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É apenas um cão!!!”

De vez em quando escuto alguém me dizer: “Pára com isso! É apenas um cão!!!”  Ou então, “Mas é muito dinheiro pra se gastar com ele! É apenas um cão!” . Leia o resto clicando aqui

 

Estão nos matando por esporte, ajude-nos!
 

Respeite todos os animais. Temos sentimentos, sofremos quando nos maltratam, sentimos dor como vocês e também nâo queremos morrer e nem virar pele de casaco.

 

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

 

"Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem"

rinhas
Leonardo da Vinci

 
 

“Enquanto o homem continuar a ser des- truidor impiedoso dos seres animados dos planos inferio- res, não conhecerá a saúde e a paz. Enquanto os homens massacrarem os ani- mais, eles se mata- rão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.”

Pitágoras

 

"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual."

 

(Perde o gato - crônica de Carlos Drummond de Andrade)

 
 Edição de Março de 2010

Zoonoses

 

Zoonozes são doenças de animais transmissíveis ao homem, bem como aquelas transmitidas do homem para os animais. Os agentes que desencadeiam essas afecções podem ser microorganismos diversos, como bactérias, fungos, vírus, helmintos e rickéttsias.

    A partir do momento em que homem dominou a agricultura e o pecuarismo, deixando de viver como nômade e se estabelecendo próximo a fontes de água e alterando esses ambientes, ele desencadeou as primeiras zoonozes. Não só por estar entrando em contato com mosquitos e insetos, mas esses povos, com abundância de alimentos começaram a crescer rapidamente. Agora imaginem, sem o conhecimento, eles evacuavam nessas fontes de água e bebiam da mesma, antes como nômades, eles migrariam dali e os mecanismos naturais tornariam essa fonte de água potável novamente, porém agora instalados nessa área com tudo o que eles precisam, criando animais soltos dentro de suas casas e em pobres condições higiênicas, seria uma questão de tempo até o surgimento de novas doenças.

    Nos tempos atuais, a abertura de estradas através da floresta e a construção de novas cidades no interior leva o homem a invadir o ambiente natural de numerosas zoonoses, como a leishmaniose e a febre amarela silvestre. A intromissão tem como conseqüência a inclusão do homem no ciclo de desenvolvimento da doença.

    O termo antropozoonose se aplica a doenças em que a participação humana no ciclo do parasito é apenas acidental, ou secundária, como ocorre na hidatidose. Nessa parasitose, o ciclo se completa entre cães, que hospedam a forma adulta do parasito, e carneiros, que abrigam a forma larvária. O homem, ao ingerir os ovos provenientes do cão, passa a comportar-se como hospedeiro intermediário, no qual só se desenvolve a forma larvária. O termo zooantroponose se aplica a parasitoses próprias do homem, que acidentalmente podem transferir-se para animais. É o exemplo da amebíase causada pela Entamoeba histolytica, que acidentalmente pode manifestar-se em cães.

    Existem, no entanto, muitos parasitos que não causam doenças em animais, mas que, transmitidos ao homem, encontram nesse novo hospedeiro melhores condições de desenvolvimento e multiplicam-se ativamente, aproveitando-se das insuficiências defensivas desse último e acarretando graves lesões. As variantes dessa situação, envolvendo o homem, o agente etiológico e os animais reservatórios, são muito freqüentes na natureza.

    Nas comunidades selvagens, o parasito ocupa seu lugar hospedado em animais e transmitido por artrópodes hematófagos. A esse ambiente dá-se o nome de nicho ecológico da doença. A leishmaniose cutâneo-mucosa, doença causada por um protozoário, a Leishmania braziliensis, tem seu ciclo de desenvolvimento entre os roedores (hospedeiros), a Leishmania (parasito) e os flebótomos (transmissores), pequenos insetos hematófagos que vivem na copa das árvores. A doença se mantém dessa forma na natureza até à chegada do homem que, para construir estradas, derruba árvores e permite que o flebótomo possa alcançá-lo e lhe transmita o parasito.

 

Fonte: Wikipédia

Bibliografia

H. Krauss, A. Weber, M. Appel, B. Enders, A. v. Graevenitz, H. D. Isenberg, H. G. Schiefer, W. Slenczka, H. Zahner: Zoonoses. Infectious Diseases Transmissible from Animals to Humans. 3rd Edition, 456 pages. ASM Press. American Society for Microbiology, Washington DC., USA. 2003. ISBN 1-55581-236-8


7 respostas sobre: Quimioterapia em pets

 

Os pets também podem sofrer com o aparecimento de cânceres e assim como nos humanos o tratamento indicado para a doença é a quimioterapia. O responsável pelo Setor de Oncologia do Hospital Veterinário Pet Care, o médico veterinário Alex Lafarti de Sena responde as dúvidas mais frequentes a respeito do tema 

 

1. O que é quimioterapia?

O uso de uma droga ou químico para tratar qualquer doença é uma quimioterapia, mas esse termo normalmente se refere ao uso de drogas para tratar câncer. O objetivo da quimioterapia na veterinária é aumentar expectativa de vida e melhorar a qualidade de vida desses animais com câncer.

 

2. Como a quimioterapia funciona?

Câncer pode ser definido como um crescimento celular rápido e encontrolável. Drogas anticancerígenas funcionam bloqueando o crescimento e a divisão celular. Diferentes drogas agem em diferentes fases desses processos. Em muitos casos, uma combinação de drogas é a maneira mais efetiva de matar as células cancerígenas ou retardar o seu crescimento.

 

3. Como o medicamento é administrado?

A maioria das drogas anticancerígenas é dadas por boca ou por injeções. A via escolhida (endovenosa, subcutânea ou oral) depende do tipo de droga e do tipo do câncer.

 

4. Quanto tempo meu animal vai receber quimioterapia?

A duração e a frequência da administração das drogas depende do tipo do câncer e da tolerância do paciente a essas drogas. O tratamento pode ser diário, semanal ou mensal.

