Representantes da Argentina,
Ásia, Estados Unidos, Europa, Reino Unido e Brasil se encontraram
para analisar o possível desempenho do setor em 2010
O
Fórum Internacional do Couro realizado pelo Centro das Indústrias
de Curtumes do Brasil (CICB) com o apoio da ApexBrasil durante a
Couromoda sinalizou para uma melhora das exportações do setor em
2010, recuperando-se em relação ao ano anterior.
Entre os seis
experts reunidos para discutir os atuais números e as diretrizes
para este ano houve uma unanimidade nas previsões: boas
perspectivas de aumento nos preços e no volume das exportações.
O primeiro
palestrante, Donald Ohsman dos Estados Unidos, comparou o ano de
2009 a um tsunami na economia mundial. No setor coureiro, segundo
ele, não foi diferente já que houve uma queda de 50% no valor do
couro. Para 2010, as expectativas de Donald dão conta de um
apetite voraz do mercado. De acordo com o Presidente da Hidenet, a
venda de carros voltou a crescer nos Estados Unidos e na China,
aumentando o preço do couro e tornando possível uma melhora de
mercado não só nos Estados Unidos como em todo o mundo
Paul Pearson,
secretário do ICT (International Council of Tanners) e
representante do Reino Unido, concorda e garante que cerca de
metade do mercado automotivo e imobiliário estará recuperada em
2010.
O terceiro palestrante
foi o presidente do CICB, Wolfgang Goerlich. De todos os
presentes, Goerlich foi o único que mostrou uma posição um pouco
mais cuidadosa com o futuro do setor neste ano. O presidente do
Centro das Industrias de Curtumes do Brasil concorda que o couro
voltará a crescer, mas que a alta ainda não será satisfatória.
Para ele, o país precisa explorar novos mercados como o México e o
Vietnã, já que a concorrência será cada vez maior.
Miguel Galperin,
presidente da Sadesa, que esteve presente ao fórum para comentar
sobre o mercado argentino, afirmou que a Argentina sofreu um
grande impacto com crise do ano passado. Mas para 2010, mostrou-se
otimista acreditando na alta dos preços e em um maior volume de
exportação.
Em seguida,
Gustavo Quijano procurou enfatizar a relação do setor com o meio
ambiente. O representante europeu mostrou-se com uma postura
semelhante ao presidente brasileiro apontando para que país vá em
busca de mercados emergentes e pediu ainda para o ICT reforçar a
comunicação com as industrias coureiras para maior atenção a
natureza.
Finalizando, o
representante da Ásia Michael Duck discursou sobre a importância
da atividade coureira e, principalmente, em como Hong Kong é uma
plataforma neutra para o comércio desses produtos no continente.
Encontro discutiu a participação
das mulheres no campo científico
No dia 01 de fevereiro de 2010,
aconteceu na sede CNPq, em Brasília, o Encontro Brasil-Reino Unido
sobre Mulheres e Ciências, organizado pelo British Council Brasil
em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico
e Tecnológico (CNPq/MCT) e a Secretaria Especial de Políticas para
as Mulheres (SPM).
O encontro visou
estimular a discussão e a realização de pesquisas no Brasil e
outros países da América Latina sobre a temática gênero e ciência,
com foco em políticas públicas. A abertura contou com a
participação da ministra Nilcéa Freire, da SPM, da vice-presidente
do CNPq, Wrana Panizzi e ainda com Jim Scarth, diretor do British
Council Brasil.
O evento ainda
discutiu temas como a articulação entre pesquisadores com vistas à
formação de uma rede de pesquisa; incentivo a consolidação de
políticas públicas para a maior inserção e participação das
mulheres em todos os campos da ciência no Brasil e na América
Latina; troca de experiências e a cooperação científica entre o
Brasil, América Latina e Reino Unido.
Entre os palestrantes do encontro
esteve a especialista britânica Teresa Rees, representante do
Reino Unido, que fez duas palestras: uma sobre "Mulheres e
Ciências - panorama da realidade Européia" e outra sobre "A
Trajetória das Políticas Públicas de Gênero nas Ciências: Sucessos
e Desafios na União Européia". A diretora do Regional Office for
Latin America and the Caribbean International Council for Science,
Alice Abreu, abordou "Mulheres e Ciências: panorama da realidade
Brasileira".
American Cancer Society realiza
primeiro fórum no Brasil para levantar recomendações para
tratamentos, detecção precoce e cuidados paliativos do câncer de
mama
A
American Cancer Society (ACS) – Sociedade Americana do Câncer e
maior ONG internacional na área de saúde – realizou nos dias 2 e 3
de fevereiro de 2010 o I Fórum Intersetorial de Controle do Câncer
de Mama do Estado de São Paulo. O objetivo foi traçar o cenário da
situação atual de planejamento e controle do câncer de mama no
Estado de São Paulo e desenvolver recomendações intersetoriais
para afinação de ações e objetivos entre diversos setores. O
compromisso dos diversos atores nesta causa e os avanços ocorridos
até o momento também foram reconhecidos.
O evento
aproximou o terceiro setor, profissionais de saúde e as várias
instâncias do primeiro setor, através da realização de grupos de
trabalho intersetoriais sobre detecção precoce, diagnóstico,
tratamento e cuidados paliativos. Também foram reconhecidos os
esforços de São Paulo (Estado e Município) na melhoria da atenção
à saúde da mama.
As recomendações
do Fórum serão formalizadas em um único documento, assinado por
todos os participantes, e será encaminhado aos gestores de Saúde
Pública das três esferas de poder. O objetivo é contribuir para a
melhoria do cenário do câncer de mama no Estado de S. Paulo, onde
há o maior número de casos novos da doença no Brasil, segundo o
Ministério da Saúde (2008).
Entre as recomendações, destacam-se:
Detecção precoce
Apesar do aumento de mamografias
disponíveis no Estado de S. Paulo, existem problemas no controle
de qualidade e na capacitação de profissionais. No Brasil ainda há
um grande número de mulheres que nunca realizaram mamografia. As
recomendações sugeridas para este cenário foram:
Uso mais adequado do parque
tecnológico já instalado em relação à mamografia;
Capacitação de profissionais
(técnicos, radiologistas, físicos);
Colocar em prática o Programa
Nacional de Qualidade da Mamografia proposto pelo INCA, que já
está no Ministério da Saúde, estabelecendo-o como um programa
nacional.
Diagnóstico e Tratamento
Os principais pontos levantados
foram o longo tempo de espera entre e diagnóstico e tratamento no
Sistema Único de Saúde e a oferta desatualizada de tratamentos
mais efetivos, com maior chance de cura. As recomendações
apresentadas foram:
1) Atualização da tabela de
medicamentos do SUS;
2) Maior integração entre as
secretarias estaduais e municipais de saúde, criando uma rede
integrada de atendimento em oncologia e centros de excelência,
visando a reduzir o número de revisões dos exames e tornar o
acesso ao tratamento mais rápido e efetivo.
