação de empresas seguradoras. Elas devem ser
aprovadas pela Susep e ter, por exemplo, um depósito garantidor,
ou seja, uma reserva técnica para quando acontecerem
eventualidades com o consumidor.
De
acordo com o advogado João Luiz Santos, especialista em Direito do
seguro e sócio do escritório Carlos Mafra de Laet, como essas
associações de baixo custo não tem dinheiro guardado, cobram taxas
extras do cliente, como se fossem condomínios que cobram taxas
para fazer reformas extras no prédio, para tentar cobrir
eventualidades. "Às vezes, está no contrato que essa taxa extra
poderá ser cobrada, mas os consumidores não imaginam que isso
possa acontecer com eles", explica o advogado.
A
Superintendência de Seguros Privados (Susep) já recebe, por dia,
uma denúncia de consumidores lesados por empresas de seguros
piratas. Segundo Santos, muitos casos ocorrem no interior dos
estados de Minas Gerais e Alagoas e nas vendas de seguros
funerários e de carros. "Os brasileiros já têm fixação por carros
e, com o crescimento da economia passaram a consumir mais. Porém,
compram carros caros e economizam na hora de comprar seguros",
afirma.
Para
ele, a divulgação do problema pode ser uma das formas eficazes de
se combater a pirataria. De acordo com informações da Susep, as
denúncias aumentaram quando a superintendência começou a divulgar
estatísticas relacionadas à comercialização irregular de seguros.
Segundo Santos, os prejuízos são em cadeia. Além de afetarem o
mercado de seguros, as oficinas de carros são prejudicadas e os
impostos não são recolhidos.
"Os
consumidores, muitas das vezes, têm boa-fé, mas são atraídos por
aquele valor", disse o advogado, que alerta os consumidores a ter
cuidado porque as empresas fraudulentas copiam e entregam
documentos similares às apólices legais. "Antes de adquirir uma
apólice, é imprescindível que o cliente verifique se a seguradora
proponente está registrada na Susep no site da própria
superintendência."[2]
Ele
acrescenta que, se a empresa não estiver cadastrada no site
www.susep.gov.br, é possível que seja uma empresa fantasma
mascarada de seguradora e devem ser denunciadas à Susep, ao Procon
e até em delegacias, e que podem ser enquadradas em crime de
estelionato por propaganda enganosa, por se fazer passar por
seguradoras.
Fonte: Portal Nacional de Seguros
Allianz Seguros dá dicas de como evitar danos ao veículo por
alagamento
Saiba como evitar possíveis estragos ou danos ao seu veículo
durante os dias de calor, também marcado pelas chuvas fortes que
pegam os motoristas de surpresa
"O
número de casos com danos em automóveis decorrentes de alagamento
triplica na estação de chuvas", de acordo com Laur Diuri, diretor
executivo de sinistros da Allianz Seguros.
Levando
em consideração os sinistros mais comuns que envolvem carros
alagados, a Allianz Seguros elaborou uma série de dicas de como o
motorista deve proceder para evitar imprevistos nos dias
chuvosos.
Fique
atentos às notícias sobre pontos de alagamentos. O rádio no carro
ou a televisão, antes de sair de casa, são grandes aliados.
Nos
dias com chuvas intensas, evite circular por trechos com histórico
de risco de alagamento.
Se
conseguir identificar que a altura da água ultrapassará o centro
da roda, não tente atravessar o alagamento. Quando não for
possível ver a profundidade, o risco de cair em um buraco, do
carro parar ou até mesmo aquaplanar é grande.
Ao
dirigir em trechos alagados, mantenha a marcha reduzida, baixa
velocidade, com rotação constante, em torno de 2.500 RPM. Isso
melhora a aderência e a dirigibilidade do veículo.
Se o
carro apresentar aumento de esforço ao esterçar, anomalias das
luzes de injeção eletrônica, bateria e ABS, além de variação na
luminosidade do painel, mantenha a calma, redobre a atenção e
desligue os equipamentos que não forem essenciais. Se alguma
destas situações persistirem, encaminhe o veículo para uma
revisão.
Ao
apresentar sinais de alagamento, não dê a partida e procure
removê-lo até uma oficina. Isso reduz o risco de danificar o
motor.
Em
veículos que sofrem danos por alagamento é necessário fazer uma
revisão completa, ou seja, a verificação de todos componentes
eletrônicos e mecânicos. Faça a troca do óleo e filtros, assim
como a limpeza imediata do veículo, para não danificar
estofamentos e carpete. O veículo pode não apresentar defeito no
momento do alagamento, mas o contato da água com componentes
eletro-eletrônicos pode gerar posterior anomalia, com a oxidação
das peças.
Verifique também o estado do óleo da transmissão, dos eixos
diferenciais e do cânister, dispositivo que reduz a emissão de
hidrocarbonetos dos tanques de combustível. Eles podem ter a vida
útil reduzida e aumentar o risco de falhas na embreagem, suspensão
e freios.
É
indicado também ao proprietário que faça uma limpeza do sistema de
ventilação do veículo, que pode estar contaminado por fungos e
bactérias.
Homicídio doloso em acidente de trânsito entra nas estatísticas
Nova resolução aumenta a exatidão e diminui chance de erros
estatísticos. Delegados passarão a especificar cada boletim de
ocorrência de homicídio ou latrocínio
Os homicídios dolosos causados por
acidente de trânsito foram incluídos no Sistema Eletrônico de
Coleta de Dados como nova modalidade criminal. A mudança vem para
suprir a necessidade de fixar uma nova metodologia de trabalho nas
unidades da Polícia Civil. Já que recentemente, acidentes com
vítimas fatais, provocados por motoristas embriagados, passaram a
ser registrados como homicídios dolosos.
Desde
janeiro, as Estatísticas Mensais da Criminalidade passaram a
incluir dois novos itens: os homicídios dolosos decorrentes de
acidentes de trânsito e o número de vítimas fatais.
A mudança foi estabelecida pela Resolução SSP-215/2011, do
secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, publicada
no Diário Oficial do Estado no último dia 22. A nova medida, que
entra em vigor dia 1º de janeiro de 2012, altera a redação da
Resolução SSP-160, de maio de 2001, que normatiza a publicação das
estatísticas criminais.
Pela
nova regra, as unidades policiais deverão elaborar planilhas
eletrônicas contendo os números dos Registros Digitais de
Ocorrências (RDO) de homicídios dolosos e latrocínios. O
levantamento deve ser encaminhado ao Núcleo de Análise de Dados,
setor estatístico da Delegacia Geral de Polícia (DGP). Após a
consolidação dos dados, o levantamento é disponibilizado para a
Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP).
Elogio
à imprensa
O objetivo da medida é diminuir falhas e aumentar a exatidão das
estatísticas criminais. Anteontem (26), o jornal AGORA publicou
matéria sobre homicídios não contabilizados com tal.
O
secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto,
parabenizou o autor da matéria, Léo Arcoverde. "Graças a você, à
sua reportagem, conseguimos detectar alguns casos que não haviam
sido contabilizados", afirmou, acrescentando que "esse
levantamento do AGORA nos ajudou bastante".
Na
ocasião, o secretário esclareceu que oito, dos 43 casos
mencionados na reportagem, já haviam sido contabilizados
anteriormente. Depois da matéria, outros 15 casos foram revistos e
inseridos nas estatísticas - portanto, 23 dos 43 casos já estão
corrigidos.
Restam
ainda 10 casos, sob investigação, cujos delegados responsáveis
deverão esclarecer porque não foram classificados como homicídios.
E finalmente outros 10 casos que envolveram PMs que reagiram a
assaltos e foram todos contabilizados como mortes em confronto com
excludente de ilicitude, publicados no Diário Oficial do Estado,
conforme a Resolução 516, de 2001.
"Nós
dependemos da seriedade e da exatidão dos números fornecidos pelos
distritos (policiais). É em razão disto que podemos formar
indicadores sérios e transparentes. Isso é uma luta de todos nós,
é constante, o interesse é nosso, e a imprensa só nos ajuda",
afirmou o secretário Ferreira Pinto.
Pioneirismo
São Paulo é pioneiro na adoção de políticas de transparência na
divulgação trimestral de estatísticas criminais, desde 1995. Eram
divulgados os dados do estado, capital, Grande São Paulo e
interior.
Em
janeiro de 2002, a SSP passou a publicar na internet uma série
histórica dos principais indicadores de criminalidade. Desde março
de 2011, São Paulo começou a divulgar as estatísticas criminais
mensalmente por unidade policial. Com a mudança, as atualizações
das estatísticas passaram a ser mais frequentes.
Desde
setembro, a SSP publica dados de violência doméstica contra a
mulher, atendendo ao que estabelece uma lei aprovada pela
Assembleia Legislativa.
As
estatísticas destinam-se, em primeiro lugar, à tomada de decisões
estratégicas de governo, como distribuição de recursos materiais,
humanos e tecnológicos. Por isso, são sempre atualizadas, de modo
a refletir, da forma mais próxima possível, a realidade criminal.
Com base nos registros oficiais, são elaborados mapas da
criminalidade, que indicam locais, dias e horários de maior
incidência.
A SSP
toma medidas constantemente para diminuir a subnotificação e
aumentar o registro formal de cada crime ocorrido. Exemplos disso
são a Delegacia Eletrônica e o registro de BOs pela Polícia
Militar.
