De vez em quando escuto alguém me dizer: “Pára com isso! É apenas um cão!!!”
Ou então, “Mas é muito dinheiro pra se
gastar com ele! É apenas um cão!” .
Leia o resto clicando aqui
Estão nos matando por esporte, ajude-nos!
Respeite todos os
animais. Temos sentimentos, sofremos quando nos maltratam, sentimos
dor como vocês e também nâo queremos morrer e nem virar pele de
casaco.
"Virá o dia em que a matança de
um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um
homem"
rinhas Leonardo da Vinci
“Enquanto
o homem continuar a ser des- truidor impiedoso dos seres animados dos planos
inferio- res, não conhecerá a saúde e a paz. Enquanto os homens
massacrarem os ani- mais, eles se mata- rão uns aos outros. Aquele que
semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.”
Pitágoras
"Um
gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua.
Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para
atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de
um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de
suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza
austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida
intelectual."
(Perde
o gato - crônica de Carlos Drummond de Andrade)
Edição de
Maio de 2008
Ficaremos muito felizes em poder
ajudá-los na divulgação dos animais que estão disponíveis para
adoção. Além disso, você pode divulgar:
Grupos de Apoio a Proteção
Animal;
Abrigos;
Animais de Estimação que foram
perdidos;
Pedidos de Ajuda;
Feiras Permanentes de Doação
de Animais;
Registro de Interesse de
Voluntários;
Prestadores de Serviços que
auxiliam grupos de Proteção Animal;
Lojistas que auxiliam grupos
de Proteção Animal;
Animais que aguardam
apadrinhamento;
etc;
Alerta aos produtores de
citros do Estado de São Paulo para o início de ataques de
coleobrocas no ano de 2006
Coleobrocas, insetos
broqueadores pertencentes a ordem coleóptera, apresentam ciclo
anual e os ataques às plantas iniciam pelos primeiros meses do
ano. Desta forma, já estamos constatando em alguns municípios
do Estado, ataques de D. rotundicolle e de E. cruciatum. A
alerta aos produtores se dá pelo fato de que esses insetos
possuem um sincronismo bem acentuado com a fisiologia da
planta cítrica e um dos principais métodos de controle é a
catação de ramos murchos e secos na planta. Os primeiros
sintomas para esse ano de 2008 já foram observados, na segunda
quinzena de janeiro e se intensificar a partir do mês de
abril, período de transição do outono para o inverno e inicio
do período de seca.
Coleobrocas são insetos broqueadores que pertencem à ordem
coleóptera e que broqueiam, ramos, galhos e troncos das
plantas, podendo ocorrer em diversas culturas. Para a
citricultura no estado de São Paulo temos 3 espécies
importantes, todas pertencentes à família Cerambycidae, sendo
elas Diploschema rotundicolle, conhecida como broca dos
ponteiros, Macropophora accentifer, broca do tronco e
Epacroplon cruciatum, broca do ramo. As duas primeiras sempre
estiveram presentes nos pomares sendo consideradas pragas
secundárias e que a partir da década de 80 tem ocasionado
sérios prejuízos à cultura, inclusive a erradicação de pomares
em algumas regiões.
Já E. cruciatum foi citado como de ocorrência em citros em 1955 nos
Estados da Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Estado de
São Paulo o primeiro foco do inseto causando prejuízos foi
constatado no ano de 2000 no município de Mogi Guaçu.
De uma
maneira geral os Cerambicídeos apresentam ciclo anual e os
ataques às plantas iniciam pelos primeiros meses do ano. Desta
forma, já estamos constatando em alguns municípios do Estado,
ataques de D. rotundicolle e de E. cruciatum. A alerta aos
produtores se dá pelo fato de que esses insetos possuem um
sincronismo bem acentuado com a fisiologia da planta cítrica e
um dos principais métodos de controle é a catação de ramos
murchos e secos na planta. Os primeiros sintomas para esse ano
de 2008 já foram observados, na segunda quinzena de janeiro e
irão se intensificar a partir do mês de abril, período de
transição do outono para o inverno e inicio do período de
seca. Essas mudanças climáticas acarretam uma diminuição no
metabolismo da planta, por conseqüência diminuição na
translocação do fluxo de seiva o que predispõe o vegetal ao
ataque das coleobrocas. É exatamente nesta ocasião que os
citricultores devem vistoriar os pomares e dar início à
retirada de ramos murchos e secos das plantas (Catação
manual). Prática de extrema importância para a redução na
população dessas espécies de insetos.