Cuidados Paliativos:
É consenso que a área de cuidados
paliativos (assistência a pacientes que não respondem mais ao
tratamento curativo, garantindo qualidade de vida e controle da
dor) tem sido colocada em segundo plano. Uma das razões é que o
sistema de saúde prioriza o atendimento de casos agudos em
detrimento de casos crônicos ou terminais. Além disso, há uma
dificuldade natural em lidar com a questão da morte. As discussões
convergiram para as seguintes recomendações:
1) Melhor qualificação dos médicos e
das equipes multidisciplinares, incluindo a formação de agentes de
saúde do programa Saúde da Família e toda a cadeia de
profissionais envolvidos;
2) Melhor comunicação com cuidadores
e familiares sobre as opções existentes de cuidados paliativos;
3) Definição de protocolos e
acompanhamento do cumprimento da legislação vigente na área.
Dia da Mamografia: 5 de fevereiro
Além de ser a principal causa de
morte de câncer entre as mulheres do Brasil, o câncer de mama é
também a doença que mais atinge as brasileiras. A cura só é
possível se o câncer for descoberto no início por meio do exame de
mamografia. Para conscientizar a população sobre a importância do
exame, foi criado o Dia Nacional da Mamografia (dia 5 de
fevereiro), que agora também é o dia Estadual (do Estado de São
Paulo) da Mamografia. O dia foi escolhido por ser o de Santa
Ágata, protetora das mamas e padroeira dos mastologistas.
Números do câncer de mama e da
mamografia no Brasil*
• O Brasil possui leis favoráveis à
prevenção e ao tratamento do câncer de mama. A nova Lei 11.664,
que entrou em vigor em 29 de abril de 2009, permite o acesso à
mamografia a todas as mulheres com 40 anos ou mais.
• No Brasil, o câncer de mama é o
câncer com maior incidência entre as mulheres e é a causa número
um de mortes por câncer em mulheres.
• A taxa de incidência do câncer de mama no Brasil é de 50,7 casos
a cada 100.000 pessoas.
• A taxa de mortalidade é de 11 casos a cada 100.000 pessoas.
• 45% dos casos são diagnosticados em estágios avançados (III e
IV), mas há uma tendência positiva para que haja cada vez mais o
diagnóstico precoce.
• A porcentagem de sobrevivência após cinco anos de diagnóstico
(63,7%) está acima da média mundial e próximo à média dos países
desenvolvidos.
• A cobertura de mamografia é baixa (cerca de 50% das mulheres com
idades com 40 anos ou mais), mas a infra-estrutura da mamografia é
alta, com capacidade suficiente para atender 100% da população
alvo atual na maioria das regiões.
* Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer)
Remédio para dieta é vetado
O endocrinologista Dr. Mauro
Scharf explica a proibição da sibutramina
O Comitê dos Medicamentos para Uso
Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) suspendeu
a comercialização de todos os medicamentos anti-obesidade contendo
sibutramina. Fora da União Europeia, a sibutramina continua
disponível e deve ser usada de acordo com o rótulo do produto.
Segundo o Dr.
Mauro Scharf, endocrinologista do Lavoisier Medicina Diagnóstica/DASA,
a recomendação do Comitê baseou-se em uma revisão dos resultados
do estudo SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcome Trial),
publicado em novembro de 2009. O SCOUT avaliou por seis anos
cerca de 10 mil pacientes e foi solicitado por autoridades
reguladoras europeias como uma pós-autorização de introdução no
mercado para avaliar a segurança cardiovascular em pacientes de
alto risco. A maioria destes pacientes tinha doença cardiovascular
subjacente e não era elegível para receber a sibutramina no âmbito
da atual rotulagem e informação de prescrição.
O especialista
explica que a sibutramina é aprovada para o tratamento de
pacientes que são obesos, não têm antecedentes de doença
cardiovascular e são incapazes de perder peso através de dieta e
exercício. A substância, juntamente com uma dieta de reduzido teor
calórico e exercícios físicos, é recomendada para o tratamento da
obesidade em pacientes com um índice inicial de massa corporal
(IMC) maior ou igual a 30 kg/m2 ou superior ou igual a 27 kg/m2
em pacientes com outros fatores de risco conhecidos, como o
diabetes ou dislipidemia, porém, na ausência de doença
cardiovascular de base.
No entanto, a
sibutramina aumenta a pressão arterial e frequência cardíaca em
alguns pacientes e não deve ser administrada a pacientes
com hipertensão não controlada ou hipertensão mal
controlada, história de doença cardíaca (doença arterial
coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial
obstrutiva periférica, arritmias ou taquicardias), acidente
vascular cerebral, doença hepática ou renal, mulheres grávidas ou
lactantes. Também deve ser usado com precaução em pacientes
com crises convulsivas.
A sibutramina não
deve ser administrada a pessoas com: alergia a qualquer dos
ingredientes da sibutramina; obesidade devido a perturbações do
metabolismo; história de transtornos alimentares; indivíduos que
tomam inibidores da monoamina oxidase (IMAO) ou medicamentos para
perda de peso que atuam sobre o cérebro; doença mental (como
psicose maníaco-depressiva); pessoas que abusam ou abusaram de
drogas, medicamentos ou álcool; síndrome de Tourette;
hipertireoidismo; glaucoma de ângulo estreito; tumores na glândula
adrenal ou homens com um aumento da próstata.
Scharf lembra que
é importante que o profissional de saúde esteja ciente de todos os
problemas atuais e do passado médico do paciente. “Os pacientes
devem conversar com seu médico sobre todos os medicamentos que
estão sendo tomados, incluindo aqueles obtidos sem receita
médica. Todos os pacientes que estão sendo tratados com
sibutramina devem ver seu médico para o monitoramento regular da
pressão arterial e frequência cardíaca”, diz.
O
endocrinologista relata que os efeitos colaterais mais comuns
incluem problemas para dormir, constipação e boca seca. Outros
efeitos secundários incluem um batimento cardíaco rápido, aumento
da pressão arterial, a consciência dos batimentos cardíacos
(palpitações), dor de cabeça, ansiedade ou tontura. “Com certos
medicamentos, a perda de peso tem sido associada com uma condição
rara, mas potencialmente fatal, que afeta a pressão arterial nos
pulmões (hipertensão pulmonar). Como a condição é rara, não é
conhecido se a sibutramina pode causar esta doença”, afirma.
A autorização de
comercialização para todos os medicamentos contendo sibutramina
foi suspensa nos seguintes países: Áustria, Bélgica, Bulgária,
República Tcheca, Chipre, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França,
Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letônia,
Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Noruega, Polônia,
Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia e Reino
Unido.
Fonte: Lavoisier Medicina
Diagnóstica
www.lavoisier.com.br.
Carga tributária terá recordes
sucessivos de arrecadação em 2010
Previsão é do presidente do
Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, Gilberto
Luiz do Amaral
No dia 29 de janeiro de 2010, o
Impostômetro registrou a marca de R$ 100 bilhões de impostos
arrecadados pelas três esferas do governo (municipal, estadual e
federal), cifra registrada quatro dias antes em comparação a 2009.
Segundo o presidente do IBPT e advogado tributarista isso é um
indicativo de que a arrecadação aumentará significativamente.
Amaral também fez
uma apresentação da prévia dos números de 2009, quando demonstrou
que a queda de tributos foi muito menor do previsto anteriormente
e apresentou a arrecadação por estado e por habitante. “Faremos
uma prévia visto que somente após o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística - IBGE divulgar o Produto Interno Bruto –
PIB, em valores nominais de 2009, é que os números se tornarão
definitivos”, destaca.