 

5. Eu tenho risco de exposição a essas drogas?

Sim. As maiorias dos quimioterápicos são muito potentes e devem ser manuseados com cuidado. Alguns são carcinogênicos e podem causar câncer com exposição prolongada. Com drogas administradas por via oral é importante manter os comprimidos ou cápsulas fora do alcance de crianças em recipientes adequados. Quando manusear essas drogas deve-se usar luvas. A urina e as fezes do animal podem ser contaminadas com componentes ativos da droga por vários dias após a administração. Sempre evite o contato direto com urina e fezes de animais recebendo quimioterapia. Use luvas para limpar os dejetos e lave bem as superfícies.

 

 

6. Meu animal vai ter efeitos colaterais?

Pode ser. Veterinários tentam escolher dosagens e combinações que causem os menores efeitos colaterais possíveis. O ideal seria o animal que recebe quimioterapia não perceber que ele ou ela está doente. Entretanto, as drogas usadas são extremamente potentes e efeitos colaterais podem ocorrer.  O potencial para efeitos colaterais deve ser considerado em relação aos benefícios da quimioterapia e dos efeitos adversos de deixar o câncer sem tratamento. A escolha da quimioterapia para seu animal é uma decisão individual.

 

7. Que tipo de efeitos colaterais podem ocorrer?

Os efeitos colaterais ocorrem porque as células normais do corpo também são expostas aos quimioterápicos. As células mais sensíveis estão no sangue (toda droga quimioterápica tem efeito ielossupressor), trato gastro-intestinal, pele e sistema reprodutor. Conseqüentemente, potenciais efeitos colaterais incluem infecções, sangramentos, diminuição do apetite, vômitos, diarréia, pelame mais fino ou alterações da cor dos pelos e esterilidade. Raramente, associado com drogas específicas, pode ocorrer desconforto da bexiga, lesão renal e alterações cardíacas.

O efeito adverso mais severo é infecções agressivas levando à morte.  O efeito colateral mais frequentemente descrito pelos donos é que os animais parecem “desligados” por 1 ou 2 dias. Isso deve significar que o animal fica discretamente menos ativo e excitado que o normal para comer. Mais raramente o animal pode pular 1 ou 2 refeições, ter um episódio de vômito ou diarréia, sangue na urina ou ficar letárgico. Infelizmente não há como prever qual animal vai ter reações mais severas. O animal recebendo quimioterapia precisa ser observado de perto e ser levado ao veterinário aos primeiros sinais de doença ou alterações comportamentais.


Cães grandes em espaços pequenos

 

 

Você escolheu, pensou, consultou um veterinário que lhe deu muitas dicas, e finalmente se decidiu: o cão ideal para correr pelo quintal da sua casa seria um golden retrivier, ou um doberman, ou dálmata, boxer, até mesmo um dinamarquês. Mas a vida dá voltas, e você teve que se mudar para um apartamento onde mal há espaço para que seu amigo se movimente sem esbarrar nas coisas. E agora?
    Bem, meu primeiro conselho seria tentar encontrar um familiar ou amigo, alguém de confiança que realmente quisesse ficar com o cachorro, que gostaria de cuidar dele. Que ele pudesse continuar em uma casa, com terreno onde pudesse se exercitar livremente, e de preferência num local onde você possa visita-lo sempre que quiser.
    “Isso nem pensar! Meu amigo e eu somos muito grudados, e um não vive longe do outro!”
Hum... ok. Isso é bom. Mas se você tem que ter noção de que agora terá muito mais trabalho do que antes. Ficar com seu cachorrão dentro do apartamento é até possível, mas vai demandar muito esforço.

 

 

   Em primeiro lugar, ele não pode incomodar os vizinhos. Se ele estava acostumado a latir muito, lembre-se que agora você tem alguém morando bem ao lado, parede com parede com a sua casa. E convenhamos que o latido de um cachorro grande costuma ser de balançar as paredes. Então, o primeiro passo é controlar esses latidos. Isso pode ser feito conversando com seu médico veterinário. Ele pode lhe dar várias dicas, ou lhe indicar um adestrador que lhe ajude a solucionar o problema.
    Depois, vem o problema da falta de espaço. Lembre-se, além da falta que ele vai sentir de fazer exercício, na casa antiga, seu cachorro estava acostumado a fazer as necessidades quando queria, e isso mudou. Você deve passear com ele pelo menos três vezes ao dia, tanto para que ele se exercite, quanto para que se acostume a fazer as necessidades somente na rua. “Mas três vezes não é demais?”. Demais? Imagine se você só pudesse ir ao banheiro três vezes ao dia...
    Caso não tenha tempo para isso, você pode contratar um “passeador” que pegará seu cão na sua casa e o levará para a caminhar na rua.
    Ah, e não se esqueça de levar um saco plástico na caminhada. Já reparou o tamanho do “número dois” do seu cachorrão? Pois é, ninguém vai gostar de pisar num desses bem no meio da calçada. Portanto, cate as fezes logo depois dele fazer (coloque o saco na mão como se fosse uma luva, e depois de recolher vire ao contrário).
Assim, seu amigo vai sentir menos a mudança de ambiente, e vocês vão poder ficar juntos, mesmo dentro de um “apertamento”.

 

Dr. Jayme Sandall Júnior

Urgências:9928-2337


Vetnil desenvolve suplemento alimentar para o controle do peso corporal dos animais de estimação

A falta de exercícios físicos e de uma alimentação balanceada são as principais causas da obesidade entre animais domésticos, mas a castração, o estresse e a solidão também contribuem para o desenvolvimento da doença

 

O número crescente de animais domésticos obesos chama a atenção dos especialistas. Segundo o relatório do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos, estima-se que já sejam 40% os cães americanos e 20% os cães brasileiros obesos. No mundo ocidental, 25% de toda a população de cães e gatos é gorda.

    Nos animais, a obesidade pode ter causa fisiológica, pela ingestão de alimentos inadequados e falta de atividade física, ou patológica, ocasionado por disfunções hormonais. A primeira causa geralmente deriva da forma de criação e do desequilíbrio entre a ingestão e o gasto energético resultante da vida reclusa em apartamentos. Quando é patológico, o problema pode estar relacionado ao estresse, à solidão ou à carência afetiva do pet, podendo desencadear diabetes, problemas cardíacos, de coluna e no aparelho locomotor, entre outros. Nesse caso, a vida atribulada do dono muitas vezes implica em menos atenção ao animal doméstico, que ao tentar suprir a carência pela ingestão de comida acaba engordando.  