Fontes: Laerte Machado/
Instituto Biológico
Márcio Macedo de Oliveira
Veridiana Barboza e Silva
Mariana Bonjiorno Martins
Simplesmente Gatos
"Bichos polêmicos sem o querer,
porque sábios, mas inquietantes, talvez por isso...nada é mais
incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem
amam. O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado,
submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O
gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as
saudáveis.
Lembrei,
então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me
deu.
Quem
sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles
fechado?
Quem sabe, entendendo-os melhor,
estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e
vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não
está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato
amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um
pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante
veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo
compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida
por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula.
Gato não.
Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não
cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de
arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
"Falso", porque não aceita a nossa
falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela
individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa
gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é
próprio, que é dele e ele o dá se quiser.
O gato
devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio
e espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da
não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer.
Exigente
com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede
amor, mas se lhe dá, então ele exige.
Sim, o gato não pede amor. Nem
depende dele. Mas, quando o sente é capaz de amar muito.
Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano
educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta
como um lorde inglês.
Quem não
se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato.
Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação
precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se
relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e
pelo avesso. Relaciona-se com a essência.
Se o
gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas
existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se
defende do afago. A relação dele é com o que está oculto,
guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso,
quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou
manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser
desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe,
pois significa um julgamento.
O homem não
sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia
real ou latente, o gato sente.
Se há solidão, ele sabe e atenua
como pode (ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito
mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou
carregadas de maus fluidos, ele se afasta.
Nada diz,
não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele não
está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo.
Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está
comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos
traduzir.
O gato vê
mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras,
fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo,
alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente
a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.
O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba
perceber.
Monge,
sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio monge, a nos
devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o
caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido
e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão,
remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante,
à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de
criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as
coisas.
O gato é
uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações
são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que
precise de promoção ou explicação, quer afirmação. Vive do
verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda
natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o
gato!
Lição de
sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de
respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição
recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem
mais completa em todos em todos os músculos, preparando-os para
a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o
aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto
tempo ( quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato
sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num
segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada
parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.
Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento
amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de
organização familiar e de definição de espaço próprio e
território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho
muscular. Lição de salto. Lição de silêncio.Lição de descanso.
Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o
escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de
alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de
oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária,
silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem
exigências.
O gato é
uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à
disposição do homem."
Arthur da Távola
Posse Responsável -
Considerações para quem quer adotar
Se você pretende ter um bichinho
de estimação, precisa pensar em pontos fundamentais.Relacionamos
algumas considerações para quem pretende colocar mais um membro
na família, lembrando sempre o que diz um dos tópicos da
"Declaração Universal dos Direitos dos Animais": "O Animal
que o homem escolher como companheiro nunca deverá ser
abandonado".
Cães e Gatos
vivem em média 12 anos. Portanto, se você e sua família costumam
viajar para lugares onde não se pode levar animais melhor não
adotar, a menos que possam contar com pessoas próximas no
convívio para que cuidem do animal na sua ausência. Hoteizinhos
devem ser evitados, pois na grande maioria deles, o animal fica
preso e sem a presença da família, ele pode entrar em depressão.
Em último caso, claro que é melhor o hotel, mas certifique-se de
que seu animal não ficará confinado.
Cães
sentem tristeza assim como os humanos, principalmente quando
estão sozinhos. Se você trabalha fora o dia todo e quer um
bichinho pra lhe fazer companhia, o gato é o ideal, pois ele é
mais auto suficiente, embora também se apegue ao dono. Gatos
dormem muitas horas, portanto se adaptam melhor à ausência do
dono. Muitas pessoas dizem que o gato gosta da casa mais que do
dono. Isso não é verdade. Se o gato for tratado com a mesma
afetividade com que tratamos os cães, ele responderá da mesma
maneira.