Na oportunidade
também foi apresentado o novo presidente do IBPT, João Eloi
Olenike. Olenike é contador, consultor, auditor e empresário na
área tributária. Olenike é um dos fundadores do Instituto e,
anteriormente, atuava como diretor técnico do IBPT, participando,
inclusive, da elaboração de estudos técnicos. Esta nova gestão
dará continuidade aos trabalhos que já vêm sendo realizados por
Amaral.
Inspiramais
O
verão 2010 acabou de estrear nas vitrines brasileiras e o setor
calçadista já se prepara para as tendências da próxima estação do
calor – o verão 2011. De 03 a 05 de fevereiro, no Frei caneca, em
São Paulo, os fashionistas de plantão participaram do maior evento
de inspirações e conceitos de moda do setor calçadista, o
INSPIRAMAIS - Salão de Design e Inovação das Empresas de
Componentes para Couro, Calçados e Artefatos.
Realizado pela
Assintecal by Brasil, o evento, inédito, surge com a proposta de
lançar tendências de matérias primas e componentes para os
segmentos de calçados, couro artefatos e têxtil brasileiro.
Durante três dias, o INSPIRAMAIS movimentou a capital paulistana
com palestras, oficinas de criações e exposição de componentes.
Entre os itens que chamaram mais atenção, destaque para mostra
precursora de protótipos de calçados e artefatos indispensáveis às
criações do verão 2011. Cada peça foi elaborada com base na
pesquisa do Fórum de Inspirações, coordenada pelo estilista Walter
Rodrigues, que destaca a importância da valorização do selo “Made
in Brazil” para o design nacional.
Apesar da grande biodiversidade,
Brasil investe pouco em medicamentos fitoterápicos
De acordo com a Anvisa, há 400
fototerápicos registrados que utilizam como base 60 plantas
medicinais, das quais só 10 de origem nacional. Durante o 28º
Ciosp – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, que
termina nesta quarta (3), Kristiane Porta Santos Fernandes, pós
doutoranda em Imunologia pela Faculdade de Medicina da USP
explicou que o Brasil tem investido muito pouco nessa área.
A
Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% da população dos
países em desenvolvimento faz uso de práticas tradicionais nos
cuidados básicos à saúde. Deste universo, 85% usam plantas ou
preparados. O Brasil, apesar da ampla tradição no uso de plantas
com finalidade terapêutica, tem investido muito pouco nessa área.
Resultado disso é que apenas 10 das 60 plantas registradas pela
Anvisa são nativas.
Durante o 28º
Ciosp – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo,
Kristiane Porta Santos Fernandes, pós doutoranda em Imunologia
pela Faculdade de Medicina da USP, ministrou (3/2) o curso
“Tratamentos alternativos em Odontologia: Fitoterápicos”, em que
explicou algumas pesquisas em desenvolvimento nessa área voltadas
para a prática odontológica.
De acordo com a
doutora, as principais vantagens desses medicamentos são o menor
tempo de seu desenvolvimento e o baixo custo que eles demandam.
“Enquanto um medicamento tradicional demanda em média 15 anos para
ser colocado no mercado, um fitoterápico leva de 5 a 9 anos”,
explica.
Um dos avanços nessa área foi o
lançamento do Ad-Muc, uma pomada para aftas feita a base de
camomila. Em comparação às tradicionais pomadas de corticóide,
esse medicamento promove uma cicatrização muito mais rápida da
ferida na mucosa oral.
Além da camomila,
muitas outras plantas tem sido alvo de pesquisas de medicamentos
fitoterápicos, como a calêndula (cicatrizante), malvisco (antibactericida),
tintura de aroeira (desinfectante), além do chá verde que, por
conter flúor, pode suprir a necessidade desse produto em
comunidades sem água fluoretada. “Essas plantas ainda não são
indicadas para uso clínico, mas estudos indicam a existência de
algum potencial terapêutico que, se forem corretamente
pesquisados, poderão ser uma fonte de inovação da saúde”, diz a
especialista.
5O Lactte – Encontro
Latino-Americano de viagens corporativas e tecnologia
Mercado de viagens corporativas
no Brasil movimentou r$ 32,06 bilhões em 2009
ABGEV e Economista apresentaram no
maior encontro de profissionais da área na América Latina os
Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas (IEVC)
A forte redução
das tarifas aéreas praticadas no mercado doméstico e a queda do
fluxo de viagens internacionais, somadas à valorização do real
frente ao dólar americano, introdução de novas tecnologias e
reposicionamento de gastos com eventos contribuíram para que o
setor de viagens corporativas apresentasse em 2009 um aumento
discreto de 0,87% no faturamento em comparação com o ano anterior.
Em 2009, o mercado de viagens corporativas gerou uma movimentação
de R$ 32,06 bilhões.
Estas e outras
informações são resultado do 4o IEVC (Indicadores Econômicos das
Viagens Corporativas), apresentado no 5o LACTTE – Encontro
Latino-Americano de Viagens Corporativas e Tecnologia, realizado
pela ABGEV (Associação Brasileira de Gestores de Eventos e Viagens
Corporativas. A pesquisa foi realizada pelo Professor Doutor em
Economia de Turismo Hildemar Brasil, com o apoio da entidade.
Segundo o estudo, a receita do setor
- incluindo os prestadores de serviços que atuam nos segmentos de
hospedagem, transporte aéreo e locação de autos – ficou em R$
17,61 bilhões, enquanto o valor de 2008 era de R$ 17,46 bilhões.
A área de
transporte aéreo de viajantes corporativos teve redução na
receita, registrando um faturamento de R$ 8,91 bilhões no ano
passado contra R$ 9,15 bilhões em 2008, o que representa 50,64% do
total da receita gerada pelas viagens corporativas. Já os serviços
de hospedagem tiveram uma representatividade de 37,19% (R$ 6,55
bilhões), contra R$ 6,24 bilhões no período anterior. O setor de
locação de automóveis, por sua vez, representaram 5,67% do
faturamento das viagens corporativas com receita de R$ 998,5
milhões ante os R$ 979,7 milhões de 2008.
Ainda segundo o
estudo, em 2009 o setor de viagens corporativas gerou diretamente
228.296 empregos (contra 227.254 em 2008). Indiretamente, foram
gerados 255.691 postos de trabalho (ante os 254.524 no ano
anterior), de acordo com o multiplicador de empregos calculado
para o Brasil pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento) e a OMT (Organização Mundial do Turismo).
“O crescimento da
geração de empregos diretos, registrado no momento de incertezas
financeiras pelo qual passamos recentemente, mostra que as
empresas enxergam a importância dos profissionais que trabalham
para gerir de forma adequada os recursos investidos nas viagens de
seus executivos. Com a boa expectativa da economia em geral para
este ano, também acreditamos no aquecimento para o nosso setor.
Continuaremos insistindo na qualificação das pessoas que atuam na
área para podermos, cada vez mais, contribuir para a consolidação
deste segmento no País”, finaliza Viviânne Martins, presidente da
ABGEV.
Intenção de compra dos
consumidores no varejo para o 1º trimestre de 2010 é recorde,
revela pesquisa do PROVAR & LABFIN/FIA e da Felisoni Consultores
Associados
Em comparação com o 1º trimestre
do ano anterior, o índice de pessoas que pretendem comprar
aumentou de 66,6% para 77,2%, maior percentual desde o quarto
trimestre de 1999. Estudo divulga ainda resultados da pesquisa de
Intenção de Compra na Internet
O índice de consumidores que
pretendem comprar no primeiro trimestre de 2010 é o maior desde
outubro de 1999 quando teve início a realização da “Pesquisa
Trimestral de Intenção de Compra no Varejo”, produzida pelo PROVAR
(Programa de Administração do Varejo) & LABFIN (Laboratório de
Finanças), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em
parceria com a Felisoni Consultores Associados.