 

 

   A indústria médica veterinária já conta com uma solução em suplementação alimentar para auxiliar no emagrecimento dos pets. Especialmente desenvolvido para animais de companhia, a Vetnil, empresa brasileira referência na área de suplementos para animais, desenvolveu o Emagripet., produto que promete revolucionar o tratamento de obesidade em cães e gatos no Brasil. O suplemento age de maneira efetiva no controle do peso corporal do pet, favorecendo a queima de gordura, a melhora do trânsito intestinal e a redução da sensação de fome.

    Além do uso de Emagripet, para controlar o ganho de peso, é indispensável que o animal doméstico tenha uma dieta regrada, seguindo orientações profissionais. Um pet que vive confinado ou que é castrado, por exemplo, requer baixa energia, já que sua atividade física será bastante restrita. Também é importante que o dono conscientize-se de que animal gordo não é sinal de saúde ou beleza, pelo contrário, esta característica mostra que o pet estará mais susceptível às doenças.


Mosca

 

Mosca

 

Vamos conhecer um pouco sobre o ciclo de vida da Stomoxys calcitrans, também chamada de "mosca da ponta das orelhas" ou "mosca-dos-estábulos", e sobre como proteger nosso amigo nessa situação. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.

    A Stomoxys calcitrans pertence à família Muscida. São insetos pequenos que, quando adultos, medem 6mm aproximadamente. A duração do seu ciclo de vida pode variar de 30 a 100 dias,

 

Ciclo
 

Ovos

 

Mosca

 

Os ovos têm aproximadamente 1mm de comprimento. As fêmeas podem realizar várias posturas, botando em cada uma delas cerca de 25 a 50 ovos. Os ovos são depositados em locais úmidos, cheios de matéria orgânica vegetal em decomposição. Em condições climáticas favoráveis podem eclodir depois de 20 dias.

   É bastante parecida com a mosca doméstica. O corpo é de coloração cinza.

   A tromba ou probóscida (peça bucal) é rígida, diferentemente da mosca doméstica, que é mole. A peça bucal não é retrátil.

   São muito ativas e podem seguir seu hospedeiro por longas distâncias.

   Antes de picar, perfuram a pele diversas vezes. A picada desse inseto é muito dolorosa.

 

Fone:www.bayerpet.com.br


Animais de Companhia

Pessoas que incluem os cães na atividade física devem ficar atentas na disposição do animal

Cães que apresentam cansaço em excesso podem estar com problemas cardíacos ou dirofilariose canina.

 

Muitas pessoas incluem seu animal de companhia na rotina de atividades físicas. Andar, correr ou pedalar com o cão traz benefícios tanto ao proprietário quanto ao pet. Embora este hábito seja benéfico, especialistas alertam sobre a necessidade de observação da disposição do animal. “Com o avanço da idade, a probabilidade de um cão apresentar algum problema cardíaco pode aumentar, no entanto alguns sintomas de cardiopatia podem surgir também em animais jovens ou filhotes. Neste caso, é bom estar atento, pois o cão pode estar com dirofilariose”, afirma Leonardo Brandão, doutor em medicina veterinária e gerente de produto da Merial Saúde Animal

    A dirofilariose é uma doença causada por um verme, Dirofilaria immitis que se aloja no músculo cardíaco e artérias pulmonares de cães, gatos, canídeos, e felinos silvestres podendo até fixar-se no pulmão humano. “No Brasil a incidência da dirofilariose é muito variável, mas é maior em áreas litorâneas, onde há melhores condições para o desenvolvimento do mosquito vetor. Após a picada do mosquito, a larva de Dirofilaria immitis penetra pela pele, chegando à corrente circulatória, indo se alojar finalmente no coração e grandes vasos pulmonares, lá podendo chegar a até 35 cm. Isto prejudica a passagem do sangue intensificando o trabalho do coração. Com o decorrer do tempo, haverá enfraquecimento e, conseqüentemente, dilatação do músculo cardíaco”, explica Leonardo Brandão.

    Os sintomas da doença começam a aparecer quando a mesma já está em um estágio avançado. “Se durante o exercício, ou mesmo durante atividades normais, um animal que não é vermifugado, ou não vai a um veterinário com freqüência, começa a apresentar sintomas como dificuldade para respirar, perda de peso, prostração, cansaço, tosse e aumento do abdômen, pode estar com a doença”, explica o especialista.

    As chuvas favorecem a reprodução de mosquitos transmissores, isto porque umidade, calor e água parada oferecem as condições ideais para a proliferação deste tipo de inseto.

 

 “Antes de praticar atividades físicas ou viajar com o animal de companhia é ideal que os proprietários verifiquem a última vermifugação de seu cão e consultem um Médico Veterinário. Isto porque cachorros infectados podem alastrar a doença para novas regiões. A dirofilariose é grave, pode ser fatal aos cachorros e ainda traz riscos à saúde dos donos. Esse parasito é incapaz de completar seu ciclo de vida no homem, porém pode se alojar nos pulmões, onde fica encapsulado”, completa Leonardo Brandão.

    “O tratamento da dirofilariose é complicado e põe em risco a vida dos cães, no entanto, a prevenção pode ser feita de maneira simples e eficaz. São administrados medicamentos que funcionam impedindo que a larva transmitida pela picada do mosquito complete seu ciclo no animal. Assim, impede-se a evolução da doença” Ressalta o Dr. Leonardo.

    “Para se iniciar o tratamento preventivo, deve-se testar os cães inicialmente. Animais que nunca receberam tratamento preventivo contra a dirofilariose devem ser levados primeiramente ao Médico Veterinário para que ele possa avaliar o animal e solicitar exames específicos”, conclui o Médico Veterinário.

    Para manter os cães protegidos contra a dirofilariose e ainda outros vermes intestinais, a Merial Saúde Animal disponibiliza ao mercado Cardomec Plus. À base de ivermectina, e pamoato de pirantel Cardomec pode ser administrado em fêmeas gestantes, filhotes a partir de 6 semanas de idade. O tratamento é simples, administrado por via oral.