O ideal é
ter sempre mais de um animal, pois um faz companhia para o
outro, brincam e não ficam tão dependentes emocionalmente dos
donos como ficariam se estivessem sozinhos. Se você optar mesmo
por um cão, adote dois de uma vez. Cães e gatos são animais
muito sociáveis e tendo outro da mesma espécie no convívio, eles
se sentem mais seguros e menos depressivos. A opção cão e gato
também é possível. Cães e gatos, ao contrário do que diz a
lenda, podem se tornar grandes companheiros.
Se você
mora em apartamento não pense que não pode ter um animal de
estimação. A Lei garante a todo o cidadão o direito de ter o
animal que escolher para ser seu companheiro, desde que o mesmo
não cause prejuízo para os vizinhos. Procure adotar um gato ou
um cão adulto, que se adaptam mais facilmente. Converse antes
com o síndico e faça um acordo amigável com ele. Clique aqui e
saiba mais sobre
animais em apartamentos
Cuidado com o impulso de comprar
animais em feiras de filhotes. Inúmeros cães de raça são
comprados para serem dados de presente de Natal e depois
abandonados no Carnaval, quando a familia resolve viajar e nao
tem com quem deixá-los. Diga NÃO às feiras de filhotes.
A
realidade do nosso País não comporta a venda indiscriminada de
animais. Para cada filhote que se compra, muitos morrem na
carrocinha ou abandonados nas ruas. E quando você compra, está
incentivando a criação de mais filhotes e mais abandonos. Não
pense que cães de raça não são abandonados. Visite o site
Carrocinha Nunca Mais e veja as fotos de animais mortos nos
Centros de Controlde de Zoonoses. Posse responsável começa na
ADOÇÃO, não na compra de animais. Se disseram pra você que só os
animais de raça são bons companheiros não acredite. O famoso
"vira-lata" ou SRD (sem raça definida) é o cão mais versátil
que há, além do mais saudável também. Os cruzamentos constantes
entre animais com parentesco, o que caracteriza as raças em
geral, muitas vezes são responsáveis por doenças congênitas.
Se o seu
filho quer um cão ou um gatinho mas ele ainda é muito pequeno
para entender que animais sentem como nós, dê a ele um animal de
pelúcia, até que ele esteja maduro para se responsabilizar pelo
animal.
Se você
não tem paciência ou tempo para criar um filhote, adote um
animal adulto. Há inúmeras vantagens, principalmente se for um
cão ou gato abandonado. Esses animais ficam tão estressados por
terem que viver nas ruas, vítimas de toda sorte de crueldades,
que quando encontram "um cantinho" e amor tornam-se gratos pelo
resto de suas vidas. Animais adotados quando adultos fazem de
tudo para agradar, por isso fica mais fácil educá-los a fazer as
necessidades no lugar certo. A grande maioria dos animais
adultos encontrados, não precisa ser ensinada . Por instinto,
por serem adultos e "vividos" eles já sabem que "fora" é o
melhor lugar para fazer as necessidades (lavanderia, quintal, ou
mesmo na rua, quando levados para passear).
Se você
teve animais por muitos anos, sente falta de uma companhia mas
no momento não pode assumir outro bichinho por estar com
projetos pendentes ou por qualquer outra razão, você pode
hospedar um animal encontrado pela APASFA, até que se encontre
um dono definitivo para ele. Não temos asilo e precisamos muito
desse tipo de ajuda voluntária. Clique
aqui para mais informações
Cuidados
veterinários também custam dinheiro e você precisa pensar se vai
ter condições de dar assistência ao seu animal quando
necessário.Vacinação é tão imprescindível quanto a necessidade
de esterilização do cão ou gato que você pretende adquirir.
Algumas
associações protetoras de animais oferecem serviços
veterinários a preços populares. Consulte também as escolas de
Medicina Veterinária na sua cidade.