Itens de segurança do carro para enfrentar os dias de chuva
É preciso se preparar para enfrentar
as chuvas e a manutenção de itens de segurança do carro não podem
ser esquecidos. O engenheiro mecânico Denis Marum, diretor do
centro automotivo Chevy, aconselha a fazer uma “revisão de chuva”
com a verificação de itens importantes como: pára-brisas, freios,
lanternas, pneus e bateria.
“No
meio do temporal percebemos que era necessário trocar a palheta
ressecada, acontece uma falha na parte elétrica, descobrimos que o
desembaçador traseiro não está lá aquelas coisas. Só que na chuva
forte não tem como resolver esses problemas. Os motoristas de
carros com mais de dois anos devem ter cuidado especial para o
estado da bateria”, alerta Marum.
É
importante checar antes dos dias de chuva:
palhetas do pára-brisa - não podem estar ressecadas;
água do
esguicho - deve ter líquido desengordurante;
luzes
das lanternas - devem estar em perfeito estado;
pneus -
não podem estar carecas;
verifique o sistema de freios;
desembaçadores traseiro e dianteiro - devem estar funcionando;
borrachas das portas - devem estar em bom estado para vedar a
entrada de água;
bateria
- deve estar bem carregada.
“Não
enfrente a enchente achando que pode ultrapassá-la. Como os
veículos têm os comandos elétricos, é muito fácil o carro dar pane
e você ficar no meio da água”, explica Denis Marum. Mas, em caso
de estar no congestionamento e a água subir rápido, procure:
Acelere
o carro durante toda travessia.
Em área
alagada, passar em 1ª marcha e devagar (porque a aceleração do
carro evita a entrada de água pelo escapamento).
Evitar
marola para que a água não alcance a entrada do filtro de ar,
verifique a passagem de caminhões e carros ao seu lado ou em
sentido contrário.
Se o
carro morrer, não tente fazê-lo pegar. Peça ajuda e retire-o do
local onde está parado.
A
altura máxima, para passar numa área alagada, é a metade da roda.
Fonte: Chevy Auto Center
Novos procedimentos do seguro-desemprego de pescador artesanal são
aprovados
Advogada do Cenofisco, Andreia Tassiane Antonacci, explica que
benefício poderá ser requerido a partir do 30º dia que anteceder o
início do defeso
Foram aprovados os procedimentos
operacionais relativos ao benefício do seguro-desemprego do
pescador profissional artesanal durante o período de defeso. A
determinação foi publicada no Diário Oficial da União do dia 4 de
janeiro, por meio da
Instrução Normativa da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego
nº 1.
A
advogada trabalhista do Cenofisco – Centro de Orientação Fiscal,
Andreia Tassiane Antonacci, explica que o seguro-desemprego do
pescador artesanal poderá ser requerido a partir do trigésimo dia
que anteceder o início do defeso, até o seu final, não podendo
ultrapassar o prazo de cento e oitenta dias, a contar da data de
início do defeso.
“Caso o
último dia para requerer o benefício seja sábado, domingo ou
feriado, o primeiro dia útil imediatamente posterior será
considerado para recepção do requerimento e da documentação
exigida para habilitação do benefício”, informa.
Para
requerer o benefício, o pescador deverá apresentar os originais e
cópias do documento de identificação oficial; comprovante de
inscrição no Programa de PIS/Pasep e no CPF; carteira de pescador
profissional, categoria artesanal, emitida e atualizada pelo
Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), cuja data do primeiro
registro comprove a antecedência mínima de um ano da data do
início do defeso; comprovantes de venda de pescado, de
recolhimento ao INSS, do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT)
como segurado especial na Previdência Social, de inscrição no
Cadastro Específico do INSS (CEI), quando necessário, e de
domicílio em nome próprio ou do cônjuge ou de familiar, sendo
admitida em última hipótese declaração de entidade da categoria ou
de órgão público.
De
acordo com Andreia, nas situações de defesos instaurados de pesca
embarcada, o pescador deve apresentar cópia do Certificado de
Registro da Embarcação, com prazo de validade para o exercício da
atividade que antecede o defeso. “Além disso, ele tem que mostrar
declaração prestada de que não dispõe de outra fonte de renda e
que se dedicou à pesca em caráter ininterrupto durante o período
compreendido entre o defeso anterior ou em curso”, informa a
advogada do Cenofisco.
A segurança das cadeirinhas ou dispositivo de retenção para
crianças em automóveis
Quem viaja ou transporta crianças em
automóveis precisa tomar certas precauções. Estabelecer as
condições mínimas de segurança para os passageiros de até sete
anos e meio de idade pelo uso de dispositivos de retenção que são
projetados para diminuir o risco ao usuário em casos de colisão ou
desaceleração repentina do veículo. Além disso, existe a norma
técnica NBR 14400 de 2009, que determina os requisitos de
segurança para projeto, construção e instalação de dispositivos de
retenção para crianças em veículos rodoviários com três ou mais
rodas, com o objetivo de reduzir os riscos de lesões corporais em
casos de colisão
Depois
que o Conselho Nacional de trânsito (Contran) editou a Resolução
N.º 277 obrigando o uso de dispositivos de retenção para crianças,
a medida passou a vigorar a partir de 28 de maio de 2008 e a
fiscalização iniciou-se no dia 1º de setembro de 2010, conforme
decretado na Resolução Nº 352 de 14 de junho de 2010. Assim, ficou
estabelecido que as condições mínimas de segurança para os
passageiros com até sete anos e meio de idade deve ser feito pelo
uso de dispositivos de retenção que são projetados para diminuir o
risco ao usuário em casos de colisão ou desaceleração repentina do
veículo. Por se tratar de produtos que têm como finalidade a
proteção e segurança da criança, os dispositivos de retenção
incluem-se na categoria de produtos de certificação compulsória, o
que institui a obrigatoriedade de certificação do produto,
conforme as especificações do Regulamento de Avaliação da
Conformidade (RAC) para Dispositivos de Retenção para Crianças,
anexo da Portaria n.º 038/2007 do Inmetro.
Existe
no mercado uma grande variedade de marcas e tipos de dispositivos
específicos para a idade e peso da criança a ser transportada.
Para crianças até um ano de idade, é recomendado uso do
dispositivo comercialmente denominado “bebê conforto”, no qual a
criança fica de frente para o banco traseiro. A criança até um ano
de idade ainda não possui uma musculatura fortalecida e esta
posição ajuda a amortecer ainda mais o impacto em caso de
acidente. Para crianças entre um e quatro anos utiliza-se a
cadeirinha, presa ao banco com cintos de segurança próprios para o
usuário, dispensando o uso do cinto de segurança do veículo. Neste
caso, a criança pode ficar voltada pra a frente do carro, pois já
possui músculos e tendões fortalecidos. Para as crianças com idade
entre quatro e sete anos e meio, o dispositivo utilizado é o
assento de elevação que não possui encosto e a criança é presa
pelo próprio cinto de segurança do carro. Este dispositivo,
contudo, não pode ser utilizado se o banco do passageiro não
possuir apoio para cabeça.
A NBR
14400 de 2009, determina os requisitos de segurança para projeto,
construção e instalação de dispositivos de retenção para crianças
em veículos rodoviários com três ou mais rodas, com o objetivo de
reduzir os riscos de lesões corporais em casos de colisão do
veículo. Na verdade, os dispositivos de retenção para crianças são
destinados a serem instalados sobre os bancos dianteiros ou
traseiros e retidos através dos cintos de segurança originais do
veículo e, se necessário, com o uso de extensões ou adaptadores.
Pode-se definir o dispositivo de retenção para crianças como um
conjunto de elementos contendo uma combinação de tiras com fecho
de travamento, dispositivo de ajuste, partes de fixação e, em
certos casos, dispositivo como um berço portátil porta bebê, uma
cadeirinha auxiliar e/ou uma proteção antichoque, que devem ser
fixados ao veículo. Esses dispositivos são projetados para reduzir
o risco do usuário em caso de colisão ou de desaceleração
repentina do veículo, limitando o deslocamento do corpo da
criança.
Eles
são divididos em cinco grupos de massa: grupo 0, para crianças de
até 10 kg; grupo O+, para crianças de até 13 kg; grupo I, para
crianças de 9 kg a 18 kg; grupo II, para crianças de 15 kg a 25
kg; e grupo III para crianças de 22 kg a 36 kg. E em quatro
categorias: Universal, utilizada conforme especificado no item
4.1.1 e 4.1.3.1 da norma e na maioria das posições dos assentos
(dos veículos) e em particular naqueles em que podem ser fixados
conforme Anexo J, sendo compatível com as categorias de
dispositivo de retenção para crianças; Restrita, utilizada
conforme especificado em 4.1 .I e 4.1.3.1 em determinadas posições
de assento de certos modelos de veículos, indicado pelo fabricante
do dispositivo de retenção para crianças ou pelo fabricante do
veículo; Semiuniversal, utilizada conforme especificado em 4.1 .I
e 4.1.3.2; e Veículo Específico, utilizada em um dos casos
especificados em determinados modelos de veículos, conforme
especificado em 4.1.2 e 4.1.3.3, e como dispositivo embutido de
retenção para crianças.