Um basta aos pernilongos

Ficar livre desses insetos parece uma tarefa difícil, mas algumas dicas podem ajudar a combater esse mal

 

Verão é sinônimo de clima quente e de chuvas em abundância. Nesse período, recebemos com maior freqüência visitantes não muito agradáveis: os pernilongos. Eles chegam sem ser convidados e não são generosos com a gente. Suas picadas trazem resultados que vão desde noites mal dormidas, coceiras, até possíveis feridas decorrentes de alergias. Além disso, a atenção também deve ser redobrada devido ao o mosquito da Dengue, um vilão que aparece com maior incidência nessa época do ano.

    Para acabar com esse mal, empresas do setor de higiene e limpeza lançam soluções bastante eficazes, que aliadas à adoção de alguns hábitos, como manter as janelas fechadas e com telas, amenizam o problema. Os inseticidas, por exemplo, são tipos de pesticidas usados para exterminar insetos, destruindo ovos e larvas principalmente. Já os repelentes, são tipos de produtos corporais usados com o objetivo de afastar os intrusos e evitar suas picadas.

    Pensando no bem-estar da população, Mat Inset, marca de inseticidas da Hypermarcas, e No Inset, linha de repelentes da empresa, prepararam dicas de proteção que valem para toda família:

  • Evite deixar água parada e suja em terrenos baldios, vasos, garrafas, pneus e latas;

  • Feche as caixas d'água para que elas não se tornem criadouros;

  • Caso tenha bebês em casa, use mosqueteiros nos berços, mas tome cuidado para não fechá-los com o pernilongo dentro;

  • Use telas nas janelas e portas, principalmente em áreas de campo, matagal, lagos e rios;

  • Ao anoitecer, feche todas as janelas da casa, pois é nessa hora que eles procuram abrigo e comida;

  • Aplique inseticida do lado de fora de casa, nas portas e janelas ao entardecer para evitar a entrada das pragas;

  • Passe repelente no corpo, principalmente se estiver em áreas com indícios de insetos como praia, casa, campo, sítios, chácaras etc. A linha No Inset é uma boa pedida: seus produtos, com fórmula sem DEET (ativo tóxico presente na maioria dos produtos do segmento), podem ser usados em toda a família, inclusive em crianças.

Para evitar a Dengue, vale usar o inseticida Mat Inset Mata o Mosquito da Dengue, único produto que age em todas as fases do Aedes Aegypti - ovo, larva, pupa e adulta. Mata Dengue tem fórmula à base de água e também é eficaz contra moscas, mosquitos, pernilongos e baratas.

 

Fonte: Consultores Mat Inset e No Inset

 


Mosquitos podem transmitir doenças fatais aos pets

 

Animais que vão ao litoral ou residem nestas regiões devem receber tratamentos preventivos. Com o aumento das chuvas proprietários devem ficar ainda mais atentos.

    As pulgas e os carrapatos não são os únicos que podem causar incômodos e transmitir doenças aos pets. Assim como elas, os mosquitos, também são disseminadores de graves doenças aos animais de companhia e ao homem. Várias espécies de mosquitos podem transmitir a dirofilariose aos cães, ou verme do coração, principalmente os da família Culicidae (Díptera) em regiões de lagos ou áreas litorâneas.

    O verme Dirofilaria immitis se aloja no músculo cardíaco e artérias pulmonares de cães, gatos, canídeos e felinos silvestres, podendo desenvolver um ciclo auto-limitante nos seres humanos. “A taxa de prevalência da dirofilariose canina é muito variável, mas é maior em áreas litorâneas tropicais. A larva penetra na pele e corrente sanguínea dos cachorros por meio da picada do mosquito contaminado, indo então se alojar definitivamente no coração ou nas artérias pulmonares do animal, potendo atingir  até 35 cm. Isto prejudica a passagem do sangue intensificando o trabalho do coração. Com o decorrer do tempo, haverá enfraquecimento e, conseqüentemente, dilatação do músculo cardíaco”, explica Leonardo Brandão, doutor em medicina veterinária e gerente de produto da Merial Saúde Animal

    Dificuldade para respirar, perda de peso, prostração, cansaço, tosse e aumento do abdome  são sintomas que identificam uma fase mais adiantada da doença. “O cão pode permanecer por anos com o verme em seu organismo sem demonstrar qualquer sintoma. Para se ter uma idéia, após ser picado por um mosquito contaminado, somente depois de 6 meses as larvas tornam-se adultas. Quando os sintomas aparecem pode ser fatal”, acrescenta o veterinário.

    As chuvas favorecem a reprodução de mosquitos transmissores, isto porque umidade, calor e água parada oferecem as condições ideais para a proliferação deste tipo de inseto. “Antes de passear ou viajar com o animal de companhia é ideal que os proprietários verifiquem a última vermifugação de seu cão. Isto porque cachorros infectados podem alastrar a doença para novas regiões. Por outro lado, os animais que residem no litoral, precisam de tratamentos preventivos mensais  contra este verme. A dirofilariose é grave, pode ser fatal aos cachorros e ainda traz riscos à saúde dos donos. Esse parasito é incapaz de completar seu ciclo de vida no homem, porém freqüentemente se aloja nos pulmões, onde fica encapsulado” completa Leonardo Brandão.

    “O tratamento da dirofilariose é complicado e põe em risco a vida dos cães, no entanto, a prevenção é possível de maneira simples e eficaz. Utilizam-se medicamentos que impedem o desenvolvimento da larva a partir de seu estágio, inicial após a picada pelo mosquito, assim o ciclo da doença não se completa. No entanto, antes de se iniciar o tratamento preventivo, os cães devem ser levados ao Médico Veterinário para que seja feito exame para excluir a possibilidade do animal já estar doente”, conclui o especialista.

    Para manter os cães protegidos contra a dirofilariose e ainda outros vermes intestinais a Merial Saúde Animal disponibiliza ao mercado Cardomec Plus. À base de ivermectina, e pamoato de pirantel, Cardomec pode ser administrado em fêmeas gestantes e filhotes a partir de 6 semanas de idade. O tratamento é simples e administrado por via oral.