De acordo com o
estudo, a intenção de compra para o trimestre janeiro – março
deste ano registrou aumento de 10,6% em relação ao primeiro
trimestre de 2009, passando de 66,6% para 77,2%. Já sobre o quarto
trimestre do ano passado foi apontado acréscimo de 0,2%.
Em amostra com
500 consumidores da cidade de São Paulo, o estudo faz uma análise
das intenções de compras e de gastos em relação a dez categorias
de produtos (Linha Branca, Eletroeletrônicos, Telefonia e
Celulares, Informática, Automóveis e Motos, Cine e Foto, Material
de Construção, Cama, Mesa e Banho, e Móveis e Eletroportáteis) e
uma avaliação sobre a utilização de crédito nas compras de bens
duráveis.
Dentre as
categorias avaliadas para este primeiro trimestre, os itens de
Cine e Foto ainda lideram as intenções de compra com 14%, seguidos
pelos produtos de Informática, com 13,2%, e o segmento de
Telefonia e Celulares 12%, cesta que teve um aumento significativo
de 87,5% na intenção de compra se comparado ao 1º trimestre de
2009.
Em relação ao
trimestre anterior apresentaram aumento de intenção de compras, 7
dos 10 itens da pesquisa. São eles: Eletroportáteis (46,2%),
Material de Construção (32,5%), Automóveis (26,7%), Telefonia e
Celulares (13,2%), Móveis (6,4%), Informática (3,1%) e Linha
branca (2%).
Quanto às expectativas de gasto
médio, houve incremento em metade das categorias entre os
primeiros trimestres de 2009 e 2010: Eletro-Eletrônicos (103,5%),
Material de Construção (24%), Móveis (12,4%), Informática (10,5%)
e Cama Mesa e Banho (6%).
Segundo Claudio
Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar, a pesquisa mostra
intenções expressivas no aumento de compra a crédito em algumas
categorias. “Apesar de não ser um trimestre com grandes datas
comemorativas, nota-se que há relevante ampliação na intenção de
compras, grande parte delas com maior índice de gasto. Como é o
caso de automóveis e motos, cujo percentual de aquisição por meio
de financiamento saltou de 73,3% para 86,8%, em relação ao quarto
trimestre de 2009”, informa o professor.
Intenção de compras por categoria
A pesquisa também apontou aumento na
Intenção de Compras pela Internet em relação ao trimestre
anterior, com 86,8% dos entrevistados declarando intenção de
comprar pelo menos um item dos segmentos consultados. Quando
comparado com o quarto trimestre de 2009, o índice evidencia um
aumento de 0,9%.
Em relação ao
quarto trimestre de 2009, os segmentos de CDs, DVDs, Livros e
Revistas; Informática e Eletroeletrônicos apresentam crescimentos
mais expressivos: 56,4%, 50,2% e 14,7%, respectivamente. Os
segmentos de Viagens e Turismo (6,6%) e Linha Branca (2,8%)
apresentaram aumentos relativamente menores. As quedas de intenção
ficaram com os segmentos de Brinquedos (59,1%), Produtos para casa
(22,8%), Cosméticos, perfumaria e saúde (19,1), Telefonia e
celulares (18,8) e Utilidades domésticas (7,6%).
Mas quando
comparados aos percentuais do primeiro trimestre de 2009,
percebe-se uma queda expressiva apenas para o segmento CDs, DVDs,
Livros e Revistas (19,3%) e uma queda menor para o segmento de
Informática (1,9%). Todos os demais segmentos apresentam
crescimento razoáveis, sendo mais expressivos os segmentos de
Linha Branca (31,9%), Produtos para casa (16%) e Viagens e Turismo
(13,7%).
A pesquisa de
Intenção de Compra pela Internet é realizada em parceria com a
empresa e-Bit e coletou declarações de 7.594 internautas no
período de 5 a 12 de janeiro de 2010.
Fitness Together Brasil inaugura
sua primeira unidade e celebra venda da sétima franquia
A Fitness Together, rede de
academias que oferece treinamento personalizado em ambiente
exclusivo para cada aluno, inaugurou em fevereiro sua primeira
unidade no Brasil, marcando presença na América Latina e, dessa
maneira, agregando mais um ponto da FT às mais de 700 unidades ao
redor do mundo. Agora, além de Estados Unidos, Canadá, Costa Rica,
Irlanda e Israel, o Brasil também faz parte da rede mundial de
academias.
Além da abertura
da unidade nos Jardins – tradicional bairro da cidade de São Paulo
– a Fitness Together celebra a venda de sua sétima franquia na
capital paulistana. Os moradores dos bairros Brooklin, Jardins,
Vila Nova Conceição, Perdizes, Moema e Campo Belo terão
oportunidade de praticar exercícios de uma maneira diferenciada,
com acompanhamento individual e treinamento personalizado, em
estúdios dedicados a apenas um aluno. A sétima franquia será no
bairro do Itaim Bibi.
“Concluímos com
êxito a primeira etapa, que tinha por objetivo trazer a marca e
comercializar cinco unidades nos primeiros seis meses. Vendemos
duas além da meta e, em paralelo, comemoramos a abertura da
primeira unidade, que já tem agendadas mais de 40 aulas-cortesia,
mesmo sem divulgarmos o início do funcionamento”, analisa Cassiano
Ximenes, franqueador máster da Fitness Together no Brasil
juntamente com Newton Cavalieri e Renata Cavalieri. A Fitness
Together veio ao Brasil com a meta de atingir a comercialização de
60 unidades em cinco anos.
Congresso internacional da USP
debate aprendizagem baseada em problemas
Aplicado
em diversos países, a metodologia de ensino coloca o aluno como
sujeito ativo no aprendizado. O congresso debaterá conceitos do
livro Aprendizagem baseada em problemas no ensino superior. O
prof. Ulisses Araújo, organizador da obra, preside o evento que
terá educadores do Brasil e Exterior.
Aplicada desde a
década de 1960, a aprendizagem baseada em problemas (ABP) firma-se
nos meios acadêmicos como uma forma de inserir o aluno na nova
realidade. Organizado por Ulisses F. Araújo e Genoveva Sastre, o
livro Aprendizagem baseada em problemas no ensino superior,
lançado pela Summus Editorial em 2009, descreve as bases
conceituais e filosóficas dessa metodologia e apresenta as
experiências de profissionais que a colocaram em prática em
diversos países, como Dinamarca, Holanda, Suécia, Espanha e
Canadá. No Brasil, o novo campus da Universidade de São Paulo (USP
Leste) foi desenvolvido segundo essa concepção - inclusive na
forma como se organiza a sala de aula - e tem apresentado
resultados bastante positivos.
Com o tema "Conectando Pessoas, Ideias e Comunidades", o VI
Congresso Internacional PBL - Aprendizagem Baseada em Problemas e
Metodologias Ativas de Aprendizagem, que aconteceu na Escola de
Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP-Leste, de 8 a 11 de
fevereiro passado, contou com conferências, simpósios, workshops,
além de apresentação de pesquisas, experiências e pôsteres. O
objetivo do evento, que foi realizado pela primeira vez no Brasil,
foi levar os participantes a refletir sobre como a Aprendizagem
Baseada em Problemas e as Metodologias Ativas de Aprendizagem
podem melhorar a educação básica e superior.