Se você
leu tudo o que está escrito nesta página, provavelmente está
mesmo pensando em adotar um mascote. Procure uma associação
protetora de animais em sua cidade, ou mesmo a carrocinha ou
canil municipa. Há milhares de animais precisando de um afago,
de um cantinho, comida e do seu amor. Você então terá um amigo
de verdade e o privilégio de ser amado incondicionalmente.
www.apasfa.org/futuro/right.shtml
Nova vida para Cães Idosos
Filhotes podem ser uma graça, mas
eles crescem rápido. Com entre um e dois anos, eles já estão
virando adultos. Logo terá um cão idoso para cuidar.
Seu relacionamento com o cão é muito especial. Ao envelhecer, o
cão precisa de você mais do que nunca. Aqui vai o nosso guia de
como manter seu amigo de quatro patas saudável e feliz durantes os
anos de por do sol.
Como pessoas idosas, cães ficam mais lentos com o passar do
tempo. Freqüentemente fazem menos exercício e começam a engordar.
Você pode descobrir que o coração ou rim de seu cão não está
funcionando tão bem quanto antes, ou que desenvolveu anomalias na
pele ou internamente. Visão e audição também podem piorar.
As boas novas são que seu veterinário pode ajudar a
lidar com estas condições caso veja o cão antes do problema ficar
sério demais. Lembre-se de que um cão mais velho precisa de
check-ups regulares.
O temperamento geral de seu cão irá mudar com a
velhice. Por exemplo, alguns cães ficam mais amistosos quando
envelhecem, passando mais tempo com seus donos, enquanto outros
ficam mais rabugentos. Se o comportamento de seu cão muda, é uma
boa idéia levá-lo ao veterinário para análise, pois pode ser sinal
de doença ou dor.
Ao
envelhecer, seu cão irá mudar de hábitos alimentares. Cães mais
idosos digerem sua comida pior e podem até necessitar de mais
comida para absorver os nutrientes necessários.
Seu senso de
olfato e paladar também muda, então a comida pode ficar menos
interessante. Eles também podem querer beber mais, então garanta
que seu cão tenha bastante água limpa e fresca.
Se o seu cão começar a ganhar ou perder peso, pode ser sinal
de que está com problemas de saúde, necessitando de tratamento
veterinário. Você também pode falar com o veterinário sobre uma
dieta especial para manter a saúde de seu cão.
Lembre-se de que cães envelhecem em velocidades diferentes.
Se tem um cão grande, ele pode viver até dez anos, mas se tem uma
raça pequena, pode viver até vinte anos ou mais.
Você pode ficar na dúvida se vale à pena tratar de um
cão idoso. Felizmente, a maior parte dos veterinários concorda que
idade não importa, e que é importante manter seu cão saudável para
que possa aproveitar de uma vida longa e saudável.
Fonte: pedigree.com.br
Vacinação contra parvovirose em
filhotes requer atenção especial
A imunização eficiente é
essencial para evitar a doença no período em que os filhotes estão
mais vulneráveis e a taxa de mortalidade é alta
A chegada de um filhote é sempre uma
festa, é tão comemorada quanto a de um bebê. Mas o proprietário
precisa ficar atento, porque assim como uma criança, o cachorrinho
precisa de atenção e cuidados especiais, principalmente no que diz
respeito à proteção contra doenças e infecções. Entre as mais
comuns e com elevado índice de mortalidade em filhotes está a
parvovirose canina, doença altamente contagiosa entre cães
domésticos.
Descoberta
em 1978, a virose teve seus primeiros casos registrados nos EUA e
Europa. No Brasil, os primeiros registros da doença foram
confirmados em 1980. A parvovirose canina tem nas fezes
contaminadas sua fonte primária de infecção. A contaminação se dá
por meio do solo, da água, alimentos e até por meio dos sapatos de
pessoas que tenham acesso ao vírus nas ruas.
Os cães
jovens são os mais afetados, mas adultos também estão susceptíveis
a contrair a enfermidade. Observa-se que cerca de 90% dos casos da
doença ocorrem nos cães de até 1 ano de idade. Os sintomas mais
comuns são apatia, falta de apetite, febre, vômitos e diarréia. Os
filhotes também podem desenvolver a manifestação miocárdica, que é
menos comum, mas pode causar a morte súbita do animal sem que este
apresente qualquer sintoma.