 

Fonte:  Merial - divisão da Sanofi-Aventis.


Alerta! Xixi fora do lugar é sinal de risco para os gatinhos
O problema é um dos maiores causadores de abandono dos felinos. Se você está sofrendo com isso, saiba o que fazer para ajudar o seu bichano.

 

“Você abandonaria seu filho porque ele faz xixi na cama? Não. Você usaria sua paciência e amor para ensinar o correto à criança. O mesmo deve ser feito com o gato.” (Daniela Xavier, voluntária da ONG Adote um Gatinho. Hoje cuida de 10, além dos quatro de estimação).

    Estudos internacionais mostram que as principais justificativas para o abandono dos felinos são: problemas na interação com outros pets, agressão contra pessoas, comportamento destrutivo, mas o grande campeão é o xixi em lugar errado - o assunto é tão importante que virou tese de doutorado da médica veterinária e especialista em comportamento animal, Dra. Daniela Ramos (*).

    “Essa é a queixa comportamental mais comum entre os proprietários de gatos, que infelizmente chega a ser inaceitável para muitas famílias. Em um levantamento feito em um abrigo dos EUA, 43% dos mais de mil proprietários que haviam entregado seus gatos, apontaram problemas de eliminação como uma das razões para o abandono.”, aponta a especialista.

   Realmente não é nada agradável abrir a porta de casa e encontrar tudo sujo, mas a situação não justifica o abandono. Antes de encarar o gato como vilão, anormal ou mal educado, tenha em mente que este animal pode estar sofrendo de estresse ou até mesmo de um problema urinário.

    Um bichano que sente dor durante a micção, pode passar a evitar os locais onde sentiu o desconforto, como a caixa sanitária. Já a marcação do território com fezes ou urina é uma maneira dos gatos estressados se sentirem mais confiantes num ambiente perturbador (mudança de casa ou conflito com outro gato).

    É importante procurar um médico veterinário, e caso seja necessário ele indicará um especialista em comportamento animal. O profissional avaliará o bichano como um todo, o temperamento, relacionamento familiar e o ambiente onde vive. Em muitos casos o uso de medicamentos e feromônios sintéticos, são aliados importantes.

    Confira as principais dicas que a Dra. Daniela separou para os felinos que teimam em fazer xixi fora do lugar:

  • Torne a caixa sanitária atrativa. Espalhe algumas delas por locais diferentes da casa. Opte por locais tranqüilos, evite colocá-las próximo a objetos barulhentos (ex: ao lado da maquina de lavar roupa) ou em locais escuros e de difícil acesso. Para casas com vários gatos, o número ideal de caixas é o número de gatos mais um. Se possível, para cada uma das caixas, utilize um substrato (o mais comum é areia higiênica própria para gatos, mas fuja das perfumadas, geralmente elas afastam os felinos) diferente para depósito de urina e fezes. Pode-se, inclusive, deixar uma das caixas vazia.

  • Limpe as caixas sanitárias religiosamente. Muitos gatos se recusam a utilizar locais sujos. Diariamente recolha a sujeira e sempre que possível (pelo menos uma vez por semana) faça sua lavagem total. Evite utilizar perfumes ou quaisquer outros produtos desodorizantes, principalmente aqueles à base de amônia ou similares, pois eles podem espantar o gato!
    Quanto às marcas de urina (ou fezes) espalhadas pela casa, procure limpá-las com produto que retire todo o odor (limpador biológico ou enzimático). Isso pode impedir que o gato retorne ao local para mais uma esguichada.

  • Evite broncas e recompense quando encontrá-lo eliminando adequadamente. Gatos são extremamente sensíveis a qualquer tipo de bronca. Portanto, caso você o pegue em pleno ato de eliminar em local errado, você poderá puni-lo lançando próximo a ele um objeto que faça barulho (um molho de chaves ou uma latinha com moedas). É fundamental que o gato não perceba que foi você quem lhe deu o susto! E sempre que você presenciar a cena correta (o gato utilizando a caixa sanitária) elogie o bichano e ofereça um petisco dos mais gostosos.

  • Elimine os fatores de estresse. Tente identificar possíveis elementos provocadores de estresse no seu gato (ex: conflito com outros gatos, excesso de punições e/ou mau relacionamento com alguma pessoa da casa, falecimento de um companheiro (humano ou gato), mudança de casa, mudança na rotina do dono, chegada de um novo morador a casa (humano ou gato, etc.). É fundamental que tais condições sejam relatadas ao veterinário comportamentalista, que irá recomendar medidas visando a adaptação do gato a cada uma delas.

Dicas da Dra. Daniela Ramos – Especialista em Comportamento Animal.

 

Fonte: arcabrasil@arcabrasil.org.br


Os Perigos da Carne Crua

 

Os mitos a respeito das dietas apropriadas para nossos cães e gatos parecem que estão sempre conosco. Alguns destes mitos podem ter um grão de verdade, porém, esta verdade é, com freqüência, muito exagerada ou mal aplicada. Outros mitos são alimentados pela desinformação e desconfiança.
    Um mito atual que poderia ser ameaçador para a saúde do nossos animais de estimação diz respeito às dietas de carne crua para cães e gatos. Os defensores desta crença questionam a integridade e o valor nutricional dos alimentos comerciais de animais de estimação . Todavia, não há nenhuma comprovação científica para as dietas de carne crua.
   A verdade é que os alimentos de boa qualidade para animais de estimação são apoiados por anos de estudos sobre nutrição felina e canina. Eles são o resultado de estudos científicos realizados por pesquisadores em faculdades de veterinária e nutricionistas de animais em companhias produtoras de Alimentos para cães e gatos bem conceituadas. A Nestlé Purina, por exemplo, começou seus estudos sobre nutrição para animais de estimação há 70 anos. Este trabalho continua à medida em que os pesquisadores lançam novos estudos visando aprender ainda mais sobre a relação entre a dieta e a saúde dos nossos animais de estimação.
   Em nossas próprias dietas, a carne é combinada com vegetais, frutas, pães e outros alimentos a fim de nos dar a nutrição balanceada de que precisamos. Se comêssemos apenas um certo alimento de forma invariável, as chances seriam de que ficaríamos desnutridos ou desenvolveríamos problemas de saúde. Nenhum alimento ou grupo de alimentos pode, sozinho, fornecer todos os nutrientes de que precisamos, nas proporções adequadas. Os fabricantes de Alimentos para cães e gatos incorporaram em dietas nutricionalmente completas e balanceadas todos os nutrientes requeridos por um cachorro ou gato durante uma determinada etapa da vida.
   Embora a carne seja uma fonte de proteína, ela tem níveis muito baixos de cálcio, um mineral de que nossos animais de estimação precisam para o desenvolvimento apropriado dos seus ossos e dentes. O cálcio também desempenha um importante papel na coagulação sangüínea, contração muscular e transmissão de impulsos nervosos.
   É importante lembrar que os nutrientes não trabalham sozinhos, e o cálcio não constitui nenhuma exceção. Os nutrientes minerais são inter-relacionados. O cálcio e o fósforo têm uma relação cientificamente estabelecida na formação dos ossos e dentes, desde que seja mantido um equilíbrio apropriado. Geralmente, este equilíbrio não está presente na carne. Se o animal for alimentado com grandes quantidades de carne crua, problemas esqueléticos poderão desenvolver-se.