Além
disso, são divididos em duas classes: Classe integral, que
compreende uma combinação de tiras ou componentes flexíveis com um
fecho, dispositivo de ajuste, partes de fixação e, em alguns
casos, uma cadeirinha complementar elou proteção antichoque capaz
de ser ancorada através de sua própria tira; E Classe Não
Integral, que compreende um dispositivo de retenção parcial que
quando utilizado em combinação com um cinto de segurança de adulto
que passa em volta da criança ou segura o dispositivo em que a
criança é colocada, forma um sistema completo de retenção para
crianças.
No item
4 - Requisitos gerais, a norma especifica que o uso do dispositivo
de retenção para crianças das categorias universal, semiuniversal
e restrito é admitido nos bancos dianteiros ou traseiros, desde
que tais dispositivos sejam instalados em conformidade com as
instruções do fabricante, obedecendo as normas de segurança do
trânsito existentes. Em veículo específico é permitido em todos os
bancos (tanto nos bancos dianteiros quanto nos traseiros) e em
bagageiros, desde que seja instalado de acordo com as instruções
do fabricante. No caso em que o dispositivo de retenção para
crianças estiver voltado para trás, o seu modelo deve possuir um
suporte para a cabeça da criança, sempre que for utilizado nessa
posição.
Os pais
precisam atentar-se para que a criança possa ser fácil e
rapidamente colocada e removida no caso de um dispositivo de
retenção no qual ela é retirada por meio de um cinto tipo
suspensório sem retrator. A retenção dos ombros e a tira
subabdominal devem ser separadas por meio de uma única operação no
fecho (tipo desengate rápido). Para o dispositivo de retenção para
crianças com necessidades específicas, os acessórios adicionais
diminuem a velocidade com que ela é colocada e retirada do
dispositivo. Entretanto, esses acessórios devem permitir que ela
seja solta o mais rápido possível.
São
vários os anexos disponibilizados na norma, como o Anexo A
(normativo) que descreve a disposição do aparelho para o ensaio de
resistência a poeira; o Anexo B (normativo), o ensaio de abrasão e
microdeslizamento; o Anexo C (normativo), que descreve o carrinho
de ensaio; o Anexo D (normativo) que fala sobre a curva de
desaceleração em função do tempo; o Anexo E (normativo) sobre o
ensaio de impacto frontal contra barreira fixa; o Anexo F
(normativo) que fala sobre o procedimento de ensaio de impacto
traseiro; o Anexo G (normativo) sobre as ancoragens adicionais
necessárias para a instalação dos dispositivos de retenção para
crianças da categoria semiuniversal; o Anexo H (normativo) que
mostra o desenho da cadeirinha; o Anexo J (normativo) que mostra o
cinto de segurança padrão; o Anexo K (normativo) sobre o ensaio de
absorção de energia pelo material; o Anexo L (normativo) que
define o método de definição da área de impacto da cabeça para
dispositivo de retenção para crianças com encosto para cabeça e
definição do tamanho mínimo das laterais e dispositivos de
retenção para crianças voltado para trás; o Anexo M (normativo)
que descreve o condicionamento dos ajustadores montados
diretamente sobre o dispositivo de retenção para crianças; o Anexo
N (normativo) que mostra o desenho do dispositivo para ensaio de
resistência do fecho; o Anexo P (normativo) que mostra a
instalação do ensaio dinâmico de impacto; o Anexo Q (normativo)
que faz a verificação da almofada da bancada de ensaio e o
equipamento do ensaio de queda; o Anexo R (informativo) que relata
as condições relacionadas a instalação do dispositivo de retenção
para crianças do tipo universal, instalado com o equipamento de
cinto de segurança do veículo.
Com o
intuito de avaliar a conformidade dos vários tipos de
dispositivos, segundo o Regulamento de Avaliação da Conformidade
da Portaria Inmetro n.º 038/2007, faz-se necessária a realização
dos ensaios conforme a norma. São eles: Resistência à corrosão;
Capotamento e ensaio dinâmico aplicáveis a todo o conjunto de
elementos que formam o dispositivo; Abertura do fecho sob carga e
sem carga; Resistência do fecho; Reenrolamento do retrator e
travamento dos retratores e resistência da tira, aplicáveis aos
elementos do dispositivo, individualmente. Todos esses ensaios
devem, obrigatoriamente, ser realizados por laboratórios de
terceira parte, ou seja, alheios aos produtores, acreditados pelo
Inmetro e designados por um Organismo de Certificação de Produto (OCP).
Mauricio Ferraz de Paiva
Cinco passos para chamar por socorro em casos de acidente com
trauma
A Rede D’Or São Luiz – há 11 anos,
hospital oficial do GP Brasil de Fórmula 1 - vem se especializando
cada vez mais para atender casos de lesões graves, que podem se
configurar em traumas. “Para um bom atendimento destes casos, é
preciso contar com médicos preparados e bem treinados, além de
estrutura e de equipamentos adequados”, afirma o cirurgião
torácico do São Luiz, Hassan Ahmed Yassine Neto.
Hassam
integrará a equipe de 173 pessoas que trabalhará oito dias no
atendimento médico-hospitalar da Fórmula 1 e dá dicas para
agilizar o socorro e o atendimento nos traumas causados por
acidentes automobilísticos, como colisão entre veículos e
atropelamentos. Configura os 5 passos a serem seguidos:
1.
Ligar para o número 192 (Samu) ou 193 (Resgate dos Bombeiros);
2. Informar o que ocorreu de maneira objetiva. Evite falar sobre
gravidade ou demais informações subjetivas, por exemplo. É mais
eficaz comunicar número de vítimas, tipo do acidente (colisão de
carro com carro, moto com carro, ônibus com carro, entre outros),
se as pessoas estão desacordadas;
3. Em
locais de difícil acesso, marque um ponto de encontro com os
profissionais do Samu ou do Resgate;
4. Preservar a segurança das vítimas, principalmente se o
acidente ocorreu em vias rápidas. É importante sinalizar o local
para que outros acidentes não aconteçam;
5.Procure captar o máximo de dados da vítima - se tem alergia ou
alguma doença, se toma algum medicamento - porque ela pode perder
o sentido a qualquer momento.
Década de Ação pela Segurança no Trânsito
Em agosto deste ano, o presidente da
Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, e a
esposa Michelle Yeoh estiveram na unidade Morumbi do Hospital São
Luiz para assistir a uma palestra sobre segurança no trânsito
ministrada pelo diretor médico do GP Brasil de Fórmula 1 e membro
da Comissão Médica da FIA, dr. Dino Altmann.
Essa
iniciativa faz parte do apoio da Rede D’Or São Luiz ao projeto
"Década de Ação Pela Segurança no Trânsito", que conta com o ajuda
do Car Club do Brasil e da Associação Automobilística do Brasil,
além da chancela da FIA.
A
Comissão Global para Segurança do Trânsito da Organização das
Nações Unidas (ONU) lançou um plano de ação para a década de
2011/2020, recomendando aos países medidas imediatas de atenção e
de prevenção contra a violência no trânsito.
Fuja do combustível adulterado A Carro
Hoje mostra os efeitos da gasolina e etanol modificados e ensina
como não ser enganado
Ache um
posto de combustível confiável e abasteça sempre nele para evitar
dor de cabeça
Sabe aquela máxima de que o barato
sai caro? Ou de que tanto faz onde se abastece? Pois é. Na falta
de uma bandeira mais conhecida, como BR, Shell, Ipiranga e Esso,
só para citar alguns exemplos, alguns donos de postos resolveram
“maquiar” seus estabelecimentos para que se pareçam com essas
redes e, assim, pegar os consumidores mais distraídos. Não faltam
por aí espertalhões que adulteram a gasolina – o etanol é mais
difícil, mas acontece –, misturando uma série de solventes, que
são componentes químicos bem mais baratos, a fim de aumentar a
rentabilidade. E conseguem atingir algo entre 15% e 20% de lucro.
Em
alguns casos, os fiscais chegaram a encontrar traquitanas
mecânicas. Caso fosse pedido o teste na hora (e a legislação diz
que o posto é obrigado a fazê-lo), bastava ao frentista virar uma
chavinha longe dos olhos do motorista para que combustível puro
saísse da bomba. Haja criatividade!
O
primeiro passo para fugir do combustível “batizado” é desconfiar
das bandeiras com preços baixos demais. Não existe milagre. Isso
não significa que todo preço inferior seja, de fato, uma roubada.
Até porque a velha e boa concorrência leva à uma competição
honesta. Vale lembrar que no Brasil a gasolina que sai da bomba já
tem até um quarto de álcool, o que, em alguns veículos importados,
é suficiente para travar tudo. Portanto, a dica é criar o hábito
de abastecer sempre no mesmo (ou nos mesmos) posto, escolhido a
partir de conversas com clientes que frequentam o estabelecimento.
Há quem use essa fórmula e nunca tenha tido problemas.
Se você
abastecer em um desses postos que vendem gasolina adulterada, a
primeira consequência no seu carro será a perda de desempenho. Na
melhor das hipóteses, seu carro vai andar menos e gastar mais. O
prejuízo do uso prolongado de combustível adulterado pode ser
grande (estamos falando aqui de R$ 500 em diante). Para começar,
os componentes irregulares da mistura podem afetar e até entupir a
bomba de gasolina, dispositivo que leva o combustível ao motor.