A vacinação
é a maneira mais eficiente para proteger os cães contra a parvovirose canina. Em filhotes, recomenda-se que a primeira dose
da vacina seja administrada entre 6 e 8 semanas de idade, seguida
de reforço aos três e quatro meses de idade. Cães adultos devem
ser vacinados anualmente. É essencial que a imunização seja feita
sob orientação de um médico veterinário.
No mercado,
dentre as opções de vacinas disponíveis contra a parvovirose
canina, a Duramune® Max 5-CvK/4L é a mais utilizada. Produzida
pela Fort Dodge Saúde Animal e também conhecida como Max V10, a
vacina confere proteção contra a parvovirose canina por um período
de até três anos. Referência no mercado veterinário desde 2003, a
vacina foi aperfeiçoada em 2008 e esta ainda mais atualizada.
Tiago Papa, Gerente de Negócios Sênior de Animais de Companhia da
Fort Dodge, explica que a nova versão contém em sua composição uma
nova cepa do parvovírus canino, a CPV-2b amostra FD 2001, que
garante maior proteção contra a doença. “Além de imunizar o cão
contra a parvovirose, a Duramune® Max V10 também confere proteção
contra outras doenças, como cinomose, adenovirose, hepatite
infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose e quatro sorovares
da leptospirose canina”, conclui.
Cuidados com os Dentes
Os cães têm 28 dentes de leite
(temporários) e 42 dentes permanentes. Os dentes decíduos ou "de
leite" começam a aparecer quando um cãozinho atinge a idade de 4
semanas aproximadamente e são perdidos gradualmente no período entre
a 14a e a 30a semana de idade. Durante este tempo, os cãezinhos
podem comer um pouquinho menos e mastigar mais. Brinquedos de
borracha dura ou couro cru feitos especialmente para cães constituem
um bom investimento para ajudar a evitar danos domésticos durante
este tempo.
Os sinais comuns de problemas dentários nos cães incluem:
Perda de apetite
Gengivas vermelhas, inchadas e
sangrando
Baba
Sangue na Saliva
Tártaro amarelo-marrom na linha de
gengiva
Dentes Quebrados
Mau hálito
Algumas vezes, os cães sofrem de
dentes quebrados, muitas vezes por morderem pedaços de pau ou
pedras. Um dente rachado ou quebrado pode ser doloroso se o tecido
nervoso ficar exposto; se ele infeccionar, haverá o perigo da
infecção se espalhar pela corrente sangüínea. Recomenda-se os
cuidados imediatos de um veterinário.
Problemas Dentários
A fim de assegurar a saúde dos dentes do seu cão, é necessário
cuidar deles regularmente. Do contrário, eles poderão desenvolver
problemas. Problemas dentários também podem resultar de lesão,
corpos estranhos, tais como espinhos de porco-espinho ou
"rabo-de-raposa", desnutrição ou doenças sistêmicas que infectam a
boca, bem como outras partes do organismo.
Ocasionalmente, um cãozinho ou gatinho
conservará alguns dentes de leite após os dentes permanentes terem
aparecido. Isto pode danificar os tecidos moles da boca e até mesmo
acelerar o desgaste dos dentes permanentes. Um veterinário deverá
ser consultado para determinar se será necessário ou não removê-los.
Todavia, os problemas dentários mais comuns que os
animais de estimação sofrem resultam da formação de placa e cálculo.
Os alimentos, as bactérias e a saliva podem acumular-se e aderir à
superfície dos dentes, formando uma placa mole. Se a placa continuar
a se acumular, soluções de materiais semelhantes ao giz formam um
cálculo dentário endurecido sobre a superfície dos dentes.
O cálculo é visto, com maior freqüência, nos animais de estimação
mais velhos que são alimentados com grandes quantidades de alimentos
moles. Se ele não tratado, o aumento da placa e do cálculo poderá
terminar causando a inflamação de ambas as gengivas (gengivite) e da
membrana que reveste a cavidade dentária (periodontite). Sem um
tratamento apropriado, os dentes poderão infeccionar e cair. A
infecção resultante destas condições poderá se espalhar para outras
partes do organismo, tais como os rins ou válvulas do coração.