   Tendemos a pensar no fígado como sendo uma carne "saudável". Servido com outros alimentos, ele é uma parte benéfica de muitas dietas para seres humanos. O fígado tem um alto nível de vitamina A, uma vitamina lipossolúvel armazenada pelo organismo. Quando o fígado é dado aos animais de estimação em grandes quantidades durante um certo período de tempo, uma toxicidade da vitamina A pode resultar. Isto pode levar a um desenvolvimento ósseo inadequado, coxeadura e descalcificação dos ossos.
   A carne crua apresenta a ameaça de bactérias e parasitas. A salmonela é um organismo bacteriano que pode causar uma variedade de doenças nos seres humanos e animais. O risco de salmonelose está sempre presente quando os animais de estimação são alimentados com dietas de carne crua. Certas espécies de tênias podem ser encontradas na carne crua e podem ser transmitidas a um animal de estimação que venha a ingeri-la.
   Os alimentos comerciais de alta qualidade para animais de estimação são cuidadosamente processados de modo proteger contra a salmonela ou infecção interna causada por parasitas.
   É verdade que os gatos e cães consomem uma certa quantidade de carne de músculo quando eles comem animais selvagens para sobrevivência. Entretanto, eles também consomem os ossos, o conteúdo do intestino e os órgãos internos, o que quase se equipara a uma dieta completa e balanceada.
Tentar suplementar uma dieta de carne crua com vitaminas e minerais é arriscado para a saúde do seu animal de estimação. Certas vitaminas e minerais reagem entre si. A menos que eles estejam presentes nas quantidades apropriadas, um animal de estimação pode ficar subnutrido.

Uma Consideração Final
Quando um mito envolvendo a nutrição dos animais de estimação começa, repentinamente, a ser explorado, devemos nos perguntar: "Que pesquisa científica apóia esta afirmativa?" "As faculdades de veterinária fizeram pesquisas para validá-la?" "Os pesquisadores respeitados nos campos da nutrição canina e felina apóiam-na?" "Disseram que..." ou "Ouvi dizer que..." não oferecem a comprovação de que precisamos quando nos defrontamos com mitos envolvendo a nutrição e o bem-estar dos nossos companheiros especiais.

Purina

 

Uma Nova Opção de Tratamento

 

Atualmente a Homeopatia é na medicina veterinária uma excelente alternativa para o tratamento dos animais de estimação, pois apresenta inúmeras vantagens.

    As vantagens da Homeopatia são várias, entre elas, medica-se o animal na sua totalidade (valoriza o doente e não a doença), não apresenta efeitos colaterais, o que não significa dizer que a homeopatia mal empregada não cause danos, tem um custo muito menor comparada a outros tratamentos, além disso, tem facilidade de administração, especialmente nas aves, pois é inserido o medicamento na água, e contribui com a sustentabilidade do Planeta (mínimo de resíduos industriais), sendo ecologicamente correta.

    Ela pode ser utilizada em quaisquer espécies e em quaisquer doenças, tanto as de caráter agudo, como por exemplo, viroses (parvovirose, parainfluenza, rinotraqueíte  etc), traumas, intoxicações, como em doenças crônicas (ex. quadros alérgicos, neoplasias etc) ou distúrbios de comportamento (agressividade, dermatoses psicogênicas, ansiedade etc).
    Quanto à ação do medicamento homeopático, acredita-se que ela ocorra diretamente no sistema imunológico do paciente, ativando desta forma as suas defesas a atuarem na cura e é por isto que a terapêutica homeopática valoriza o doente a não a doença.

    Na maioria dos casos, quem a conhece, passa a ser adepto, principalmente pela  ausência de efeitos colaterais e indesejáveis do tratamento, diferentemente da terapêutica alopática, onde o benefício de um medicamento num determinado órgão ou sistema acarreta um malefício em um outro órgão.

 

 

 

    O ideal é que sua utilização seja feita como terapia principal (somente medicamentos homeopáticos), no entanto, pode também ser associada a outras terapêuticas, como um tratamento complementar.

    Há uma série de conceitos errados e preconceitos com relação ao método homeopático como, por exemplo, a cura se faz através de ação psicológica do paciente (o que seria impossível no caso dos animais) e efeito lento (pode ser mais prolongado pelo fato da mesma agir na causa da doença).

    A Homeopatia não é um sucesso entre os veterinários homeopatas exclusivamente, mas muitos veterinários, que se utilizam da medicina convencional, são adeptos ou simpatizantes desta terapêutica, bem como a maioria dos proprietários de animais atualmente.

 

Dr. Marcos Fernandes


Comportamento de um matilha de lobos

 

Os lobos costumam viver em grupos organizados hierarquicamente. A natureza das matilhas de lobos está mais relacionada à ordem do que com a ferocidade. A complexa dinâmica da matilha de lobos se assemelha mais à de uma turma de adolescentes que a um grupo de animais selvagens. É claro, eles ainda espreitam a presa, como alces (em inglês) ou coelhos (em inglês) e travam lutas ferozes uns com os outros, mas você vai descobrir que esses caninos obedecem a uma hierarquia de grupo incrivelmente sofisticada.