Os
primeiros sintomas são as falhas, como dificuldade de fazer o
carro pegar – algo que pode comprometer a bateria. Outro problema
grave é a corrosão dos dispositivos da injeção eletrônica. O mau
funcionamento dela pode fazer o carro gastar mais. Além do risco
de ficar na rua, você terá de gastar mais, pois o conserto parte
de R$ 1.300. O combustível ruim também pode acarretar a formação
de borra, porque atinge a bomba de óleo. No limite, o motor pode
fundir, o que fará o reparo custar muito mais.
Não são
raras as interdições de postos por esse motivo. Desde que iniciou
a operação De Olho na Bomba, o governo paulista, por exemplo, já
cassou 881 inscrições estaduais de postos em razão da
não-conformidade do combustível.
Em um
dos estabelecimentos, amostras coletadas pela equipe da Delegacia
Regional Tributária da Capital indicaram 79% de metanol misturado
ao álcool hidratado vendido aos motoristas. De acordo com a
Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),
adicionar metanol em qualquer tipo de combustível, acima de 1%, é
proibido por ser uma substância tóxica. Se manuseado sem proteção,
pode provocar a cegueira e até mesmo a morte.
Nas
amostras de gasolina do mesmo posto, foi detectada a presença de
marcador de solvente, produto químico de adição obrigatória
determinada pela ANP e que auxilia a fiscalização na detecção da
presença desse componente, proibido de ser vendido como
combustível. Por não ter todas as características próprias da
gasolina, o solvente causa a corrosão de peças do motor. Também
foi detectado um teor de 58% de álcool na gasolina. O permitido é
de até 25%.
A
fiscalização consiste em aferir as bombas, conferir os dados
cadastrais do estabelecimento e coletar amostras do combustível
comercializado, que serão encaminhadas à Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) para análise.
Não são
fiscalizados apenas os postos, mas as distribuidoras e
transportadoras. Por ser a ponta do processo, os postos devem
receber atenção especial do consumidor, que deve desconfiar de
todo procedimento que denote desleixo, como falta de dados do
posto, da distribuidora, a negativa em fazer o teste do
combustível e até a negligência dos frentistas no uso de uniforme.
Não são
poucas as histórias de postos que, apesar de impedidos de
funcionar e com os tanques lacrados, abrem à revelia das
autoridades. É por isso que a Secretaria da Fazenda mantém em seu
site (www.fazenda.sp.gov.br)
a opção “Consulta de postos cassados”.
Além de
causar prejuízos ao carro e à segurança do motorista (pois o
veículo pode parar de repente em uma estrada, ocasionando um
acidente), os postos são multados por sonegação fiscal e acionados
pelo Procon por desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor. Por
fim, os donos de postos respondem a processos civis e criminais e
ficam impedidos de trabalhar nesse ramo de atividade por cinco
anos.
O que acontece no Rio de Janeiro
Segundo
levantamento da ANP, nos últimos cinco anos 564 postos foram
autuados no estado do Rio de Janeiro e, muitos, mais de uma vez.
Mas o número não reflete a especificidade da adulteração, já que
ele incluiu também problemas de qualidade acidentais, como
infiltração nos tanques. A pedido da Carro Hoje, a agência refinou
os dados estaduais: das 1.517 ações de fiscalização feitas este
ano, apenas nove geraram autos de infração. A ANP afirma não
estabelecer a adulteração na vistoria, o que é feito
posteriormente, aí sim, gerando processos (a lei garante a defesa
do estabelecimento).
Desse
modo, só em nove casos o posto foi interditado pelos fiscais.
Ainda de acordo com a ANP, foram feitas 131 fiscalizações em
distribuidoras, com três autos de infração. Mas nenhuma foi
fechada por causa de combustível adulterado. Para a agência,
marcadores químicos usados no combustível, capazes de permitir o
rastreamento do fornecedor, estão inibindo as fraudes.
Marcelo Ambrósio, do RJ
O que o combustível adulterado faz no seu carro
— Engasgos no motor durante o
funcionamento
— Perda gradativa da potência e do torque
— Instabilidade e vibração em marcha lenta
— Dificuldades para dar a partida
— Pré-ignição (barulho do motor batendo pino)
— Parada total do funcionamento do motor
— Maior emissão de poluentes
— Elevação considerável no consumo
— Corrosão maior dos componentes do motor
— Formação de borras
— Comprometimento da injeção eletrônica
Como solucionar
Se o
problema foi detectado antes de algo mais sério ocorrer, como um
motor fundido, leve o carro a uma oficina para limpar os bicos
injetores, esvaziar o tanque, trocar as mangueiras (quem sabe até
a bomba) e substituir todos os filtros.
O
prejuízo causado pelo uso prolongado de combustível adulterado
pode ser de R$ 3.000, caso o funcionamento do motor seja
comprometido. Espertalhões que adicionam solventes e outras
substâncias ao etanol ou à gasolina conseguem lucrar até 20% a
mais com a venda, mas podem trazer prejuízos ao veículo e até
colocar em risco a vida do consumidor.
Abastecimento sujo
O
vendedor Paulo Guedes sempre abastecia seu Chevrolet Celta no
mesmo posto com bandeira de uma grande marca, no bairro do Prado
Velho, em Curitiba. Achava que era de confiança, até que começou a
ter problemas para ligar o carro. Levou ao mecânico e recebeu o
seguinte diagnóstico: havia borra de querosene provocada por
gasolina adulterada. A adulteração de combustíveis é prática comum
em Curitiba.
Por
isso, em 2009, o vereador do PSDB, Sérgio Renato Bueno Balaguer,
também conhecido como “Serginho do posto”, conseguiu que a Câmara
Municipal aprovasse a lei que determina a cassação dos
estabelecimentos que vendem combustíveis adulterados. Os postos
flagrados podem perder o alvará de funcionamento. A ANP promoveu
545 ações de fiscalizações em 2010, na capital paranaense, que
resultaram em oito autuações e cinco interdições por problemas de
qualidade no combustível. Este ano foram feitas 97 fiscalizações
com 13 infrações, mas não houve interdições. Aline Feltrin, do PR
Veja a conclusão do nosso repórter
É mais
provável você ter problemas com etanol ou gasolina em postos de
bandeiras pouco conhecidas e com preços muito baixos. Mas nem
sempre pagar mais pelo combustível é garantia de que ele não
esteja adulterado. O melhor mesmo é criar o hábito. Ou seja,
conversar com os frentistas, com o dono do posto, abastecer
algumas vezes e passar a frequentar sempre o mesmo
estabelecimento.
Quando
for viajar, abasteça o carro, de preferência, com gasolina, para
não ter de parar em um local desconhecido. Já tive sérios
problemas com combustível adulterado. Uma vez, abasteci um BMW X5
em um posto desconhecido em Petrópolis (RJ) e quase fiquei parado
na estrada. Atualmente, dou preferência aos mesmos locais. Não
pago nem os preços mais caros nem os mais baratos. Procuro me
manter numa média. Nos últimos dez anos, não tive nenhum problema,
graças a essa prática.
Luís Perez / Fotos: Renato Durães
Fonte: Terra
Como se preparar para acidentes naturais
Mudanças climáticas aparecem sem aviso prévio e podem causar
sérios danos, materiais ou não, para uma família. Saiba como se
precaver.
Desastres naturais são difíceis de
prever, portanto, o ideal é estar preparado
Depois do terremoto que atingiu o
Japão, uma série de desastres atingiram ou, ao menos, ameaçaram a
população local na terra do sol. No Brasil, acontecimentos como os
deslizamentos que acabaram com algumas cidades da serra fluminense
no Rio de Janeiro no começo do ano, e enchentes que castigam, ano
a ano, diferentes regiões do país, comprovam que não estamos tão a
salvo quanto se imagina.
Complicado dimensionar os estragos que um vendaval ou uma enchente
pode trazer a um imóvel, mas o ideal, nesse caso, é se precaver.
Seja através da contratação de um bom seguro residencial ou por
pura organização pessoal, o site de finanças pessoais Investopedia,
dos Estados Unidos, preparou uma lista com algumas medidas que
podem ajudar a minimizar possíveis danos e complicações, antes,
durante ou depois de um acidente natural.
Saiba exatamente o que seu seguro cobre
Segundo
a reportagem é normal que as pessoas não saibam exatamente quais
tipos de acidentes naturais podem ser cobertas pelo seguro
contratado. O ideal é que se tenha plena noção do que diz o
contrato e os riscos que a região na qual o imóvel está instalado
oferece para a integridade do bem. Assim é possível garantir que o
prêmio atenda as necessidades do contratante.
Seguro completo para residências
De
acordo com a reportagem, ter 100% de garantia de cobertura é o
mínimo que uma pessoa que reside em uma área potencialmente de
risco pode fazer. A apólice pode cobrir completamente o imóvel
segurado. Caso a pessoa resida num local cuja a frequência de
inundações, por exemplo, seja grande, a contratação de um seguro
torna-se imprescindível. Quem acabou de se mudar para a região e
não tem muitas informações acerca do comportamento do terreno na
ocasião de um vendavais, enchentes e afins, deve se informar e
contratar a cobertura que achar pertinente e que cubra,
naturalmente, os mais comuns.