Os problemas dentários podem ser minimizados ou até
mesmo evitados através de uma limpeza regular e remoção do tártaro
por um veterinário, sob anestesia.
Infelizmente, os sinais de problemas dentários são, com
freqüência, sutis, podendo passar desapercebidos por meses ou até
anos. Exames dentários regulares por um veterinário são
recomendados.
Quando o cão mastiga, as partículas do alimento seco
raspa contra os dentes, atuando como uma escova de dentes, ajudando
a remover a placa. Mesmo assim, não existe substituto para o cuidado
regular com os dentes.
Se possível, acostume seu filhote com a limpeza regular dos
seus dentes em casa. Esfregue, suavemente, com um pedaço de pano
macio ou uma escova de dentes macia de criança mergulhada em uma
solução de bicarbonato de sódio e água. Não utilize pasta de dentes
formuladas para os seres humanos. Como os animais de estimação
engolem o preparado, ao invés de cuspi-lo fora, isto pode causar um
distúrbio no estômago.
Fonte: Purina
Meu filho quer muito um bichinho de
estimação
Os prós e os contras da convivência
com um animal dentro de casa
“Mãe, eu quero um cachorrinho...”.
Geralmente essa frase significa dor de cabeça para muitos pais,
principalmente nos dias de hoje, em que a maioria das famílias mora
em apartamentos, sendo bem limitado o espaço (e a paciência) para
conviver com um animal. Nesse caso, os pais devem ter consciência de
que, por mais que a criança deseje e prometa amar um bichinho de
estimação, a responsabilidade de cuidar do animal recai sobre eles.
Antes de
adotar um animal de estimação, deve-se pesar os futuros gastos com
vacina, ração e os inconvenientes que possam surgir. “É melhor negar
o animal à criança do que retirá-lo de casa após uma experiência
frustrada. Deve-se explicar os motivos que impossibilitam a
convivência com o bichinho”, diz a psicóloga Marta Bitetti,
coordenadora pedagógica da Escola Ápice, em São Paulo.
Caso a
situação permita, a presença do animal de estimação é benéfica para
a criança, que pode desenvolver senso de responsabilidade e de afeto
em pequenos cuidados com o bichinho.
No entanto,
segundo adverte Marta, a responsabilidade pela vida de um animal não
pode recair exclusivamente sobre a criança. “Atitudes como
recriminar os filhos pelas bagunças do animal, destroem os
benefícios de uma responsabilidade adquirida gradualmente. Os pais
têm de admitir que um bichinho para a criança significa trabalho
para eles, evitando frustrações”, diz a especialista.
Rastreabilidade, necessidade ou
obrigação?
Após crises internacionais com a
doença da vaca louca, gripe aviária, bioterrorismo e problemas de
falsificação e contrabando de produtos, o mercado internacional
passou a se preocupar com questões relacionadas à origem e
trajetória dos produtos ao longo das cadeias de suprimentos.
Regulamentações específicas foram criadas para garantir a
rastreabilidade das mercadorias, envolvendo a aquisição de
matéria-prima, fabricação, distribuição e comercialização.
No setor de
carnes, no qual o Brasil vem sofrendo restrições recentes para
exportação, por problemas no sistema de rastreabilidade nacional,
os regulamentos exigem que os países exportadores forneçam a
identificação individual, ocorrências relevantes na vida e o
passaporte de cada animal; e o registro de todos os dados sobre
criação, alimentação e vacinas. Do frigorífico, é exigida a
etiquetagem dos cortes, que deve permitir a ligação entre eles e o
animal ou lote que os gerou.
A
rastreabilidade pode ser entendida como a capacidade de
recuperação do histórico, da aplicação ou da localização de um
item, por meio de registros, sendo fundamental nos casos em que o
impacto causado por incidentes envolvendo a segurança de produtos
leva, além dos danos à saúde dos consumidores, à redução da
confiança da população nos produtos, nos órgãos de fiscalização e
nas empresas. A sua aplicação baseia-se no cumprimento de
determinadas funcionalidades entre diversos parceiros, ao longo da
cadeia de abastecimento, para garantir a disponibilidade de
informação para eventuais necessidades do consumidor ou cliente
final.