    Os lobos se organizam naturalmente em matilhas para manter a estabilidade e ajudar na caçada. As matilhas são geralmente grupos de três a sete lobos liderados por um macho alfa e uma fêmea alfa - ou casal alfa [fonte: Busch]. A partir daí, os filhotes do casal e possivelmente lobos mais jovens sem parentesco compõem o resto da matilha.

 

Comportamento da matilha
 ©iStockphoto.com/Andy Gehring
Um por todos e todos por um

    O líder da matilha não é necessariamente o macho alfa [fonte: Busch (em inglês)]. A fêmea alfa pode liderar em certos grupos, uma vez que a classificação dos lobos se baseia na força e na capacidade de ganhar lutas. Embora outros lobos dentro da matilha possam copular quando as presas são abundantes, o casal alfa normalmente é o único a se acasalar. Várias lobas na mesma matilha podem, no entanto, causar problemas porque lutam umas com as outras com mais freqüência do que os machos [fonte: Busch (em inglês)].

    O lobo beta vem a seguir. Eles atuam como o segundo em comando, tomando posse caso o macho alfa morra e possivelmente acasalando também com a fêmea alfa. Quando um alfa fica fraco ou muito velho para liderar a matilha de maneira eficaz, o lobo beta pode desafiá-lo para uma briga, depois da qual o vencedor assume o comando.

    No degrau inferior da escada, está o lobo ômega, que é o mais fraco e com o qual a matilha menos se preocupa. Aviltado por outros membros, o lobo ômega recebe a violência da agressão no mundo dos lobos, particularmente durante brigas entre matilhas [fonte: Busch]. Às vezes, esse antagonismo culmina no ponto em que o lobo ômega deixa a matilha e parte para viver isolado do grupo. Mas o lobo ômega também instiga a brincadeira entre os lobos para aliviar as tensões.

    Nesse ambiente de lei do cão (ou lei do lobo), qual é o comportamento que prevalece? Eles se odeiam ou simplesmente têm uma maneira diferente de demonstrar afeição? Descubra a resposta na próxima página.

­A lealdade e a devoção ao grupo mantém os lobos (em inglês) juntos como uma unidade, apesar da escassez de presas ou da violência. Por exemplo, enquanto os lobos alfa lideram, asseguram que todos os filhotes tenham seu suprimento de alimento antes que os outros ataquem.

    Os lobos exibem sinais visíveis da força por meio de uma linguagem corporal singular. É possível dizer a posição do lobo na hierarquia da matilha simplesmente observando sua postura. Os lobos alfa se mantêm mais eretos com as caudas mais elevadas, enquanto os de grau inferior inclinam a cabeça em direção ao solo.

    Até mesmo na hora de fazerem suas necessidades, essa diferença fica evidente. Um lobo ômega urina em posição agachada. Os machos alfa, por outro lado, urinam em pé com a perna levantada. Se um lobo dominante se aproxima de um mais submisso, este pode abaixar as orelhas, colocar a cauda entre as pernas ou mostrar sua garganta ou virilha para demonstrar subserviência. Ao saudar um membro dominante, o lobo de classe inferior pode lamber o focinho do outro.

    Os lobos também são intensamente territoriais. O território de uma matilha pode incluir centenas de quilômetros quadrados e invadir outro domínio podem iniciar uma confrontação bastante hostil [fonte: Mech and Boitani]. Como os lobos sabem onde seu território começa e onde termina? Seguindo seu olfato. Os lobos detectam cheiros 10 vezes melhor que cães domesticados e 100 vezes melhor que seres humanos [fonte: Discovery Channel]. Duzentos milhões de células nervosas olfativas dentro de seus focinhos detectam informações precisas sobre a origem dos cheiros e por quanto tempo estiveram lá [fonte: Discovery Channel].

    Os lobos sinalizam com o cheiro urinando em alvos sobre o solo, como um tronco de árvore por exemplo. Isso indica aos intrusos que estão cruzando fronteiras e fornece aos lobos postos de sinais olfativos para ajudar a navegação. Defecar também libera hormônios e deixa indicadores visuais de território. Além disso, os lobos arranham as áreas marcadas para adicionar outra camada de cheiro [fonte: Mech and Boitani].

Com tudo isso, não é de admirar que matilhas de lobos por todo o mundo tenham sobrevivido e continuado juntas por milhares de anos. Para aprender mais sobre lobos e outros animais, visite os links na próxima página.

 

http://ciencia.hsw.uol.com.br/curiosidades-mundo-animal.htm


Falcão

 

Falcão é o nome genérico dado a várias aves da família Falconidae, mais estritamente aos animais classificados dentro do género Falco. O que diferencia os falcões das demais aves de rapina é o fato de terem evoluído no sentido de uma especialização no voo em velocidade (em oposição ao voo planado das águias e abutres e ao voo acrobático dos gaviões), facilitado pelas asas pontiagudas e finas, favorecendo a caça em espaços abertos – daí o fato dos falcões não serem aves de ambientes florestais, preferindo montanhas e penhascos, pradarias, estepes e desertos. Os falcões podem ser identificados, aliás, pelo fato de não planarem em correntes termais, como outras aves de rapina. O falcão-peregrino, especializado na caça de aves médias e grandes em voo, pode atingir 350 km/h em voo picado e é o animal mais rápido da terra. Diferentemente das águias e gaviões, que matam suas presas com os pés, os falcões utilizam as garras apenas para apreenderem a presa, matando-a depois com o bico por desconjuntamento das vértebras, para o que possuem um rebordo em forma de dente na mandíbula superior.

Na Idade Média, os falcões eram apreciados como animais de caça acessíveis apenas à elite (reis e nobreza).

 

Falcão-peregrino

O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina diurna de médio porte que pode ser encontrada em todos os continentes excepto na Antártida. A espécie prefere habitats em zonas montanhosas ou costeiras, mas pode também ser encontrado em grandes cidades como Nova Iorque. Na América do Sul, ele só surge como espécie migratória, não nidificando aqui. Como ave reprodutora, é substituído na América do Sul por uma espécie similar e um pouco menor, o falcão-de-peito-laranja.