Apólice deve estar sempre atualizada
Uma vez
que o imóvel esteja com as apólices pertinentes em dia, é bom que,
de tempo em tempo, um corretor visite o local para que o valor do
prêmio esteja coerente com o valor do imóvel na ocasião, por
exemplo. Ou que, no caso de reformas e melhorias de todas as
sortes, a apólice esteja em dia com as características recentes do
bem.
Cobertura para objetos pessoais
Para
facilitar os autos da reclamação do seguro, é pertinente que uma
espécie de catálogo de tudo o que se encontra dentro de casa seja
mantido, vale fotografia do objeto em questão e seu respectivo
número de série. É bom que este catálogo seja atualizado
anualmente. Na dúvida, pergunte ao corretor de seguros responsável
pelo contrato quais itens podem ser inclusos na lista.
No caso da
cobertura de objetos de maior valor, como joias, por exemplo,
talvez valha a pena segurá-la separadamente dos outros objetos do
imóvel. Quem trabalha em casa pode contratar um seguro específico
para escritório e para todo o equipamento usado para o desempenho
das tarefas profissionais.
Seguro para quem aluga um imóvel
A
apólice que o proprietário de um imóvel pode ter contratado cobre
os danos ao local, mas não potenciais danos aos bens de quem
aluga. Caso o locatário resida numa área com grande ocorrência
desastres naturais, é bom que considere a contratação de uma
apólice que cubra custos com mudança para uma área mais segura ou
despesas de outro imóvel enquanto aguarda a reparação daquele que
foi danificado. Além, é claro, dos objetos que estavam dentro do
imóvel no momento de uma enchente, por exemplo.
Armazene documentos em locais seguros
Com
exceção de testamentos, que devem estar nas mãos de um advogado, é
bom manter todos os documentos originais da família em um local
seguro e à prova de desastres naturais. Documentos mantidos em
casa correm o risco de desaparecerem na ocasião de um incêndio ou
mesmo roubo, trazendo ainda mais dores de cabeça. Uma boa ideia,
segundo a reportagem, seria manter duas cópias autenticadas de
todos os documentos, e que podem ficar nas mãos de pessoas de
confiança e outra em um kit de emergências.
Kit de emergência
Um
pacote, pequeno e compacto, de preferência, contendo todas as
coisas que podem ser levadas de dentro de casa na ocasião de uma
evacuação de emergência. O kit deve conter cópias de todos os
documentos importantes, uma quantia em dinheiro para despesas que
possam surgir, cópias de receitas médicas e convênios de saúde ou
dental, além de um pen-drive com um backup de informações
bancárias e imposto de renda, por exemplo.
Caso
seja possível salvar e carregar alguns itens de casa, é bom
pensar, previamente, em uma lista de coisas que gostaria de levar
consigo, como um cd com fotos de família, joias valiosas. Afinal,
é muito mais fácil pensar e anotar tudo isso em momentos de
calmaria.
Metade das emergências no RJ é de vitimas do trânsito
De janeiro a agosto de 2011, os Hospitais Federais do Andaraí e
Bonsucesso registraram mais de 1.300 atendimentos de acidentes de
trânsito
Levantamento feito pelo Hospital
Federal de Bonsucesso (HFB), localizado às margens de uma das
avenidas mais movimentadas do Rio de Janeiro, a Avenida Brasil,
revelou que do total de 875 ocorrências policiais que deram
entrada na emergência da unidade entre janeiro e agosto de 2011,
428 foram de vítimas de atropelamento, colisões e quedas de moto.
Até o dia 25 de setembro, acontece a Semana Nacional do Trânsito.
A campanha deste ano leva o tema “Juntos
Podemos Salvar Milhões de Vidas”, organizada pelo Ministério
da Cidade e Denatran, em parceira com o Ministério da Saúde.
No
Hospital Federal do Andaraí (HFA), as vítimas do trânsito somaram
880 pessoas no período. Um dado que assusta e que ajuda a
explicar porque as perdas provocadas pela violência no trânsito
têm levado a Organização Mundial de Saúde (OMS) a caracterizar a
situação como um problema de saúde pública de proporções
epidêmicas.
Relatórios produzidos pela Organização em 178 países, inclusive o
Brasil, mostraram que em 2009 ocorreram 1,3 milhões de mortes por
acidentes de trânsito. Por isso, em 2010, a Assembléia Geral da
Organização das Nações Unidas proclamou oficialmente o período de
2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação pela Segurança no
Trânsito, com o objetivo de reduzir as mortes.
Conforme o chefe a Emergência do HFA, que possui atendimento
especializado em alta complexidade para politraumatizados e
queimaduras, Cláudio Sabóia, o perfil das vítimas acompanha o que
é registrado pela OMS. “A maioria dos acidentados têm entre 20 e
40 anos. Os acidentes de moto costumam ser mais graves e atingem
mais os homens. Nos fins de semana o número tende a se acentuar”.
Jovens respondem por metade nas mortes no trânsito
No domingo, ocorre o Dia Mundial em Memória às Vítimas de
Trânsito, estabelecido pela OMS. Acidentes de motocicleta
triplicaram
Os
jovens estão morrendo mais no trânsito do que qualquer outra faixa
etária da população. Do total de mortes ocorridas em 2009, por
esse tipo de violência, 45,6% correspondem a pessoas entre 20 e 39
anos. Quando somados àqueles que têm entre 15 e 19, esse número
sobe para 53,4%. Os dados fazem parte da publicação Saúde Brasil
2010, produzida todo ano pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS),
do Ministério da Saúde. Neste domingo, ocorre o Dia Mundial em
Memória às Vítimas de Trânsito, estabelecido pela OMS (Organização
Mundial de Saúde).
O
diretor de Análise de Situação da Saúde do Ministério da Saúde e
coordenador do Saúde Brasil, Otaliba Libânio, explica que, em
2009, as agressões foram responsáveis por 36,8% das mortes por
causas externas entre os brasileiros, sendo a primeira causa entre
pessoas com 15 a 39 anos. “Os Acidentes de Transporte Terrestre
respondem por 26,5% dos óbitos do grupo. As mortes desse tipo
representam a primeira causa de óbitos na população de dez a 14
anos e de 40 a 59 anos, e ocupa a segunda posição de mortes por
causas externas nas demais faixas etárias”, afirma.
A taxa
de óbitos por 100 mil habitantes por acidentes envolvendo
motociclistas triplicaram (subiram 224,2%) e são bastante
superiores ao aumento geral de acidentes com transporte terrestre,
que foi de 14,9%, entre 2000 e 2009. Por outro lado, houve redução
de 9,9% nas mortes com acidentes envolvendo pedestres.
NÚMEROS
ABSOLUTOS - No dia 4 de novembro, o Ministério da Saúde divulgou
um mapa da situação das mortes no trânsito no país, por números
absolutos (Confira). O Sistema de Informações de Mortalidade (SIM)
do Ministério da Saúde revelam que em 2010: 40.610 pessoas foram
vítimas fatais. Para o ministro da Saúde, os números revelam que o
país vive uma verdadeira epidemia de lesões e mortes no trânsito.
AÇÕES –
O Sistema Único de Saúde conta com um conjunto de ações de
promoção de saúde e também prevenção e vigilância de acidentes,
violências e seus fatores de risco. Para a prevenção de acidentes
de trânsito, por exemplo, os ministérios da Saúde e das Cidades
assinaram, no último mês de maio, o Pacto Nacional pela Redução
dos Acidentes no Trânsito – Pacto pela Vida.
A meta
é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões em acidentes
de transporte terrestre nos próximos dez anos, como adesão ao
Plano da Década de Ações para a Segurança no Trânsito 2011-2020,
recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), com a
coordenação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Outra
iniciativa é o Projeto Vida no Trânsito, lançado em junho de 2010.
O principal objetivo é reduzir lesões e óbitos no trânsito em
municípios selecionados por uma comissão interministerial. Para
inicio do projeto, as cidades escolhidas foram Teresina (PI),
Palmas (TO), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG) e Curitiba
(PR).
A medida tem duas etapas. A primeira
foi iniciada ano passado e se estenderá até 2012. As cidades
selecionadas devem desenvolver experiências bem-sucedidas na
prevenção de lesões e mortes provocadas pelo trânsito e que possam
ser reproduzidas por outras cidades brasileiras.
Geração Y investe mais em Previdência Privada
Cresce em 65% o número de investidores entre 20 e 33 anos que
buscam esse tipo de aplicação financeira na Seguros Unimed
Jovens entre 20 e 33 anos estão
investindo mais em previdência privada. É o que mostram os números
da Seguros Unimed - empresa que atua nos ramos Vida, Saúde e
Previdência Privada e conta com uma carteira de 17 milhões de
clientes em todo o País. Essa faixa de investidores já representa
5% do faturamento total da companhia, um percentual cerca de 65%
maior do que o registrado em 2008.
A
participação de jovens em planos de previdência privada confirma
estudos recentes de mercado, que apontam que 20% dos investidores
dessa faixa etária, a chamada geração Y, já possuem esse tipo de
aplicação financeira. Além disso, embora sejam ousados em diversas
atitudes que adotam na vida profissional e pessoal, quando se
trata de investimento, os jovens são conservadores, optando por
colocar a maior parte dos seus recursos na poupança (82,1%).