A
rastreabilidade deve ser considerada no processo de negócio,
devendo fazer parte da estrutura organizacional e das diversas
áreas da empresa. Além disso, é fundamental que envolva
fornecedores, parceiros logísticos e comerciais, o que aumenta a
complexidade da implementação dos seus sistemas. A capacitação de
colaboradores e parceiros é uma peça chave na sua implementação.
Questões técnicas, como sistemas de identificação, registro e
captura de dados, além de domínio sobre regulamentações e
legislações específicas, devem fazer parte do conjunto de
habilidades dos profissionais.
Guias de implementação e cursos
foram criados por diversas organizações para auxiliar os
profissionais na implementação dos sistemas. A GS1, organização
internacional que padroniza e controla o uso de códigos de barras
para identificação, automação e rastreabilidade de produtos e
processos, dispõe de uma série de guias práticos e treinamentos
com esta finalidade.
Empresas de
sucesso enxergam a rastreabilidade como uma necessidade e não como
obrigação para cumprir regulamentações específicas ou requisitos
de clientes. Trata-se de uma ferramenta para a redução dos riscos
ao consumidor, proteção da marca e gestão dos riscos relacionados
à distribuição e consumo de produtos inadequados (insumos fora de
especificação, problemas no processo de fabricação, alterações
atípicas, adulterações, falsificações...). Assim, tornou-se
instrumento importante para melhorar resultados e minimizar perdas
e custos com eventuais recalls e indenizações.
O Brasil
precisa agregar aos seus produtos, padrões inquestionáveis de
controles de qualidade e de rastreabilidade. Isto implica, porém,
que todos os participantes das cadeias produtivas — fornecedores,
fabricantes, distribuidores, operadores logísticos, varejistas e
governo — trabalhem em conjunto. O uso da tecnologia da informação
e a automação de processos são ferramentas imprescindíveis para
garantir a confiabilidade dos sistemas de rastreabilidade. Esta é
a receita de sucesso utilizada na Europa, que pode e deve ser
aprimorada no Brasil.
Adriano Bronzatto
Canguru
"Canguru" - de um idioma australiano
que significa "não sei" (através do inglês kangaroo, e do francês
Kamgouru).
Canguru é o nome genérico dado a um
mamífero marsupial da família Macropodidae, que também inclui os
wallabees. As características incluem patas traseiras muito
desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente
apenas nas femeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento.
O seu
habitat situa-se em florestas e planícies. A sua alimentação
baseia-se em vegetais e frutas. O pêlo do canguru é, geralmente,
espesso. Crescem durante toda a vida. A sua cauda mede de 0,70 cm
a 1,40 m. A maior parte dos cangurus têm orelhas grandes e cabeça
pequena. O canguru, quando jovem permanece com a mãe, subindo na
sua bolsa para se alimentar e ficar seguro, até que tenha mais que
um ano de idade. Os Cangurus vivem na Austrália continental e
Tasmânia. Pesam cerca de 500 g a 90 kg, medindo cerca de 80 cm a
1,60 metros. A sua gravidez (gestação) demora de 30 a 40 dias,
dando à luz apenas um filhote de cada vez. Os cangurus nascem
imaturos. O seu desenvolvimento é no interior de uma bolsa na
barriga da sua mãe que se chama marsúpio. Aí, o filhote mama e
protege-se.
Os cangurus
não são os únicos animais pertencentes ao género Macropus, que
também inclui os wallabees
Dentro da
família dos cangurus, podem distinguir-se vários grupos: O
primeiro grupo inclui os grandes cangurus, entre os quais se
destaca: o canguru-gigante (também chamado canguru-cinza) e o
canguru-vermelho. As duas espécies mais conhecidas e de maior
tamanho que existem; Os ualabis (ou walabis), menores e de cores
mais brilhantes que as espécies grandes; Os cangurus arborícolas,
animais robustos e de caudas longas, com as patas anteriores e
posteriores de comprimento semelhante.
O segundo grupo é formado pelos:
ratos-cangurus ou potorus, animais de pequeno porte, cujo aspecto
lembra o de um rato. O terceiro grupo inclui uma só espécie: o
rato-almiscarado-marsupial, que é um animal pequeno, parecido com
um rato, com a cauda escamosa e sem pêlos.