A maioria dos questionamentos pode ser o ponto de partida
para a aprendizagem, segundo o prof. Araújo, presidente do Comitê
Executivo do Congresso. O livro mostra aos profissionais da
educação como se organizar de acordo com o novo conceito e
implementar a metodologia deste, seguindo diversos caminhos
possíveis.
"A concepção de aprendizagem baseada em problemas se opõe ao
processo tradicional de ensino, no qual o aluno é um sujeito
passivo, que recebe as informações do professor, o qual detém todo
o conhecimento", explica. "A ABP deixa de focar o aluno e passa a
focar a aprendizagem", complementa, ressaltando que o método já
vem sendo aplicada com sucesso em diversos cursos, como medicina,
engenharia, administração de empresas e enfermagem.
O aluno tem de questionar, pesquisar e descobrir coisas
novas, que até mesmo o professor não havia pensado. "Esses
conceitos se encaixam como uma luva na educação à distância, por
exemplo, em que o pressuposto é a autonomia do aluno", complementa
Araújo.
O livro possui nove capítulos divididos em dois grupos
temáticos. O primeiro aborda as experiências de universidades com
tradição no trabalho com a ABP, apresentando conteúdo prático e
reflexões. O segundo estabelece as bases da autonomia do estudante
no processo de aprendizagem, promovendo o debate entre
aprendizagem baseada em problemas e as metodologias de
problematização, além de trazer o histórico da ABP no mundo
universitário. "As ideias e experiências relatadas devem fornecer
uma excelente base conceitual e prática para todos os interessados
nessa perspectiva acadêmica que vem inovando o ensino superior nas
últimas décadas", conclui Araújo.
Fonte: Ulisses F. Araújo, professor livre-docente da Escola
de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP
Leste), onde preside a Comissão de Pesquisa e Pós-Graduação.
Produtos para saúde
Prazo para renovar Certificação
de Boas Práticasfoi estendido para dois anos, alerta advogado
“O prazo para renovação das
Certificações de Boas Práticas dos produtos para saúde sujeitos ao
regime de vigilância sanitária (correlatos) foi estendido para
dois anos, conforme previsão da Lei 11.972, de 6 de julho de
2009”. A afirmação é de Evaristo Araújo, advogado sócio do
Gandelman Sociedade de Advogados e diretor da Associação
Brasileira de Empresas Certificadas com BPF (ABECbpfad). Ele
explica que a renovação deverá ocorrer conforme a data de
vencimento publicada que, a partir da nova Lei, é de 2 anos - e
não mais de 1 ano -, mediante o competente recolhimento da taxa
anual para renovação junto à Anvisa.
Ainda de acordo
com o advogado, nos casos em que a renovação se deu por
autoinspeção, a prorrogação somente ocorrerá se a inspeção
anterior tiver sido concedida mediante relatório de inspeção
emitido pela Visa, conforme a RDC 16, de 23 de abril de 2009. “As
empresas devem ficar atentas se sua renovação, após a prorrogação
do prazo se deu por autoinspeção ou inspeção técnica da Visa, pois
o calendário anterior sofreria modificação”, alerta ele.
Evaristo lembra
que tal entendimento foi submetido à Coordenação de Inspeção de
Produtos (Cprod) da Anvisa, que informou que até o momento não há
regulamentação específica do parágrafo primeiro "Para fins de
renovação das Certificações referidas no caput, nos anos em que
não esteja prevista inspeção, os estabelecimentos deverão realizar
autoinspeção, conforme regulamento, submetendo o relatório à
autoridade sanitária nacional, mantido o recolhimento anual das
taxas respectivas" da Lei 11.972. Porém, o Cprod entende
que a renovação só geraria efeito caso a certificação tenha se
dado por inspeção e não autoinspeção.
Na opinião do
advogado, “o aumento do prazo de certificação é um procedimento
extremamente positivo, porque pode diminuir a demanda de pedidos a
serem analisados pela Anvisa e que tem gerado atrasos
consideráveis nas publicações e dificultando a atividade comercial
das empresas certificadas. “De qualquer forma a regulamentação se
faz necessária, pois as empresas precisam de normas claras e não
podem ficar sujeitas à insegurança jurídica de entendimentos
interpretativos”, argumenta.
“Neste sentido, estamos recomendando
às empresas que atuam no setor a realizar consultas formais à
Anvisa para que tenham em mãos um posicionamento concreto de suas
situações específicas”, finaliza Evaristo Araújo.
Fonte: Evaristo Araújo
Biofach - Nuremberg
Cooperativa têxtil do estado da
Paraíba participou da maior feira de produtos orgânicos do mundo
A Natural Fashion, com 45
cooperativas paraibanas de produção têxtil de algodão orgânico
naturalmente tingido, associada ao Projeto Organics Brasil,
participou da maior feira mundial de produtos orgânicos, a Biofach
Nuremberg - Alemanha, que aconteceu entre os dias 17 a 20 de
fevereiro de 2010.
No estande do Projeto Organics Brasil, a empresa aproveitou o
aquecimento do mercado orgânico para conquistar compradores do
varejo dos Emirados Árabes e países asiáticos, além de renovar
contratos com países europeus, Estados Unidos e Canadá.
A empresa levou para a feira modelos de moda feminina,
masculina, infantil, acessórios e brinquedos em algodão orgânico.
15ª Gulfood 2010
Doze empresas brasileiras do setor
alimentício participaram da 15ª Gulfood, a maior e mais
importante feira do gênero no mundo árabe que aconteceu em Dubai
nos dias 21 a 24 de fevereiro passado. Os principais objetivos das
participantes foi o de ampliar contatos, buscar parceiros e abrir
novos mercados.
Os estandes brasileiros, que somaram
552m2, contaram com comunicação visual integrada para reforçar a
identificação do país como grande potência fornecedora de
alimentos.
A Câmara de
Comércio Árabe Brasileira em parceria com o MAPA (Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento), participaram desta
iniciativa juntamente com as entidades, ABIC - Associação
Brasileira da Indústria do Café; ABICAB - Associação Brasileira da
Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados; ABIEC.
- Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, ABEF
- Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango,
ANIB - Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos e a
IBRAF-Instituto Brasileiro de Frutas; que também marcaram presença
em estandes próprios.
18 de fevereiro - o Dia Nacional
Contra o Alcoolismo
Alcoolismo é preocupação da
Medicina de Família e Comunidade
Pesquisa do Ministério da Saúde
aponta que brasileiros estão bebendo cada vez mais, especialmente
as mulheres.
De
acordo com a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção
para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) do
Ministério da Saúde, foi considerado abusivo o consumo de bebidas
alcoólicas. Em 2008, o percentual de consumo pela população foi de
19% contra 17,5% em 2007, e de 16,1% em 2006. A pesquisa revela
que as mulheres estão bebendo mais. Em 2008, o percentual feminino
foi de 10,5%, enquanto que, nos anos anteriores, os indicadores
foram menores, sendo de 9,3% em 2007, e de 8,1% em 2006. Entre as
capitais, Salvador se destaca com 24,9% de consumo abusivo entre a
população, seguida de Belém (PA) e Palmas (TO), ambas com 23,7%.
Curitiba registrou o menor número, 17,8%.