Entende-se como geração Y os “nativos digitais”, ou seja, aqueles
que cresceram na era da internet. Na Seguros Unimed, essa faixa da
população representa cerca de 15,8% dos clientes da Previdência
Complementar. Já os nascidos entre 1966 e 77, de 34 a 45 anos,
integrantes da geração X, somam quase 26% dos que tem Previdência
Complementar, a mesma média apontada na pesquisa citada.
“Esse
comportamento da geração Y encontra perfeita sintonia com a
necessidade estratégica do país de aumentar a cultura da sociedade
em reconhecer a poupança interna promovida pelo acúmulo da
previdência privada”, avalia Alexandre Ruschi, diretor-técnico da
Seguros Unimed.
Perspectivas de mercado
O atual
momento de incerteza na economia mundial reforça o comportamento
dos investidores que buscam aplicações financeiras mais
conservadoras, incluindo a geração Y. Adicionalmente a esse
panorama, os jovens percebem os seguros de vida e de previdência
complementar aberta como importante elo na cadeia dos mecanismos
de proteção contra perdas do poder aquisitivo na aposentadoria.
No
Brasil, há algumas décadas, esse risco era inexpressivo, tendo em
vista a grande participação dos jovens no conjunto da população,
com contribuições que financiavam as aposentadorias e pensões dos
idosos.
Hoje,
a realidade é diferente: a população brasileira com mais de 65
anos, que se mantivera em torno dos 3% do total até 1970, pode
alcançar os 13% em 2020, níveis de União Europeia em 2050. Os
seguros de vida e a previdência privada aberta são fundamentais na
preparação que as pessoas fazem de seus futuros e como complemento
à previdência oficial.
Manutenção preventiva de bombas e carburadores é garantia de
tranquilidade e economia nas
férias
Com o início das férias, milhões de
pessoas estarão colocando seus carros nas estradas nas próximas
semanas. Mas, sem a manutenção adequada, muitos ficarão pelo
caminho. Durante 2010, apenas nas rodovias privadas do país, foram
registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos em decorrência de
panes mecânicas ou elétricas.
Na
maioria das vezes, os problemas encontrados são causados por
falhas simples, que poderiam ser corrigidas com uma manutenção
preventiva rápida e barata. Em outras situações, o motorista até
consegue chegar ao destino, mas sofre ao longo da viagem com a
falta de potência do veículo, alto consumo ou superaquecimento por
não ter feito uma checagem prévia na sua oficina de confiança.
Com
décadas de experiência na produção de carburadores, bombas de
água, óleo e combustível, a equipe técnica das marcas Urba e
Brosol reuniu algumas dicas sobre como verificar corretamente os
principais sistemas do motor antes de partir. Dessa forma, é
possível poupar na oficina, economizar combustível e lubrificante,
reduzir a poluição do ar e ficar apenas com ótimas lembranças do
verão.
Sistema de Alimentação
A
manutenção do sistema de alimentação de combustível pode começar
com uma inspeção detalhada de toda a tubulação, verificando sua
integridade e possíveis vazamentos. Se o filtro estiver próximo do
período recomendado para a troca, é oportuno substituí-lo
preventivamente. Caso o veículo seja antigo ou tenha sinais de
sujeira na linha, pode ser interessante limpar o tanque.
O
próximo passo é testar a pressão e vazão da bomba (mecânica ou
elétrica) com o equipamento adequado, checar os injetores ou, se o
modelo tiver carburador, realizar uma limpeza completa, trocar as
peças gastas e efetuar a regulagem. É preciso revisar também os
componentes elétricos, como a bobina, distribuidor (se houver),
cabos e velas. E, para finalizar, conferir as emissões de
poluentes. Nas viagens, é preciso estar alerta para fugir dos
combustíveis adulterados.
Sistema de Arrefecimento
O
sistema de arrefecimento deve passar primeiro por uma inspeção
visual, onde deve ser conferido o estado do radiador, reservatório
de expansão (é importante testar o funcionamento da sua tampa com
a ferramenta adequada), mangueiras e abraçadeiras. A válvula
termostática e os sensores de temperatura precisam ser retirados,
limpos e checados. Ao menor sinal de falha, o ideal é trocar as
peças.
A bomba
de água merece uma atenção especial. Nas férias, é comum andar com
o carro lotado, sob um calor intenso e no trânsito congestionado.
É preciso ver se não existem vazamentos ou ruídos vindos do
rolamento. Também é fundamental avaliar o estado da polia, correia
e tensionador do seu acionamento. Mas todo o trabalho será perdido
se o líquido de arrefecimento estiver com impurezas e sem o
aditivo. O ideal é trocá-lo, ao menos, uma vez por ano ou a cada
10.000 Km.
No
verão, é preciso dirigir atento ao indicador de temperatura. Caso
ultrapasse os 90°C, o ideal é buscar um local seguro e parar o
veículo o quanto antes. Depois, esperar que o motor esfrie
naturalmente. Jogar água fria ou abrir a tampa do reservatório
apenas causará danos maiores e acidentes com queimaduras.
Sistema de Lubrificação
O
sistema de lubrificação não costuma apresentar problemas durante
toda a vida do motor. Mas, para isso, o primeiro cuidado é
realizar as trocas de lubrificante e filtro sempre nos intervalos
indicados pela montadora. O combustível adulterado é outro grande
vilão, pois ataca o óleo, cria borras e outras impurezas. Na hora
da revisão, é recomendável apenas conferir a pressão de trabalho.
Se estiver fora do padrão, poderá ser preciso trocar a bomba ou
realizar uma limpeza profunda.
“Na
maioria das vezes, uma manutenção preventiva custa o mesmo que
encher o tanque e pode evitar gastos de milhares de reais, além de
tornar a viagem mais tranquila e menos desgastante para o
motorista. Quem tenta economizar nessa hora quase sempre estraga
as férias e começa o ano com uma conta inesperada para pagar”,
reforça o gestor de assistência técnica Raphael Lioi.
Tradição em Autopeças
As
marcas Urba e Brosol reúnem mais de 60 anos de tradição em
autopeças. Fundada em 1948, a Urba foi a primeira fabricante
nacional de bombas de água, produzindo inicialmente peças de
reposição para modelos importados. A Brosol foi criada em 1959
para produzir os carburadores Solex e bombas mecânicas de
combustível no país, de forma a atender às primeiras montadoras.
Durante as férias atenção à segurança deve ser redobrada
É comum, em época de férias, as pessoas estarem mais relaxadas e
distraídas, afinal, procuram aproveitar e descansar ao máximo
para, quando retornarem às atividades normais, estarem totalmente
recuperadas para mais um longo período de trabalho. Aí é que está
o grande perigo, já que os marginais, normalmente, estão sempre
atrás do alvo mais fácil e esperam por um descuido da vítima.
Para o consultor em segurança Nilton
Migdal, da Migdal Consulting, o roubo também migra nas férias,
prova disso, segundo ele, são os constantes arrastões divulgados
pela mídia durante a alta temporada em cidades como Guarujá e
Campos do Jordão. “Cuidados comuns de serem tomados em São Paulo
já não são os seguidos em casas de veraneio; ao viajarmos, não nos
preocupamos muito com o quanto nossa casa de temporada é segura,
não nos preocupamos com o local onde estacionamos nosso carro.
Detalhes como esses são importantes, pois uma pessoa prevenida
reduz drasticamente a chance de ser alvo dos criminosos”, afirma.
Outro
perigo constante é a residência em São Paulo, que fica, por dias,
fechada e sem movimento. “Não se pode esquecer de desligar a
campainha e os telefones, cancelar ou transferir a entrega de
jornais, pedir para que um vizinho de confiança apanhe as
correspondências, além de não comentar com as pessoas a respeito
de sua viagem. Como não existe segurança 100% e a prevenção nunca
é demais, também recomendo que objetos de muito valor sejam
deixados no cofre de um banco” alerta Migdal.
A
liberdade da garotada também aumenta sensivelmente nesta época do
ano, já que estão dispensadas das tarefas escolares e ganham mais
tempo livre para a diversão. Porém, a violência é um lado negativo
esquecido por muitos pais. “Com as crianças longe do colégio, elas
passam a freqüentar clubes, casa de colegas ou até mesmo brincar
na rua de forma mais constante, o que aumenta o tempo de exposição
delas à ação de marginais, principalmente quando os pais trabalham
e não podem acompanhá-las com maior proximidade”, explica o
consultor. Segundo ele, é preciso dialogar muito com as crianças,
estabelecer determinadas regras e exigir que elas cumpram com o
combinado. “Também é importante que estejam sempre em grupo e, se
possível, que pelo menos um adulto as acompanhe, além disso, é
interessante terem um celular à disposição com os números dos pais
registrados”, aconselha Migdal.