    O falcão-peregrino mede entre 38 e 53 cm de comprimento, com uma envergadura de asas de 89–119 cm e peso de 0,6-1,5 kg, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos e constituindo este o único dimorfismo sexual. A sua plumagem é característica, em tons de cinzento-azulado no dorso e asas; cabeça preta-cinza com "bigode" escuro e queixo branco; bico escuro com base amarela; patas amarelas com garras pretas riscada de negro na zona ventral. Os olhos são negros com anel amarelo e relativamente grandes. As asas são afiladas e longas.

    O falcão-peregrino é um caçador solitário que ataca outras aves, em geral pombos ou pássaros, que derruba com as garras em voo picado e mata com o bico. É o animal mais rápido do mundo, com velocidade de mergulho que chega a atingir 320 km/h. Graças à sua eficiência enquanto predador, é um dos animais preferidos na arte da falcoaria. O falcão-peregrino é muita vezes vítima de outras aves de rapina que roubam as suas presas, à semelhança dos leopardos, que muitas vezes vêem a sua refeição assaltada por hienas. Como predador solitário, o falcão não pode arriscar morrer de inanição por ferimentos obtidos numa luta por uma presa já abatida.

    Como ave que freqüenta ambientes urbanos atrás de presas como os pombos, o falcão-peregrino às vezes não pode consumir as aves que abate por conta do tráfego de pessoas e viaturas; em Santos, no litoral paulista, é comum achar pombos mortos abatidos por falcões-peregrinos migratórios (Falco peregrinus tundrius) e abandonados na via pública. Note-se também que, no que diz respeito à escolha de suas presas, o falcão-peregrino é oportunista, caçando quaisquer aves presentes na sua área de ocorrência: nos manguezais de Cubatão, por exemplo, caça inclusive exemplares juvenis de guará (Eudocinus ruber).

    Na época de reprodução, uma vez por ano, põe três ou quatro ovos num penhasco, directamente sobre o solo, sem fazer ninho. Os ovos são incubados pelo casal de pais ao longo de cerca de um mês.

    O falcão-peregrino é muito sensível ao envenenamento com inseticidas organoclorados como o DDT, com os quais entra em contacto através da gordura de suas presas, e que provocam enfraquecimento da casca de seus ovos e esterilidade. O uso do DDT afectou gravemente as populações residentes na Europa ocidental e América do Norte durante as décadas de 1950 e 1960. A situação foi invertida com o banimento destes compostos das práticas agrícolas e pela liberação na natureza de indivíduos criados em cativeiro. Segundo Helmut Sick, este esforço de recuperação por liberação de animais criados em cativeiro (alguns mestiços de subespécies diferentes) reduziu a intensidade da migração de falcões do leste da América do Norte para o Brasil, já que parte das populações recuperadas perdeu o hábito migratório. Os falcões-peregrinos presentes no Brasil entre outubro e abril, durante o inverno boreal, pertencem à subespécie F. p. tundrius, mais ártica; outra subespécie norte-americana, F. p. anatum, é residente, não migrando para a América do Sul.

 

Fontes :Wikipédia

Helmut Sick, Ornitologia Brasileira, Rio de Janeiro, Nova Fronteira.

Fábio Olmos & Robson Silva e Silva, Guará - Ambiente, Flora e Fauna dos Manguezais de Santos-Cubatão, S.Paulo, Empresa das Artes, 2003.


Os 10 animais mais mortais do mundo.

1 – Mosquito

 

A maioria de suas picadas apenas te dão coceira. Mas alguns mosquitos podem carregar e transmitir parasitas causadores da malária. Como resultado estas pequenas pestes são responsáveis pela morte de mais de dois milhões de pessoas por ano.

 

2 – Cobras Naja

 

Elas não tem o título de cobras mais venenosas, mas fazem o máximo que podem com o que têm. De todas as 50 mil mortes por mordidas de cobras por ano, as cobras Naja (ou cobras-capelo) são responsáveis pela maior parte.

 

3 – Cubomedusas Australianas

 

Também conhecido como vespa do mar, esta tigela de salada pode chegar a ter até 60 tentáculos com 4,7 metros cada. Cada tentáculo possui cinco mil células espinhosas com toxina suficiente para matar 60 humanos.

 

4 – Tubarão Branco

 

O sangue na água pode excitar estes tubarões a um frenesi de fome, onde eles usarão todos os seus três mil dentes para morder qualquer coisa que se mova.

 

5 – Leão Africano

 

Presas gigantes? Sim. Ataque instantâneo? Também. Garras afiadas como lâminas? Pode apostar. Faminto? Para o seu bem é melhor que não. Esses gatos tamanho família são praticamente os caçadores perfeitos.

6 – Crocodilo australiano de água salgada

 

Não confunda este crocodilo com um tronco! Ele pode ficar parado na água aguardando por passantes. Então, em um piscar de olhos, irá estocar a presa, puxá-la para baixo d´água para afogá-la e desmembrá-la.

 

 

7 – Elefante

 

Nem todos os elefantes são amigáveis como o Dumbo. Elefantes matam mais do que 500 pessoas por ano no mundo. Elefantes africanos geralmente pesam mais do que 7 toneladas, sem mencionar suas presas afiadas.

 

8 – Urso Polar

 

É claro que eles parecem fofinhos no zoológico, mas na natureza eles comem elefantes marinhos no café da manhã. Fique entre um destes e sua cria e facilmente ele poderá arrancar sua cabeça com apenas um golpe de sua pata gigante.

 

 

9 – Búfalo Selvagem

Quando em face de um predador os búfalos atacam diretamente. É uma besta de quase 700 kg armada com dois enormes e afiados chifres. Você terá sorte se for apenas um deles, o perigo real é quando o rebanho desembesta em sua direção.

10 – Rãs de dardo venenoso

 

Estes sapos não são para beijar. Suas costas secretam uma espessa neurotoxina que tem o propósito de manter os predadores afastados. Cada sapo produz toxina suficiente para matar 10 pessoas.

 

Fonte: www.portaldascuriosidades.com

 

 


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