Para o presidente
da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, SBMFC,
dr. Gustavo Gusso, vale alertar que é preciso verificar qual é a
causa que desencadeou o problema. “Uma morte, desemprego,
depressão são fatores que podem levar a pessoa ao consumo
descontrolado. Por isso, é fundamental tratar o indivíduo como um
todo, que é a grande preocupação do médico de família e
comunidade. Um trabalho de uma equipe multidisciplinar juntamente
com a participação da família no tratamento pode salvar o
paciente”.
Um dos maiores
desafios é o alcoólatra reconhecer que precisa de ajuda.
“Precisamos ampliar a visão das coisas e solucionar o problema
para que não afete sua relação familiar, com o trabalho e a
qualidade de vida da pessoa. A sensação de estar sendo cuidado é
fundamental; a abordagem familiar, holística e centrada na pessoa
pode ajudar o paciente a perceber que o alcoolismo pode ser a
consequência e a manifestação de um sentimento de autodestruição
que pode levar também ao abuso do tabaco, diabetes, pressão alta
dentre outros problemas que também precisam ser tratados”,
finaliza Gusso.
Rotary Club ilumina o mundo para
eliminar a pólio
Marcos arquitetônicos no mundo todo
mostraram a mensagem "End Polio Now" do Rotary na semana de 23 de
fevereiro de 2010
Evanston, Illinois, O que a Pirâmide
de Quéfren no Egito, o Obelisco de Buenos Aires e o Wrigley
Building em Chicago têm em comum?
Cada um desses
ícones arquitetônicos foi um pano de fundo magnífico para uma
mensagem igualmente magnífica: "End Polio Now" (Elimine a Pólio
Agora). As três palavras, que representam o compromisso do Rotary
para livrar o mundo da doença responsável pela paralisia infantil,
foram projetadas em diversas estruturas na semana de 23 de
fevereiro de 2010, data em que a organização de serviços
humanitários completou 105 anos.
"Ao iluminar
estes marcos arquitetônicos históricos com o seu compromisso de
eliminar a pólio, o Rotary está dizendo ao mundo que vai lutar
contra esta doença até o fim", afirmou Glenn E. Estess, presidente
da Fundação Rotary do Rotary Internacional.
A iluminação da
pirâmide com os dizeres "End Polio Now" é especialmente simbólica
porque a arte egípcia da antiguidade trouxe os desenhos mais
antigos já vistos de pessoas paralisadas pela pólio.
Em 2006, o Egito foi declarado livre
da pólio, restando assim apenas quatro países onde a doença é
endêmica: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.
Outros locais que
iluminados foram Taipei Arena (Taiwan); Catedral de Santiago de
Compostela (Espanha); Old Port Captain's Office, na praia de
Victoria e Alfred da Cidade do Cabo, tendo como pano de fundo a
Table Mountain (África do Sul); Obelisco de Buenos Aires
(Argentina); Represa do Lago Maratona, com vista para o Memorial
da Batalha de Maratona (Grécia); Palácio Real de Caserta (Itália);
e o famoso Wrigley Building em Chicago, cidade onde o Rotary foi
fundado há 105 anos.
A erradicação da
pólio é a principal prioridade do Rotary há mais de duas décadas.
Já houve um grande progresso, com a redução da incidência de cerca
de 350.000 casos em 1988 para menos de 2.000 em 2009. Mais de dois
bilhões de crianças foram imunizadas em 122 países, evitando cinco
milhões de casos de paralisia e 250 mil mortes pediátricas.
Membros do Rotary
em todo o mundo contribuíram com mais de US$ 900 milhões e
inúmeras horas de voluntariado, e agora estamos trabalhando com
rigor para angariar mais US$ 200 milhões para igualar uma doação
de US$ 355 milhões da Bill & Melinda Gates Foundation.
O Rotary é um
parceiro líder da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio,
juntamente com a Organização Mundial da Saúde, os Centros de
Controle e Prevenção de Doenças dos EUA e o UNICEF.
Fonte:PR
Newswire Latin America
Coral Gables - Miami-US
Especialistas preparam protocolo de
segurança para cirurgia plástica
A Câmara Técnica de Cirurgia
Plástica do Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu, nesta
quinta-feira (28), elaborar um protocolo de segurança para
cirurgia plástica, uma espécie de checklist de segurança, já
adotado em vários países. O documento poderá abranger, por
exemplo, orientações de indicações cirúrgicas, exames
pré-operatórios, anestesia, atendimento pós-cirúrgico e condições
do local. O projeto será implementado em parceria com a Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Ações para coibir
práticas irregulares ou suspeitas já estão sendo adotadas pelo CFM,
por meio da Câmara Técnica, em parceria com o Ministério Público.
O coordenador dos trabalhos, Antonio Gonçalves Pinheiro,
acrescenta que, na reunião desta quinta-feira, por exemplo, ficou
definido que serão monitorados também cursos que não tem condições
de formar profissionais qualificados para a prática. “Vemos
disponibilizados cursos de lipoaspiração de final de semana, com
um dia de atividade teórica e dois dias de atividade prática. Esse
tipo de curso não qualifica nenhum médico. A maioria dos casos em
que há complicações envolve médicos com esse tipo de treinamento,
que considero nulo”, explica o especialista.
Em relação a
responsabilidade do médico, Pinheiro faz um alerta: “Exercer
medicina é responsabilidade constante. Ambos, médico e paciente,
tem que ter consciência do tamanho do risco de uma cirurgia
plástica. É preciso um criterioso exame pré-operatório e um local
adequado com recursos para manutenção de todos os procedimentos
para atender qualquer intercorrência. O risco deve ser ínfimo em
relação ao benefício”.
Rejuvenescimento facial do ponto
de vista médico
Cirurgia
plástica videoassistida (minimamente invasiva), enxertos de
gordura, tratamento do envelhecimento sem cirurgia, peeling de
fenol e laser para rejuvenescimento foram algumas das novas
técnicas usadas nos principais consultórios brasileiros para
recuperar a juventude da pele.
Nos dias 26 e 27
de fevereiro de 2010, o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e
Pesquisa organizou o III Simpósio de Rejuvenescimento Facial,
coordenado pelos médicos Ricardo Baroudi, Romeu Fadul Jr., Carlos
Alberto Ferreira e Fábio Naccache.
O principal
objetivo do Simpósio foi apresentar aos profissionais de saúde
procedimentos inovadores com fundamentação científica,
estabelecendo consensos sobre o melhor uso e indicação. Para isso,
foram previstas aulas práticas durante o encontro.
Além das novas
técnicas, discutiram temas como as complicações pós-procedimento,
tendências atuais em toxina botulínica e ácido hialurônico e
complexidade dos procedimentos em diferentes idades.
Neste último
quesito, dr. Romeu Fadul Jr., um dos coordenadores, ressaltou que
“o melhor período para as intervenções curativas é entre 40 e 50
anos, embora hajam soluções ideais para cada idade. Com as
técnicas recentes, a maioria dos procedimentos cirúrgicos
e não-cirúrgicos se somam para um resultado mais eficiente.”
Imposição de novos procedimentos
médicos aos planos de saúde pode acabar na Justiça
Especialista alerta que novas
exigências ameaçam equilíbrio econômico das operadoras
A obrigação de incluir cerca de 70
novos procedimentos médicos e odontológicos na cobertura mínima
obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde, imposta
pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pode terminar no
Poder Judiciário.