Outra
dica interessante fornecida pelo profissional é que as crianças
tenham sempre um apito e saibam que só devem utilizá-lo em
emergências, caso estejam perdidas ou sendo seguidas por algum
estranho, por exemplo. Também é de grande valia, segundo o
consultor, quando as crianças têm de ir a banheiros públicos em
Shoppings, parques, bem como outros locais públicos. “A intenção
não é de causar nenhum tipo de paranóia ou histeria, mas as
pessoas precisam ter consciência de que a situação de violência
nos grandes centros urbanos, bem como em cidades de veraneio, é
grande e, se desejam ter férias tranqüilas, esse tipo de
comportamento será benéfico, pois reduzirá em grande proporção a
possibilidade de se tornar uma vítima da ação de bandidos”,
finaliza
Cuidados na hora de comprar um carro usado
Muitos consumidores optam por
comprar um veículo usado, principalmente, por apresentar um valor
mais baixo que o zero quilômetro. No entanto, é preciso estar
atento a uma série de fatores para que a aquisição não represente,
posteriormente, um problema ao consumidor. Para garantir a
tranquilidade do futuro proprietário do veículo usado, a Dra.
Gisele Friso, advogada e consultora jurídica na G.Friso
Consultoria Jurídica, especializada em Direito do Consumidor, dá
dicas importantes na hora de efetuar a compra:
- Opte por uma concessionária
estabelecida de forma regular e que tenha boas referências.
- Evite comprar direto de um
particular, pois, caso haja algum problema com o veículo, não será
possível reclamar junto ao Procon, já que não se tratou de uma
relação de consumo, uma vez que a pessoa que vendeu o carro não é
considerada fornecedor perante o Código de Defesa do Consumidor.
- Verifique se o número do chassi é
o mesmo que consta no certificado de propriedade do veículo.
- Conte com o suporte de um mecânico
para constatar o estado de conservação da parte mecânica e da
funilaria do veículo.
- Procure saber se o veículo possui
multas – com o número do RENAVAM, o consumidor pode consultar o
site do DETRAN (www.detran.sp.gov.br)
ou da fazenda (www.fazenda.sp.gov.br).
- Fique atento às exigências do
DETRAN para transferência da documentação do veículo para seu
nome: comprovante de pagamento do IPVA (Imposto sobre a
Propriedade de Veículos Automotores), do DPVAT (seguro
obrigatório) e das multas; certificado de registro e licenciamento
de veículo (CRV); certificado de transferência (DUT) datado,
preenchido e com firma reconhecida.
- Vale lembrar que o veículo deve
ser transferido assim que for efetuado o reconhecimento da firma,
já que o prazo para efetuar a transferência é de 30 dias. Se
ultrapassar esse prazo, o comprador pagará multa.
- Para evitar que ocorrências
anteriores à sua compra sejam de sua responsabilidade, exija o
recibo com data e hora da retirada do veículo, além da nota
fiscal.
- Segundo o Código de Defesa do
Consumidor, se houver constatação de vícios (problemas) no
veículo, o consumidor terá um prazo de 90 dias para reclamar. Após
a reclamação se não houver a solução até um prazo de, no máximo,
30 dias, o consumidor poderá exigir a troca do veículo; o
cancelamento da compra, com a devolução da quantia paga; ou o
abatimento proporcional do preço.
- Muitas lojas trazem em seus
contratos de venda de veículo uma cláusula estabelecendo que a
garantia é de 90 dias para "motor e câmbio".
Entretanto, essa cláusula é inválida, visto que o Código de Defesa
do Consumidor estabelece um prazo de 90 dias como garantia
ilimitada, ou seja, o fornecedor é responsável por qualquer vício
dentro desse prazo - ressalvados os casos de desgaste normal do
veículo.
- Por fim, se o consumidor entregou
como parte do pagamento do carro recém adquirido o carro antigo, é
necessário que ele informe ao DETRAN sobre a transferência do
veículo, em 30 dias. Além de ser uma obrigação estabelecida pelo
Código Brasileiro de Trânsito, servirá como prova de que o carro
foi entregue à loja, evitando multas e cobranças indesejadas, caso
o veículo seja vendido e o novo proprietário não o transfira.
Gristec explica o ‘Cadastro de motoristas’
Criado há cerca de 15 anos, o
Cadastro de Motoristas, cujo nome correto é ‘Perfil do Motorista
Profissional’, traz diversas discussões no Brasil inteiro. Diante
disso, a Gristec (www.gristec.com.br),
Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de
Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento, tem como objetivo
explicar corretamente como funciona a avaliação do perfil
profissional e quais são os benefícios dele.
De
acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec, é importante
que o assunto seja esclarecido para que o mercado, finalmente,
possa avaliar as vantagens desse cadastro, o qual viabiliza o
transporte de cargas no Brasil.
Para
isso, Buonavoglia responde às principais perguntas sobre o perfil:
O que é
o Perfil do Profissional?
Cyro
Buonavoglia: É uma ferramenta online que analisa o perfil do
motorista e seu histórico profissional. Através dessas informações
é possível recomendar esse profissional para uma determinada
viagem por meio de análise dos dados. Na década de 90 houve uma
migração das quadrilhas que roubavam bancos, em virtude das
medidas de proteção implementadas pelo setor bancário para o roubo
de cargas. Por isso foi criado o cadastro há cerca de 15 anos por
seguradoras e transportadoras, é online e cada gerenciadora de
risco tem o seu. Possui informações que estão disponíveis na
Justiça – se a pessoa tem problemas judiciais na área patrimonial
e outras informações normais que qualquer contratação profissional
pode pedir. A cada seis meses o cadastro é atualizado e quem
possui problemas de condenações contra o patrimônio não é
recomendado para transportar mercadorias de alto valor agregado.
Quais
são os benefícios para o motorista?
CB: O
perfil é positivo para quem é idôneo, experiente e disciplinado,
pois facilita para ele conseguir cargas melhores e mais bem
remuneradas para transportar. Ou seja, permite um frete melhor,
renda maior para esse motorista. E de forma alguma o Perfil do
Profissional restringe o direito do profissional de trabalhar. Ele
somente faz a adequação do motorista ao serviço que será prestado.
E os
benefícios para o empregador e o mercado? Quais são?
CB:
Para o empregador é importantíssimo saber se a pessoa que ele está
contratando é idônea, experiente e tem boas referências. Assim,
com o aumento da confiança, o profissional é mais valorizado,
inclusive financeiramente, já que ele pode receber mais por isso.
Qual é
a abrangência do cadastro? E quais profissionais ele engloba?
CB: A
abrangência tem que ser nacional para que surta efeito, mas
existem pessoas cadastradas no Cone Sul também. Ele engloba o
motorista autônomo, os agregados e os profissionais fixos também
(funcionários).
E quais
são as vantagens para o mercado como um todo?
CB: O
cadastro viabiliza a existência das carteiras de transportes das
companhias seguradoras. Sem o cadastro de motoristas, o número de
roubos seria tão grande que nenhuma seguradora conseguiria manter
uma carteira de seguros de transportes de cargas, principalmente
se considerarmos que mais de 60% do PIB nacional é transportado
sobre o modal rodoviário. Isto faz parte do custo Brasil.
Ameaças
CB:
Existe um equívoco de interpretação do Ministério Público do
Trabalho relativo ao cadastro de motoristas, no sentido de
entender que em algum momento as gerenciadoras de riscos impedem
aos motoristas de executar o seu trabalho. Inclusive algumas
gerenciadoras de riscos já estão sendo alvo de ações civis
públicas, visando eliminar os seus cadastros de profissionais. Na
verdade nenhuma gerenciadora de riscos impede o motorista de
exercer a sua função, ela apenas limita o risco de cada viagem de
acordo com as qualificações do profissional.
Fornecedor que oferece garantia estendida pode ter de contratar
seguradora
Os fornecedores, fabricantes e os
distribuidores que concederem garantia estendida na compra de bens
duráveis poderão ter de contratar cobertura de segurada, com a
aprovação do projeto de lei 2285/11, que tramita na Câmara.
De
acordo com a Agência Câmara, o projeto pretende evitar que o
consumidor fique desamparado, em caso de fechamento da empresa que
concede a garantia.
“Essas
garantias não oferecem nenhuma segurança de que serão cumpridas de
fato. Os consumidores ficam desamparados ao se deparar com
circunstâncias que impliquem o total desaparecimento da
concedente, como falência, fim das operações no País, mudança de
ramo ou mero fechamento da empresa”, argumentou o autor da
proposta, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP).
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas
comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de
Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Info Money
Pacientes com glaucoma podem continuar dirigindo?
Uma vez que dirigir é uma habilidade complexa, nossa capacidade
de dirigir com segurança pode ser desafiada por mudanças físicas,
emocionais e mentais
Para a maioria das pessoas,
dirigir representa liberdade, independência, controle
e competência. A capacidade de dirigir permite que a maioria das
pessoas possa ir a qualquer lugar, quando desejar... “No entanto,
a condução de um veículo é uma habilidade complexa. Nossa
capacidade de dirigir com segurança pode ser desafiada
por mudanças em nossa condição física, emocional e mental”,
observa o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO,
Instituto de Moléstias Oculares.
“O
glaucoma pode causar perda de visão parcial ou integral, o
que pode fazer com que o paciente com a doença tenha mais
dificuldades para dirigir o seu automóvel. Se o glaucoma for
detectado cedo e o paciente não apresentar perda significativa do
seu campo visual, ele pode ser capaz de continuar dirigindo. No
entanto, para manter uma condução segura e confiante, o melhor a
fazer é consultar um oftalmologista para uma avaliação mais
aprofundada”, recomenda o médico.