Canguru Cinza Gigante
O Canguru Cinza Gigante (maior
exemplar), habita as grandes planícies da Tasmânia e Austrália e,
além de grande, anda sempre bem acompanhado, em bandos de 10 a 15,
chefiados pelo mais velho de todos. Exclusivamente herbívoro, não
é perigoso se ninguém o molesta. Mas quando encurralado, dá boas
mordidas e desfere grandes coices com as patas traseiras. Não
sendo porém caso de vida ou morte, opta sempre pela fuga rápida:
cada salto que dá são 8 ou 9 metros percorridos, elevando-se a 2,5
metros de altura. Neste movimento, o impulso fica a cargo dos
membros posteriores, que desenvolvem o máximo esforço.
Filhotes
Os filhotes nascem após umas três
semanas de gestação, não desenvolvidos de todo, cegos,
completamente glabros (isto é, sem pêlos), com orelhas muito pouco
visíveis, membros ainda curtos, surpreendem pelo reduzido tamanho:
têm pouco mais de 2 cm e ficam no marsúpio até os 6 meses, sem
jamais
descerem em terra firme. No sétimo mês dão os primeiros passos e
só depois de um ano completo se tornam independentes.
Qualquer
marsupial selvagem é cuidadoso com os humanos. No entanto, durante
a seca, os cangurus são obrigados a invadir áreas povoadas em
busca de comida. Quando os humanos se aproximam, eles podem se
sentir ameaçados e partir para o ataque. Mesmo sendo simpático, um
canguru bravo é capaz de matar um humano. Alguns dos maiores
cangurus, como o canguru vermelho macho, Macropus rufus, podem
medir 1,4 metro da cabeça aos pés. Nesta altura, eles podem
derrotar um humano com facilidade. As fêmeas do canguru possuem a
metade do tamanho dos machos, aproximadamente.
Os cangurus
vermelhos preferem planícies abertas, enquanto as espécies cinzas
preferem florestas densas. A principal diferença entre eles é a
cor. Os cangurus das árvores possuem patas frontais mais fortes e
resistentes que seus parentes. Eles podem ser encontrados nas
florestas montanhosas do norte de Queensland. Os cangurus não
costumam ficar mais de 15 km longe da água.
Os cangurus
e seus parentes, os wallabies, só vivem na Austrália e Nova Guiné.
Eles são marsupiais, mas também pertencem à família dos
macropodídeos, pois possuem patas traseiras maiores que as
dianteiras.
O número de
cangurus é cuidadosamente monitorado na Austrália: existe um
equilíbrio entre a necessidade de conservar estas espécies e as
demandas dos proprietários de terras. Se houver escassez de
comida, o gado poderia passar fome, pois os cangurus se movem com
mais facilidade e podendo escolher o melhor alimento.
O canguru
vermelho é o maior marsúpial do mundo. As femeas da espécie dão a
luz apenas a um bebe por vez, que nasce tão pequeno quanto uma
cereja, assim que o filhote nasce, ele vai direto para a bolsa da
mãe e não emerge por volta de 2 meses e finalmente saem da bolsa
quando completam mais ou menos 1 ano de idade.
Cangurus
vermelhos pulam usando suas fortes pernas em uma grande
velocidade. Um canguru vermelho pode alcançar 56Km/h. Cada salto
pode cobrir até 8 metros de distância em uma altura de 1,8 metros,
são criaturas realmente incríveis e fofas. As femeas dos cangurus
vermelhos são mais leves e mais rapidas do que os machos.
Os machos
da espécie lutam entre si para ter o direito de acasalar com uma
femea em potêncial, eles podem ficar em pé sobre seus rabos e
chutar seu inimigo com suas pernas poderosas, também podem morder
ou arranhar com suas garras afiadas, as quais eles também usam em
lutas contra predadores como dingos.
O canguru
vermelho vive nos desertos da Austrália e em campos abertos, vivem
em grupos familiares. Australianos e Europeus caçam dezenas desses
belos animais para vender sua pele e sua carne, que é um prato
muito apreciado na Austrália.