A advogada de
Direito Empresarial do escritório Innocenti Advogados Associados,
Regina Vendeiro, ressalta que “as resoluções 167 e 154 da ANS já
incluíram vários procedimentos novos mas, por outro lado, a
agência reguladora não permite às operadoras repassar o custo aos
beneficiários, pelo menos não de forma imediata e que reflita os
custos”. Ela alerta que, “sem questionar o mérito da legalidade ou
não de tais inclusões, estas podem gerar um custo excessivo para
as operadoras e um desequilíbrio contratual, o que pode ser objeto
de discussão perante os tribunais”. Isto porque, a obrigação de
arcar com os novos procedimentos não pode inviabilizar o contrato
firmado entre a operadora e o beneficiário.
As novas
coberturas entram em vigor a partir de 7 de junho de 2010 e
beneficiam àqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2
de janeiro de 1999. Dentre as novas inclusões estão o transplante
heterólogo de medula óssea, 26 tipos de cirurgias torácicas por
vídeo, 17 novos exames laboratoriais (dentre eles diversas
dosagens de anticorpos para diagnóstico e exames para avaliação de
imunodeficiências primárias), exames genéticos, implante de
marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, pet-scan, além
de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação
de coroa unitária e bloco, dentre outros. As novas regras
estabelecidas pela resolução 211 da ANS, determinam também a
cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam
internação domiciliar como alternativa à internação hospitalar,
independentemente de previsão contratual, devendo ser cobertos
nesse caso todos os medicamentos e materiais necessários.
As consultas com
profissionais de saúde também foram ampliadas, sendo que as
consultas com fonoaudiólogo passam de 06 até 24, nutricionista de
6 até 12, terapeuta ocupacional de 06 até 12 e psicólogo de 12 até
40, por ano de contrato.
Regina Vendeiro
explica que a saúde é um dever do Estado, que não pode repassá-lo
à saúde suplementar, impondo a cobertura de novos procedimentos
sem a devida contraprestação. “Os avanços da medicina para
assegurar a vida e a saúde dos pacientes não podem ser ignorados
pelas empresas de saúde suplementar, mas esse ônus não pode ser
apenas das operadoras. Por outro lado, os consumidores não podem
ser onerados excessivamente, de forma a inviabilizar a
continuidade da relação contratual com a operadora”, avalia.
A ANS, segundo a
advogada, como agência reguladora do setor, deve assegurar que os
beneficiários possam usufruir das inovações tecnológicas do setor
de saúde. “Por vezes, alguns exames que detectam precocemente a
doença podem até mesmo representar no médio prazo um benefício
tanto para o paciente como para as próprias operadoras, uma vez
que podem evitar reiteradas internações e outros procedimentos
muito mais caros que os exames preventivos. Porém, essas medidas
precisam ser estudadas com mais cuidado para não provocar um
desequilíbrio financeiro do mercado”, afirma Regina Vendeiro.
Resolução do CFM proíbe médicos
de divulgar cupons e cartões de descontos
A
participação de profissionais médicos na divulgação de promoções
relacionadas a cupons e cartões de desconto usados na compra de
remédios foi proibida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Por
meio da resolução 1.939/2010, publicada na edição do Diário
Oficial da União desta terça-feira (9), a entidade estabeleceu que
esta prática não pode acontecer por questões relacionadas ao
conflito de interesse e à proteção do sigilo do paciente. A
proposta, de autoria do secretário-geral do CFM, Henrique Batista
e Silva, foi aprovada pelo plenário no mês de janeiro.
“A decisão foi
tomada como resposta a uma percepção que o Conselho Federal tem do
que acontece no dia a dia do profissional. Neste caso, cabe a
adoção de medidas para corrigir práticas que garantam a lisura do
comportamento ético dos médicos brasileiros. Não queremos deixar
equívocos de interpretação que coloque o comportamento dos médicos
sob suspeição por participar de ações de mercado, como essas
relacionadas à indústria de medicamentos”, ressaltou o
vice-presidente do CFM, Carlos Vital.
A decisão do CFM
se baseou, principalmente, no argumento comercial, ou seja, a
oferta desses cupons ou descontos podem interferir no processo de
escolha dos medicamentos prescritos. Além disso, a adesão de
profissionais às regras de promoções deste tipo deixam o sigilo do
paciente vulnerável. Isto porque o envio de dados do indivíduo
pode revelar a representantes da indústria farmacêutica o
diagnóstico de sua doença por inferência a partir da prescrição.
Ainda segundo a
resolução, o médico, ao aceitar participação neste processo como
peça indispensável para a promoção de vendas da indústria
farmacêutica, exerce a Medicina como comércio, atuando em
interação com os laboratórios farmacêuticos. Na interpretação do
autor da proposta, o secretário Geral do CFM, Henrique Baptista e
Silva, essas práticas ferem as regras do Código de Ética Médica.
Pela nova regra,
a proteção do sigilo profissional veda ao médico o preenchimento
de qualquer espécie de cadastro, formulário, ficha, cartão de
informações ou documentos assemelhados que permita o conhecimento
de dados exclusivos do atendimento. A íntegra da resolução está
disponível no Portal Médico (http://www.cfm.org.br/),
no item legislação.
Confira os principais pontos
da Resolução 1939/2010:
Art. 1º É vedado ao médico
participar, direta ou indiretamente, de qualquer espécie de
promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de
descontos aos pacientes, para a aquisição de medicamentos.
Parágrafo único. Inclui-se nessa
vedação o preenchimento de qualquer espécie de cadastro,
formulário, ficha, cartão de informações ou documentos
assemelhados, em função das promoções mencionadas no /caput/ deste
artigo.
International Paper América
Latina cresce em 2009 com vendas líquidas de us$ 962 milhões
A International Paper América Latina
comemora os resultados das operações na região, em particular, no
Brasil. Em um ano marcado pela crise econômica mundial, a empresa
registrou vendas líquidas de US$ 962 milhões e volume de vendas de
922 mil toneladas (em metric tons) de papel não revestido. O
EBITDA fechou o ano em US$ 230 por tonelada (em short tons).
Em 2009, a
empresa realizou investimentos na ordem de US$ 87 milhões em suas
unidades no País. Para garantir agilidade e controle de custos,
investiu na criação de um sistema integrado de produção, que reúne
suas unidades fabris localizadas em Luiz Antônio (SP), Mogi Guaçu
(SP) e a nova fábrica de papel de Três Lagoas, no Mato Grosso do
Sul. Com o início das operações, em fevereiro de 2009, esta nova
fábrica de papel, primeira construída no País após o período de 13
anos, gerou 220 empregos diretos, e tem capacidade de produção de
200 mil toneladas de papel por ano. Juntas, as três unidades são
capazes de produzir um milhão de toneladas de papel por ano. "2009
foi um ano de muito trabalho, lançamos novos produtos como o
Chamex Super A3 e o Chambril Avena, além disso, conseguimos
aumentar nossas vendas para o mercado europeu e implantar um plano
para venda do mercado asiático", comenta Jean-Michel Ribieras, que
assumiu a presidência da International Paper para América Latina
em janeiro deste ano.