Glaucoma e seu impacto na direção
O
glaucoma pode causar perda de visão parcial ou cegueira total. A
doença geralmente afeta a visão periférica, aquela parte da visão
que nos permite ver “com o canto do olho”.
“Muitas
vezes, o glaucoma afeta a visão periférica e os indivíduos podem
não estar cientes desta perda de visão até uma fase mais avançada
da doença, quando ocorrem alterações substanciais na visão. Assim,
se o paciente tem glaucoma e dirige, pode não enxergar outros
carros, ciclistas ou pedestres que estejam fora do seu campo de
visão central”, explica o oftalmologista Ricardo Giacometti
Machado, que também integra o corpo clínico do IMO.
Pessoas
com glaucoma podem dirigir?
“Muitas
vezes, os pacientes com glaucoma se perguntam se eles
podem continuar dirigindo. A resposta é provavelmente sim, se
o glaucoma é diagnosticado cedo, e se o paciente não
apresenta perda significativa em seu campo visual. Isto porque
quando o diagnóstico é feito no início da doença, o oftalmologista
pode tratar o glaucoma apropriadamente, retardando sua
progressão”, diz Ricardo Giacometti Machado.
Ou
seja, visando a prevenção do glaucoma, é muito importante ir ao
oftalmologista, pelo menos uma vez ao ano, para que um exame
oftalmológico completo seja realizado.
“Além
disso, os que possuem fatores de risco como hipertensão, diabetes
e glaucoma na família devem fazer avaliações visuais, de seis em
seis meses, para verificação da pressão do campo visual e do fundo
do olho”, recomenda o médico.
Para
ter um bom prognóstico, o glaucoma depende essencialmente do
diagnóstico precoce e da prevenção. “A única forma segura de
evitar suas conseqüências é fazer consultas periódicas com o
oftalmologista, que está preparado para medir a pressão
intra-ocular, bem como examinar o nervo óptico por meio do exame
de fundo de olho. Havendo suspeita de glaucoma, ele poderá
solicitar exames de campo visual para verificar sua possível
diminuição”, informa Ricardo Giacometti Machado.
Dependendo da suspeita, o oftalmologista pode solicitar exames de
imagem para auxiliar no diagnóstico. O OCT conta, hoje, com
tecnologia suficiente para fornecer uma análise transversal do
nervo óptico, o que é muito importante para acompanhar pacientes
com hipertensão ocular e a própria progressão do glaucoma.
“A
tonometria é apontada como um exame essencial também, pois é capaz
de rastrear o aparecimento do glaucoma. Ao medir a pressão ocular,
por meio do tonômetro, o oftalmologista pode detectar a presença
de hipertensão ocular, que pode ou não ser diagnosticada como
glaucoma, de acordo com alterações no campo visual e na papila
óptica. Feitos com cuidado e regularidade estes exames podem
auxiliar a identificar os pacientes saudáveis e os que já
apresentam os primeiros sinais de danos glaucomatososos”, afirma o
oftalmologista.
Glaucoma x autonomia para dirigir
Desistir de dirigir é difícil, principalmente quando o paciente
com glaucoma é jovem, pois valorizamos nossa independência e
queremos mantê-la o maior tempo possível. “No entanto,
é importante saber quando parar ou quando é necessário pedir
ajuda, visando manter a própria segurança e a integridade dos
demais nas ruas e estradas”, destaca Ricardo Giacometti Machado.
A
seguir, o médico enumera alguns sinais que indicam que o paciente
com glaucoma deve parar de dirigir:
Quando
há perda da visão lateral: isso pode tornar mais difícil ver e
reagir a tempo para evitar obstáculos na estrada, como outros
veículos e pedestres;
Quando
há sensibilidade à luz: se seus olhos estão levando mais
tempo para se ajustarem à luz do sol ou ao brilho dos faróis à
noite;
Quando
a visão fica turva: isto pode tornar mais difícil
distinguir imagens claras e de ver o movimento, como os carros que
passam ou alguém atravessando a rua;
Quando
são registrados acidentes ou "quase acidentes": mesmo motoristas
com visão perfeita podem sofrer acidentes. Mas se o paciente com
glaucoma se envolver em colisões onde claramente a culpa é sua,
é melhor reavaliar a sua capacidade de dirigir com segurança.
Por
fim, é preciso ouvir um oftalmologista para se certificar que
dirigir é a conduta mais apropriada. Ricardo Giacometti Machado
lembra que ao decidir parar de dirigir, o paciente com glaucoma
deve procurar alternativas para manter a sua independência e sua
capacidade de locomoção.
“Caso o
paciente não possa mais dirigir, não é preciso desistir dos seus
planos. É preciso considerar outras possibilidades de locomoção,
tais como fazer passeios com membros da família e amigos que
dirijam ou usar o transporte público: ônibus, metrô e trem”,
recomenda o médico.
Abrir mão para pagar menos
Quer economizar na hora de assinar a
apólice? Saiba o que você pode fazer para baixar o preço do seguro
Procurar o melhor negócio e perguntar sempre se é possível pagar
menos. Ao seguir essas recomendações simples, a especialista em
importação Flavia Felgueiras economizou quase 2000 reais ao fazer
o seguro do seu New Beetle 2008. O recurso foi simples: Flavia
optou por elevar o valor da franquia e obteve um belo desconto no
prêmio. Mágica? Não, estatística. O preço de um seguro, chamado
prêmio, é calculado pela probabilidade de ocorrer um acidente,
tecnicamente chamado de sinistro. Dados como perfil do segurado,
localização e utilização do veículo são preponderantes na hora de
definir o preço do seguro. Alguns detalhes não podem ser mudados.
Idade, por exemplo. Os seguros sempre serão mais salgados para
motoristas com idade entre 18 e 25 anos. Além de serem mais jovens
e estatisticamente mais dispostos a dirigir perigosamente, esses
motoristas em geral estudam e, para piorar a situação, as
redondezas de universidades são consideradas pontos críticos pelas
seguradoras, por serem áreas de alta incidência de furtos de
veículos.
Entretanto o segurado não precisa se conformar com o que as
companhias oferecem, e pode conseguir pagar menos se souber
negociar antes de assinar o contrato. Algumas empresas oferecem
bons descontos a quem instalar equipamentos que protejam o carro
de roubos, como rastreadores e dispositivos que impedem que o
carro seja ligado.
Outro
recurso, se o carro for dividido por um casal, é fazer o seguro no
nome dela. “As estatísticas provam que as mulheres são mais
cautelosas ao dirigir, por isso as seguradoras cobram menos”, diz
o consultor Anderson Tonhato, da Stremo Consultoria.
Foi o
que fez Flavia, ao perceber que o seguro no nome do marido
custaria bem mais caro. “Não fazsentido, pois os dois dirigem o
carro quase na mesma proporção”, diz ela. Mesmo não fazendo
sentido, é assim que o mercado funciona, e Flavia aproveitou as
regras do jogo para economizar.
Outro
recurso é pedir para a seguradora elevar o valor da franquia, que
é paga pelo segurado somente em caso de sinistro. Ela funciona
como uma garantia de que o segurado não vai mandar o automóvel
para a funilaria à custa da seguradora toda vez que alguém
encostar no para-choque no estacionamento do supermercado. Ao
aumentar o valor da franquia, o segurado praticamente se obriga a
reparar por conta própria acidentes que provocarem danos leves ou
médios.
No caso
de Flavia, essa decisão cortou drasticamente os gastos. A franquia
sugerida pela seguradora na apólice de seu New Beetle era de cerca
de 2000 reais, e o seguro custaria 3700 reais. O carro era
zeroquilômetro e era sua primeira apólice, então não adiantava
pensar em bônus de renovação.
Menos
pode ser menos Flavia e o marido já haviam se conformado com a
despesa quando se lembraram de outra corretora de seguros que os
atendia no passado. “Telefonamos e, quando explicamos o problema,
ela sugeriu aumentar a franquia”, diz Flavia. Elevando o valor
para 5000 reais, o seguro caiu para cerca de 1700 reais, o que
representou uma economia de 55%.
Baixar
a apólice em 2 000 reais com apenas um telefonema tem um custo,
que muitas vezes não é percebido pelo segurado. Ao fazer isso, o
segurado está abrindo mão de uma parte da proteção a que teria
direito se pagasse mais. Assim, em vez de poder contar com a
seguradora em pequenos e médios acidentes, o segurado terá de se
conformar em pagar tais consertos do próprio bolso.
Quando
vale a pena pedir para aumentar a franquia? A recomendação dos
especialistas é analisar o próprio perfil de riscos. Os casos mais
indicados são aqueles em que a probabilidade de acidentes é menor.
Quem usa pouco o carro, dirige com cuidado e sempre estaciona em
garagens fechadas pode correr um pouco mais de risco e economizar
na hora do seguro. Já os motoristas que usam o carro por mais
tempo, estão sempre na rua, trafegando por regiões onde a
probabilidade de um acidente é maior, deveriam optar por pagar
mais caro e ter mais proteção.
“O
preço é importante, mas não deve ser o único fator de decisão”,
diz Tonhato. “O segurado pode fazer um seguro para não precisar
usá-lo, mas tem de pensar nos problemas que terá se o sinistro
ocorrer e se a cobertura for insuficiente.”