Para o novo
presidente, a IP avaliou seus planos, revisou estratégias e está
preparada para aproveitar as oportunidades com a retomada do
crescimento da economia, após um ano de crise. A capacidade de
produzir em grande escala permite a empresa competir globalmente,
mesmo em cenários menos estáveis. "A IP foi uma das empresas que,
mesmo sob condições adversas, conseguiu alcançar resultados
positivos. Agora estamos preparados para crescermos na América
Latina", afirma Jean-Michel. Para isso, o executivo terá uma
gestão pautada no controle de custos fixos e no aumento de
produtividade.
De acordo com o
presidente mundial da IP, John Faraci, a excelência das operações,
a redução de custos e o bom gerenciamento da capacidade de
trabalho e de produção foram alguns fatores decisivos para
enfrentar a crise.
Sustentabilidade e
Responsabilidade Social
O ano de 2009 também foi importante
para a IP no que se refere à sustentabilidade. A companhia iniciou
as atividades do Instituto International Paper (IIP), criado para
administrar os projetos socioambientais que são desenvolvidos pela
empresa com o objetivo de consolidar e difundir sua atuação
sustentável. O instituto, que obteve o registro como OSCIP
(Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), tem como
foco o desenvolvimento de projetos de educação socioambiental para
crianças e adolescentes. Há mais de 34 anos, a International Paper
investe em projetos socioambientais nas comunidades onde atua.
Neste período, cerca de 290 mil pessoas já foram impactadas por
suas ações. Ao todo, foram investidos, desde 2003, cerca de R$ 23
milhões. Para o Diretor Jurídico e Assuntos Corporativos da IP e
presidente do IIP, Ricardo C. Zangirolami, é importante que o tema
sustentabilidade nas corporações seja integrado como parte
imprescindível do DNA empresarial, com ações práticas, efetivas,
contínuas e consistentes. "Em 2009, demos importantes passos para
a profissionalização das iniciativas de responsabilidade social
corporativa reunindo todos os nossos projetos socioambientais sob
a gestão do Instituto International Paper. Agora, nosso desafio é
potencializar os benefícios destes projetos estendendo a
experiência e o conhecimento do instituto para outras empresas e
parceiros da IP", explica Ricardo.
Premiações
Em 2009, a IP Brasil recebeu várias
premiações importantes, entre elas destacam-se os prêmios:
"Empresas Mais Éticas do Mundo" - Revista Ethisphere; "Melhores
Empresas para se trabalhar 2009" - Revista Exame; e "Empresa
destaque do ano na área de Responsabilidade Social Corporativa",
pela ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel).
Dor musculoesquelética é tema de
campanha do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9
de Julho
Pelo terceiro ano consecutivo, o
Serviço desenvolve atividades para a conscientização da população
leiga e de profissionais da saúde sobre a importância do
tratamento multidisciplinar para a dor crônica
Contra a dor, mexa-se! Com este
slogan, a campanha Viva Sem Dor, do Centro de Dor e Neurocirurgia
Funcional do Hospital 9 de Julho, anuncia a sua campanha educativa
de 2010, cujo foco é a dor musculoesquelética e as consequências
do esforço repetitivo, do uso excessivo e dos distúrbios
musculoesqueléticos relacionados ao trabalho.
O tema da
campanha segue em alinhamento com a International Association for
the Study of Pain (IASP), entidade norte-americana que o propôs
visando elucidar para diferentes públicos as principais doenças e
os mais eficazes tratamentos disponíveis nesta área.
Esta é terceira vez que
o Serviço dedica parte de suas atividades para a campanha, tendo
atendido gratuitamente nos temas anteriores – dor da mulher e dor
oncológica – mais de 1500 pessoas em ações presenciais e centenas
de outras em atividades via web.
Estatística sobre a dor
musculoesquelética
A dor musculoesquelética, aguda ou
crônica, focal ou difusa, com frequentes lesões em ossos,
articulações, músculos e estruturas circunjacentes, geralmente
apresenta-se por lombalgias, tendinites, tendinoses,
neuropatias, mialgias e fraturas por estresse. Afeta cerca de 90%
da população, sendo 33% dos adultos na forma crônica, com
consequência de 30% de absenteísmo do trabalho.
“Em qualquer nível, seja crônica ou
aguda, a dor causa transtornos em toda a cadeia social, de
crianças a idosos. Em particular, a dor musculoesquelética está
muito atrelada ao trabalho, trazendo prejuízos físicos, econômicos
e sociais para seus portadores e a sociedade como um todo”,
ressalta o neurocirurgião e coordenador do Centro de Dor e
Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, dr. Cláudio
Fernandes Corrêa.
Ações
Para orientar sobre as mais variadas
e recentes possibilidades terapêuticas para a dor
musculoesquelética, a campanha Mexa-se! promove palestras para
leigos, com especialistas de diversas áreas; ações de diagnóstico;
atividades físicas de conscientização corporal e relaxamento;
formação de grupos de apoio psicológico para pacientes e seus
familiares, e grupos de pesquisa.
Além das atividades presenciais de
cunho social, diversas ações nos meios online estão programadas,
como chats com profissionais através do
hot-site
Viva Sem Dor, webcasts (vídeos) e importantes ferramentas
integrativas com as redes sociais. Mantendo a comunicação e a
interatividade através do microblog Twitter, Blog, no Youtube com
inserções de vídeos de entrevistas relacionadas ao tema/campanha,
Wikipedia, entre outros canais da internet.
Todas as atividades programadas pela
campanha Viva Sem Dor: Contra a dor, mexa-se! são gratuitas e são
continuamente divulgadas na imprensa e no site
Viva Sem
Dor.
Salão de Páscoa 2010 apresentou
os principais lançamentos da indústria de chocolate
Evento, realizado no dia 24 de
fevereiro, no Hotel Maksoud Plaza, exibiu com exclusividade as
grandes novidades do setor
A Abicab (Associação Brasileira da
Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados)
promoveu o maior evento da indústria de chocolate do Brasil. O
Salão de Páscoa 2010, que apresentou os principais lançamentos
deste ano e abriu mais espaço para que as empresas do setor possam
apresentar suas novidades e manter melhor relacionamento com a
mídia, de forma personalizada.
Segundo o
presidente da Abicab, Getúlio Ursulino Neto, “o Salão de Páscoa
que passamos a adotar a partir deste ano proporcionará às empresas
maior espaço de exposição de seus produtos, assim como melhores
condições para o relacionamento com a imprensa. Neste ano a Páscoa
será celebrada no dia 04 de abril.
Páscoa, festa cristã
Na Páscoa, a indústria do setor usa
toda a criatividade para criar um momento único. “Essa é uma data
comemorativa na qual nem é preciso desembolsar muito para acertar
exatamente o gosto de quem for receber o presente”, destaca Luis
Felipe Rego, vice-presidente de comunicação da Abicab, para, sem
seguida, completar:
“O Brasil é um país cuja tradição de Páscoa é muito forte e onde
os consumidores apreciam sempre novidades. O ovo é mais do que um
produto alimentício é um presente, uma manifestação de carinho
entre as pessoas. Isso combina muito com a idéia de surpresa”.
As origens históricas dos ovos de chocolate e da
figura do animal remontam ao Egito Antigo cujo simbolismo
representa a fertilidade, o nascimento e a esperança de novas
vidas. Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da
primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos, o ovo
simbolizava o nascimento. Os cristãos primitivos do Oriente foram
os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a
ressurreição e o nascimento para uma nova vida. Já os maias e os
astecas consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o
ouro. A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus, marcando um
período de renovação entre os cristãos.